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Concurso Cultural Literário (176)

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As mais belas histórias – Volumes 1 e 2

Andersen, Grimm, Perrault

Andersen, Grimm, Perrault (texto), Ana Carolina Oliveira (tradução)

 

Reunindo textos de Andersen, Grimm e Perrault – como A bela adormecida, O gato de botas, A pequena sereia – muito conhecidos do público e outros não tão conhecidos, os volumes 1 e 2 de As mais belas histórias são antologias de uma das formas literárias mais importantes de todos os tempos: os contos de fadas.

Oferecemos aos leitores a tradução das versões originais de histórias que nos ajudam a crescer, a superar nossos medos e aflições: o frio que sentimos na barriga, os sustos e a descoberta de saídas que vivenciamos durante a leitura são importantes para nossa formação e compreensão da vida. Talvez seja por isso que, há vários séculos, essas histórias encantem geração após geração no mundo inteiro e tenham recebido tantas versões.

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Em parceria com a Autêntica, vamos sortear 2 exemplares de “As mais belas histórias”, um exemplar de cada volume.

Para concorrer, responda na área de comentários: Qual foi seu conto de fada favorito na infância?

Não esqueça de deixar seu e-mail se responder via Facebook.

Para ficar sempre por dentro das novidades e promoções, sugerimos que curta as páginas dos envolvidos neste concurso cultural:

O resultado será divulgado dia 14/3 neste post.

Boa sorte. 🙂

 

Os ganhadores são: Lucynara A. Santos Fontes e Wendell Santos. Parabéns! Entraremos em contato via e-mail!

Três lições de moral dos contos de fadas que precisam ser repensadas

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Chapeuzinho Vermelho é uma das histórias mais conhecidas de Perrault (Foto: Wikimedia / Carl Larsson)

Chapeuzinho Vermelho é uma das histórias mais conhecidas de Perrault (Foto: Wikimedia / Carl Larsson)

 

Claudia Fusco, na Galileu

Há 388 anos, nascia Charles Perrault, um dos escritores de contos de fadas mais influentes da humanidade. Perrault cresceu rodeado pela alta sociedade francesa e seus contos, muitos deles releituras bastante editadas de histórias orais da tradição europeia, são conhecidos até hoje, como Gato de Botas, Chapeuzinho Vermelho, Cinderela e Bela Adormecida.

Perrault era um homem bastante poderoso de seu tempo: há até quem compare sua influência como autor de histórias infantis a Walt Disney. Suas histórias ditavam os costumes da burguesia europeia que estava em ascensão; serviam como “guia de comportamento” para as crianças da época. Ainda que muito dessas morais tenha se perdido no tempo ou se transformado, contos de fadas são pistas da mentalidade humana de cada época e sabedorias universais. Por isso, o The Guardian fez uma lista com três lições que persistem nos contos de fadas tradicionais, mas devemos contestar (e, quem sabe, reciclar):

Primeiras impressões (não) são tudo – e são importantes

Um bom exemplo disso é A Bela e a Fera, do próprio Perrault. Sem o amor de Bela, que transforma o monstro em um belo (e bastante conveniente) príncipe, não enxergaríamos a Fera como um príncipe. Contudo, a história original termina de um jeito um tanto quanto polêmico: apesar da garota poder voltar para ver sua família, a besta impõe condições e regras o tempo todo, nunca a deixando totalmente livre. Como diz o Guardian, “é basicamente uma síndrome de Estocolmo em forma de conto de fadas”.

É claro que as morais da época eram diferentes; Bela fica muito agradecida com o acordo e isso só faz com que se apaixone ainda mais pelo monstro. Mas é fato que a natureza cerceadora da Fera sempre esteve lá – e nem mesmo a mágica do amor pode mudar isso.

Você (não) deve mudar para conquistar o seu final feliz

Quando lemos ou assistimos à Bela e a Fera, fica claro que o monstro só se transformou para se tornar um par ideal para a garota. Perrault era um grande defensor da moral burguesa – e a Fera só merece realmente o amor de Bela, a jovem praticamente perfeita em todos os sentidos (diligente, próxima à família, obediente e sem grandes arroubos de personalidade), quando se molda à mesma moral. O monstro lentamente se torna mais afável e, eventualmente, um candidato mais respeitável ao amor da futura princesa.

Ainda que muitos contos de fadas sejam únicos e originais, a repetição da fórmula “belo príncipe + bela princesa se apaixonam” já cansou. Por mais garotos e garotas imperfeitos nos contos de fadas modernos! As adaptações recentes da Disney dos contos de fadas teriam grandes oportunidades de mudar esse cenário – mas muitos deles apenas repetem o que foi estabelecido por Perrault no passado.

(Não) espere a fada madrinha mudar sua vida

Tanto na versão de Perrault de Cinderela quanto na dos Irmãos Grimm, que veio duzentos (!) anos depois, a história é a mesma: a jovem (e bela) garota de bom coração é, de certa forma, salva por algo externo. Mas enquanto a “Cendrillon” de Perrault é ajudada por uma fada madrinha que surge espontaneamente, a “Aschenputtel” dos Grimm é salva por um pássaro branco, que é atraído por conta de uma árvore da qual a Cinderela alemã sempre cuidava (logo, mais uma prova de seu bom coração).

Na versão dos Grimm, a jovem pelo menos é mais ativa em sua própria felicidade. Não é o ideal; princesas de contos de fadas modernos da Disney, como Merida e Mulan, lutam pela própria felicidade e por aquilo que consideram correto. É isso que se espera dos novos contos de fadas: releituras que conversem mais com aquilo que, hoje, acreditamos como moral.

10 bibliotecários que mudaram a história

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Publicado por Eu amo leitura

A Lista é muito interessante. Tem alguns nomes nessa lista que me surpreenderam e acho que vai surpreender vocês também:

1) Melvil Dewey:
Criador do Sistema Decimal de Dewey, Melvil Dewey nasceu em Nova Iorque em 1851. Enquanto estudante do Amherst College, teve que trabalhar na biblioteca escolar para custear suas despesas. Acabou por permanecer como bibliotecário após a graduação. Depois de experimentar diferentes métodos de catalogação e organização para bibliotecas, o Amherst College publicou sua obra “A Classification and Subject Index for Cataloguing and Arranging the Books and Pamphlets of a Library” (Classificação e índice de assuntos para catalogar e organizar os livros e folhetos da biblioteca). Dewey é conhecido como “O pai da biblioteconomia moderna” e ajudou até mesmo a criar a Associação de Bibliotecas Americanas (ALA) em 1876.

2) São Lourenço de Roma:
Ele é um dos santos padroeiros dos bibliotecários, São Lourenço foi um diácono católico morto pelos romanos em 258 d. C. por negar-se a entregar a coleção de tesouros e documentos do cristianismo os quais ele estava encarregado de guardar.

3) Mao Tse-tung:
O homem responsável pela unificação da China durante as décadas de 1940 e 1950, quando foi formada a República Popular da China, era um bibliotecário. Em 1918, Mao era um jovem que viveu como um assistente de biblioteca na Universidade de Pequim. O bibliotecário chefe daquela universidade onde Mao trabalhava era marxista e teve êxito em arrastar Mao para o comunismo.

4) Giacomo Casanova:
O infame espião, escritor, diplomata e amante nasceu em Veneza durante a primeira metade do século 18. Apesar de ter sido um seminarista na Universidade de Pádua e no Seminário de São Cipriano, Casanova é bem conhecido por ter sido um beberrão e por seus casos escandalosos com diversas mulheres. Passou seus últimos dias trabalhando como bibliotecário em Dux, na República Checa.

5) Papa Pio XI ou Achille Ratti:
Serviu a Igreja entre 1929-1939. Durante seu pontificado estabeleceu a Festa de Cristo Rei do Universo, além de ter pregado contra a injustiça social e as práticas de corrupção financeira. Antes de ter sido eleito, Ratti era um acadêmico e um bibliotecário. No Vaticano enquanto papa ficou conhecido por reorganizar os arquivos secretos.

6) David Hume:
Teve grande contribuição para a filosofia e a economia no século 18. Escreveu obras importantes como Diálogos sobre a Religião Natural e o Tratado sobre a Natureza Humana. Era anti-mercantilista e, de acordo com a The New School, Hume “também era um dos maiores articuladores da Teoria Quantitativa e da neutralidade da moeda”. Em 1752, Hume tornou-se um bibliotecário na Advocate’s Library em Edimburgo, onde escreveu sua famosa História da Inglaterra.

7) Lewis Carroll:
O autor de Alice no País das Maravilhas, seu nome verdadeiro era Charles Lutwidge Dodgson. Dodgson cresceu em Cheshire e Yorkshire, na Inglaterra. Após graduar-se em matemática em Oxford, tornou-se o bibliotecário auxiliar da Christ Church. Deixou este cargo em 1857 para tornar-se um conferencista de matemática. Dodgson contou a história de Alice pela primeira vez para as três filhas do Deão da Christ Church em 1862. O livro foi então publicado três anos depois e continua sendo um clássico até os dias de hoje.

8) Laura Bush:
A ex-primeira dama conseguiu seu mestrado em Ciências bibliotecárias na Universidade do Texas em Austin depois de uma experiência como professora de primário. Como primeira dama do Texas, ela apoiou a campanha de George W. Bush e iniciou seus próprios projetos envolvendo educação e alfabetização. Quando seu marido tornou-se presidente dos Estados Unidos, Laura apoiou iniciativas de formação de bibliotecários e visitou diversas bibliotecas pelo mundo.

9) Marcel Proust:
Conhecido como um aclamado, crítico e obscuro romancista, Proust decidiu certa vez ir à escola para se tornar um bibliotecário. O escritor francês nasceu em 1871 e sua obra mais famosa Em busca do tempo perdido, continua a ser estudada nos dias de hoje.

10) Jacob Grimm:
Os contos de fadas dos Grimm forma publicados pela primeira vez em 1812. Ainda hoje, as histórias de “João e Maria”, “Cinderela” e “A Branca de Neve” continuam sendo clássicos constantemente reinventados como peças teatrais, filmes da Disney e muito mais. Jacob Grimm trabalhou como bibliotecário em Kasel, após graduar-se em direito. Durante este período, Jacob e seu irmão Wilhelm reuniram contos folclóricos alemães que tratavam de cidadãos ansiosos que pretendiam unificar seus reinos tendo como base a cultura comum.

Concurso Cultural Literário (37)

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LER UM TRECHO

“Você acredita em contos de fadas?” Pergunta Eduardo Spohr no prefácio. E continua, “Alguma coisa me diz que até o final deste livro você passará a acreditar”. Para que o feitiço Yabu dê certo, é necessário que esqueça tudo o que você sabe sobre contos de fadas. Branca de Neve não é apenas uma jovem ingênua, mas também uma implacável caçadora de zumbis. Cinderela guarda um terrível segredo, que selará seu destino para sempre. Rapunzel está longe de ser uma reles menina isolada numa torre. E a morte da Pequena Vendedora de Fósforos revela uma tradição macabra de morte e psicopatia que vai muito além de uma inocente história infantil.

Em Branca dos Mortos e os sete zumbis, Fábio Yabu resgata a tradição clássica dos contos de fadas dos irmãos Grimm e de Hans Christian Andersen, onde as histórias, mais que um simples entretenimento, servem como lições para moldar o caráter das crianças, na maior parte das vezes por meio do medo. Aqui, não há meias-palavras nem eufemismos. O mundo encantado de Yabu é atormentado, sombrio e com altas doses de tensão sexual.

Os contos seguem o mote de sucessos da televisão atual, como as séries Grimm e Once Upon a Time. Protagonizadas por personagens dos contos de fadas, revelam facetas nunca antes imaginadas de suas personalidades. Além disso, os doze contos que compõem Branca dos Mortos e os sete zumbis formam uma narrativa não-linear que culmina num desfecho aterrorizante.

A obra ainda conta com as ilustrações de Michel Borges, que acompanha o autor desde seus primeiros projetos. As ilustrações de Michel homenageiam os desenhos clássicos dos contos de fadas, com toques sombrios, e complementam a atmosfera sinistra e misteriosa criada por Yabu.

Branca dos Mortos e os sete zumbis foi lançado pela primeira vez sob o pseudônimo Abu Fobiya numa edição limitada com venda apenas pela Internet pelo selo NerdBooks, responsável pelo lançamento de autores como Eduardo Spohr e seu best-seller A batalha do apocalipse, e logo se tornou uma obra cult entre os fãs de literatura de terror. Agora, a Globo Livros revela os sortilégios contidos nesta coletânea para o grande público e o brinda com um conto inédito.

Um livro para ler com as luzes acesas. Bons sonhos.

Vamos sortear 3 exemplares de Branca dos mortos e os sete zumbis

Para participar, basta completar na área de comentários a frase: Curto ler  livros de terror porque…

O resultado será divulgado dia 18/12 às 17h30 neste post e no perfil do Twitter @livrosepessoas.

O mesmo lembrete de sempre: se comentar via Facebook, pfvr deixe um e-mail de contato.

Boa sorte! 🙂

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Parabéns aos ganhadores: Jean Souza, Lucas de Paes e Dilma Fernandes Ross

Por gentileza enviar seus dados completos para livrosepessoas@gmail.com em até 48 horas.

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