Vitrali Moema

Posts tagged Fotos De

Como seria o Instagram de alguns dos mais famosos escritores?

0

Luciana Galastri, na revista Galileu

Hemingway iria alternar selfies com imagens de suas caçadas, Bukowksi postaria inúmeras fotos de #baladas e Thoreau seria o rei do #fitness? Confira alguns posts imaginados pelo Buzzfeed e decida qual deles você seguiria:

Pais de menino de 6 anos que se vê como menina denunciam escola

0

Publicado por G1

Coy Mathis foi proibido de usar o banheiro feminino em sua escolinha.
Pais entraram com queixa em agência de direitos civis do Colorado, EUA.

Os pais de um menino de 6 anos de idade que se identifica como menina no Colorado, nos EUA, entraram com uma queixa na agência estadual de direitos civis depois que a escola onde a criança estuda proibiu que ela use o banheiro feminino.

Com a polêmica em torno do caso do jovem transgênero Coy Mathis, diagnosticado com desordem de identidade de gênero, sua família chegou a divulgar fotos que mostram sua aparência claramente feminina.

Segundo a família, Coy age como menina desde os 18 meses de idade. Enquanto o irmão Max só queria saber de dinossauros, Coy brincava com bonecas. Aos 4 anos, falou para sua mãe, Kathryn, que havia algo errado com seu corpo.

“Nós queremos que Coy tenha as mesmas oportunidades educacionais que tem qualquer outra criança no estado do Colorado”, disse Kathryn em entrevista à ABC News. Além de Coy e Max, o casal tem outras três filhas.

Desde que entrou na Escola Eagle na cidade de Fountain, Colorado, Coy se apresentou como menina e foi tratado dessa forma por professores e colegas, inclusive usando o banheiro feminino. Em dezembro, no entanto, a administração da escola informou os pais de que Coy não poderia mais usar o banheiro das colegas, recomendando que a criança recorra ao banheiro masculino ou ao da enfermaria.

Coy brinca em sua casa em Fountain, Colorado, na segunda-feira (25) (Foto: Brennan Linsley/AP)

Coy brinca em sua casa em Fountain, Colorado, na segunda-feira (25) (Foto: Brennan Linsley/AP)

(mais…)

Biblioteca nos Estados Unidos além de livros, empresta sementes

0

Publicado no IBahia

capa-sementes.jpg
As sementes são armazenadas em envelopes com etiquetas que descrevem informações da fruta ou vegetal, e o nome do produtor
Fotos: Divulgação

Sair de biblioteca apenas com livros e CDs é coisa do passado na Biblioteca Pública de Basalto no Colorado, Estados Unidos. O local adicionou um banco de sementes na sua coleção de meios de comunicação. Os visitantes além de usufruírem de uma boa leitura, também podem virar produtores de frutas ou legumes e de novas sementes que devem voltar ao local de origem.

Para participar é simples. O leitor adquire o pacote de sementes e planta. Quando o vegetal cresce é só colher as sementes e devolvê-las à biblioteca para que outras pessoas possam usá-las.

As sementes são armazenadas em envelopes com etiquetas que descrevem informações da fruta ou vegetal, e o nome do produtor, no intuito de dar crédito às pessoas que se esforçaram no cultivo.

seed-packets-537x358.jpg

Segundo a American Library Association, existe pelo menos uma dúzia de programas semelhantes em todo o país. E para a diretora da biblioteca, Barbara Milnor, o local pode parecer estranho para o projeto, mas é uma ótima solução para ampliar o acesso de sementes e plantas à população, afirmou no portal NPR.

Já para a frequentadora Stephanie Syson, a biblioteca tem sido um lugar onde a filha aprende. As sementes adicionaram apenas mais uma nova lição.

 

EcoDesenvolvimento.org – Tudo Sobre Sustentabilidade em um só Lugar.

Joaquim Barbosa condena frases atribuídas a Clarice Lispector no Facebook

0

Joaquim Barbosa condena frases atribuídas a Clarice Lispector no Facebook

Barbosa anunciou pena de dois anos de reclusão para aqueles que postarem fotos de refeições no instagram

Publicado impagavelmente no site da Piauí

BRASÍLIA – Após julgar o Fim do Mundo inconstiucional, o presidente do STF, Joaquim Barbosa, anunciou punição severa para quem atribuir frases de efeito a Clarice Lispector no Facebook. “Pelos poderes de Macabéa, condeno aqueles que difamam a obra de Clarice com frases de auto-ajuda a ler em voz alta Marimbondos de Fogo, de José Sarney”. Assim que concluiu a sentença, houve certo tumulto entre os ministros. Ricardo Levandowski tirou um livro de baixo da mesa e leu, elevando a voz: “Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro”. Ao saber da decisão, Ayres Britto divulgou imediatamente uma mensagem pelo twitter: “Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.” “Causa-me espécie”, reagiu Barbosa.

Uma senhora da plateia que havia sussurrado a frase “vencer não é competir com o outro, é derrotar seus inimigos interiores” foi levada pela Polícia Federal para prestar esclarecimentos. Dois estagiários desligaram seus iPhones imediatamente.

Luís Fernando Veríssimo, Arnaldo Jabor e Dalai Lama entraram com representação no STF para que seus nomes sejam considerados por Barbosa.

Ao saber da decisão do ministro, o advogado de José Dirceu, José Luis de Oliveira, convocou uma coletiva às pressas. Diante de uma centena de repórteres, abriu o romance Perto do Coração Selvagem e declamou: “Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome”. A seguir, encerrou a entrevista: “José Dirceu deseja um Feliz Natal a todos”.

Minutos depois que a decisão entrou em vigor, o tráfego do Facebook caiu 97,9%. “Ninguém quer se arriscar”, disse um especialista em direito penal que não quis se identificar.

Mercado de aulas particulares transforma professores em celebridades na Ásia

0

Professores-celebridades como Kelly Mok são promovidos em cartazes de ônibus

Yojana Sharma, no BBC

Em Hong Kong, um dos principais centros financeiros da China, modelos e artistas agora disputam o status de celebridade com professores.

Chamados de “reis e rainhas da aula particular”, professores fazem pose em cartazes glamourosos nas laterais de ônibus e em shoppings centers.

Alguns tornaram-se milionários e já deixaram de contabilizar o número de vezes em que apareceram na televisão.

Tratados como ídolos pelos alunos, muitos deles também não deixam de cuidar da aparência, importante em um local como Hong Kong, onde impera a cultura do consumo.

“Se você quiser ser um professor de sucesso, tem de ser jovem e atraente. Os estudantes prestam atenção no seu look”, disse Kelly Mok, de 26 anos, professora do Gloria King, um dos colégios mais tradicionais da região administrativa especial.

Engana-se quem pensa que Mok usa roupas de grife e acessórios apenas para ilustrar os cartazes espalhados pelas ruas do centro financeiro chinês. Ela gosta de se vestir assim fora das salas de aula.

Mok lembra, contudo, que seus serviços não seriam tão demandados se ela não conseguisse que seus alunos obtivessem as melhores notas na disciplina que ensina: inglês.

‘Astro do rock’

Kelly Mok: ‘Se você quiser ser um professor de sucesso, tem de ser jovem e atraente’

Richard Eng, da Beacon College, é considerado o pioneiro dos professores-celebridades de Hong Kong.

Ex-docente de uma escola tradicional, ele conta que teve a ideia (de investir na imagem como autopromoção) depois de aparecer em fotos de divulgação de um trabalho feito por sua irmã, que é artista.

“Na escola, todos os professores têm a mesma aparência; não transparecem emoção”, argumenta.

A foto dele aparece nas apostilas contendo dicas de estudo e também em canetas e outros materiais escolares.

Os objetos tornaram-se objeto de cobiça dos estudantes, catapultando a imagem de Eng para fora das salas de aula.

O fenômeno dos professores-celebridades é reflexo do crescimento do estudo fora de casa na Ásia.

O sistema é alimentado por pais cada vez mais exigentes e ambiciosos, que querem ver seus filhos nas melhores universidades do país.

Em sociedades onde o sucesso depende de boas notas, a ansiedade dos pais transforma-se em um “fluxo de renda constante” para os tutores, segundo um estudo do Banco Asiático de Desenvolvimento (ADB, na sigla em inglês).

A indústria dos professores particulares, ou “educação à sombra”, como chamou o banco, tornou-se muito popular na Ásia, devido ao crescimento das universidades e do aumento da proporção de abandono escolar.

Segundo o professor da Universidade de Hong Kong, Mark Bray, um dos autores do estudo, 72% dos estudantes no último ano escolar de Hong Kong recorrem aos serviços de tutores particulares.

Famílias mais abastadas sempre pagaram professores particulares a seus filhos. A novidade, entretanto, é que esses professores oferecem dicas e revisão de provas a grupos de até 100 alunos, permitindo que famílias menos favorecidas possam aproveitar o serviço.

Coreia do Sul

O fenômeno das aulas particulares não está restrito a Hong Kong. Na Coreia do Sul, 90% das crianças da escola primária frequentam tais classes.

Na Coreia do Sul, Tailândia, Sri Lanka e Índia, escolas dedicadas a aulas particulares passaram a contratar professores-celebridades. “É uma maneira de atrair os jovens”, explica Bray.

Na China, onde as aulas particulares eram desconhecidas até a abertura da economia na década de 90, a escola New Oriental Education and Tecnology cresceu tanto a ponto de se tornar um dos maiores centros de ensino na Ásia, com cerca de 2,4 milhões de estudantes só neste ano.

O instituto emprega 17,6 mil professores em 49 cidades e alimenta uma rede online com mais de 7,8 milhões de usuários.

Com tamanho sucesso, seu fundador, Michael Yu, também conhecido como Yu Minhong, tornou-se um bilionário conhecido e decidiu abrir o capital de seu negócio na Bolsa de Nova York, em 2006.

Temor

Mas nem sempre esse tipo de serviço contou com o apoio do governo.

Na década de 80, o governo sul-coreano emitiu uma proibição geral de aulas particulares.

Embora não tenha se mostrado executável, a proibição serviu para criar uma discussão no país sobre a pressão exercida sobre os alunos.

Naquela ocasião, os próprios professores reclamavam dos alunos que dormiam na sala de aula depois de longas noites de aulas adicionais.

Em 2009, o governo sul-coreano tomou medidas para limitar o número de horas de permanência nos centros de aulas particulares, em uma tentativa de reduzir o estresse infantil e aumentar o nível de pensamento criativo.

No entanto, o impacto tem sido limitado, fazendo com que muitas dessas aulas de apoio sejam realizadas online.

O relatório do ADB informa que, em toda a Ásia, as famílias estão gastando uma quantidade considerável de sua renda em aulas particulares.

No entanto, o órgão alerta que, ao mesmo tempo em que o investimento possa contribuir para melhorar o desempenho dos alunos individualmente, pode também agravar as desigualdades sociais.

Isso porque, se por um lado, há alunos que podem pagar por uma “consultoria” individualizada ou por um professor-celebridade, há outros que ou não podem pagar ou ficam restritos à aprendizagem virtual.

Go to Top