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“Ligações Perigosas” ganhou diferentes adaptações para o cinema

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Patricia Pillar e Selton Mello protagonizam nova produção Foto: Caiuá Franco / TV Globo/Divulgação

Patricia Pillar e Selton Mello protagonizam nova produção Foto: Caiuá Franco / TV Globo/Divulgação

 

Minissérie que estreia nesta segunda, na Rede Globo, é mais uma versão do clássico escrito por Choderlos de Laclos

Publicado no Zero Hora

Com estreia nesta segunda, na Rede Globo, a minissérie Ligações Perigosas é uma adaptação do romance de Choderlos de Laclos, publicado em 1782. O clássico francês também inspirou diferentes versões para o cinema. Conheça quatro filmes que se baseiam na história criada por Laclos.

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Ligações Amorosas (1959)

Famoso por sua estreia com E Deus Criou a Mulher (1956), o diretor Roger Vadim realizou esta que foi a primeira versão para o cinema do romance de Choderlos de Laclos, estrelada por, entre outros, Jeanne Moreau e Gérard Philipe.

Em 1988, Glenn Close e John Malkovich participaram de uma adaptação da obra Foto: Ver Descrição / Agencia RBS

Em 1988, Glenn Close e John Malkovich participaram de uma adaptação da obra Foto: Ver Descrição / Agencia RBS

 

Ligações Perigosas (1988)

Considerada a melhor adaptação para o cinema do livro, o filme de Stephen Frears destaca as maquinações de alcova dos ardilosos personagens vividos por Glenn Close e John Malkovich. Com Michelle Pfeiffer e Uma Thurman.

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Valmont – Uma História de Seduções (1989)

Apesar de ser um grande diretor, Milos Forman teve sua adaptação ofuscada pelo filme de Frears. Destaca como protagonistas Colin Firth, vivendo um Valmont mais simpático que o de Malkovich, e Annette Bening.

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Segundas Intenções (1999)

A novidade do diretor Roger Kumble foi colocar a trama em um cenário contemporâneo instalado na alta roda de Manhattan. Nos papéis centrais, estão Sarah Michelle Gellar, Ryan Phillippe e Reese Witherspoon.

Best-seller juvenil vira minissérie na Globo com empurrão de Manoel Carlos

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Laura Neiva (esq.) vive personagem inspirada na 'narradora-conselheira' de Isabela Freitas

Laura Neiva (esq.) vive personagem inspirada na ‘narradora-conselheira’ de Isabela Freitas

Gabriela Sá Pessoa, na Folha de S.Paulo

Um dos 410 mil exemplares vendidos do best-seller “Não se Apega, Não”, da autora mineira Isabela Freitas, foi parar nas mãos de Manoel Carlos. O livro saiu em 2014, pela Intrínseca, e a sequência, “Não se Iluda, Não” foi publicada recentemente pela mesma editora.

Maneco, autor de novelas globais como “Mulheres Apaixonadas”, gostou do que leu: histórias confessionais sobre relacionamentos e conselhos para dar a volta por cima em términos (“em caso de dor, desapego por favor”, diz um deles).

Tanto que convidou a moça de 24 anos para um café no Rio. A proposta: adaptar o texto para a televisão.

O resultado estreia neste domingo (8) no “Fantástico”, da TV Globo. Serão seis episódios de dez minutos, em que as desventuras amorosas da garota viraram esquetes protagonizadas por Laura Neiva, José Loreto e Rafael Vitti, destaque da última temporada de “Malhação”.

Antes de chegar aos atores, porém, o texto passou pelas mãos das roteiristas Juliana Peres e Mariana Torres, colaboradoras de Maneco há dez e seis anos. A dupla assina, pela primeira vez, uma produção sozinha.

O que Manoel Carlos —criador de oito Helenas, um dos personagens femininos mais longevos da TV—, encontrou de novidade na maneira com que Isabela Freitas aborda o universo das mulheres?

“Talvez nada que já não tenha sido feito, até mesmo por mim”, diz ele. “Mas no caso da Isabela, oriunda de um universo que eu pouco conheço, o que me cativou foi a maneira direta de se expressar, com a convicção de estar falando às pessoas certas, capazes de entendê-la.”

Coisa que a jovem escritora diz ver pouco na televisão. “Outro dia vi uma reportagem, falando que a TV está muito velha, com programação para pessoas mais velhas”, comenta ela. “O jovem tem muita vontade de ter voz na TV, por isso recorre à internet, ao YouTube.”

MAIS RÁPIDO

O ambiente virtual ela domina como a palma da mão. Seu site diz contabilizar 100 mil visitas diárias e sua página no Facebook é seguida por 406 mil pessoas.

A maneira com que Isabela se comunica com seu público foi algo que as roteiristas tentaram desvendar.

Habituadas a escrever novelas, as roteiristas contam que precisaram adaptar suas técnicas de escrita para “Não se Apega, Não”.

O fluxo “muito mais rápido” da narrativa, diz Juliana Peres, exige que o gatilho de uma cena esteja “dentro” da que a antecedeu, sem tempo para passagens.

A agilidade do texto, para Mariana, é o “mistério do talento e do sucesso” de Isabela Freitas. “Ela encontrou uma maneira de se comunicar com o público jovem, que é muito difícil”, afirma.

Com quatro anos de experiência como blogueira e escritora, Isabela dá a letra: o segredo da fama em tempos de “youtubers” é manter a autenticidade, “sem forçar ser o que você não é”.

“Sendo autêntico, direto e sincero, sem ficar pensando no que vai falar, sem se prender muito a roteiros”, conta. “As pessoas vão gostar e se sentir próximas”, acredita.

E se você fosse o escritor no Big Brother Brasil 15?

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Gustavo Magnani, no Literatortura

Uma das notícias que correu a terça-feira era a de que um escritor fará parte do BBB15.

Adrilles, escritor (pelo pouco que li sobre, ele escreve mais versos e não exclusivamente prosa. escreveu poemas pra uma modelo plus size, segundo algum site de fofocas – que, inclusive, mostrou prints duma conversa de whatsapp e, por ali, ficou um pouco claro que adrilles, ao menos ali, soa como um escritor motivacional ou algo do tipo [isso não é um juízo de valor, apenas uma observação]. Ele ainda não publicou nenhum livro – panorama que deverá mudar em pouco tempo. É leitor dum filósofo que faz sucesso na internet falando um monte de groselhas e deverá ser o “oráculo intelectual” da casa, como acontece sempre quando alguém tem uma profissão que, supostamente, lhe dá vantagem intelectual. Uma besteira de senso comum.

Não consegui nada escrito dele, a não ser essa foto:

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Mas, o artigo não foi pensado para falar de Adrilles, necessariamente. Se você fosse (se voccê é) um escritor, aceitaria o convite para o BBB?

De pontos positivos, temos a óbvia publicação.

Se jogasse o jogo direito, sairia por qualquer uma das grandes editoras.

Você teria visibilidade, seria notícia em basicamente qualquer jornal pelos próximos 12 meses, ao lançar seu livro.

Conseguiria várias entrevistas, matérias – desde sites especializados a revistas destinadas ao dia-a-dia de famosos.

Poderia, inclusive, escrever um livro sobre o ponto de vista de DENTRO do Big Brother, coisa que ninguém ainda fez no Brasil (ou no mundo, não sei)

Possivelmente, sua tiragem inicial passaria da casa dos 10 mil exemplares. Em termos de Brasil, algo ótimo. A média é 2~3 mil.

Isso tudo sendo um dos candidatos medianos, que não possuem tanto destaque.

Imagina sendo um dos queridinhos do público – ou da globo.

E aí vem o problema: saber jogar o jogo das aparências. Alguns escritores não têm saco pra isso. Você teria? A nova geração de escritores está acostumada com exposição, redes sociais e esse é um fator menos preocupante.

Ainda assim, são 24 horas do dia e não uma foto no instagram por dia.

O fator negativo, obviamente, é a exposição gigantesca e inimaginável.

Existe, também, o risco de você ficar marcado como “o escritor do BBB”, caso sua obra não seja de muita relevância.

Dito isso, fator que varia entre positivo e negativo: a qualidade da obra. Tudo vai depender do quão bom você (ou seu editor) é.

Se o indivíduo é um ótimo escritor e uma pessoa que consegue se relacionar e se expor bem, não vejo motivos para não participar.

Se o indivíduo é um péssimo escritor e uma pessoa que consegue se relacionar e se expor bem, vejo ainda mais motivos para participar – afinal, se ele escreve mal, é a melhor chance de fazer sucesso.

Agora, se ele é um escritor recluso etc etc, obviamente, não valeria a pena.

Pesando prós e contras e não apenas em termos de carreira, mas também de experiência pessoal – ao qual eu acho bastante interessante -, eu toparia. Pensaria bem, hesitaria – pra criar um conflito básico, como em qualquer boa história – mas, ao final, acabaria aceitando. E vocês?

p.s: entendo completamente quem diria não.

O topo por um fio

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Novo livro de Ken Follet promete briga nas próximas semanas e Globo e Vergara&Riba empatam em terceiro lugar

Cassia Carrenho, no PublishNews

Eternidade por um fio (Arqueiro) chegou e foi direto para o terceiro lugar na lista geral e vice liderança na lista de ficção. Apesar da diferença grande para o primeiro lugar – Se eu ficar (Novo Conceito), que vendeu 11.061, quase o dobro do novo livro de Ken Follet – Eternidade por um fio promete crescer na lista nas próximas semanas.

Outro livro que merece destaque é a biografia do ex-tenista número 1 do mundo, Gustavo Kuerten, Guga (Sextante), que nessa semana ficou em quarto lugar na lista de não ficção, com 1.327 exemplares. Ainda na lista de não ficção, As deliciosas receitas do Tempero de Família (Globo), programa comandado pelo ator Rodrigo Hilbert, e Sob pressão (Foz), estrearam na lista.

Na lista infantojuvenil o destaque foi da blogueira Bruna Vieira, que colocou seu livro De volta aos sonhos (Gutenberg) entre os mais vendidos.

A grande surpresa veio no ranking das editoras, que teve um empate entre Globo e Vergara&Riba no terceiro lugar, com dez livros cada. A editora Globo teve ajuda de quatro livros da coleção As grandes ideias de todos os tempos, além dos lançamentos Aparecida e As deliciosas receitas do Tempero de Família. Já a Vergara&Riba teve a sempre presença da turma dos Bananas e ainda emplacou dois livros da série Maze Runner. Em primeiro lugar ficou a Sextante, com 17, e em segundo Intrínseca, com 13. Nessa semana, a Record ficou apenas em sexto, lugar bem atípico para quem briga pelo primeiro lugar na lista anual.

Convocação da semana tem poucas novidades

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Cinco editoras brigam pelo terceiro lugar no ranking das editoras

Cassia Carrenho, no PublishNews

A lista geral dos mais vendidos não viu muitas novidades desde a última semana, só velhos conhecidos no alto da tabela. As seis primeiras posições são um repeteco da última, com pouca variação até na quantidade: A culpa é das estrelas (Intrínseca), Destrua esse diário (Intrínseca), Ansiedade (Saraiva) e os três da Rocco, Divergente, Insurgente e Convergente.

Quem voltou ao primeiro lugar na lista de negócios, pela primeira vez no ano, foi o bestseller O monge e o executivo (Sextante) que desbancou Sonho grande (Primeira Pessoa). Por sinal, os quatro primeiros livros são do grupo editorial Sextante! Vale ainda destacar que O monge e executivo aparece em todas as listas anuais de negócios, desde a última Copa, em 2010.

O ranking das editoras embolou no meio de campo. Sextante é líder isolada com 20 títulos e Intrínseca vem logo atrás na tabela com 13. Depois disso é todo mundo brigando por pontos. Globo, Record e Rocco fecharam a semana com sete títulos, e Companhia e Santillana, com seis. Semana que vem, o Dia das mães deve ser o critério de desempate!

Já na lista anual, Sextante e Record brigam ponto a ponto. Nessa semana a Sextante fechou com 32 títulos, contra 31 da Record.

As novidades da semana foram: em ficção, Mar de rosas (Arqueiro) e O rei do amarelo (Intrínseca); não ficção, Guia politicamente incorreto do futebol (LeYa), O livro das religiões (Globo) e Pitadas da Rita (Panelinha), estreia da editora na lista.

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