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Gandalf em “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”, Ian McKellen dá conselho para estudantes

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Imagem de Amostra do You Tube

Cleber Facchi, no Brasil Post

Já imaginou ir à biblioteca da escola e dar de cara com Ian McKellen?

Conhecido pelo papel do mago Gandalf, em O Senhor dos Anéis e O Hobbit, recentemente o ator deixou malucos os alunos da Chew Valley School, localizada em Bristol, Inglaterra.

Durante o passeio pela instituição, McKellen, também marcado pelo personagem Magneto na franquia X-Men, deu um divertido conselho aos estudantes que se aglomeravam em uma das janelas da biblioteca:

Durante a preparação para os exames, se vocês não revisarem [os conteúdos] corretamente, sabem o que vai acontecer?

“O que vai acontecer?”, perguntaram as crianças entusiasmadas. E a resposta veio como uma divertida referência ao personagem mágico de McKellen:

VOCÊS NÃO PASSARÃO!

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Londres presta homenagem ao mito imortal de Sherlock Holmes

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Mostra do Museu de Londres dedicada a Sherlock Holmes, "que não viveu, mas nunca morrerá"

Mostra do Museu de Londres dedicada a Sherlock Holmes, “que não viveu, mas nunca morrerá”/ BEN STANSALL/AFP

Publicado na Exame

Londres – O detetive Sherlock Holmes nunca existiu e, no entanto, recebe cartas no endereço 221B de Baker Street: “O homem que não viveu, mas nunca morrerá”, afirma o título da primeira grande exposição ao mito organizada em Londres em mais de 60 anos.

O Museu de Londres (Museum of London) organiza a mostra dedicada ao personagem criado em 1886 pelo escritor Arthur Conan Doyle e que já foi protagonista de centenas de filmes, séries de televisão, livros e jogos eletrônicos.

“Seu perfil e ‘armas’ – cachimbo, lupa e chapéu de caça – são imediatamente reconhecidos em todo o mundo. No reino dos detetives de ficção, Sherlock Holmes é o rei”, explicou Alex Werner, do Museu de Londres.

A exposição, que ficará aberta até 15 de abril de 2015, está dividida em três partes. A primeira é dedicada à obra e a seu legado. A segunda apresenta a Londres vitoriana, na qual os becos e a neblina são personagens das histórias de Holmes. A terceira está dedicada aos objetos do detective, suas roupas e suas ferramentas de trabalho.

Há dois elementos particularmente notórios: o primeiro o caderno no qual Doyle esboçou o personagem; o segundo o sobretudo que o ator britânico Benedict Cumberbatch usou em “Sherlock”, a mais recente série de TV dedicada a Holmes.

Quando os visitantes passam por uma “porta secreta” em uma biblioteca falsa para entrar na mostra, eles ficam imediatamente diante de um mural com imagens das múltiplas adaptações de Sherlock Holmes para o cinema e a televisão.

O Livro Guinness dos Recordes afirma que o detetive é o personagem humano mais retratado na história, à frente de Hamlet e um pouco atrás do “não-humano” Drácula.

“Sherlock Holmes encarna valores universais e atemporais. É tranquilizador em uma sociedade confrontada a mudanças profundas ter um super-herói que resolve nossos problemas de maneira eficaz e sem emoções aparentes. O sucesso da série (de Cumberbatch) mostra que Sherlock Holmes continua sendo muito popular”, afirmou uma das curadoras da exposição, Pat Hardy.

Hardy se mostra surpresa, no entanto, com o fato de que muitas pessoas ainda conhecem Holmes primeiro pelos livros de Conan Doyle.

“São histórias bastante curtas e oferecem um acesso fácil à literatura inglesa, sobretudo para um público internacional”, disse.

O sucesso estimulou a Conan Doyle Estate, a empresa familiar que administra o legado do escritor, a encomendar outro livro de Sherlock Holmes ao escritor Anthony Horowitz, que chegará às livrarias em 23 de outubro com o título de “Moriarty”.

“O mistério que cerca Sherlock Holmes permanece intacto “, disse à AFP o escritor.

Homem é esquecido em loja de livros e fica preso por mais de uma hora

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O proprietário da loja esqueceu que ainda havia um cliente na loja e simplesmente trancou o estabelecimento

O proprietário da loja esqueceu que ainda havia um cliente na loja e simplesmente trancou o estabelecimento

Publicado no Boa Informação

 

Um cliente teve que chamar a polícia depois de ficar preso em uma loja quando o proprietário saiu para pegar um café e trancou a loja por mais de uma hora.

O comprador “mergulhou” nos livros de ficção científica no fundo da loja Paramount Livros no centro da cidade de Manchester, Inglaterra, e não ouviu o proprietário deixar o local.

Ele estava passeando pelas prateleiras em uma sala nos fundos da loja e acredita-se que o proprietário tenha esquecido que ele estava lá.

O homem, que não quis ser identificado, só percebeu que ele estava trancado depois de escolher as suas compras e ir até o balcão para pagar, encontrando a loja deserta.

Ele começou a procurar pela loja uma chave ou um número de celular para ligar o proprietário. Sem encontrar, teve que ligar para a polícia.

Ele também tentou escapar por uma saída de incêndio no andar de cima, com a polícia oferecendo-se para chamar os bombeiros para ajudar no resgate. Mas essa ideia teve que ser abandonada depois de perceberem qu parte da escada não poderia ser utilizada.

A polícia continuou na linha e o homem concordou em esperar dentro da loja até que os oficiais pudessem chegar – lendo os livros que ele esperava comprar, para passar o tempo.

Depois de uma hora e meia o dono da loja voltou e finalmente o cliente ficou livre.

Para provar que quando o dia é ruim tudo dá errado, ele não conseguiu comprar os livros pois a loja não aceitava cartão.

Mas ele disse que quando ele voltou com o dinheiro para comprar os livros, o proprietário deu-lhe um vale para ele utilizar em uma próxima visita.

“Eu fiquei aliviado por poder passar a noite na minha cama sem ter o constrangimento de um resgate pelo corpo de bombeiros!”

A Paramount Livros não quis comentar o caso.

Mãe é processada por deixar filha com câncer faltar à escola

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Britânica queria ‘ficar de olho’ em menina que amanheceu com dores; escola diz que não conseguiu obter justificativa da ausência.

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Publicado no G1

A mãe de uma menina de sete anos de idade que luta contra o câncer foi processada na Inglaterra por não enviar a filha à escola durante uma semana.

Kerry Capper disse que decidiu deixar a filha em casa quando ela acordou reclamando de dor na barriga certo dia.

A filha, Libby, faltou durante uma semana à escola, que fica em Birmingham, no centro-sul da Inglaterra. A garota foi diagnosticada com um tumor no fígado há cinco anos e ainda está sob tratamento.

“Libby acordou dizendo que estava com dor de barriga e eu fiquei assustada. Eu queria ficar de olho nela”, disse a mãe.

Autoridades locais disseram que Kerry está sendo processada não por a menina ter faltado, mas porque a ausência não foi justificada.

Os advogados de Kerry disseram que a ação foi exagerada e que as autoridades foram “inflexíveis”.

Multa

Segundo a escola, a mãe foi contatada e convidada a explicar os problemas.

“Quando mesmo assim não obtivemos resposta, aplicamos uma multa e, quando ela não foi paga, enviamos o caso para a Justiça”, afirmou um porta-voz da escola.

Kerry, que está desempregada, disse que não tinha crédito no celular para retornar a ligação da escola. Ela contou ainda que tentou ir à escola tratar do assunto, mas se enganou de data e perdeu a reunião.

“Eu me desculpei por ter perdido a reunião. Mas a professora disse apenas ‘me desculpe, mamãe, mas agora o caso está sendo enviado ao tribunal’. E então eu recebi a multa, mas não tinha dinheiro para pagá-la.”

A audiência de Kerry está marcada para o dia 5 de setembro.

Estudantes gêmeas ganham prêmio por ferramenta de diagnóstico de câncer

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As gêmeas britânicas Aneeta e Ameeta Kumar ganharam o prêmio Jovens Cientistas do Ano da Grã-Bretanha por sua pesquisa no desenvolvimento de uma ferramenta para diagnosticar câncer em estágio inicial.

As irmãs desejam inspirar outras jovens a se interessarem por ciência

As irmãs desejam inspirar outras jovens a se interessarem por ciência

Publicado por BBC

As irmãs, de 18 anos, concorreram com outros 4 mil competidores pelo prêmio, julgado por ganhadores do Prêmio Nobel.

Seu trabalho, que pode ajudar na redução de mortes que não puderam ser evitadas pelo diagnóstico tardio, será agora desenvolvido por uma equipe da Universidade de Oxford.

Aneeta e Ameeta, de Reading, no sudeste da Inglaterra, participavam de um estágio no departamento de oncologia do hospital local quando tiveram a ideia de desenvolver um mecanismo para ajudar a detectar cânceres.

“Durante o estágio estivemos em contato com muitos pacientes com câncer, e um dos médicos nos disse que, se detectado em estágio inicial, o câncer pode ser tratado com mais sucesso”, disse Aneeta ao programa Today, da Rádio 4 da BBC.

“Com base nessa informação, queríamos descobrir se uma determinada proteína poderia ser usada para detectar a doença. A nossa pesquisa mostrou que essa proteína vai direto para um tumor cancerígeno e brilha se adicionarmos (a ela) um agente fluorescente.”

A pesquisa ainda não foi aplicada em seres humanos.

As irmãs, que pretendem fazer faculdade de medicina, desejam continuar trabalhando juntas e inspirar outras jovens a se envolver com ciência.

Elas receberam o prêmio de 2 mil libras, cerca de R$ 7,8 mil, e um troféu.

A National Science and Engineering Competition é um evento anual, aberto para estudantes entre 11 e 18 anos da Grã-Bretanha.

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