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Posts tagged Geografia

Professor usa Pokémon Go para ensinar geografia aos alunos

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Publicado no Hypeness

Enquanto muita gente está ocupada demais criticando o Pokémon Go, algumas pessoas preferem buscar o impacto positivo do jogo. É o caso deste professor de geografia de Rio Preto, que decidiu usar o aplicativo em suas aulas para envolver os alunos e ensiná-los a compreender mapas.

Leandro Ferreira é professor do 3º ano da Escola Municipal Professora Regina Mallouk e foi para a rua com os estudantes na segunda-feira, 8, para ensiná-los a compreender mapas através do game. O professor sempre jogou videogames e percebeu o potencial do Pokémon Go no ensino ao jogá-lo.

Ele contou em entrevista ao G1 que os alunos não podem levar celular para as aulas, mas os pais e a escola autorizaram o uso dos aparelhos no dia da atividade. Assim, os estudantes foram divididos em grupos para mapear o entorno escolar. No mapa foram incluídos pontos de ônibus, telefones públicos, casas de alunos, supermercados e pokestops (lugares mais comuns para encontrar Pokémons).

Durante as aulas, Leandro também ensinou dicas de segurança que os estudantes devem tomar ao jogar, como evitar lugares perigosos, não atravessar a rua jogando e andar sempre em grupo. A atividade envolveu ainda outras disciplinas: os estudantes criaram uma redação sobre os problemas do bairro após conhecer melhor o entorno e aprenderam a somar e subtrair o peso e a altura dos Pokémons.

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Todas as fotos: Divulgação

Docente compara judeus a nazistas e é demitido de colégio no RJ

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Publicado no UOL

Um professor de geografia foi demitido do colégio Andrews, no Rio de Janeiro, após aplicar uma prova para a 8ª série onde fez uma comparação entre judeus e nazistas.

“Conforme é sabido, os judeus foram perseguidos por Hitler durante o nazismo. Atualmente um determinado povo é tido como vítima dos israelenses, tendo que viver em assentamentos isolados controlados por Israel. Chegaram invadindo, tomando terras e assassinando… Quem será pior?  Nazistas ou judeus?”, diz o enunciado da questão.

Há ainda uma charge de um soldado com uma suástica à esquerda e, do outro lado, um soldado com a bandeira de Israel.

Segundo Pedro Flexa Ribeiro, diretor da instituição, o episódio é “lamentável” e “fere o projeto educativo e a identidade da escola”.

“Buscamos desde o começo um ambiente escolar plural, democrático, voltado para ensinar o convívio e sempre tivemos entre nossos alunos muitas crianças filhas de famílias judaicas”, disse.

Ribeiro confirmou o desligamento do professor e afirmou que uma equipe do colégio conversou com alunos. “Nós vamos agora estudar estratégias que possam de alguma forma reparar o dano.”

Quadrinhos podem ajudar a formar leitores e na educação de crianças e adolescentes

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Publicado no Diário da Manhã

Rio de Janeiro – A gerente executiva de Projetos do Instituto Pró-Livro (IPL), Zoraia Failla, disse hoje (9), em entrevista à Agência Brasil, que as histórias em quadrinhos (HQ) podem ser uma ferramenta para formar leitores e auxiliar na educação de crianças e adolescentes. “Eu penso que dentro de um espaço de mediação, todo tipo de leitura é importante, especialmente para a gente tirar aquela imagem que se cria em relação a um livro que é oferecido em uma sala de aula e que se transforma em obrigação, em tarefa”.

Zoraia acredita que o trabalho com quadrinhos dentro da escola pode quebrar um pouco a seriedade do livro, contribuindo para trazer a criança e o jovem para a leitura de uma forma mais prazerosa e interessante. “Eu acho que pode ser um meio, nunca um fim. Porque o quadrinho pode até trabalhar algum conteúdo, mas o faz de forma superficial. Como incentivo à leitura, ele pode ser um mobilizador”, disse.

Para a gerente do IPL, a HQ pode desenvolver habilidades na escola, entre as quais a concentração e o interesse pela leitura em geral. “Sem dúvida, deveria ser melhor trabalhada para conseguir que, a partir dali,  o aluno se interesse por uma leitura um pouco mais complexa, com mais conteúdo”.  Zoraia avaliou que é preciso se usar hoje todos os meios para conseguir conquistar as crianças e jovens para a leitura.

Zoraia indicou que a HQ pode ser um instrumento eficiente para passar conteúdos de disciplinas curriculares, como história, ciências e geografia,  para os estudantes. “É uma forma talvez mais agradável, mais interessante, para a garotada de hoje, de levar o conhecimento”. Como as crianças, em geral, sentem uma atração forte pelos quadrinhos, que são considerados uma forma de entretenimento, ela avalia que “seria inteligente usar essa ferramenta como uma forma de trazer a garotada seja para a leitura, seja para conteúdos mais complexos”.

O diretor comercial da Comix Book Shop, uma livraria especializada em histórias em quadrinhos, Jorge Rodrigues, destacou a qualidade, inclusive literária, das histórias em quadrinhos feitas no Brasil. “Hoje, a gente tem crescido bastante na produção de quadrinhos nacionais. O mercado independente, onde o autor mesmo produz o seu livro, edita e lança,  aumentou muito de uns anos para cá e há gráficas que imprimem com demanda menor.  Com isso,  há muitos projetos e ideias muito boas sendo lançadas que, de repente,  não encontraram respaldo nas editoras”, disse.

Rodrigues ressaltou que muitas editoras têm investido em adaptar literatura clássica para quadrinhos. “É uma vertente que tem crescido muito no mercado”. O objetivo, conforme enfatizou, é que o governo compre e as escolas venham a consumir esse produto, visando que seja uma ferramenta na parte da educação.  O estande da Comix na 16ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, encerrada ontem (8), foi um dos mais frequentados durante os 11 dias do evento, com filas extensas na porta que reuniam público de todas as faixas etárias.

Foto: Reprodução

                                   Foto: Reprodução

O Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) supre as escolas de ensino público das redes federal, estadual, municipal e do Distrito Federal de obras e materiais de apoio à prática da educação básica, incluindo HQs. Em 2013, serão atendidas as escolas dos anos finais do ensino fundamental e ensino médio, informou a assessoria de imprensa do Ministério da Educação. O programa vai distribuir cerca de 6,7 milhões de obras literárias a mais de 68,8 mil escolas de todo o país. Os investimentos na compra dos livros alcançam em torno de R$ 66 milhões.

Em 2006, por exemplo, o Ministério da Educação incluiu livros de histórias em quadrinhos e de imagens na coleção do PNBE. Dom Quixote em Quadrinhos, de Caco Galhardo; Toda Mafalda , de Quiño; Na Prisão (mangá – quadrinho japonês), de Kazuichi Hanawa; Santô e os Pais da Aviação, de João Spacca de Oliveira; e Café Van Gogh, de Ana Maria Machado Mello & Mayer Design, foram alguns dos HQs incluídos na lista.

Com licenciatura em desenho pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Denis Mello tem experiência na aplicação de oficinas em salas de aula da rede pública de ensino, inclusive em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Sesc), utilizando a HQ e o desenho como ferramenta principal. Falando à Agência Brasil, ele disse que consegue ver como os quadrinhos despertam a curiosidade dos alunos. “Eles tendem a colaborar mais, a se interessar mais pelo assunto”

Mello salientou que a HQ é uma forma de arte. “Do mesmo jeito que as outras formas de arte podem colaborar como ferramenta de educação, a HQ também funciona. Da mesma forma que você pode usar música, literatura e pintura, você pode usar história em quadrinhos”, manifestou.

Denis Mello está desenvolvendo agora, com um grupo de amigos, um projeto voltado à produção de quadrinhos educativos, que será efetuado em parceria com secretarias municipais de educação do estado do Rio de Janeiro. O projeto deverá ser iniciado em Magé. “Foi a primeira secretaria a se interessar pelo projeto”. Pretende-se suprir a carência de material didático onde ela exista, nas escolas, por HQ. “Na educação ambiental,  por exemplo, a gente chegaria com a história em quadrinho para suprir essa necessidade e com um material didático que vai conversar mais com os jovens do que o material burocrático tradicional”.

Editora da Universidade Estadual de Londrina lança livros digitais gratuitos

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Ao todo, estão disponíveis 22 publicações que estavam esgotadas. Interessados podem acessar os livros através do site da Eduel.

Publicado no G1

A Editora da Universidade Estadual de Londrina (Eduel) está disponibilizando 22 livros digitais com acesso gratuito para a população. O projeto resgata livros já publicados pela editora que estavam esgotados. As publicações podem ser acessadas no site da Eduel.

O trabalho começou em 2012 e contou com o apoio dos autores, que autorizaram o acesso gratuito as publicações no formato eletrônico. Por causa das mudanças nos programas de editoração, foi possível realizar a adaptação.

Entre os livros disponibilizados estão títulos relacionados ao período da Ditadura Militar, sobre a Geografia na Idade Média e também conteúdos relacionados as áreas de Arquitetura e Ciências Agrárias.

A intenção da direção da Eduel é ampliar o número de livros disponibilizados. O objetivo é fazer com que um número maior de leitores sejam beneficiados.

Professora chama aluno de ‘Félix da novela’, e mãe faz BO em Piracicaba

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Personagem vivido por Mateus Solano em ‘Amor à Vida’ é homossexual.
Diretoria de Ensino disse que fará encontro de conciliação entre envolvidos.

Garoto foi chamado de Félix por professora em escola estadual de Piracicaba (Foto: Leon Botão/G1)

Garoto foi chamado de Félix por professora em escola estadual de Piracicaba (Foto: Leon Botão/G1)

Publicado por G1

A mãe de um aluno de 11 anos de uma escola estadual em Piracicaba (SP) fez boletim de ocorrência contra a professora que chamou o garoto de ‘Félix’, personagem de sucesso da atual novela das 21h da Rede Globo “Amor à Vida”. A docente, que ensina geografia, disse em sala de aula que o menino se parecia com o administrador gay de um hospital, interpretado pelo ator Mateus Solano na trama. O boletim de ocorrência foi registrado como injúria.

Mateus Solano interpreta personagem Félix, na  novela das 21h, "Amor á Vida" (Foto: Rede Globo)

Mateus Solano interpreta personagem Félix, na
novela das 21h, “Amor á Vida” (Foto: Rede Globo)

O caso ocorreu na tarde desta quarta-feira (7), na Escola Estadual Professora Juracy Neves de Mello Ferracciú, no bairro Noiva da Colina.

Bullying?

Segundo a mãe, o garoto retornou das férias com óculos depois de ir ao médico. Foi então que a professora, ao notar a diferença no visual, disse em sala de aula que o garoto se parecia com alguém, mas que ela não podia dizer o nome, ainda de acordo com relatos da mãe, uma despachante de 36 anos. “Foi quando um dos colegas de classe disse que sabia quem era e disse o nome do personagem”, afirmou.

Os alunos começaram a rir e a professora confirmou a semelhança. “Ela falou que era verdade, que ele se parecia com o Félix da novela”, afirmou a mãe. O garoto começou a chorar e a professora pediu desculpas a ele, dizendo que foi apenas uma brincadeira.

A mãe do estudante chegou em casa, encontrou o filho chorando e foi à escola questionar a coordenação, que disse a ela que tudo não passava de brincadeira e que a professora era muito competente. “Eu não julgo a qualidade dela em ensinar, mas não é função dela dizer com quem meu filho parece ou não”, disse a mãe.

Óculos teria motivado professora a chamar aluno de 'Félix' em Piracicaba (Foto: Leon Botão/G1)

Óculos teria motivado professora a chamar aluno
de ‘Félix’ em Piracicaba (Foto: Leon Botão/G1)

Ainda de acordo com a mãe, não haveria problema e preconceito caso o filho dissesse que é homossexual. “Ele é apenas uma criança, mas continuaria o amando da mesma forma se ele fosse gay”, disse a despachante que afirmou na sequência que “o garoto já tem até namoradinhas”.

O dia seguinte

Mesmo incomodado com a situação, o estudante foi à escola na tarde desta quinta (8). A mãe do estudante disse que iria à Diretoria de Ensino de Piracicaba para contar o que aconteceu e, na segunda-feira (12), terá uma reunião com a diretoria da escola. “Isso não pode ficar assim, temos que denunciar casos como esse”, afirmou.

Resposta do Estado

A Diretoria Regional de Ensino de Piracicaba, por meio da assessoria de imprensa, informou que lamenta o mal entendido registrado na unidade e afirmou ainda que foram tomadas as providências para que o caso seja esclarecido.

A administração regional, informou também, que se reuniu nesta quinta com a mãe do estudante e agendou para a próxima segunda-feira (12) um encontro de conciliação entre aluno, a responsável, a professora e a direção da escola. “Os colegas de sala também participarão de uma atividade que tem como objetivo esclarecer o mal entendido e reforçar a importância do respeito mútuo”, finalizou a nota.

Escola Estadual Professora Juracy Neves de Mello Ferracciú, em Piracicaba (Foto: Leon Botão/G1)

Escola Estadual Professora Juracy Neves de Mello Ferracciú, em Piracicaba (Foto: Leon Botão/G1)

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