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‘The Dresden Files’: Saga de livros vai virar série de fantasia na Fox

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Thiago Muniz, no CinePop

De acordo com o Deadline, a Fox comprou os direitos de adaptação de ‘The Dresden Files’, saga de livros de fantasia que seguem o investigador particular e mago Harry Dresden, abordando investigações em casos sobrenaturais em Chicado.

A produtora Ileen Maisel (‘O Incrível Livro de Hipnotismo de Molly Moon’) vai produzir a adaptação da obra de Jim Butcher pela Temple Hill Entertainment. John Fischer também será um dos produtores para o projeto.

O primeiro livro da saga, ‘Storm Front’, foi lançado em 2000 e a franquia rendeu 14 outros livros. O mais recente, ‘Skin Game’, foi lançado em 2014.

Em 2007, os livros foram adaptados para a TV com a série ‘Arquivos Sobrenaturais’, pelo Sci-Fi Channel.

Ainda não há data de estreia para ‘The Dresden Files’ na Fox.

Outlander: Anunciada a data de estreia da 4ª temporada no Brasil!

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Anote na agenda o dia de reencontrar o casal Fraser.

Taiani Mendes, no Adoro Cinema

Alô, fãs de Outlander! O novo capítulo da saga aventureira e romântica de Claire (Caitriona Balfe) e Jamie Fraser (Sam Heughan) já tem data de estreia confirmada no Brasil. A 4ª temporada da série será exibida no FOX App, disponível para assinantes dos pacotes FOX+ e FOX Premium, e no canal FOX Premium 1 a partir do dia 4 de novembro.

Baseada em Os Tambores de Outono, quarto livro da série de Diana Gabaldon, a nova temporada mostrará em 13 episódios o estabelecimento do casal de protagonistas na América, junto com Jovem Ian (John Bell) e o cão Rollo. Enquanto isso, no século XX, Brianna (Sophie Skelton) e Roger (Richard Rankin) acompanham através dos livros de História os acontecimentos relacionados aos Fraser.

Cada Um Na Sua Casa – O Filme!

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Patty, no Avec Mes Louboutin

OLAR! Sumi de novo migos, e é tudo culpa da pós-graduação. Acontece, né? Tenham paciência que uma hora eu pego no tranco e vocês vão até enjoar de ver post meu por aqui. Enquanto esse dia não chega, bora continuar seguindo que não tá fácil pra ninguém – nem mesmo para as inimigas. ¯\_(?)_/¯

No último dia 20 – o dia que rolou também a oficina de aquarela – eu fui convidada pela Editora Gutenberg para ir na pré-estreia de “Cada Um Na Sua Casa” organizada pela Fox. Esse dia foi uma saga, e eu vou contar tudinho procês e um pouco mais. Como era rodízio do meu carro, lá fui eu de busão pro shopping de manhã cedo – carregando câmera e tudo mais. Eu tinha planos de vlogar esse role, mas os planos não se materializaram por motivos de sono profundo. Admiro quem consegue exalar animação antes das 10 da manhã. Eu ainda não cheguei lá. #sinceridades

Cheguei no shopping – ainda fechado – e juro, tinham umas duas ou três pessoas lá só. Quase achei que tinha ido parar no lugar errado por um breve momento. Mas aí, chegou a hora do filme começar e de repente o lugar começou a bombar. O pessoal da Fox foi mega atencioso e preparou um café da manhã super delicinha para os presentes – eu deveria ter tirado uma foto do muffin de chocolate gente, ele merecia. A sessão atrasou uma meia horinha, mas tava tão divertido a interação ali na entrada do cinema que nem deu pra esquentar a cabeça. Conheci duas blogueiras super legais: a Ana (Vivendo Entre Palavras) e a Bia-que-eu-não-lembro-blog-desculpa-miga-eu-sou-a-Dory. Antes de falar sobre o filme, vou casualmente colocar o trailer aqui caso você não tenha assistido e lido esse outro post aqui do AML.

Confesso que eu estava empolgadíssima pra assistir logo o filme – me apaixonei pelo Oh logo de cara no trailer – mas não estava esperando algo tão sensacional assim. A história sobre a amizade de Oh e Tip é extremamente cativante, divertida e fofa. Oh é um alienígena (de uma raça chamada boov) todo trapalhão e Tip é uma garotinha decidida que está em busca de sua mãe e conta com a ajuda de Oh para encontrá-la. Os traços da animação são incríveis, o roteiro (apesar de ser um filme infantil) é muito bem bolado vários adultos chorando na sessão, a trilha sonora é em grande parte original com músicas exclusivas da RiRi e da J.Lo (!!!) e até a dublagem em português ficou legal – e olha que eu nem sou das maiores fãs de filmes dublados, vocês sabem.

No final da sessão, eu e a Ana estávamos jurando que eles iam nos presentear com um exemplar do livro do Adam Rex – que deu origem ao filme. Até comentei que ia procurar uma pelúcia do Oh depois pra comprar porque fiquei apaixonada de verdade no personagem. ADVINHEM O QUE ESTAVA NOS ESPERANDO NA SAÍDA DA SESSÃO? Uma pelúcia L-I-N-D-A e uma caixa com todos os brindes do filme que o McDonald’s lançou para o filme. Já faz mais de uma semana e eu ainda não tô sabendo lidar com tanto amor. Das miniaturas, meu favorito é o rosinha que faz um coraçãozinho com as mãos e acende luz!

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Já fiz todo mundo aqui em casa se apaixonar pelo Oh e ele virou meu mascotinho querido (eu passo o dia todo abraçando ele sim porque sou muito adulta). O filme estreia no Brasil no dia 9 de abril – tá quase! – e eu com certeza absoluta irei assistir de novo. Tanto em português, como legendado – se eu conseguir encontrar uma sessão! Tô pirada pra ver o Jim Parsons e a RiRi dublando, eles são sensacionais juntos. E se vocês quiserem mais vídeos para controlar a ansiedade, recomendo essa entrevista aqui e essa aqui também.

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Seriado inspira curso online e inaugura fusão de entretenimento e academia

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Será que zumbis podem ser temas de estudos acadêmicos? E, mais além, será que eles podem fazer parte de novos rumos adotados pelo ensino superior?

Curso com 'The Walking Dead', transmitida no Brasil por Band e Fox, cria 'interação entre academia e entretenimento'

Curso com ‘The Walking Dead’, transmitida no Brasil por Band e Fox, cria ‘interação entre academia e entretenimento’

Sean Coughlan, na BBC

No que está sendo chamado de o maior experimento na área de “edutenimento” (mescla entre educação e entretenimento), uma emissora americana está firmando uma parceria com uma universidade californiana para produzir cursos online relacionados à série televisiva de ficção The Walking Dead, que retrata um mundo dominado por zumbis.

O curso, de oito módulos, será lançado em outubro pela Universidade da Califórnia em Irvine e disponibilizado gratuitamente pela internet, criando uma interação entre a academia e a indústria do entretenimento.

A universidade diz que manterá seu rigor acadêmico e que o curso abordará temas científicos sérios relacionados ao cenário apocalíptico do seriado, como “o que pode ser aprendido com epidemias” e “uso da matemática para modelar dinâmica populacional e epidêmica”.

O curso incluirá testes online e grupos de discussão, mas os estudantes não ganharão títulos ou créditos formais.

Experiência
The Walking Dead, com audiência estimada em 10 milhões de espectadores, é transmitido no Brasil pela Band e pela Fox e, nos EUA, pela AMC, emissora responsável por outros seriados cultuados, como Mad Men, Breaking Bad e The Killing.

Para Theresa Beyer, vice-presidente da emissora, a AMC será “o primeiro grupo de entretenimento a fazer uma incursão na arena educacional” e que o resultado será “uma experiência educacional legítima”.

Se a experiência for bem-sucedida, deve abrir caminho para outros projetos envolvendo seriados e universidades, afirma a plataforma online Instructure, que abriga o curso com Walking Dead.

Não é difícil, por exemplo, imaginar um curso de publicidade criado em torno de Mad Men, diz Josh Coates, executivo-chefe da Instructure.

A parceria também marca novo avanço no mundo dos cursos gratuitos online (MOOCs, na sigla em inglês, que acaba de entrar no dicionário Oxford), cuja demanda tem crescido.
Rigor acadêmico

'Mad Men' também pode inspirar cursos futuros

‘Mad Men’ também pode inspirar cursos futuros

Mas, sob a perspectiva da prestigiosa Universidade da Califórnia em Irvine — que tem prêmios Nobel entre seus pesquisadores —, vale a pena ter zumbis em seu currículo?

“Quando embarcamos nessa parceria, tornou-se importante fazer com que cada módulo (do curso online com Walking Dead) fosse tão forte do ponto de vista acadêmico quanto são nossas aulas presenciais”, diz Melissa Loble, reitora-associada de educação à distância da universidade.

“As aulas terão rigor acadêmico e ainda assim terão ligação com o seriado de TV.”

Para Joanne Christopherson, palestrante em ciências sociais, trata-se de mais um exemplo de como as universidades estão usando a mídia contemporânea.

“Em todas as minhas aulas, tenho de abordar temas da atualidade para torná-las interessantes”, diz ela. “Não só porque (os alunos) são jovens adultos recém-saídos do ensino médio, mas sim porque é preciso fazer com que essas teorias clássicas sejam relevantes para eles.”

Coates, do Instructure, diz que o curso da Universidade da Califórnia incluirá ciência e temas relacionados às ciências sociais, usando o seriado de TV como gancho.

“Trata-se de um currículo real, incluindo doenças infecciosas, saúde pública, nutrição, psicologia e sociologia”, diz. “É incidental o fato de que o contexto dele é o mundo ficcional do apocalipse (da série).”

Segundo ele, é também uma oportunidade de ensinar as pessoas a respeito de catástrofes reais, como o furacão Katrina ou o desastre de Fukushima.

Seriado servirá de gancho para que curso aborda ciências e temas sociais

Seriado servirá de gancho para que curso aborda ciências e temas sociais

Desafios dos cursos online
Coates também espera que a iniciativa ajude a superar um dos principais obstáculos dos cursos online gratuitos: as altas taxas de desistência. Será que o apelo televisivo do curso ajudará a manter o interesse dos alunos?

Ao mesmo tempo, para a universidade trata-se de uma forma de expor sua marca diante de uma audiência global, bem como refinar o processo de colocar cursos na internet.

“Os primeiros cursos tinham ótimos vídeos e quizzes, mas não ajudavam os alunos a interagir entre si”, diz Melissa Loble. “O próximo passo dos cursos online é descobrir como personalizá-los sem que se tornem um fardo para as instituições que os criaram.”

Para Christopherson, a grande demanda por cursos online tem chamado a atenção das universidades, mas segue sendo um desafio prover uma estrutura online que permita que um número grande de alunos acompanhe o curso sem se sentirem anônimos ou desconectados.

Outra questão de longo prazo é o modelo de financiamento dos cursos online, algo que pode desestimular as universidades ante as altas taxas de desistência.

Alan Smithers, diretor do centro de pesquisas de educação e emprego da Universidade de Buckingham (Reino Unido), diz que o elo com um cultuado seriado de TV pode servir para atrair estudantes, mas que o elemento acadêmico tem de superar o entretenimento.

Mesmo com os desafios, os cursos online continuam expandindo. E Coates diz que quer que a iniciativa com The Walking Dead seja vista, no futuro, como um divisor de águas, do momento em que educação e entretenimento se conectaram.

Com a disponibilidade global dos cursos online, e enquanto emissoras do mundo inteiro transmitem diferentes temporadas dos seriados, talvez este seja o primeiro curso universitário a vir com seu próprio alerta de spoiler (que traz revelações sobre conteúdo dos episódios).

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