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Cemitério Maldito – Reveladas primeiras imagens do remake do clássico de Stephen King!

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Uma das obras mais clássicas do Mestre do Terror está prestes a voltar para os cinemas!

Gus Fiaux, no Legião dos Heróis

Não há ninguém, dentro do campo do horror na literatura contemporânea, que possua uma produção tão vasta e amada quanto Stephen King. Autor de livros como A Coisa e O Iluminado, ele também já foi homenageado diversas vezes no cinema, com várias adaptações de suas obras. E uma que está prestes a ganhar uma nova versão é o clássico Cemitério Maldito.

A Entertainment Weekly divulgou a primeira imagem oficial do remake do filme, que conta com o famoso gato da Família Creed, que após ser morto, é ressuscitado ao ser enterrado em uma área amaldiçoada. E pela imagem, já podemos perceber que o gato não voltou do jeito que era. Em seguida, o site liberou mais algumas fotos, contendo os personagens centrais da narrativa.

A história foi adaptada pela primeira vez em um filme de 1989, que apesar de não ter caído no gosto da crítica, recebeu uma legião de fãs. Na trama, acompanhamos uma família que se muda para um terreno próximo a um cemitério indígena. Quando o filho do casal morre, ele é enterrado nessa propriedade – mas volta à vida de uma forma bem demoníaca.

O novo longa contará com a direção de Kevin Kölsch e Dennis Wydmier, dupla responsável pelo longa Starry Eyes. O elenco contará com alguns nomes famosos, como Jason Clarke, Amy Seimetz e John Lithgow.

Confira as imagens abaixo, e já se prepare para seus piores pesadelos:

Cemitério Maldito chega aos cinemas em abril de 2019.

Divulgada primeira imagem de Sandra Bullock em Caixa de Pássaros

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Publicado no Literatura Policial

NETFLIX – Já temos uma primeira foto de Sandra Bullock no set de Caixa de Pássaros! A atriz foi clicada no papel da personagem Malorie, mãe de duas crianças pequenas que sonha em fugir para um local onde a família possa ficar em segurança, mas a viagem que tem pela frente é assustadora: uma decisão errada e eles morrerão.

A Netflix anunciou em julho a adaptação de Caixa de Pássaros, thriller psicológico de Josh Malerman lançado no Brasil pela Editora Intrínseca. A foto foi divulgada no Facebook por Josh Malerman.

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(Imagem: Just Jared)

Designer renomado Peter Mendelsund estreia como autor

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Alexandra Alter, na Folha de S.Paulo

Há muito visto como um dos principais designers gráficos de livros do planeta, Peter Mendelsund, 46, costuma dizer que “os escritores mortos conseguem as melhores capas de livros”. Ele tem pavor de autores exigentes, que fazem questão de fontes e cores. “A capa termina horrorosa”, avalia.

Agora se tornou aquilo que vê como seu pior pesadelo: estreia como autor com dois livros que chegam às livrarias dos EUA esta semana.

Os dois giram em torno do peculiar desafio de transformar palavras em imagens, combinando ilustrações, filosofia e teoria do design.

Em “What We See When We Read” (O Que Vemos Quando Lemos, Vintage Press), que sai nesta terça-feira (5) nos EUA, Mendelsund trata da misteriosa maneira pela qual textos produzem imagens mentais vívidas, mesmo quando o autor fornece poucos detalhes visuais.

O designer Peter Mendelsund, em sua casa em Nova York, entre livros desenhados por ele / Joshua Bright/The New York Times

O designer Peter Mendelsund, em sua casa em Nova York, entre livros desenhados por ele / Joshua Bright/The New York Times

Já em “Cover” (Capa, PowerHouse Books) há mais de 300 criações dele, além de esboços rejeitados por editoras.

Mas, das centenas de capas que Mendelsund criou, nenhuma foi tão trabalhosa quanto a de seu “What We See When We Read”. Como autor, ele sentia que não existia uma imagem capaz de resumir a premissa do livro.

O tema parecia desafiar as possibilidades de ilustração, porque a tese central de Mendelsund é a de que os leitores muitas vezes inventam imagens que o texto não justifica. “O ponto todo era não mostrar alguma coisa”, diz.

Por fim, encontrou uma solução. “É bastante minimalista, ainda, mas uma maneira de mostrar o sentimento de não ser capaz de ver alguma coisa”, completa.

Ele adicionou um pequeno buraco de fechadura, dourado e cintilante, à capa preta.

CRIAÇÃO

Para desenvolver uma capa, Mendelsund começa escrevendo anotações em um manuscrito e sublinhando sentenças chaves quanto ao tema do livro. Afixa as páginas assim marcadas na parede acima de seu computador.

Depois, começa a catalogar ideias em uma folha de papel com 16 retângulos, e ocupa cada um deles com uma palavra, sentença ou pequeno desenho.

Por fim, seleciona o conceito mais promissor e produz um esboço no computador.

Assim que produz um esboço básico, ele muitas vezes recorre a ilustrações manuais, desenhando com um pincel, produzindo colagens em papel ou pintando formas abstratas com tinta guache.

Por fim, imprime uma falsa capa, a posiciona em torno de um livro de capa dura e a deixa em sua estante por alguns dias. Se o seu olhar é atraído espontaneamente pela capa um ou dois dias mais tarde, ele considera estar avançando na direção certa.

É comum que repita o processo dezenas de vezes. Para uma nova edição de “O Jogo de Amarelinha”, romance de Julio Cortázar, criou 60 capas.

“Os Homens que Não Amavam as Mulheres” foi ainda mais difícil, requerendo mais de 70 tentativas. A capa resultante se tornou onipresente, quando o romance vendeu mais de 10 milhões de cópias.

“A maioria dos designers busca uma imagem central para resumir um livro, mas Peter não busca uma imagem: busca uma ideia”, define James Gleick, autor de “A Informação”, cuja capa foi feita por Mendelsund.

“Ele combina um pensamento conceitual muito forte e inteligente a uma execução bonita e que aceita riscos”, diz John Gall, diretor de criação da Abrams Books.

Estudo de Lilia Moritz Schwartz sobre d. Pedro II agora em quadrinhos

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Ensaio, publicado originalmente em 1998, mostra como d. Pedro II construiu uma imagem simbólica ao redor de si mesmo

Guilherme Sobota, no Estado de S.Paulo

“Finalmente, nosso monarca apresenta barbas!”, exclama, aliviado, um brasileiro comum do século 19 representado no traço do cartunista e ilustrador Spacca, na nova adaptação do ensaio de Lilia Moritz Schwartz As Barbas do Imperador (Quadrinhos na Cia). Em evento neste sábado, às 11h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, os dois conversam com o público sobre a adaptação, e sobre como, segundo Lilia, d. Pedro II fez uma construção simbólica da própria figura ao longo do império.

 Um dos quadros da página reproduz a aclamação do imperador pintada por Jean-Baptiste Debret Reprodução

Um dos quadros da página reproduz a aclamação do imperador pintada por Jean-Baptiste Debret Reprodução

“O livro original serviu de roteiro, o que eu fiz foi acompanhar, dar dicas e montar junto com o Spacca os anexos”, diz Lilia, uma militante das histórias em quadrinhos na universidade. “Foi um grande trabalho dele vencer este desafio: o Barbas original é constituído a partir de várias pequenas teses sobre a construção simbólica de d. Pedro II, como as festas, a domesticação da nobreza e a imagem de ‘monarca cidadão’, e o quadrinho mantém essa estrutura”, comenta.

Mas não foi fácil, segundo o próprio quadrinista. Spacca leu e estudou os capítulos do livro, fez as imagens e então adicionou textos do original, muitas vezes mantidos na íntegra, tudo isso ao longo de quatro anos. “Eu gostaria que o público do livro pegasse esses quadrinhos e percebesse o esforço de transpor o espírito”, afirma.

Para Lilia, o quadrinho inclusive ganha novas ideias em relação à obra publicada em 1998, por acrescentar pesquisas suas mais recentes, como a Guerra do Paraguai e a questão da escravidão. A ideia sempre foi, segundo os dois autores, adaptar sem simplificar demais.

A pesquisa iconográfica e histórica de Spacca é um dos destaques da obra. “Transpor as pinturas do Debret, por exemplo, foi mais fácil, porque as imagens estão todas ali”, conta. “Agora, para criar quadros como a movimentação na Rua do Ouvidor ou a modernização da cidade, como a construção de ruas de paralelepípedos, há poucas ou nenhuma imagem de fato, então é um trabalho de pesquisa extenso.”

Talvez brincando, ele diz que para cada página da HQ, há em média 30 consultas históricas. Visitando as páginas deste As Barbas, não dá para duvidar.

Twitter revoluciona compreensão da literatura, diz filósofa

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Getty Images

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Publicado por INFO

São Paulo – O Twitter pode ajudar a revolucionar a forma de entender a literatura graças à utilização exclusiva de seus 140 caracteres, pelo menos na opinião da escritora e filósofa Márcia Tiburi, que participou nesta quarta-feira da Social Media Week, que acontece nesta semana em São Paulo.

“Podemos fazer uma pequena revolução em nome de uma vasta e longa literatura, que pode ser lida em conta-gotas pelos 140 caracteres do Twitter”, ressaltou Márcia durante o encontro, que é realizado simultaneamente em diferentes cidades do mundo.

Segundo os especialistas em mídias sociais reunidos no evento, essas ferramentas não só estão ajudando a modificar a forma de ler livros, mas também em sua difusão.

“Hoje as pessoas podem pôr trechos de livros no Facebook e no Twitter, e desta forma a internet está sendo importante na ampliação de novos conhecimentos”, afirmou por sua vez a jornalista Mona Dorf.

Na opinião de Mona, a limitação dos caracteres de Twitter não é um problema, mas uma característica que “potencializa” a ampliação do acesso ao conhecimento.

“Nunca escrevemos tanto como na era online, vivemos em um mundo que as pessoas se enviam mais mensagens do que falam. As pessoas se comunicam através da língua escrita e através dos dedos”, destacou a jornalista.

Durante a Social Media Week, que acontecerá até sexta-feira no Museu da Imagem e do Som de São Paulo, cerca de 160 conferencistas abordarão assuntos relacionados com a internet, inclusive a espionagem nas redes sociais.

Além da capital paulista, o encontro, que foi criado em 2009 em Nova York, acontece em Berlim, Bogotá, Chicago, Londres, Los Angeles, Mumbai e Toronto.

dica do Ailsom Heringer

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