Lavvi

Posts tagged história

Livro de escritor Israelense é o mais vendido da semana no Brasil

0
Foto: reprodução/internet

Foto: reprodução/internet

O historiador israelense Yuval Noah Harari é o autor do best-seller internacional Sapiens: Uma breve história da humanidade

Carol Santos, na Radio Jornal Pernambuco

Quem acompanha o programa Movimento sabe que agora nós temos duas doses literárias na semana. Todas as quintas, que não há transmissão esportiva, o jornalista Lívio Meireles traz os destaques do mundo literário e nas sexta você confere de perto os lançamentos em entrevistas com os escritores. E esta quinta-feira (17) o ponto forte dessa semana trazido por Lívio foi a presença do escritor israelense Yuval Noah Harari que conta com nada mais que dois livros na lista dos mais vendidos no país.

O grande destaque continua sendo o best-seller internacional Sapiens: Uma breve história da humanidade, que tem a primeira publicação datada em 2014. Claro que Lívio trouxe muito mais, só que você precisa clicar no player abaixo para ficar por dentro de tudo, é só por o fone no ouvido e aproveitar.
Sapiens: Uma Breve História da Humanidade

A obra retrata a ‘História da Humanidade desde a evolução arcaica da espécie humana na idade da pedra, até o século XXI’. O livro é dividido em 4 partes: A Revolução Cognitiva; A Revolução Agrícola; A Unificação da Humanidade e A Revolução Científica.

Livro de Bruno Borges entra para lista dos mais vendidos e volume 2 já tem data de lançamento

0

Caio Fulgêncio, no G1

primeiro dos 14 livros do estudante de psicologia Bruno Borges, de 25 anos, desaparecido há quatro meses, entrou para a lista “não ficção” dos mais vendidos da semana, entre 24 e 30 do mês passado. O ranking é do site PublishNews, construído a partir da soma das vendas de todas as livrarias pesquisadas. A segunda obra do jovem já tem data para lançamento, disse a editora ao G1.

Livro de Bruno Borges ocupou 20ª posição do ranking (Foto: Divulgação/PublishNews)

Livro de Bruno Borges ocupou 20ª posição do ranking (Foto: Divulgação/PublishNews)

A primeira tiragem do “TAC – Teoria de Absorção de Conhecimentos” foi de 20 mil cópias. A coaching literária Renata Carvalho, de São Paulo, que trabalha na produção dos livros, acrescenta que mais 10 mil exemplares devem ser liberados para venda. A família lançou a obra no dia 20 de junho.

O segundo volume a ser lançado, na verdade, é o terceiro livro escrito por Bruno, explica Renata. A publicação segue uma ordem específica deixada pelo próprio estudante. O título da nova obra, conforme a coaching, é “Caminho para a Verdade Absoluta” e deve ser lançada em aproximadamente 60 dias.

A irmã de Bruno, Gabriela Borges, de 29 anos, diz que a família não imaginava que tantas cópias seriam vendidas. Ela revela que o irmão sempre falou do desejo de se tornar um escritor, mas os parentes não acreditavam muito. “Estamos bem surpresos com a repercussão. Aposto que Bruno não está, já que sempre acreditou nele mesmo”, diz.

Gabriela ressalta que a família não tem pistas sobre o paradeiro de Bruno e existem dias de sofrimento. Segundo ela, com a leitura dos escritos deixados no quarto, foi possível compreender melhor o período de isolamento, um dos assuntos abordados no TAC.

Livro "Teoria da Absorção do Conhecimento" entrou para lista dos mais vendidos (Foto: Reprodução )

Livro “Teoria da Absorção do Conhecimento” entrou para lista dos mais vendidos (Foto: Reprodução )

“É uma montanha-russa de emoções. Têm dias que estamos melhores, mais fortes, e outros não. Toda essa situação, os ataques que sofremos nesses quatro meses e ainda a saudade que sentimos acabam causando um grande estresse. Desejamos só que ele não demore mais, queremos ter uma notícia. Sentimos muita falta. Nossa casa não é completa sem um de nós”, fala.

Relembre a história

Antes de sair da casa onde mora em Rio Branco, Bruno Borges deixou 14 livros escritos à mão e criptografados, alguns copiados nas paredes, teto e no chão do quarto. Deixou ainda uma estátua do filósofo Giordano Bruno (1548-1600), por quem tem grande admiração, que custou R$ 10 mil.

Em maio deste ano, Marcelo Ferreira, de 22 anos, amigo do estudante, foi detido pela polícia pelo crime de falso testemunho. Na casa dele, a Polícia Civil encontrou dois contratos – um deles autenticado no dia do desaparecimento – que estabeleciam porcentagens de lucros com a venda dos livros. Ferreira teria ajudado Bruno no projeto.

Policiais também encontraram móveis do quarto do acreano na casa de outro amigo, Bruno Gaiote, que também teria participado na logística. Gaiote, que mora na Bahia, chegou a ser indiciado para depor na capital acreana, mas não compareceu, sendo indiciado indiretamente.

Em entrevista ao Bom Dia Amazônia exibida no dia 3 de julho, Ferreira contou que ajudou Bruno a montar o quarto e sabia do projeto, mas garantiu que não tinha conhecimento do desaparecimento, nem do local que ele pode estar vivendo.

Para a Polícia Civil, que investigou o caso, os contratos, e-mails e mensagens trocadas entre os amigos esclarecem a situação. O sumiço de Bruno foi parte de um plano para garantir a divulgação do trabalho deixado por ele, informou na época o delegado Alcino Souza Júnior.

“A gente encerra neste segundo momento, que é a comprovação de que não foi um homicídio, pelo menos não está comprovado. Também não foi um sequestro, mas que se trata sim de uma vontade própria, onde existe um plano para divulgação das obras”, destacou o delegado.

Publicitário é poupado de assalto após livro de ‘Game of Thrones’ ser confundido com Bíblia em Belém

1

Jovem contou episódio na internet e história viralizou nas redes sociais, onde teve mais de 15 mil curtidas.

Publicado no G1

O publicitário Leonardo Rego escapou de um assalto na noite de segunda-feira (31) após o livro que ele carregava – um volume das “Crônicas de gelo e fogo”, do escritor George R.R. Martin, que baseou a série de TV Game of Thrones – ser confundido com uma Bílbia. De acordo com o jovem, os assaltantes alegaram que “não roubavam crente” após terem visto o volume no colo do rapaz. A história foi contada na internet e viralizou.

O jovem conta que havia saído da academia no bairro do Umarizal, em Belém, por volta de 21h30 e caminhado até a avenida Nazaré para pegar um ônibus e voltar para casa quando, após 30 minutos de viagem, dois homens subiram no coletivo e anunciaram o assalto.

leonardorego

Postagem de Leonardo sobre assalto evitado após livro ser confundido com bíblia já teve mais de 15 mil curtidas (Foto: Reprodução / Facebook)

 

“Eu moro no bairro da Terra Firme, é um bairro periférico e bem perigoso até. O (bandido) que estava a frente da roleta anunciou o assalto e começou a pegar o dinheiro do cobrador. Tinham cerca de 15 pessoas no ônibus e eu estava logo no primeiro banco depois do cobrador, só que do lado direito do ônibus. Quando o da frente anunciou o assalto muitas pessoas tiveram tempo de esconder o celular, foi o meu caso”, explica Leonardo.

Só que os assaltantes decidiram pedir para revistar a mochila do rapaz, e foi quando encontraram o livro. “Ele chegou em mim e pediu o meu ‘site’, no primeiro instante eu fiquei sem entender o que ele queria, mas deduzi que seria celular. Então eu disse que eu não tinha, e que havia sido roubado na semana anterior. Ele duvidou de mim e pediu pra ver minha mochila, e nessa hora eu tirei a mochila de cima do meu livro que estava aberto na minha perna”, conta.

” Ele viu o livro aberto na minha perna e confundiu com uma bíblia, e disse ‘deixa deixa, eu não roubo crente’ . Logo que ele desceram o cobrador vira pra mim e fala ‘Égua cara, tu mostrou logo a palavra, Deus e deu um livramento'”, relembra o publicitário Leonardo Rego.

Segundo Leonardo, o assalto não durou 2 minutos e ele desceu logo depois dos bandidos. “Foi muito rápido. Umas sete pessoas foram roubadas, mas nada de grande valor foi levado. Só alguns celulares e o pouco dinheiro que o cobrador tinha. o Motorista disse que iria deixar os passageiros no fim da linha e voltar pra ir na delegacia prestar um B.O”, afirma.

Mais surpeendente que o desfecho do assalto, porém, foi a repercussão da história: após contar o caso nas redes sociais, Leonardo teve mais de 15 mil curtidas e foi reproduzido em páginas de fãs dos livros e da série de TV. “Eu fiquei muito surpreso. Quando eu postei eu pensava que era só mais uma história comum, mas as pessoas acharam ela muito engraçada”, conclui.

J.K. Rowling revela ter conto de fadas guardado

0
J.K. Rowling: ela disse "não fazer ideia" sobre se a história será publicada um dia (Stefan Wermuth/Reuters)

J.K. Rowling: ela disse “não fazer ideia” sobre se a história será publicada um dia (Stefan Wermuth/Reuters)

Ao admitir a existência da história, a escritora revelou um detalhe curioso: ele não foi escrito em papel e nem em um computador

Publicado na Exame

J.K. Rowling fez uma nova revelação sobre suas obras em entrevista à CNN. Questionada pela jornalista Christiane Amanpour se era verdade que ela estava produzindo um livro infantil com temática política, ela confirmou que havia, sim, escrito uma história. Mas tem um detalhe: não foi em papel nem em um computador. J.K. Rowling escreveu em um vestido.

“A minha festa de aniversário de 50 anos foi realizada no Halloween e como tema eu pedi para os convidados virem como ‘seu pior pesadelo’. No meu caso, era o de um manuscrito perdido, então escrevi um conto no vestido e usei. Não faço nem ideia se será publicado algum dia, mas no momento está pendurado em algum dos meus armários”, falou Rowling.

No momento, ela está finalizando o roteiro da continuação de Animais Fantásticos e Onde Habitam e revelou no final de 2016 que está escrevendo dois livros diferentes, um deles com o seu pseudônimo Robert Galbraight.

“Talvez esse nome encubra uma escrita a quatro mãos”, diz tradutor dos livros de Elena Ferrante

0
Foto: biblioteca azul / Divulgação

Foto: biblioteca azul / Divulgação

Responsável pela tradução da Tetralogia Napolitana para o português, Maurício Santana Dias falou com exclusividade ao Informe Especial

Cadu Caldas no Zero Hora

Maurício Santana Dias é o responsável pela tradução para o português de um dos maiores fenômenos literários dos últimos tempos, aTetralogia Napolitana, da escritora italiana Elena Ferrante. Só o primeiro volume, A Amiga Genial, vendeu mais de 2 milhões de exemplares no mundo.

Em conversa com o Informe Especial, o professor da USP, pai de duas meninas, uma de nove e outra de sete, fala sobre a experiência de traduzir um texto tão identificado com o universo feminino. Discute sobre a verdadeira identidade de Elena Ferrante e as teorias de que o pseudônimo que assina a obra encubra uma escrita a quatro mãos.

A tetralogia napolitana narra, grosso modo, a história de amizade entre duas mulheres. Obviamente, traz muitas nuances do universo feminino, sentimentos difíceis de ser compreendidos sob uma ótica masculina. Como foi a experiência de traduzir a obra?
É um desafio a mais a ideia de se colocar no lugar do outro, diferente do seu. Acho que o fato de eu ler muita literatura de homem, de mulher, e estar sempre atento influencia. E também o fato de eu viver em um ambiente bastante feminino – tenho uma mulher e duas filhinhas. Isso tudo favorece o contato com essa outra realidade que não é própria do seu sexo. De todo modo, acho que é uma função o própria do tradutor se impregnar do texto que está traduzindo.

Foto: Arquivo pessoal / Arquivo pessoal

Foto: Arquivo pessoal / Arquivo pessoal

 

Como foi o convite para traduzir Elena Ferrante?
Eu já vinha falando da Ferrante desde o início dos anos 2000, quando li o primeiro romance dela, muitos anos antes do lançamento da tetralogia. Na época não foi muito além disso. Até que, em 2014, me ligaram da editora perguntando se eu conhecia e se eu gostaria de fazer. E eu respondi: “Olha, é uma autora de que eu gosto muito, mas ainda não conheço a tetralogia”. Estava começando a sair na Itália. Pedi duas semanas para responder. Li o primeiro volume, A Amiga Genial, gostei bastante e topei na hora fazer. A princípio eu não sabia se conseguiria dar conta dos quatro volumes, porque são 1,7 mil páginas e eu tenho muitos compromissos na USP (onde leciona no departamento de Letras). Eu sabia que eles tinham prazo e queriam que os livros fossem traduzidos com certa velocidade.

Quanto tempo teve para traduzir A Amiga Genial?
O primeiro volume foi o mais rápido, levei de três a quatro meses. Traduzi todos os quatro em um ano e meio.

Como era a rotina?
Geralmente traduzo à noite. As meninas vão dormir (tenho uma de três e outra de sete), e aí emendo e às vezes vou até bem tarde. Durante o dia fico dedicado aos meus compromisso na universidade, o horário que eu tenho para fazer é à noite.

Você costuma ter contato com os autores que traduz? Sabemos que Elena Ferrante é um pseudônimo, mas alguma troca de mensagens, talvez?
Não tive. A editora me falou que, se eu tivesse alguma questão de tradução, eu poderia entrar em contato com eles. Mas, por uma questão de princípio, eu prefiro não incomodar os autores. Eu lido com a autoria, que já está imposta no texto. Mas não lido com o sujeito autor. Até porque a maioria dos autores que eu traduzi já não estão vivos. Também nunca topei com nada que fosse tão desconcertante a ponto de eu não conseguir resolver no embate com o próprio texto.

Maurício Santana Dias com as duas filhas Foto: Arquivo pessoal / Arquivo pessoal

Maurício Santana Dias com as duas filhas Foto: Arquivo pessoal / Arquivo pessoal

Qual o segredo do sucesso da tetralogia?
Eu acho que ela tem várias qualidades. Primeiro, uma escrita muito dinâmica, muito rápida. Ela consegue encadear as ações com uma habilidade incrível. Ao mesmo tempo, faz um contraponto entre o inconsciente dos personagens e o universo da vida pública. Traça um painel da vida italiana dos últimos 50 anos que é incrível: o feminismo, as mudanças políticas, a revolução cultural. Uma série de problemas que dizem respeito à experiência do Ocidente. E, ao mesmo tempo, à grande história cultural da Itália.

Os leitores acabam de certo modo se identificando com as personagens, ora com a Lila, ora com a Lenu. Isso também acontece com o tradutor? Quem tu prefere?
Acho que é uma espécie de oscilação permanente, porque o próprio texto te faz se aproximar ora de uma, ora de outra. Outra sacada interessante da escritora, que cria uma espécie de gangorra com as duas personagens, ambivalentes. Era uma espécie de movimento pendular. Mas, como tradutor, também tinha que me distanciar e ter uma abordagem mais técnica, diferente da do leitor.

Existe uma teoria de que o livro foi escrito a quatro mãos. De que um autor seria mais a Lenu e o outro, a Lila. O que o seu olhar técnico diz?
Acho bem provável. Tendo conhecimento das últimas notícias, tudo indica que, de fato, a autora principal da Elena Ferrante é a Anita Raja, que é uma tradutora do alemão. Ela é casada com um escritor muito premiado, o Domenico Starnone, e eu tenho a suspeita de que eles meio que escrevem em conjunto. Talvez esse nome encubra uma escrita a quatro mãos. Eu acabei de traduzir romances dele que têm um tipo de escrita muito próximo. Os diálogos, o ritmo narrativo, isso meio que consolidou a minha hipótese de que ou os dois escrevem a quatro mãos ou têm um intercâmbio tão forte que isso acaba contaminando o texto.

O livro original tem muita vida, muito em decorrência da língua italiana, carregada de emoção. A versão em inglês é um pouco mais fria. Tu acha que isso é uma barreira da própria língua ou depende do tradutor escolhido?
O fato de ser uma língua neolatina, mais íntima da nossa cultura, até pela nossa forte colonização italiana, sobretudo no Sul, pode criar alguns vínculos afetivos que nos colocam numa sintonia fina com aquele texto. Mas acho que também depende bastante do tradutor perceber todos os tons, porque é muito rico de carga emocional, afetiva, da memória. É um trabalho que requer essa sintonia fina que o tradutor tem que perceber sempre.

Qual o teu livro preferido de Elena Ferrante?
Dias de Abandono foi o primeiro que eu li e eu gosto bastante dele. Até foi publicado em português. Naquele momento eu estava traduzindo a tetralogia e até sugeri uma outra tradutora para o trabalho (Francesca Cricelli). Acho esse um grande romance, muito interessante. Acho que a tetralogia tem um valor que é justamente essa visão do contexto cultural da Itália. Dias de Abandono é uma questão muito pontual, que é a história de uma separação e a dor da perda sentida por essa mulher que é abandonada pelo marido por uma mulher mais jovem. A trama se circunscreve a essa cena privada afetiva. Não tem a dimensão pública que a tetralogia tem. Um dos grandes trunfos da tetralogia é conjugar a experiência mais íntima e privada com essa outra experiência, a da vida pública. No conjunto, a tetralogia é a grande obra da Ferrante. Embora, se comparar individualmente Dias de Abandono com a A Amiga Genial (primeiro volume da tetralogia), aí tenho minhas dúvidas.

Traduzir uma obra é uma experiência totalmente pessoal. Tu te sente um pouco coautor do livro ou no momento em que está traduzindo tenta abrir mão dessa ideia de autoria?
De algum modo, o tradutor está sempre reescrevendo a obra. Que se chame isso de coautoria ou reescrita. Porque, de fato, ele faz a obra acontecer em um contexto e uma língua diferente. Se o tradutor não tiver atenção ao tom e ao ritmo da prosa, nuances e detalhes, não funciona. Ele pode até conhecer muito bem a língua, mas não basta. A tradução, principalmente a literária, é sempre uma reescrita.

Qual foi o ponto mais complicado na tradução da tetralogia napolitana?
Tem momentos em que a tradução requer mais do tradutor. Naqueles momentos em que parece que há um extravasamento de fluxo de consciência, embora não chegue a entrar em um monólogo interior, como Virginia Woolf. Há momentos em que a autora entra tanto dentro dos movimentos psíquicos dos personagens, sobretudo da Lenu e, às vezes, da Lila, que isso exigiu mais. Captar o ritmo e o tom exato. É um dos grandes lances do livro, passa muito pelo ouvido. Sem que o tradutor consiga pegar essa pulsação do texto, a tradução não será boa, mesmo que seja tecnicamente correta.

Como tu te tornou um tradutor de italiano?
Eu tenho formação em Letras na área de português-italiano pela UFRJ, a Federal do Rio de Janeiro. Quando eu estava ainda terminando a graduação, comecei a fazer minhas primeiras traduções. Já faz mais de 20 anos que traduzo profissionalmente. Cada vez mais aparecem propostas e eu também faço minhas sugestões para as editoras. No caso da tetralogia, recebi o convite. Várias outras vezes são projetos meus.

Como surgiu o gosto pelo italiano? Tem família de origem italiana?
Nenhum parentesco. Sou um dos poucos da áreas de italianística que não tem sobrenome italiano. Foi tudo via estudo. Primeiro aqui e depois na Itália. A paixão toda passa pela minha formação na área de literatura.

Go to Top