Vitrali Moema

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Leitura é a chave do sucesso de escola estadual bem classificada no Ideb 2015

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Unidade de ensino ficou entre as cinco melhores escolas dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental

Publicado no Portal do Governo do Estado de São Paulo

Uma das melhores escolas estaduais do Estado de São Paulo avaliadas no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), a E.E. Professora Nair de Almeida, unidade de Tempo Integral para alunos dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, utiliza a leitura como principal ferramenta de aprendizado e transformação de seus alunos.

Situada no município de Serra Negra, a escola tem inúmeros projetos relacionados ao tema. Um dos destaques são as “sacolas mágicas da leitura”, atividade em que os alunos levam os livros da Sala de Leitura para casa, os leem e contam a história para os outros amiguinhos na sala de aula mas com um diferencial: sem falar o final da história. “O objetivo é fazer com que as outras crianças também queiram ler o livro. A cada semana fazemos a troca dos livros entre os alunos”, afirma Marisa Pietraseza Vadaher, coordenadora da unidade de ensino.

A atividade também conta com a parceria da empresa Bioleve, que disponibiliza as sacolas para a unidade de ensino. “Nesse projeto utilizamos livros de histórias em quadrinhos, contos, entre outros gêneros”, conclui Marisa.

Outro projeto de grande importância é o “desafio dos livros”, no qual cada sala de aula possui uma ficha com dez livros para leitura. A criança que ler primeiro os dez títulos e contar para as professoras e coordenadoras ganha um prêmio.

Boa colocação no Ideb

O foco na leitura também rendeu à escola boa colocação no Ideb, divulgado no dia 8 de setembro pelo Ministério da Educação (MEC). Com percentual de 8,3 a escola estadual ficou entre as cinco primeiras colocadas entre as unidades que atendem os Anos Iniciais do Ensino Fundamental.

“Foi um conjunto de fatores que ajudaram nesse desempenho. Estamos fazendo um trabalho a longo prazo. Além do Ideb, também estamos crescendo muito no Idesp”, revela Claudia Cristina de Oliveira Costa, diretora da escola estadual.

Números gerais

São Paulo foi o primeiro Estado a ocupar o ranking dos três ciclos avaliados pelo Ideb. De acordo com os resultados, a rede estadual paulista aparece na 1ª posição na análise do 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e 3ª série do Ensino Médio.

Nos Anos Iniciais (1º ao 5º do fundamental), São Paulo ocupa a liderança isolada da faixa, passando de 5,7 em 2013 para 6,4 em 2015. A média é superior à meta estabelecida pelo Governo Federal para o ano de 2019, que é de 6,3. Nos Anos Finais (6º ao 9º do fundamental), mais uma conquista importante: os alunos da rede estadual paulista avançaram de 4,4 para 4,7.

No Ensino Médio, ciclo que reúne a maior quantidade de alunos da rede estadual e os maiores desafios dos educadores de todo mundo, São Paulo também apresentou crescimento na média. Os estudantes saíram de 3,7 para 3,9.

Imagem: http://nairdealmeida.blogspot.com.br/

Cidades pequenas têm melhores oportunidades em educação

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Metrópoles enfrentam dificuldades devido ao tamanho das redes, segundo pesquisa inédita

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Publicado em O Globo

As melhores condições de ensino para crianças e adolescentes estão em cidades pequenas no interior do Brasil. A constatação é do Índice de Oportunidades da Educação Brasileira (Ioeb), um levantamento inédito sobre o aprendizado nos municípios do país. Sobral, Groaíras e Porteiras, no Ceará, por exemplo, são os mais bem classificados na pesquisa. Numa escala de zero a dez, essas cidades obtiveram notas 6.1, 5.9 e 5.9, respectivamente. Já as grandes metrópoles aparecem com avaliações ruins. Melhor capital brasileira no ranking, São Paulo aparece apenas na 1.387ª posição, com 4.8 pontos.

O novo índice foi desenvolvido pelo Centro de Liderança Pública, com apoio do Instituto Península, da Fundação Roberto Marinho e da Fundação Lemann, e tem como diferencial o estabelecimento de uma nota única para toda a educação básica de cada município, tanto da rede pública quanto privada. Para tanto, o Ioeb leva em conta avaliações como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), a taxa de matrícula nas escolas e o nível de formação dos professores.

Para se ter uma ideia, Sobral, com uma população de 202 mil habitantes, segundo o IBGE, é o maior município entre os dez com as melhores avaliações. Já o Rio de Janeiro, com mais de 6 milhões de moradores, é a 11ª capital a aparecer no ranking. No quadro geral, a metrópole fluminense ocupa o 2.825º lugar.

Mas cidades pequenas também fazem feio no índice. Com as menores notas na lista de 5.245 municípios pesquisados estão Conceição do Lago-Açu, que aparece na última posição do ranking gerado, e Primeira Cruz, na penúltima colocação, ambas no Maranhão. Na antepenúltima está Caldeirão Grande, na Bahia.

Segundo o coordenador de projetos da Fundação Lemann, Ernesto Martins Faria, como as cidades menores têm a gestão da educação mais centralizada, os impactos de uma boa política pública são mais nítidos e uniformes. Por outro lado, quando a administração é falha, o problema se reflete de forma mais dramática. Já as metrópoles têm dificuldades de fazer o ensino de qualidade chegar a toda sua rede.

– Como as capitas são muito grandes, dentro delas há regiões que se destacam e outras não. Isso mostra que ainda estamos colocando em prática um sistema de ensino preparado para lidar com as realidades mais complexas – avalia. – Por outro lado, as cidades menores que têm resultados ruins precisam encontrar caminhos para superá-los. É o caso de agirem de maneira colaborativa em busca de melhorias.

A metodologia do IOEB começou a ser desenvolvida em 2014 e resultou em um índice formado a partir da junção entre diferentes índices educacionais – medidos pelo Ideb no anos iniciais do ensino fundamental e finais do ensino fundamental, além da taxa líquida de matrícula do ensino médio – e insumos educacionais, verificados através da escolaridade dos professores, do número médio de horas aula/dia, da experiência dos diretores e da taxa de atendimento na educação infantil.

– Ao reunir todas as redes e etapas, estamos dizendo o que aquela localidade oferece, de fato. Há cidades, por exemplo, que têm poucas escolas municipais e, por isso, aparecem bem na avaliação desse segmento. Mas, quando as crianças passam para a rede estadual, a qualidade despenca. Da mesma forma, há colégios particulares que fazem turmas especiais ou redes que excluem alunos em função de repetências. Tudo isso, pode gerar interpretações equivocadas quando a avaliação é isolada. Um índice único sintetiza a qualidade da oferta como um todo – justifica Fabiana de Felicio, uma das autoras do estudo.

Para o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, as cidades com os melhores índices são aquelas que alcançaram um equacionamento financeiro razoável via Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

– São cidades que depositaram no fundo valores equivalentes ou inferiores ao que resgataram depois, em função do número de alunos matriculados na rede pública – observa, destacando que as cidades menores são muito sensíveis a esse mecanismo financeiro. – As grandes cidades ficam no meio do caminho porque têm mais recursos, mas também possuem muitos desafios.

EXEMPLOS A SEREM SEGUIDOS

Segundo Fabiana, uma das vantagens do indicador é a possibilidade de mapear modelos e políticas educacionais que merecem ser replicadas. Ela estima que, pelo menos, os 5% de municípios mais bem colocados, o que corresponde às 262 primeiras posições, têm muito a dizer.

– Enquanto estávamos produzindo os estudos, lembro que um dos colaboradores disse que Porteiras, que ficou em terceiro lugar, bebeu na fonte de Sobral. Isso mostra como essa colaboração pode trazer resultados – pontuou.

Fabiana disse também que, através dos resultados da pesquisa, é possível compreender que as localidades que se destacaram são aquelas que aliaram recursos financeiros e boa gestão.

– Além de ter dinheiro, é preciso geri-lo muito bem. Há municípios que recebem royalties do petróleo, mas não tiveram bons resultados – compara.

Ao comentar a natureza do índice, Daniel Cara destacou a iniciativa como positiva, mas sugeriu que ela poderia ser incrementada com outros fatores.

– Acho que questões como infraestrutura, número de alunos por turma e salários dos professores fazem falta. Não consigo visualizar uma melhoria em escala da educação sem considerar o salário e a carreira dos docentes – ilustra. – O conceito de oportunidades educacionais trabalhado por esse novo índice avança em relação ao Ideb, mas ainda não considera elementos centrais.

Já a diretora-executiva do Movimento Todos Pela Educação, Priscila Cruz, destacou que o índice não traz grandes surpresas, pois confirma realidades que já vinham sendo apontadas por levantamentos anteriores, como o Ideb.

– A vantagem é que ele traz mais ênfase sobre os fatores por trás dos resultados mais altos, já que traz insumos, ainda que seja de maneira simplificada. Evidencia, por exemplo, que quanto mais tempo um mesmo diretor permanece na escola, melhores são os resultados – diz.

‘Lei de responsabilidade educacional precisa ser pedagógica’, diz ministro da Educação

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Publicado em Estadão

O ministro da Educação Renato Janine Ribeiro afirmou ao Estado que a Lei de Responsabilidade Educacional, em tramitação no Congresso e que prevê maior fiscalização a administradores públicos que descumprirem metas educacionais em seus municípios e Estados, precisa ser “pedagógica”.

Conforme revelou reportagem do Estado nesta semana, 294 municípios brasileiros tiveram piora em suas redes de educação no Ensino Fundamental desde 2009. Estas cidades tiveram baixa na nota do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), feito de dois em dois anos, por duas edições seguidas – entre 2009 e 2011 e entre 2011 e 2013. O índice leva em conta o fluxo escolar (aprovação de alunos) e o desempenho das escolas na Prova Brasil. Não existem hoje mecanismos que fiscalizem a ação de prefeitos, secretários de educação e diretores escolares quanto ao rendimento na avaliação.

“Se você usa o Ideb como fator, depende de como está qualificando isto. Se já há um Ideb alto, é difícil de aumentá-lo. Se tiver queda na arrecadação, é difícil de manter. Sobretudo, se você atender uma coisa importantíssima, que é inserir crianças que ainda não estão na escola, vai ser difícil subir o Ideb”, explicou.

Para o ministro, a lei deve incentivar os gestores a usarem o indicador para melhorar o desempenho de suas redes. “Pensamos que devemos ter um conjunto de medidas que estejam na lei e, caso não sejam atendidas, o prefeito ou o governador terão um prazo para se apresentar ao fórum local de educação e ao legislativo e, com isso, se faça um diagnóstico com as medidas que deverão  tomar. Isto exigiria que o gestor público assumisse responsabilidade sobre o problema”.

Ribeiro ressaltou ainda que não são só as 294 cidades apontadas pela reportagem que têm problemas. “Há mais casos de desempenho que não é satisfatório”. Destacou, no entanto, que a nota baixa geralmente vem junto a outros indicadores sociais negativos. “O erro que a gente comete é pensar que o Ideb ruim é fruto apenas da rede educacional. Quando o Ideb é muito baixo, a cidade tem saúde ruim, pouco acesso a empregos. Todos os indicadores negativos andam juntos, assim como os positivos. Não adianta querer responsabilizar só o educador. Tudo está junto”.

Educação profissional. Janine Ribeiro participou nesta sexta do WorldSkills, maior evento de educação profissional no mundo. Na ocasião, ele assinou uma carta aberta com outros três países – Rússia, Holanda e Coreia do Norte – em que se compromete a dar atenção à educação profissional no País.

“Quatro países fazem uma proclamação pública da importância da educação profissional e seu desenvolvimento”, explicou. Ao longo de três horas, Ribeiro e ministros dos três países explicaram como a modalidade funciona em suas nações. Ele comentou que há pontos de convergência entre os modelos, mas destacou que estão em fases diferentes. “No caso do Brasil nós temos, sempre que pensamos na educação profissional, de pensar não apenas no aspecto da economia. Temos de pensar na inclusão social, um problema que talvez para eles (outros países) não haja mais. Mas são agendas complementares. O ensino profissional é importante, não é uma coisa menor. Pode trazer progresso e desenvolvimento”.

Na ocasião, o ministro ainda ressaltou que o governo federal garantiu 8,1 milhões de matrículas no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec)  e lembrou da meta de triplicá-las até 2018.

Governo discute criar metas intermediárias para o Ideb

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Projeto vem um mês após ensino médio e últimos anos do ensino fundamental não atingirem as notas idealizadas

RIO – A secretária da Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Maria Beatriz Luce, diz que o MEC e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) discutem mais metas intermediárias para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O objetivo é criar mais passos para estimular escolas e governos municipais e estaduais, tornando as metas mais factíveis. Atualmente o índice é divulgado de dois em dois anos.

“Essa é uma preocupação. A gente às vezes coloca uma meta muito difícil de alcançar, mas, se a gente decompõe em mais passos à parte, conseguimos estimular a gestão da escola, os professores, a comunidade escolar, os secretários municipais e estaduais”, explica Maria Beatriz. “Não é abrir mão da qualidade de maneira alguma. O que estou dizendo é que temos que encontrar metas intermediárias ano a ano e não aquela meta da década”.

O Ideb é o principal indicador da qualidade do ensino básico no Brasil. Em uma escala até dez, sintetiza dois conceitos, a aprovação escolar e o aprendizado em português e matemática. O Ideb de 2013 foi divulgado pelo governo no início do mês. A meta estimada de 4,9 para anos iniciais foi a única cumprida pelo país, que obteve um índice de 5,2. A meta da década a que a secretária refere-se está no Plano Nacional de Educação (PNE), que estabelece o índice que deve ser cumprido em cada etapa de ensino nacionalmente.

“Estamos trabalhando para ver se nós conseguimos qualificar mais as medidas em geral e estabelecer metas intermediárias que vão estimulando as pessoas, no sentido de dar um tratamento pedagógico estimulante para o alcance de todas as escolas”, acrescenta Maria Beatriz.

A secretária participou hoje (23) de debate na sede do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), em Brasília, cujo tema era Os Desafios da Educação Brasileira à Luz do PNE. O ministro da Educação, Henrique Paim, também compareceu ao encontro. Ele destacou os avanços feitos pelo Brasil na educação nos últimos anos. O ministro citou, como exemplo, a média de anos de estudo dos brasileiros, que partiu de 2,6 anos em 1980 para os atuais 7,7 anos, número, no entanto, ainda inferior ao de países da América Latina.

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Segundo Paim, devido ao processo tardio de atenção para a área, quando comparada aos demais países, o Brasil ainda demorará algum tempo para atingir o topo de indicadores. “Não podemos exigir que tenhamos uma resposta imediata do ponto de vista educacional e nem que estejamos situados nos exames internacionais nas primeiras posições. Temos uma barreira a ser superada e o esforço que temos que fazer é um esforço muito grande para que possamos avançar ainda mais”.

Sobre o financiamento da educação, que pelo PNE deverá chegar a pelo menos 10% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em dez anos, Paim disse que além de mais recursos, a área precisa também melhorar a gestão. O CFC colocou-se à disposição com profissionais para auxiliar principalmente na gestão municipal, onde estão os maiores gargalos.

– Eu não disse que elas não deveriam ter esses direitos. Eu só acho que elas deveriam ser eximidas dessa responsabilidade, para que assim possam voltar para o Tinder e Match.com.

Fonte: O Globo

Repasse ao Fundeb triplica, mas desempenho de escolas não melhora

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Entre 2007 e 2013, verba federal foi repassada a dez Estados do Norte e Nordeste, que sequer atingem média nacional no Ideb

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Publicado na Veja

O repasse da União ao principal fundo de financiamento da educação básica do país, o Fundeb, mais do que triplicou entre 2007, data da sua regulamentação, e 2013. Nesses seis anos, a verba federal foi repassada a dez Estados do Norte e Nordeste que não alcançaram o valor mínimo de investimento por aluno. Apesar da alta nos repasses, a maioria desses Estados nem sequer atingiu a média nacional da rede pública no Índice de Desenvolvimento Básico da Educação (Ideb) de 2013, que mede a qualidade das escolas públicas do país.

A maior parte dos Estados atendidos pelas verbas federais ainda ocupa a lanterna do Ideb, tomando como base tanto a rede pública (que inclui as esferas federal, estadual e municipal) quanto apenas a rede estadual. Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí recebem aportes desde 2007. Já Amazonas entrou para a lista em 2008 e Rio Grande do Norte em 2011, segundo dados da Controladoria-Geral da União (CGU).

A transferência de recursos federais para os Estados passou de 2,9 bilhões de reais em 2007 para 9,3 bilhões em 2013, em valores já corrigidos pela inflação (IGP-DI). Trata-se de uma alta real de 221%, 12 vezes o crescimento da economia no período, segundo estudo da Faculdade de Administração, Contabilidade e Economia da PUC-RS, em parceria com o Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis (Sescon-RS).

Além da verba da União, destinada a socorrer entes federativos que não alcançam o investimento mínimo (em 2013, foi de 2.022,51 reais por aluno), o fundo tem ainda recursos estaduais e municipais, que financiam toda a rede pública.

No total, as verbas do Fundeb passaram de cerca de 67 bilhões de reais para 116 bilhões no mesmo período, também descontada a inflação. O dinheiro foi destinado ao pagamento dos salários de professores, compra de equipamentos e manutenção de atividades como merenda e transporte escolar.

Apesar da alta dos investimentos, a nota dos Estados que precisaram de ajuda financeira pouco avançou no Ideb. A situação mais crítica ocorreu no ensino médio. Nessa etapa, as redes estaduais de Alagoas, Maranhão e Rio Grande do Norte não tiveram nenhum tipo de melhora em seis anos. Em dois Estados, o resultado foi pior: Pará teve queda de 2,8 para 2,7 e o Piauí, de 3,1 para 3. Sete dos dez Estados não atingiram as metas para 2013 nesse ciclo — e os objetivos traçados pelo Ministério da Educação, segundo educadores, são pouco ambiciosos.

O Ministério da Educação informou que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) responderia sobre o Fundeb, mas o órgão não se manifestou.

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