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Consciência coletiva substituirá Deus, diz autor de ‘Código Da Vinci’

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O escritor Dan Brown ('O código Da Vinci') em imagem de arquivo (Foto: Claudio Giovannini/AFP)

O escritor Dan Brown (‘O código Da Vinci’) em imagem de arquivo (Foto: Claudio Giovannini/AFP)

Escritor fez a afirmação provocadora na Feira do Livro de Frankfurt, onde divulga seu novo romance ‘Origem’.

Publicado no G1

A humanidade não precisa mais de Deus, mas pode desenvolver uma nova forma de consciência coletiva, com a ajuda da inteligência artificial, que cumpra a função da religião, disse o escritor norte-americano Dan Brown nesta quinta-feira (12).

Brown fez a afirmação provocadora na Feira do Livro de Frankfurt, onde está divulgando seu novo romance, “Origem”, o quinto do personagem Robert Langdon, professor de simbologia de Harvard que também protagonizou “O Código Da Vinci”, livro que questionou a história da cristandade.

“Origem” foi inspirado pela pergunta “Será que Deus sobreviverá à ciência?”, disse Brown, acrescentando que isso jamais aconteceu na história da humanidade.

“Será que somos ingênuos hoje por acreditar que o Deus do presente sobreviverá e estará aqui em cem anos?”, indagou Brown, de 53 anos, em uma coletiva de imprensa lotada.

‘Origem’

Transcorrido na Espanha, “Origem” começa com a chegada de Langdon ao Museu Guggenheim de Bilbao para acompanhar o anúncio de um bilionário futurista recluso que promete “mudar a face da ciência para sempre”.

Os acontecimentos logo tomam um rumo inesperado, dando ensejo a um enredo que permite ao autor visitar os sítios históricos do país -– inclusive Barcelona, capital da Catalunha, região do nordeste espanhol atualmente em crise devido a uma iniciativa separatista.

Brown, que estudou história da arte em Sevilha, expressou sua preocupação e sua simpatia pelos dois lados do impasse político.

“Amo a Catalunha. Amo a Espanha. Espero que eles resolvam isso. É uma situação de partir o coração, mas também é um sinal dos tempos”, disse Brown, acrescentando que a crise também reflete a tensão entre o antigo e o moderno na sociedade.

O escritor, que vendeu 200 milhões de livros em 56 línguas, admitiu que não lê um romance há cinco anos, mas que investigou profundamente e passou muito tempo conversando com futuristas para criar a trama de “Origem”.

Ele reconheceu que suas opiniões não serão bem acolhidas pelos clérigos, mas pediu uma harmonia maior entre as grandes religiões e aqueles que não professam nenhuma fé.

“O cristianismo, o judaísmo e o islamismo compartilham um evangelho, liberalmente, e é importante que todos nós o percebamos”, afirmou. “Nossas religiões são muito mais parecidas do que diferentes”.

Voltando-se para o futuro, Brown opinou que a mudança tecnológica e o desenvolvimento da inteligência artificial transformarão o conceito do divino.

Feira de Frankfurt debate livro digital em São Paulo e em Canoas

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Evento reúne profissionais envolvidos com edição, tecnologia e educação

Maria Fernanda Rodrigues, no Estadão

Livros digitais em sala de aula - Marcos de Paula/Estadão

Livros digitais em sala de aula – Marcos de Paula/Estadão

Pela terceira vez, a Feira do Livro de Frankfurt desembarca no Brasil para realizar a Contec, uma conferência criada em 2012 para discutir temas como leitura, consumo e produção de livros digitais e vantagens e desvantagens do uso da tecnologia em sala de aula.

Hoje, o encontro será em São Paulo, no Sesc Vila Mariana, e os ingressos estão esgotados. Uma segunda conferência, com programação similar, será realizada na quinta-feira, na Unilasalle, em Canoas, no Rio Grande do Sul. São esperadas 1.100 pessoas nas duas edições.

Uma das editoras convidadas é a Ladybird, que desde a Primeira Guerra publica livros para crianças na Inglaterra. Nos últimos 99 anos, ela acompanhou o nascimento de diferentes gerações de crianças, participou das mudanças do mercado e se adaptou às novidades que apareceram, como o livro digital. “Hoje, as histórias chegam em muitos formatos; não se trata mais apenas do livro impresso. Publicamos aplicativos desde 2010 e nosso compromisso com leitores de todas as idades diz respeito tanto aos nossos livros digitais quanto aos físicos”, conta Heather Crossley, editora da Ladybird – hoje um selo da Penguin.

Ela participa do painel O Novo Sempre Quer Dizer Melhor? ao lado de Udi Chatow, gerente de Desenvolvimento de Negócios Mundiais em Educação da HP; de Colin Lovrinovic, gerente da editora independente alemã Bastei Lübbe, e da consultora brasileira e editora da revista Emília, dedicada à literatura infantojuvenil, Dolores Prades.

Crossley explica que a editora entendeu logo o momento. “O conteúdo é soberano, e temos conteúdos muito bons que não têm uma vida apenas no papel”, diz. A Ladybird tem trabalhado com a produtora de televisão Darrall Macqueen para produzir – para o canal CBeebies, da BBC –, sua primeira série voltada para crianças da pré-escola. “Investir em televisão, filmes, produções teatrais e outras áreas aparentemente não tradicionais para editoras é algo que fazemos na Penguin. Para sobreviver e prosperar nesse novo cenário editorial, é preciso ter a habilidade de se adaptar, de aprender novas funções e de manter o leitor na linha de frente”, completa a editora, que aproveita para comentar a iniciativa da Dreamworks de fazer o inverso.

Estúdio de animação responsável por filmes como Madagascar e Shrek, ela anunciou há dez dias que começaria a editar os livros originados de seus produtos e personagens, deixando, assim, de licenciar a marca para que outras editoras criem os livros. “Faz todo o sentido que eles queiram controlar sua produção editorial, mas o que isso significa para a relação entre editora tradicional e estúdio cinematográfico é discutível. Vamos ver o que acontece.”

Participam, ainda, nomes como Michael Ross, da Encyclopaedia Britannica; Fávio Aguiar, da Widbook; Junko Yokota, do Center for Teaching through Children’s Books, entre outros editores, pesquisadores e profissionais da área de tecnologia. Na plateia, profissionais dessas mesmas áreas, além de educadores.

Frankfurt. A ideia de organizar uma conferência como essa no Brasil surgiu enquanto era discutida a participação do País como o convidado de honra de 2013 da feira alemã. A primeira edição foi realizada em São Paulo, em 2012, e a segunda, no Rio, em 2013. Deu tão certo que a Feira de Frankfurt decidiu levar a conferência para a Alemanha, em outubro do ano passado. A organização, porém, ainda não conseguiu tirar o papel o modelo de evento que idealizou: uma conferência realizada paralelamente a uma feira de livros e tecnologia aplicada ao mercado editorial e à educação.

O tema desta edição da Contec é O Futuro da Aprendizagem Interativa e Marifé Boix Garcia, vice-presidente da Feira de Frankfurt, conta que a ideia é reunir protagonistas de áreas distintas para incentivar a realização, em conjunto, dos próximos passos rumo à inovação tecnológica do mercado editorial e à formação de educadores. “O Brasil é um mercado jovem e inovador e todos gostam de celulares, tablets etc. Ao mesmo tempo, existe uma grande preocupação em melhorar a educação. Nos últimos anos, surgiram grandes iniciativas públicas e privadas que trabalharam fortemente no tema digital. Claro que num país desse tamanho a infraestrutura varia de estado para estado, e isso significa um grande desafio para os governantes”, diz.

Escritores destacam internacionalização da literatura brasileira

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O Brasil foi o convidado de honra da Feira do Livro de Frankfurt este ano.

O Brasil foi o convidado de honra da Feira do Livro de Frankfurt este ano.

Escritores como Laurentino Gomes, Affonso Romano de Sant’Anna e Michel Laub acreditam que o Brasil vive um bom momento para ampliar a internacionalização de sua literatura e a venda externa de direitos autorais. Eles participaram da Feira do Livro de Frankfurt, a maior do mundo no gênero, na qual editoras e agentes de 150 nações conheceram melhor a produção editorial de nosso país, o convidado de honra no evento.

Publicado no Vermelho

Além da participação de 168 editoras, que dividiram o estande coletivo brasileiro, mais de 70 escritores estiveram na Feira de Frankfurt, há dois meses. Agora, dão o seu depoimento sobre o potencial de exportação de livros e a receptividade da produção editorial do País.

Laurentino Gomes ficou bastante satisfeito com os resultados da participação no evento. “Além da oportunidade de debater sobre a polêmica das biografias não autorizadas no Brasil, mantive uma boa reunião de negócios com meu agente literário em Nova York, Jonah Strauss, responsável pelo lançamento da edição em inglês do livro 1808 nos Estados Unidos”.

O escritor Affonso Romano de Sant’Anna, autor da emblemática obra Que país é este?, observou que, a partir da Feira, as chances de internacionalização do livro brasileiro ampliam-se. É que desde que o Brasil havia sido anunciado como o homenageado da Feira de Frankfurt 2013, mais de 200 títulos, dentre lançamentos e reimpressões, foram traduzidos na Alemanha.

Sant’ Anna dividiu, em Frankfurt, uma mesa literária no Pavilhão Brasileiro com Nicolas Behr. Ele quer ver, em breve, livrarias da França, por exemplo, com estantes inteiras contendo obras brasileiras.

“Certa vez, na livraria Écume de Pages, em Paris, perguntei ao livreiro porque não tinha uma estante de autores brasileiros – Jorge Amado estava na estante dos espanhóis. Ele disse que não havia produção suficiente que justificasse tal estante. Imagino, agora, que os brasileiros estão sendo traduzidos é que isso mudará”, disse o autor.

Michel Laub, outro escritor presente em Frankfurt, disse que sua maior expectativa com a Feira é de que ela tenha ajudado a difundir a literatura brasileira. “Embora ainda seja cedo para dizer, sigo com essa expectativa positiva”.

Forte identidade brasileira

A escritora Cinthia Moscovich, que também estava entre os 70 autores brasileiros convidados para representar o Brasil na Feira de Frankfurt, disse que as atividades e instalações do Pavilhão Brasileiro, no qual aconteciam as mesas literárias, já davam uma ‘cara’ forte para o nosso país.

“O Pavilhão era acolhedor e movimentado, tudo a um só tempo. Sua interessante programação saiu da mesmice ‘bunda-futebol-carnaval’, observa. “E mais do que essa boa impressão sobre o lindo pavilhão, acho que nossa presença ficou marcada pela qualidade de nossa literatura, coisa que ficou comprovada pelo nível dos debates e pelas leituras realizadas”, enfatiza.

Laub concorda com Cinthia. Ele aprovou a ideia dos organizadores apresentarem uma programação que tivesse como objetivo mudar a visão folclórica que se tem do País. “Se isso foi conseguido, o futuro dirá”, observa.

Para Laurentino Gomes, o Brasil que se apresentou em Frankfurt tem a cara do país em que vivemos hoje, com seus defeitos e virtudes. “Levamos uma comitiva de escritores numerosa e importante. Pode ter faltado um nome ou outro, mas a lista refletia bem a produção literária brasileira contemporânea”.

Esta também foi a impressão do escritor e ilustrador Roger Mello. “Para mim, o Brasil ficou marcado nesta edição da Feira de Frankfurt com a quebra de imagens estereotipadas, dando ideia de um país aberto, mais autocrítico, mas sem perder a criatividade e a força. E esta não foi apenas minha percepção. Ouvi isso de vários editores, participantes e jornalistas da Alemanha e de outros lugares do mundo. Foi extremamente positivo”.

Um dos principais autores brasileiros de literatura infanto-juvenil, Pedro Bandeira, que participou de mesa literária com a consagrada autora de livros infantis Ruth Rocha, nunca havia ido à Feira de Frankfurt. “Fiquei muito feliz pela minha participação ter sido bem recebida pelo público presente. E tive a surpresa de ver alemães chorando de emoção ao ouvir o texto de um brasileiro”.

No próximo ano, o país homenageado da Feira do Livro de Frankfurt será a Finlândia. O Brasil realizou o ritual da “passagem de bastão” na solenidade de encerramento da feira, no último dia 13 de outubro.

Fonte: Câmara Brasileira do Livro

10 Fatos marcantes na literatura em 2013

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Douglas Eralldo, no Listas Literárias

Com a proximidade do final de ano temos a tendência de avaliar e refletir sobre o ano que termina através da memória recordando os principais fatos do ano. O Listas Literárias não poderia ser diferente e faz um levantamento dos principais assuntos da literatura em 2013:

1 – A polêmica das biografias: É difícil colocar algo acima disto dos assuntos que mais deram o que falar em 2013 no mercado editorial. A batalha entre biógrafos, editoras e possíveis biografados como os integrantes do Grupo Procure Saber durante o ano trouxeram para debate público duas questões elementais e contraditórias da nossa constituição: a liberdade de expressão, e o direito á privacidade. Como o STF não julgou ainda a questão, este é um assunto que ainda está longe de morrer;

2 – A Feira de Frankfurt: A maior feira de negócios do mercado editorial do mundo teve na edição de 2013 como país homenageado o Brasil, o que acabou além de trazer grande interessa para a literatura, também fazendo com que nossos autores ganhassem espaço e visibilidade no mercado internacional, além é claro de suscitar muitas polêmicas;

13 – Paulo Coelho: E sem dúvida alguma a grande polêmica que repercutiu internacionalmente foi a recusa do escritor (que estava na lista dos 70) em participar da Feira de Frankfurt alegando discordar dos métodos de escolha dos autores representantes que foram convidados a ir para a Alemanha. A questão se tornou manchete no mundo inteiro, e mesmo não estando na Feira, Paulo Coelho ficou sob os holofotes, e especialmente no segundo semestre voltou a ser pauta de diversas reportagens;

4 – A Lista dos 70 de Frankfurt: O protesto de Paulo Coelho tem como origem a lista com 70 escritores brasileiros convidados pelo governo para representar nossa literatura da feira, o que de certa forma ele não deixa de ter razão em vista de a mesma possuir alguns nomes no mínimo questionável, e ausências percebidas;

5 – Literatura fantástica e o upgrade: Quem acompanha o blog sabe que a literatura fantástica brasileira vem crescendo a cada ano, mas tudo isso ganhos novos e grandiosos contornos quando da citação de Paulo Coelho dos principais nomes do gênero no país como um dos motivos para não ir à Frankfurt. Ao falar do sucesso de Raphael Draccon, Eduardo Spohr, Carolina Munhoz e Andre Vianco, e que eles deveriam estar na lista a literatura fantástica ficou ainda mais sob os holofotes da mídia, agora especialmente dos meios mais tradicionais, já que na internet e nas livrarias não é de hoje que o gênero faz sucesso entre leitores;

16 – John Green: E quem diria que mesmo no meio de uma enxurrada de livros eróticos que tomaram conta das livrarias, especialmente por causa do fenômeno Cinquenta Tons de Cinza, que gradualmente que iria dominar as principais listas de livros mais vendidos seria John Green, certamente o principal autor de 2013, em termos de reconhecimento e procura do publico;

7 – Queremos o Brasil: Convenhamos que perto do resto do mundo o Brasil enfrentou bem a crise mundial, e um reflexo é que talvez nunca antes como em 2013 tivemos a vinda ao país de tantos escritores famosos, bestseller’s e verdadeiras celebridades mundias. Em eventos em bienais ou em turnês diversos autores desembarcaram nestas terras em 2013;

8 – O Chamado do Cuco: E não é que J. K. Rowling mais uma vez conseguiu chamar a atenção dos leitores de forma inusitada. Depois de uma estréia morna no mundo adulto com Morte Súbita ele conquistou primeiro a crítica, e depois o sucesso de vendas ao revelar que Robert Galbraith era seu pseudônimo neste livro policial que rapidamente se tornou bestseller depois da revelação;

9 – 1984 é hoje: Com as revelações feitas por Edward Snowden sobre a espionagem norte-americana que ficou sob os holofotes foi o clássico romance de George Orwell e as comparações inevitáveis entre 1984 e os acontecimentos recentes. A venda do livro chegou a aumentar mais de 7.000% na amazon com o vazamento das informações;

10 – Os 10 da amazon: Com surpresa e grande repercussão foi recebido o anúncio de que a gigante e controversa amazon irá traduzir e publicar uma lista com 10 escritores brasileiros nos Estados Unidos, tanto em e-books, quanto livros impressos;

e vocês, o que marcou em 2013 no mundo literário?

Prêmio Jabuti 2013 recebe mais de duas mil inscrições

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Publicado no Bem Paraná

O Prêmio Jabuti, a mais importante premiação editorial do país, encerrou suas inscrições da edição 2013 com 2.107 participações, em 27 categorias. Foram aceitas obras inéditas, editadas no Brasil, entre 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2012, inscritas no ISBN e que apresentavam ficha catalográfica. O Prêmio Jabuti é organizado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL).

Uma nova categoria integra a lista do regulamento deste ano: Melhor Tradução de Obra de Ficção Alemão-Português, em função da homenagem do Brasil na Feira do Livro de Frankfurt, que acontece em outubro próximo.

Os laureados em todas as categorias que compõem o prêmio receberão o troféu Jabuti e o valor de R$ 3,5 mil. Os vencedores do Livro do Ano – Ficção e Livro do Ano – não Ficção serão comtemplados, individualmente, com o prêmio de R$ 35 mil, além da estatueta dourada.

Um júri formado por especialistas de cada categoria – indicado pelo Conselho Curador do Prêmio, cujos membros são José Luiz Goldfarb, Antonio Carlos Sartini, Frederico Barbosa, Luis Carlos Menezes e Márcia Ligia Guidin – escolherá os vencedores. Os nomes dos jurados serão divulgados em ordem alfabética, somente na cerimônia de premiação. Até essa ocasião, os jurados igualmente desconhecerão a identidade uns dos outros.

O Conselho Curador também ficará responsável pelo acompanhamento de todas as etapas do prêmio.
Na primeira fase das apurações, os jurados deverão ler e avaliar os livros inscritos em sua categoria, de acordo com os quesitos especificados no Regulamento, atribuindo notas entre oito e 10 a cada um deles (sendo permitido o fracionamento em apenas meio ponto). Cada jurado escolherá dez livros, em cada categoria. Os selecionados nesta etapa de apuração serão conhecidos no próximo dia 17 de setembro, na CBL, localizada na Avenida Ipiranga, 1.267, 10o andar, São Paulo, Capital.

A segunda fase (e última) avaliará e atribuirá notas a todas as obras finalistas da primeira fase. As três obras que receberem a maior pontuação dos jurados, nesta fase, serão consideradas como vencedoras do prêmio em sua categoria, em primeiro, segundo e terceiro lugar. A cerimônia de entrega aos vencedores do Prêmio Jabuti 2013 acontecerá dia 13 de novembro, na Sala São Paulo.

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