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The Umbrella Academy | Gerard Way e Gabriel Bá aparecem reunidos no set da adaptação da Netflix

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Roteirista e ilustrador da graphic novel original acompanha gravação do seriado

Arthur Eloi, no Omelete

A adaptação televisiva de The Umbrella Academy teve uma nova foto de bastidores publicada que mostra Gerard Way e o brasileiro Gabriel Bá, roteirista e ilustrador respectivos da graphic novel original, no set do seriado – veja abaixo:

Produção live-action da Netflix acompanhará uma família disfuncional de super-heróis que tentará resolver a misteriosa morte do seu pai, assim como lidar com suas diferentes personalidades.

Ellen Page interpretará Vanya, a filha adotada de Reginald Hargreeves que, entre os irmãos, é a única sem poderes especiais – leia mais. Tom Hopper (Game of Thrones) interpretará Spaceboy, David Castañeda será o Kraken, Emmy Raver-Lampman será Rumor, Robert Sheehan será Seance e Aidan Gallagher será o Número 5.

O piloto da série foi redigido por Jeremy Slater.

Artista transforma episódios de ‘Stranger Things’ em livros de Stephen King; Confira!

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Thiago Muniz, no Cinepop

Se você também acha que ‘Stranger Things’ e Stephen King tem muito em comum, vai adorar o que o artista Butcher Billy criou.

Billy é designer e ilustrador brasileiro, conhecido por transformar diversas obras da cultura pop em materiais retrô. Dessa vez, decidiu transformar os episódios da 2ª temporada de ‘Stranger Things’ em capas de livros dos anos 80 inspiradas nas obras do Stephen King.

Confira as artes incríveis:

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E aí, o que acharam dessas artes fantásticas?

Os incríveis desenhos de J.R.R. Tolkien

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Luciana Galastri, na Galileu

Ao falarmos de Tolkien e desenhos, você provavelmente lembrará dos belos mapas da Terra Média que acompanham as edições de O Hobbit e O Senhor dos Anéis. Mas a habilidade do ‘pai’ de Frodo e Bilbo com as artes visuais não se limita à cartografia. Usando técnicas variadas, o escritor ilustrou vários de seus escritos. Há desenhos da Montanha da Perdição, do Olho de Sauron e até do momento em que Bilbo escapa dos elfos da floresta em barris.

O livro J.R.R. Tolkien: Artist and Illustrator, ainda sem edição no Brasil, traz mais de 200 dessas obras, desde rascunhos até pinturas mais complexas. Confira algumas de nossas preferidas:

 

 

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Smaug (Foto: Reprodução)

 

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O portão de Mordor (Foto: Reprodução)

 

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Bilbo escapa dos elfos (Foto: Reprodução)

 

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O banquete dos trolls (Foto: Reprodução)

 

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Luar em um bosque (Foto: Reprodução)

Desenhista que criou família Donald ganha antologia

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Publicada originalmente em 1949, “Perdidos nos Andes” mostra a expedição de Donald e os sobrinhos a uma cidade inca pré-colombiana - Reprodução

Publicada originalmente em 1949, “Perdidos nos Andes” mostra a expedição de Donald e os sobrinhos a uma cidade inca pré-colombiana – Reprodução

 

Livro reúne quadrinhos dos anos 1940 a 1960 e homenageia Carl Barks

Alessandro Giannini, em O Globo

RIO – Em um jogo de perguntas e respostas, uma questão sobre quem criou o Pato Donald seria considerada fácil. Walt Disney, certo? Tranquilo e favorável. Agora, quem concebeu o restante da família Pato, o Tio Patinhas, os irmãos Metralha, o professor Pardal, a Maga Patalógika e até a cidade na qual todos eles vivem, Patópolis? Uma dica: não foi Disney. Muito mais difícil, não? A resposta certa é Carl Barks (1901-2000), ilustrador e roteirista americano que trabalhou nos estúdios Disney como animador de 1935 até o fim de 1942, quando passou criar e desenhar os quadrinhos da família Pato para a Western Publishing. Até junho de 1966, quando se aposentou, Barks produziu mais de 500 histórias ou 6 mil pranchas de texto e arte. “Perdidos nos Andes” é o primeiro volume da “Coleção Barks”, que vai reunir todo esse material e que a editora Abril lança durante a Bienal do Livro de São Paulo, entre 26 de agosto e 4 de setembro.

Não é a primeira vez que o trabalho de Barks ganha uma antologia abrangente. A mesma Abril publicou, entre 2004 e 2008, a coleção “O melhor da Disney — As obras completas de Carl Barks”, que totalizou 41 volumes, organizados por personagens, temática e tipo de história. Mas a nova versão, compilada pela americana Fantagraphics, começou a ser publicada nos Estados Unidos em 2013, com algumas particularidades que a tornam especial. Os volumes, que somarão cerca de 20 ao final da publicação, são organizados por ordem cronológica, misturando aventuras longas, quadrinhos de dez páginas e historietas de uma página. Além disso, as histórias trarão as cores próximas das paleta original da época em que foram publicadas, chapadas e sem efeitos dos programas de edição. Até o letreiramento teve um tratamento especial, com a criação de uma fonte que reproduz o trabalho do autor e de sua terceira mulher, Garé Williams (1917-1993).

— É como se um clássico perdido do cinema fosse restaurado e lançado numa edição especial em blu-ray — compara Sergio Figueiredo, diretor da Redação Disney-Abril.

Para fazer essa “restauração”, a Fantagraphics resgatou fotocópias de artes originais de Barks que, acreditava-se, estavam perdidas.

— Agora, esse material volta à baila como foi criado há 50, 60 anos. E, até onde eu sei, sem censura — explica o jornalista Marcelo Alencar, colecionador e tradutor das histórias e dos textos de especialistas que compõem esse primeiro volume e os que virão em seguida.

SEM CENSURA

Alencar refere-se, por exemplo, a Be-Bop, um jazzista com quem Donald conversa logo no início da história “Donald na África”. Na versão publicada em “O melhor da Disney”, que sofreu edição, ele é branco e tem os lábios finos. Neste primeiro volume da coleção, o personagem volta ao formato como foi concebido por Barks, negro e com os lábios grossos, o que era comum nos estereótipos da época.

“Perdidos nos Andes”, história que dá título ao primeiro volume da coleção, é muito significativa da produção de Barks. Publicada originalmente em 1949, mostra a expedição de Donald e os sobrinhos a uma cidade inca pré-colombiana, Quadradópolis, onde encontram uma civilização bitolada — ou “quadrada”, como se dizia na gíria da época. “É uma sátira poderosa ao conformismo”, escreve o autor italiano Stefano Priarone, que assina um ensaio sobre o quadrinho.

— Sem Barks, talvez não tivéssemos Donald, nem o Tio Patinhas, personagens que refletiram em alguns momentos sua própria vida. O talento para desenhar, criar e redefinir traços de personagens da Disney, tornou-se referência para vários profissionais da área — diz o colecionador Fernando Donizete Claro.

E não só para os ilustradores. Em “As cidades do ouro” (1954), uma das caças ao tesouro protagonizadas e financiadas por Tio Patinhas, George Lucas e Steven Spielberg encontraram inspiração para a sequência de abertura de “Os caçadores da arca perdida” (1981), na qual Indiana Jones é perseguido por uma gigantesca bola de pedra. Uma influência e tanto.

‘A guerra dos mundos’ ganha edição com ilustração de brasileiro

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'THE WAR OF THE WORLDS' A Martian machine contemplates the drunken crowd Date: First published: 1898 - Rights Managed / Mary Evans Picture Library

‘THE WAR OF THE WORLDS’ A Martian machine contemplates the drunken crowd Date: First published: 1898 – Rights Managed / Mary Evans Picture Library

 

Alessandro Giannini, em O Globo

SÃO PAULO – Principal atrativo de uma nova edição de “A guerra dos mundos’’ (Suma das Letras), que chegou às livrarias este mês, os desenhos do brasileiro Henrique Alvim Corrêa (1876-1910) ilustraram uma versão do romance de H.G. Wells (1866-1946) publicada em 1906, na Bélgica, onde o artista estava radicado. Modernas e representativas da violenta invasão marciana à Terra, as ilustrações impressionaram Wells, que se tornou amigo de Alvim Corrêa. O título, como outras obras do autor, entra em domínio público em janeiro de 2017.

— Do ponto de vista do leitor, acho que é a edição mais acessível com as ilustrações do artista brasileiro. Em uma pesquisa rápida que fiz, houve uma edição anterior que também tinha os desenhos, mas era sofisticada demais e com preço muito alto — diz o escritor e compositor Bráulio Tavares, autor do prefácio da obra.

Desenho do brasileiro Henrique Alvim Corrêa para edição belga de ‘A guerra dos mundos’ publicada em 1906 - Divulgação

Desenho do brasileiro Henrique Alvim Corrêa para edição belga de ‘A guerra dos mundos’ publicada em 1906 – Divulgação

 

Invasões extraterrestres de alienígenas tecnologicamente desenvolvidos e extremamente violentos são comuns hoje na ficção científica, seja na literatura, no cinema ou nos videogames. No fim do século XIX, no Reino Unido, não era bem assim, até porque o gênero, chamado então de “romance científico’’, ainda não florescera. Ao imaginar marcianos hostis e armados até as antenas com raios de calor, prontos para varrer a Humanidade do mapa e controlar os recursos naturais do planeta, Wells fazia um alerta ao Império Britânico sobre sua política colonizadora e predatória:

— Muitos críticos reagiram a essa descrição dos marcianos. E Wells respondia que não entendia o estranhamento, afinal, era o mesmo tipo de comportamento dos britânicos quando invadiam suas colônias — diz Tavares.

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O volume tem capa dura e traz ainda uma introdução do autor americano de ficção científica Brian Aldiss, membro da H.G. Wells Society, além de um posfácio com a transcrição de uma entrevista concedida por Wells ao cineasta americano Orson Welles (1915-1985), em 1940, para uma rádio de San Antonio, no estado americano do Texas. Dois anos antes, Welles havia adaptado “A guerra dos mundos’’ em uma novela radiofônica que, reza a lenda, teria causado pânico em cidades remotas dos Estados Unidos.

— Essa entrevista é muito curiosa e foi tirada de um áudio que pode até ser encontrado na internet — diz Tavares. — Em determinado momento, eles falam de um filme que Welles estava fazendo. Era sua estreia na direção de cinema e trazia uma série de revoluções tecnológicas. Welles diz o título, “Cidadão Kane’’, mas Wells não entende direito.

 

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