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Ser professor de escola pública é, sem exagero, um inferno
0Título original: Quem quer ser professor de escola pública?
Gilberto Dimenstein, na Folha de S.Paulo
O principal desestímulo para alguém ser professor de escola pública -pior do que os baixos salários- é a violência.
Esse fato é reforçado por uma pesquisa divulgada nesta semana pelo Data Popular e patrocinada pela Apeoesp que mostra que quase metade dos professores da rede estadual paulista de ensino sofreu algum tipo de violência ( física ou verbal). E quase a maioria testemunhou algum tipo de violência, atribuída muitas vezes às drogas e ao álcool.
É, sem exagero, um inferno. Nunca seremos uma comunidade civilizada com escolas públicas incivilizadas.
Nem aluno nem professores sentem-se acolhidos num espaço em que a violência é reflexo da falta de pertencimento.
A solução passa -como já vimos em outros países- pelo aprendizado da intermediação de conflitos e envolvimento da comunidade, a começar da comunidade. Isso significa derrubar os muros das escolas.
Por isso, vale a pena prestar atenção no projeto lançado em algumas escolas públicas paulistas que coloca professores comunitário para fazer a intermediação entre comunidade e escola.
A verdade é que o professor sente-se vítima da violência. Assim como o aluno.
Bibliotecas digitais: confira 10 acervos de livros, mapas e documentos na internet
0Publicado por UOL
No quadro de Delacroix, o poeta Dante Alighieri, guiado por Virgílio, atravessa o rio Aqueronte a caminho do Inferno, a primeira etapa de sua “Divina Comédia”. Esta, que é uma das maiores obras da literatura universal, pode ser lida na íntegra, em português, no site Domínio Público. Nele você encontra também as mais importantes obras da literatura brasileira, portuguesa e universal, além de imagens e arquivos musicais, cujos direitos autorais já tenham se tornado públicos.
Capa do primeiro número de Klaxon, revista que congregou os modernistas brasileiros e começou a circular pouco depois da célebre Semana de 1922. Você pode ler os exemplares da publicação, em edição fac-similar, na Brasiliana USP, uma biblioteca digital que guarda um precioso acervo bibliográfico e documental sobre temas brasileiros. Para pesquisas sobre história, cultura e sociedade do Brasil, a Brasiliana é uma fonte que não pode deixar de ser consultada.
Sabe o que é telemedicina? Tem ideia de como as redes sociais podem atuar na área da saúde? Pois você pode descobrir assistindo à teleconferência do prof. dr. Chao Lung Wen, da Faculdade de Medicina da USP. No site e-aulas USP, há um grande acervo de aulas e teleconferências das áreas de ciências exatas, humanas e biológicas, abertas a qualquer interessado. Não se trata, porém, de material para principiantes, mas para quem já tem base nos assuntos que vai pesquisar.
Plenário do Congresso Nacional, em 5 de outubro de 1988, na seção de promulgação da atual Constituição Federal. Na Biblioteca Digital do Senado Federal, você encontra 33.895 notícias de jornal sobre a constituinte, que integram um acervo muito variado, composto por mais de 200 mil documentos, cujo tema principal é legislação: livros, obras raras, artigos de revistas e notícias de jornal. Todos podem ser acessados ou baixados gratuitamente.
Sabe onde fica a Rua Marechal Thaumaturgo, no municípo de mesmo nome? Não? Então, consulte o site do IBGE, que é um verdadeiro atlas on-line e muito mais. Nele você encontra informações atualizadas sobre os 5.570 municípios brasileiros, mapas destinados a públicos diversos, estatísticas, enfim, esse é o canal para quem precisa de informação confiável no que se refere à geografia do Brasil. Vale a pena conferir.
A caricatura e a frase são de Aparício Torelli, também conhecido como Barão de Itararé, pioneiro do jornalismo de humor no Brasil. A biografia do Barão é uma das muitas que integram a história recente do Brasil e podem ser lidas no excelente Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro, do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas. Basta se cadastrar para ter acesso gratuito ao acervo que reúne 6.584 verbetes de natureza biográfica e 969 temáticos, relativos a instituições, eventos e conceitos de interesse para a história do Brasil pós-1930.
Quem passa diariamente pela 23 de maio, em São Paulo, talvez não saiba nada sobre Tomie Ohtake, a autora dessa escultura que dá um aspecto inusitado ao cenário da movimentada avenida. Sobre essa grande artista nipo-paulistana, assim como sobre artes plásticas em geral (instituições e museus, obras, termos e conceitos), uma ótima fonte de pesquisa on-line é a Enciclopédia Itaú de Artes Visuais.
A trágica foto do falso suicícido do jornalista Vladimir Herzog lembre um período trágico da história do Brasil, que você pode conhecer lendo “Vlado – 30 anos depois”, o roteiro do documentário de João Batista de Andrade sobre o fato. O texto integra a coleção Aplauso que resgata a memória do teatro, do cinema e da televisão brasileira. Todos os volumes da coleção estão disponíveis para leitura on-line no site da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, que tem também muitas outras obras para download grátis.
O Largo do Repuxo, no passeio público do Rossio, na Lisboa do século 19 é um dos cenários do romance “O primo Basílio”, de Eça de Queirós, uma das obras da literatura portuguesa que você pode encontrar para baixar – inclusive em formato de ebook – ou ler on-line no site do Projeto Gutenberg. São cerca de 30 mil obras em língua portuguesa que estão disponíveis, mas, se você souber inglês, esse número pula para mais de 100 mil.
Para quem sabe inglês, um excelente atlas on-line é o The World Factbook, mantido pela Central Intelligence Agency, o serviço secreto norte-americano. Deixando de lado as considerações políticas sobre a CIA, que costuma ser alvo de ódio e desprezo tanto for a quanto dentro dos Estados Unidos, o Factbook traz informações atualizadas sobre história, população, governo, economia e geografia, além de mapas de países e regiões do mundo. Gratuitamente, não se encontra nada tão completo e confiável.
Imagens: Reprodução
Promoção: “Fundamentos da Teologia Escatológica”
25O destino final da humanidade, a vida após a morte, o paraíso e o inferno são temas que trazem grande curiosidade e também enorme angústia a muitos cristãos.
A escatologia, parte da teologia que se debruça sobre essas questões, é ignorada ou temida por boa parte dos teólogos e igrejas cristãs brasileiras.
Assunto sério, mas alvo de muitas conclusões e teorias estapafúrdias, a escatologia precisa ser estudada com seriedade e bom senso.
Em linguagem simples, mas não menos profunda, esta obra do pastor e professor Edson Lopes visa suprir uma importante lacuna no ensino teológico brasileiro.
O “Livros e Pessoas” vai sortear 3 exemplares de “Fundamentos da Teologia Escatológica”, lançamento da Mundo Cristão.
Para participar é bem simples:
Basta deixar 1 comentário neste post mencionando seu e-mail ou perfil no Twitter.
O resultado será divulgado no dia 26/4 no perfil do twitter @livrosepessoas e os ganhadores terão 48 horas para enviar seus dados completos para o e-mail livrosepessoas@gmail.com.
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Parabéns aos ganhadores: Cornélio Assunção, Joseane Rodrigues da Silva e Marcelo Richele. =)
Pesquisa mostra que 70% dos presos da Papuda tornaram-se leitores assíduos
0No presídio feminino, o índice chega a 40%. Os resultados são de uma dissertação de mestrado em letras na UnB

Detentos participam de apresentação do projeto Portas Abertas: desenvolvido pela Universidade de Brasília, o programa tem participação da professora Maria Luzineide Costa Ribeiro
Publicado por Correio Braziliense
O último livro que Luiz Carlos*, 30 anos, leu foi Quando Nietzche chorou, romance de Irvin D. Yalom sobre o filósofo alemão do século 19. “Nietzche sabia aproveitar suas depressões, em vez de fazer delas um inferno. Por isso, gostei bastante”, comenta.
Luiz é um leitor comum. Talvez incomum seja o local onde ele aproveita a leitura. Atualmente, o rapaz cumpre o nono dos 12 anos e 10 meses de pena por homicídio e assalto, detido em regime fechado na Penitenciária do Distrito Federal I (PDF I), no Complexo da Papuda. Antes, costumava ler apenas o que era cobrado no ensino médio, mas, na prisão, os livros se tornaram um prazer, uma forma de preencher o ócio e uma via de escape.
Não é raro isso acontecer. A conclusão é de uma pesquisadora da Universidade de Brasília (UnB): Luiz não foi o único a mudar os hábitos de leitura depois de ir para a cadeia.
‘Inferno’, de Dan Brown, marca volta de personagem de ‘Código da Vinci’
1Publicado por Pop & Arte
Livro foi anunciado para 14 de maio nos EUA com tiragem de 4 milhões.
Autor diz que história com Robert Langdon é ‘paisagem de códigos’.
O novo romance do autor de “Código Da Vinci” Dan Brown será publicado em 14 de maio nos EUA, informou sua editora Doubleday nesta terça-feira (15), depois que um quebra-cabeça nas mídias sociais digno do escritor ajudou a revelar o título. A data de lançamento no Brasil não foi anunciada.
“Inferno” apresenta o retorno do famoso simbologista de Harvard e protagonista de “Código Da Vinci” Robert Langdon, e se passa na Itália, centrando-se na obra literária “Inferno de Dante”, informou a Doubleday. A tiragem inicial é de 4 milhões de cópias.
“Embora eu tenha estudado Inferno de Dante quando era estudante, foi só recentemente, enquanto pesquisava em Florença, que eu passei a apreciar a influência duradoura da obra de Dante sobre o mundo moderno”, disse Brown em seu website.
“Com este novo romance, estou animado em levar os leitores a uma viagem profunda a este reino misterioso… Uma paisagem de códigos, símbolos, e mais do que algumas passagens secretas”, acrescentou.
“O Código Da Vinci”, misterioso romance com temática religiosa e repleto de códigos, chaves, conspirações e outros símbolos enigmáticos, foi publicado em 2003 e foi transformado em um filme de sucesso estrelado por Tom Hanks. O livro ficou mais de um ano no topo da lista dos mais vendidos do New York Times. “O símbolo perdido”, o livro seguinte, foi lançado em 2009.
Em sintonia com o amor de Brown por quebra-cabeças, o título do livro foi revelado em seu site enquanto fãs e outras pessoas publicavam itens nas mídias sociais que faziam link para um mosaico no site. Conforme as mensagens eram colocadas, peças do mosaico eram reveladas, acabando por desvendar o título.






























