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J. K. Rowling, Stephen King e outros anônimos

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Por que alguns escritores de sucesso decidem usar pseudônimos e fugir da fama ?

Danilo Venticinque na revista Época

Nem Dan Brown, nem E. L. James: a sensação do mercado editorial é o estreante Robert Galbraith, autor de um romance policial muito elogiado.

Se você não o conhece, fique tranquilo. Robert Galbraith não existe. O escritor é um pseudônimo de J. K. Rowling, autora da série Harry Potter. O segredo, mantido desde o lançamento do romance The cuckoo’s calling por Galbraith, foi desvendado pelo jornal Sunday Times depois que um repórter recebeu uma dica anônima pelo Twitter. Análises linguísticas feitas por computadores mostraram grandes semelhanças entre os estilos de Rowling e Galbraith. Os dois também tinham o mesmo agente e o mesmo editor. No último domingo (14), Rowling admitiu que era a verdadeira autora do livro. “Eu esperava manter esse segredo por mais tempo, porque ser Robert Galbraith foi uma experiência libertadora”, disse Rowling.

Num mercado em que milhares de anônimos buscam a fama, o que leva a autora mais popular do mundo a buscar o anonimato?

Observar as reações ao lançamento de Morte súbita, o primeiro romance adulto de Rowling, pode ser um bom ponto de partida para ensaiar uma resposta a essa pergunta. Lançado em setembro do ano passado, o livro foi recebido com uma reação morna da crítica e dos leitores. Foram raras as resenhas, profissionais ou amadoras, que não o compararam à obra anterior da autora. O maior defeito de Morte súbita era não ser Harry Potter. Qualquer texto adulto que a autora escrevesse, dali em diante, ficaria à sombra do maior sucesso infantojuvenil de todos os tempos.

Aos 47 anos, J. K. Rowling poderia dedicar o resto de sua vida a espremer Harry Potter até a última gota, mesmo depois de ter dado à história o final que desejava. Muitos escritores fazem isso com séries de sucesso, o que é péssimo para os fãs, para os personagens e para o próprio autor. A decisão de escrever novos livros, em gêneros diferentes, é uma demonstração de respeito de Rowling à sua obra e a seus leitores. Recomeçar a carreira, com outro nome, é uma tentativa de permitir que seus novos romances não sofram com comparações despropositadas. Quando uma obra se torna maior do que o próprio autor, o autor tem o direito de se recriar.

Os autores e suas máscaras

Escrever sob um pseudônimo é uma prática comum. Alguns autores o fazem sem esconder sua identidade. Fãs do irlandês John Banville sabem que ele assina romances policiais como Benjamin Black. A best-seller Nora Roberts adota o pseudônimo J. D. Robb para suas histórias de suspense. Algumas capas de livros estampam os dizeres “Nora Roberts escrevendo como J. D. Robb”, para não deixar dúvidas sobre a autoria. Nesses casos, o pseudônimo serve apenas para que o leitor saiba que lerá algo de um gênero diferente daquele ao que o autor costuma se dedicar. Seguindo essa tradição, não é anormal que uma autora infantojuvenil de sucesso decida usar um novo nome para escrever um romance policial.

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Famosos que as crianças curtem falam sobre seu livro infantil preferido

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1001 histórias

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Montagem/UOL

Publicado por UOL

Boas histórias são sempre um bom passatempo e a maioria delas está sempre em um livro.

18/4 é o Dia Nacional do Livro Infantil. A data celebra o nascimento do escritor brasileiro Monteiro Lobato, autor de obras clássicas que passam de pai para filho como a série “Sítio do Picapau Amarelo”.

Para comemorar, o UOL Crianças conversou com alguns famosos que a garotada adora para saber qual é o livro infantil preferido de cada um deles!

Mauricio de Sousa / Reprodução

Mauricio de Sousa / Reprodução

Mauricio de Sousa

O criador da Turma da Mônica diz que adora os livros de Monteiro Lobato até hoje!

“Quando criança devorava os livros de Monteiro Lobato. Lia e relia com prazer. Hoje, quando me vejo lendo de novo os velhos livros de Lobato, sinto que o envolvimento é o mesmo. Volto no tempo com o mesmo prazer”, diz.

Maísa Silva (Lourival Ribeiro/SBT)

Maísa Silva (Lourival Ribeiro/SBT)

Maísa Silva

“O livro que marcou a minha infância foi o “Diário de uma Garota Nada Popular” e “Diário de um Banana: A Gota d”Água”.

Eu adoro livros do tipo diário desde que ganhei um de presente e passei a amar o gênero. Até 2014 tenho mais de 10 livros longos pra ler.

Sempre presenteio minhas amigas com livros também”, conta a Valéria, da novela “Carrossel”.

Xuxa / AgNews

Xuxa / AgNews

Xuxa

O livro infantil preferido da apresentadora se chama “Ami, o menino das estrelas” e foi escrito por Enrique Barrios.

“Ele me fez imaginar o mundo em outra dimensão, acho que foi por isso que eu quis ter a nave no meu programa”.

Jean Paulo Campos / Lourival Ribeiro/SBT

Jean Paulo Campos / Lourival Ribeiro/SBT

Jean Paulo Campos

“O meu livro preferido é “O Pequeno Príncipe”. Acho muito legal, porque ele (o personagem) desenha as coisas e aí elas acontecem, aí estimula a nossa imaginação! Gosto bastante de livros de aventura e um pouco de terror também”, conta Jean, o Cirilo, da novela “Carrossel”

Matheus Ueta / Leonardo Soares de Souza/UOL

Matheus Ueta / Leonardo Soares de Souza/UOL

Matheus Ueta

O ator que interpreta Kokimoto, na novela “Carrossel”, conta empolgado:

“Eu amo ler! Adoro mesmo. Tenho vários livros aqui em casa. Não tenho um preferido, eu leio um monte de livros. A gente aprende com eles! Eu gosto mais de histórias de terror. O primeiro livro que eu li na minha vida era de uns piratas. O último que eu li é “O Mágico de Oz”. É muito bom aquele livro, adorei!”

André Vasco / Manuela Scarpa / Foto Rio News

André Vasco / Manuela Scarpa / Foto Rio News

André Vasco

O apresentador conta que adorava o livro “O Menino Maluquinho”.

“É um livro que marcou muito minha infância. Quase uma autobiografia (risos)! Uma história simples com bastante ilustrações em preto e branco. Eu vivia pirando nesse livro. Nas entrelinhas dessa aventura há a mensagem de se aceitar como é, ser feliz como é! Que na vida tudo tem seu tempo de acontecer. A simplicidade do livro o torna mais especial ainda.”

Lucas Santos / Lourival Ribeiro/SBT

Lucas Santos / Lourival Ribeiro/SBT

Lucas Santos

Quem assiste às cenas de Paulo em “Carrossel” não imagina como Lucas é diferente do personagem.

“Gosto bastante de ler livros de terror, mas o que eu mais gostei foi um romance que li pra escola, o “Romeu e Julieta”, de Shakespeare. Gostei porque ele (o Romeu) faz que nem eu: corre atrás do seu sonho.

E o sonho dele era ficar com a Julieta, os dois até morrem juntos! É uma busca implacável pelo amor”, conta. Vale lembrar que a obra, escrita há mais 400 anos por um dos mais importantes escritores, já ganhou versões adaptadas para o público infanto-juvenil.

“Outros livros que eu gosto são “O Pequeno Príncipe” e os da série “The Walking Dead””, conta.

Dani Calabresa / Alex Palarea e Léo Marinho/AgNews

Dani Calabresa / Alex Palarea e Léo Marinho/AgNews

Dani Calabresa

“Eu li muitas vezes seguidas o livro “A Bela ou a Fera”, da Anna Flora, porque sempre me identifiquei com a menina que inventava personagens e também adorava os livros da Bruxa Onilda”, conta a engraçada apresentadora do programa “CQC”.

Veja + aqui.

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