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‘Game of Thrones’: sigilo do roteiro final atinge até atores

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Publicado na Veja

Todo cuidado é pouco quando o assunto é proteger o final de Game of Thrones de um possível vazamento. Além de prometer gravar cenas falsas, que não serão usadas na edição do programa, a HBO também criou um sistema diferente na distribuição dos roteiros para os atores. O excesso de precaução fará o elenco usar, em determinados momentos, ponto no ouvido. Assim, os atores vão descobrir suas falas pouco antes de serem pronunciadas.

Quem contou a história quase absurda foi o dinamarquês Nikolaj Coster-Waldau, o Jaime Lannister. “Não vamos nem receber o roteiro”, disse o ator segundo a agência de notícias Associated Press.

Coster-Waldau conta que nas primeiras temporadas os atores recebiam normalmente os roteiros físicos antes dos episódios. Depois, os roteiros passaram a ser distribuídos em arquivos digitais e, em seguida, por e-mails protegidos.

Liam Cunningham, que interpreta Davos, também comentou as mudanças no sistema de segurança. Segundo o ator, os roteiros foram enviados por e-mail verificados, mas não é possível abri-los fora do estúdio sem autorização.

Stephen King está em alta com novo livro, HQ e relançamentos

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Publicado no Estadão

Nesta segunda, 16, chega às lojas Belas Adormecidas, novo livro de Stephen King. Escrito em parceria com o filho caçula, Owen, a obra é lançada em um dos momentos de maior popularidade em sua carreira – que sempre esteve em alta com clássicos marcantes na literatura e adaptados para o cinema, como O Iluminado e Carrie.

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O momento tão pop é por conta do filme It – A Coisa, baseado no livro de 1986, que estreou em setembro e quebrou o recorde de bilheteria para longa de terror. Só no Brasil, como efeito do longa, o livro teve aumento de vendas de 290%, entre janeiro e setembro de 2017, em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo a editora Suma de Letras, que publica a obra no País. Ao todo, livros de King na Suma também tiveram aumento nas vendas de 40% nos mesmos períodos.

Próxima aposta, o lançamento de Belas Adormecidas será simultâneo com os EUA, algo nem sempre possível para o mercado brasileiro. “Tivemos um prazo pequeno, de três meses, precisei de uma dedicação maior”, diz a tradutora Regiane Winarski, fã do autor que já traduziu outras sete obras dele, como o próprio It e Joyland.

Críticas como a do New York Times não aprovaram a parceria entre Stephen e Owen – “prosa irreconhecível”. Winarski diz não ter estranhado, mas admite que pode ser perceptível o peso da escrita a quatro mãos. Ela confessa também que o novo livro não é o tradicional King. “Já traduzi outros livros de parceria em que senti mais a diferença, mas dá para ver que há mais alguém ali.” Para a tradutora, o que mais chamou sua atenção foi um King “bonzinho”. “Ele às vezes é muito cruel com os personagens, mata sem pena, mas nesse não está tão sangrento.”

Já acostumada com a escrita do autor, Winarski revela que o principal desafio sempre é adaptar para o português a linguagem coloquial e cheia de palavrões. Outro tradutor de King, Érico Assis, concorda. “Ele tem um jeito particular de usar adjetivos de ênfase e também palavrões, que acaba caracterizando e dizendo muito sobre cada personagem”, explica.

É de Érico a tradução de Creepshow, que chega às lojas no fim de outubro pela editora Darkside. A obra é uma graphic novel criada em 1982 pelo ilustrador Bernie Wrightson com base no roteiro do filme de mesmo nome, escrito e estrelado por King, que reúne alguns contos de terror do autor.

Além de ter que fazer jus ao texto, a versão brasileira chega pouco tempo após a morte de Wrightson, em janeiro. “Honra e desafio”, define Assis. “Como em qualquer tradução de HQ, tenho que me ater a palavras e desenhos, entender como se relacionam no original”, explica. “Fiz isso em Creepshow, mas como havia mais texto do que num quadrinho contemporâneo, minha atenção maior foi ao estilo, que misturam tom de gibi das antigas e prosa stephenkinguiana.”

Para celebrar os 70 anos de King, completados em 21 de setembro, a Darkside relançou ainda o livro Stephen King – A Biografia: Coração Assombrado, de Lisa Rogak, numa edição especial para colecionadores.

Mundial de matemática no Rio tem só 10% de meninas entre competidores

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Publicado no UOL

Lápis e papel na mão. É com essas armas que competidores do mundo todo começam a disputar na próxima semana as provas da 58ª IMO (Olimpíada Internacional de Matemática, da tradução do inglês), que acontece pela primeira vez no Brasil.

De 17 a 23 de julho, estudantes de 112 países vão se reunir no Rio de Janeiro para fazer o que muita gente considera um pesadelo: resolver os problemas mais cabeludos da matemática. Podem participar jovens com menos de 20 anos e que não estejam na faculdade.

Cada país participante é responsável pela seleção dos membros da sua delegação. No Brasil, são considerados três critérios: a classificação do candidato na OBM (Olimpíada Brasileira de Matemática), seu desempenho em uma prova específica de seleção e a resolução de uma lista de exercícios.

Nesse universo dos números, um deles se destaca. Entre os 623 participantes da olimpíada, só 65 são meninas –ou seja, cerca de 10% dos competidores.

Essa proporção tem se mantido nos últimos dez anos. O número recorde de competidoras foi verificado no ano passado: do total de 602 participantes, 71 eram mulheres (aproximadamente 12%).

“É bem pouco. É uma coisa com que acabei me acostumando, mas deveria mudar”, afirma Deborah Alves, 24, que competiu pela equipe brasileira na IMO em 2011 e 2010.

Deborah é uma das 6 meninas que participaram da equipe brasileira na IMO

Deborah é uma das 6 meninas que participaram da equipe brasileira na IMO

Na delegação brasileira deste ano, não há nenhuma mulher. O país começou a participar da competição em 1979, e desde então apenas seis meninas participaram do time brasileiro. Curiosamente, as equipes costumam ter seis participantes a cada ano.

Esse padrão, para Deborah, é geral: “tem poucas mulheres envolvidas em áreas de exatas nas várias fases da vida, seja na infância ou mais tarde, no mercado de trabalho”, afirma.

Sua experiência de participação em olimpíadas de exatas vem de ainda mais cedo: ela ganhou sua primeira medalha, de bronze, quando estava na 6ª série e participou da OBM.

“Acho que tive muita sorte por sempre fazer amizade muito fácil nesse ambiente de olimpíada. Mas para as meninas é realmente difícil se sentir confortável sendo a única naquele ambiente em que todos os outros são meninos”, conta.

Machismo e desestímulo desde a infância
Hoje, Deborah é formada em ciência da computação e matemática pela Universidade Harvard –uma conquista que, para ela, vai contra uma cultura que desestimula as mulheres a buscarem uma carreira em exatas e também a permanecerem nessa área.

“A sociedade é machista. Tem muita coisa implícita, que as pessoas não percebem. Isso vem desde lá na infância, quando o brinquedo da menina é a boneca e não carrinho, lego ou outras coisas que estimulam o raciocínio lógico. É uma cultura que acaba desestimulando, que mexe com a autoconfiança das meninas. Menina que se exibe é um problema, enquanto menino que ‘se acha’ é normal”, diz.

“Isso acontece quando as crianças não têm nem consciência do que é matemática, do que é ciência, como se existisse um papel pré-determinado para cada um. É algo que vai sendo reforçado no colégio ou até dentro de casa. Por isso, os meninos chegam com mais pré-disposição e incentivo para estudar matemática”, complementa Carolina Araújo, 40.

Doutora em matemática pela Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, Carolina é a única mulher entre os quase 50 pesquisadores permanentes do Impa (Instituto de Matemática Pura e Aplicada).

Para Carolina, meninos são mais incentivados a estudar matemática

Para Carolina, meninos são mais incentivados a estudar matemática

Ela diz que, em toda a sua trajetória de estudos, as mulheres sempre foram minoria. “Ainda existe muito preconceito porque é uma área predominantemente masculina. Infelizmente alguns colegas ou alunos acham que matemática não é coisa de mulher”, explica.

Calcule como uma garota
Para incentivar a participação das meninas na competição, a IMO estreia neste ano o Troféu Impa Meninas Olímpicas. A premiação, que vai contemplar as cinco estudantes que mais contribuírem com o resultado de suas equipes, passará a fazer parte do calendário permanente da olimpíada.

Carolina e Deborah veem a iniciativa com esperança. “Esse troféu especial é uma forma de trazer visibilidade para a questão de gênero e para as meninas, que estão conquistando seu espaço. Muitas vezes, para aquelas que pensam em competir, faltam modelos a serem seguidos”, afirma a pesquisadora.

“É um começo, apesar de o problema ser muito mais embaixo. As meninas conseguirem competir e continuarem se sentindo motivadas é muito necessário”, diz Deborah, que complementa: “aos poucos, a gente tem que começar a mostrar para as pessoas que as mulheres podem ser o que elas quiserem”.

Concurso Literário Cultural (186)

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Os meninos que enganavam nazistas

Joseph Joffo (autoria), Fernando Scheibe (tradução)

Paris, 1941. O país é ocupado pelo exército nazista e o medo invade as casas e as ruas francesas. O poder de Hitler se mostra absoluto e brutal na França… É durante um dos períodos mais turbulentos da História que a emocionante narrativa de Joseph e Maurice se desenrola. Irmãos judeus de 10 e 12 anos de idade, eles perambulam sozinhos pelas estradas, vivendo experiências surpreendentes, tentando escapar da morte e em busca da zona livre para ganhar a liberdade.

Essa é uma história real, autobiográfica, cuja espontaneidade, ternura e humor comprovam o triunfo da humanidade e da empatia nos momentos mais sombrios, quando o perigo está sempre à espreita… Os meninos que enganavam nazistas conta a fantástica e emocionante epopeia de duas crianças judias durante a ocupação, narrada por Joseph, o mais jovem.

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Em parceria com a Editora Vestígio, vamos sortear 2 exemplares de “Os meninos que enganavam nazistas”, de Joseph Joffo.

Para concorrer, mencione na área de comentários o nome de um amigo que você quer presentear com esse livro. Os dois ganharão a obra.

Se comentar via Facebook, não esqueça de deixar seu e-mail.

Para ficar sempre por dentro das novidades e promoções, sugerimos que curta as páginas dos envolvidos nesta ação::

O resultado será divulgado dia 8/8 neste post.

 

ATENÇÃO!

Ana Cr Marini e sua amiga Daiane, parabéns! Entraremos em contato via e-mail.

Facebook faz “feitiço” quando você publica sobre Harry Potter

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Publicado na Exame

O Facebook criou uma maneira divertida para os fãs de Harry Potter celebrarem os 20 anos da série de livros na rede social.

Ao escrever o nome do bruxo ou de uma das casas de Hogwarts, a escola de magia onde Harry estudou, no Facebook, um feitiço será feito por uma varinha, que aparecerá na tela. Para ver o truque mágico novamente, basta clicar na palavra.

Além disso, o nome da casa será exibido em sua cor tradicional – Sonserina ficará verde, Grifinória ficará vermelho, Lufa-Lufa ficará amarelo e Corvinal ficará azul. Vale lembrar que é preciso comentar os nomes da casas em inglês (Slytherin, Gryffindor, Hufflepuff e Ravenclaw) para que o “feitiço” funcione.

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No dia 26 de junho de 1997, a escritora inglesa J.K. Rowling publicou o primeiro livro da série, Harry Potter e a Pedra Filosofal. Os sete volumes da saga foram traduzidos para 79 idiomas em 200 países e venderam um total de 450 milhões de exemplares desde o seu lançamento, segundo a editora britânica Bloombury.

Hoje, a autora escreveu um agradecimento aos fãs do mundo mágico em sua conta no Twitter. “Há 20 anos, um mundo em que vivi sozinha foi subitamente aberto aos outros. Tem sido maravilhoso. Obrigada.”

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