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Tecnologia ajuda a incentivar hábito de leitura no público infantil

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E-books ajudam a desenvolver hábito de leitura nas crianças (Foto: Reprodução/Agência Conversion)

E-books ajudam a desenvolver hábito de leitura nas crianças (Foto: Reprodução/Agência Conversion)

 

Com acesso a celulares e tablets desde cedo, as crianças podem optar por livros on-line

Publicado em A Tribuna

Desde sempre, através de estudos, pesquisas e outros apontamentos, a leitura é considerada uma prática fundamental para o desenvolvimento humano. Sendo assim, quanto mais cedo, ou seja, ainda na infância, a leitura começar a fazer parte do cotidiano das crianças, as chances de estímulo intelectual, memória, facilidade de comunicação e escrita são maiores.

Hoje, com fácil acesso à tecnologia também desde cedo, é possível conciliar as práticas e fazer da leitura de livros online um facilitador para que o público infantil se interesse cada vez mais cedo por este hábito. A leitura é uma das atividades mais ricas e abrangentes para o melhor e mais frequente estímulo ao cérebro, fazendo com que ele trabalhe determinadas aptidões, como armazenamento de informações, memórias passadas e recentes, criatividade, capacidade de compreensão das mensagens passadas e evolução na forma de interpretar os conteúdos observados.

Aparelhos como smartphones e tablets fazem cada vez mais parte da vida das pessoas – e com as crianças, não é diferente. O que se deve saber é que é completamente possível fazer com que este acesso precoce à tecnologia auxilie o processo de introdução e manutenção do interesse das crianças pela leitura. Os e-books podem apresentar com mais facilidade variados temas de interesse não só do público infantil, como também podem contribuir para a aproximação entre eles e os pais em hábitos como a leitura antes de dormir, por exemplo. A leitura em conjunto estimula, ainda, a socialização e a comunicação das crianças.

O envolvimento dos pais neste processo é fundamental também na escolha do conteúdo e dos gêneros que serão passados para a leitura dos filhos. A internet é um ambiente com uma infinidade de informações. Cabe, de certa forma, aos responsáveis orientar e filtrar por quais caminhos e plataformas as crianças devem seguir, evitando que tenham acesso a conteúdos inadequados.

A interatividade é outro aspecto fundamental da leitura online para atrair as crianças. As inúmeras conexões entre textos, imagens, vídeos e animações fazem com que o interesse do público infantil seja ainda mais alto e significativo. Essa característica auxilia também no aprimoramento e no desenvolvimento da percepção cognitiva, na identificação das mensagens e nos sinais que a compõem.

Pré-escola é importante, mas faltam vagas na rede pública

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preescola
Maria Torkania, em UOL

O Centro de Educação Infantil (CEI) do Núcleo Bandeirante tem um espaço que reúne jogos, brinquedos e até uma arara com fantasias para ajudar as crianças a ser quem quiserem. Na sexta-feira (28), Carlos Eduardo, de 5 anos, escolheu ser o Batman.

Localizada no Núcleo Bandeirante, região administrativa do Distrito Federal (DF) a cerca de 13 quilômetros de Brasília, a escola atende crianças de 4 e 5 anos em dois turnos. A proposta do CEI é que, em um ambiente de brincadeiras, os alunos desenvolvam a linguagem oral e a corporal, a matemática, a socialização e outras competências.

“Muitas vezes, o pai pergunta se a criança vai sair daqui lendo. Não é esse o foco da educação infantil. Tem criança que sai daqui lendo e escrevendo, mas nosso objetivo é trabalhar a socialização, a questão dos valores, da escuta sensível aos alunos. Nosso projeto é: Criança não é gente grande”, diz a diretora da escola, Ana Paula Gomes.

A professora Rebeca Breder afirma que o impacto da educação infantil é percebido principalmente na autonomia dos alunos. “As crianças saem percebendo os direitos e deveres que têm e sabendo respeitar os demais. Essa parte social é a mais importante.”

No entanto, a oferta de vagas no ensino infantil fica aquém da demanda em todo o país. No Núcleo Bandeirante, o CEI recebe também crianças de quatro áreas próximas. “Todos os dias tem uma pessoa solicitando vaga. Precisamos de mais escolas”, afirma Ana Paula.

A pré-escola, voltada para crianças de 4 e 5 anos passará a ser obrigatória no ano que vem e o Brasil terá que atender a todas as crianças que estão fora da escola. Ao todo são 790 mil. No Distrito Federal (DF), são 18,5 mil sem vaga, que equivalem a 23,4% do total da população nessa faixa etária.

Doméstica busca vaga para caçula

A doméstica Adelina Gomes da Silva sabe o que é não conseguir uma vaga. O filho mais novo, João Pedro, hoje com 5 anos, passou o ano passado inteiro sem estudar, porque as escolas não tinham vaga. Este ano, João está em uma escola particular, graças à ajuda da chefe de Adelina.

Adelina, que trabalha em turno integral quatro vezes por semana, diz que tem que pagar alguém para ficar com o filho na parte da manhã, já que ele estuda apenas à tarde. “Se ele passasse o dia na escola, seria bem melhor, me ajudaria muito”, diz a doméstica. “Para o próximo ano, vou correr atrás de novo. Pesa muito pagar uma particular.”

Ela mora em Planaltina, a 43 quilômetros de Brasília. Na região, está a maior demanda no primeiro período, para crianças com 4 anos – cerca de 1,5 mil nesta faixa etária não foram atendidas na rede pública ou conveniada este ano, informa a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal.

De acordo com o subsecretário de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação Educacional da Secretaria de Educação, Fábio Pereira de Sousa, o governo do Distrito Federal pretende, até o final de 2016, universalizar o acesso à pré-escola. “Vamos implantar novas turmas em escolas que estão com salas ociosas e ampliar parcerias com entidades filantrópicas e conveniadas”, adianta Sousa.

O piloto e o pequeno príncipe

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Douglas, no Cafeína Literária

O piloto e o pequeno príncipe – A vida de Antoine de Saint-Exupéry
Peter Sís

Mundialmente conhecido como o autor de O Pequeno Príncipe, Antoine de Saint-Exupéry foi piloto de profissão. Ele nasceu na França, em 1900, justamente na época em que foram inventados os aviões, e foi uma das primeiras pessoas no mundo a entregar correspondências via aérea.
Nesta biografia escrita e ilustrada por Peter Sís, os leitores vão descobrir como Antoine ajudou a criar novas rotas para lugares distantes, os acidentes que sofreu e as suas reflexões enquanto estava nos céus – que depois o inspiraram a escrever sobre suas experiências -, além de muitas outras histórias dessa figura tão apaixonante.
(fonte: companhiadasletras.com.br)

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Como escrever livros infantis? Conheça 5 ganchos literários

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livros_infantis

Isabel Furini, no BondeNews

O que chama a atenção de uma criança? Por que ela fala para os pais, avós ou tios de seu desejo de ler um determinado livro? Pois bem, muitos fatores interferem na leitura de um livro infantil, entre eles, a capa, a história, a habilidade do escritor.

1º) CAPA: Um dos ganchos para chamar a atenção das crianças depende da capacidade do ilustrador, pois é a capa. O livro infantil precisa de ilustrações que chamem a atenção das crianças. E até adultos gostam de ilustrações, desenhos e lindas capas. Para comprovar isso é suficiente olhar as capas da lista dos mais vendidos, a maioria são muito bem elaboradas.
As editoras enfatizam que para um livro infantil é necessário tanto um bom escritor quanto um bom ilustrador.

2º) TÍTULO: Outro gancho importe é o título. Títulos bem escolhidos aumentam as chances de venda. Por exemplo, quem não amou títulos como: Diário de um Banana de Jeff Kinney, Bisa Bia, Bisa Bel de Ana Maria Machado? Por que só as Princesas se Dão Bem? De Thalita Rebouças, O Coelhinho que Não Era de Páscoa de Ruth Rocha,.

3º) ENREDO: E não podemos esquecer de um gancho importantíssimo: um bom enredo. Um enredo que desperte o interesse da criança. Um bom livro infantil tem diversão e emoção.

4º) LINGUAGEM. Um livro escrito com a linguagem que as crianças gostam tem chances de agradar. Linguagem sofisticada é bom para livros de adultos, mas para livros infantis a linguagem precisa ser clara, familiar, divertida.

5º) PERSONAGENS MARCANTES: Quem não lembra da “Turma da Mónica”? Do Harry Potter? Do Pinóquio? Da Cinderela? Personagens marcantes conseguem leitores cativos. É tanto o interesse que o personagem desperta que os pequenos leitores se sentem parte da história.

Especialistas debatem avaliação da educação infantil em evento

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Primeiro Seminário Nacional de Avaliação da Educação Infantil ocorre no dia 17 de setembro, das 9 horas às 17h30, em São Paulo
O primeiro Seminário Nacional de Avaliação da Educação Infantil deve ocorrer no dia 17 de setembro, das 9 horas às 17h30, no auditório da Torre Santander, no Itaim Bibi, na zona sul de São Paulo.
O objetivo do evento é contribuir para a discussão da avaliação da educação infantil no Brasil, disseminar experiências nacionais e refletir de que maneira essas ações podem colaborar com o debate de uma política nacional na perspectiva da garantia dos direitos das crianças.
Em São Paulo, por exemplo, os pais vão começar a ser ouvidos na avaliação de creches e jardins de infância da cidade para ajudas na avaliação das escolas da rede. O próximo passo da rede municipal será ouvir alunos de 4 a 5 anos no diagnóstico.
A iniciativa reunirá importantes especialistas da área como Rita Coelho, coordenadora de educação infantil do Ministério da Educação (MEC); Maria Malta Campos, professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e pesquisadora da Fundação Carlos Chagas; além de Catarina Moro, pesquisadora da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
O seminário terá transmissão ao vivo pela internet, pelo site www.movesocial.com.br.

Mais informações:
Seminário Nacional de Avaliação da Educação Infantil
Quando: 17 de setembro, das 9 h às 17h30.
Onde: Auditório da Torre Santander, Av. Juscelino Kubistchek, 2.041, Itaim Bibi – São Paulo, SP.
Transmissão ao vivo: www.movesocial.com.br

Fonte: ESTADÃO Blogs Ponto Edu

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