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“Harry Potter e a Criança Amaldiçoada” pode ser lançado como o oitavo livro da série

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A peça, que estreia em julho na Inglaterra, está em negociações com duas editoras

Gustavo Guimarães na, Capital teresina

TERESINA – A peça “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada” pode virar livro. Esperada para julho de 2016, a peça se passa 19 anos após o fim de “Harry Potter e as Relíquias da Morte”, com Harry agora sendo um empregado do Ministério da Magia. De acordo com o The Rowling Library, pelo menos duas editoras estão interessadas em conseguir os direitos da peça para transformá-la em livro.

Imagem: Divulgação/The Rowling Library

Imagem: Divulgação/The Rowling Library

 

A principal negociação encontra-se nos créditos do autor: a peça foi escrita por Jack Thorne, e não por J.K. Rowling, autora da saga “Harry Potter”. O desejo do livro também parte dos fãs, já que muitos não poderão assistir à peça, apresentada em Londres, Inglaterra.

Caso se torne realidade, “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada” será o oitavo livro da saga, que já vendeu mais de 450 milhões de livros em mais de 200 países.

A escritora que leu um livro de cada país: 197 num ano

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Ann Morgan | DR

Ann Morgan
| DR

Percorreu o mundo sem sair de Inglaterra em 2012. Ann Morgan teve de reunir voluntários que traduzissem livros de sítios como São Tomé e Príncipe. Leu a um ritmo de 150 páginas diárias

Publicado no Diário de Notícias

Ann Morgan dormiu muito pouco durante um ano inteiro. A escritora e blogger inglesa terminava o projeto em que, durante um ano, fez um périplo de leitura por escritoras mulheres quando um leitor do seu blogue A Year Of Reading Women lhe fez um reparo: na sua lista, pouquíssimas eram as obras fora do mundo anglo-saxónico.

Estávamos às portas de 2012, ano em que Inglaterra recebeu o mundo que ali ia assistir aos Jogos Olímpicos ou jubileu da rainha Isabel II. Era, pois, a hora certa para o temerário projeto que a levou a, durante um ano, ler um livro de cada país. A “viagem” seria relatada no blogue A Year Of Reading The World, que hoje conta cerca de um milhão de visualizações. A contagem inicial era de 196 livros/países, mas Ann resolveu incluir o Curdistão, 197.º, em representação dos territórios não reconhecidos pelas Nações Unidas.

Chama-se “temerária” à tarefa pois, em primeiro lugar, apenas 4,5% dos livros que todos os anos são publicados no Reino Unido são traduções. Tal faz do ato de procurar um livro de São Tomé e Príncipe ou do Togo uma difícil façanha.

Em segundo lugar, se a tarefa devia ser realizada num ano, Ann ficava com “1,87 dias para ler cada livro”, recorda ao DN. Acresce o facto de, nesse ano, estar a trabalhar no jornal britânico The Guardian. Como tal, “tinha de ler cerca de 150 páginas por dia. Isto tomava-me três a quatro horas por dia, tinha de ler no caminho casa-emprego e muitas vezes na minha pausa de almoço e serões. Ainda tinha de pesquisar pelos livros e escrever no blogue, o que me levava o mesmo tempo da leitura. Não dormi muito nesse ano!”

Naquela viagem que fez sem sair de Inglaterra, entrou em Portugal pela porta de Eça de Queirós. Leu O Mandarim, numa edição que reúne outros contos, por sugestão de uma colega portuguesa do jornal em que trabalhava. De resto, quase se torna redundante fazer o elenco dos países por que passou Ann Morgan, pois a resposta é simples. Todos. Mas ela recorda algumas travessias, como a aventura que foi ler Olinda Beja, a autora santomense que elegeu. Não havia traduções.

“O meu marido, Steve, sugeriu que eu tentasse que as pessoas traduzissem algo para mim.” Pensou que ninguém ia usar o seu tempo para isso. Mas depois de publicar um tweet, os voluntários apareceram. E “incluíam a tradutora Margaret Jull Costa, que traduziu José Saramago e no ano passado recebeu da rainha a Ordem do Império Britânico”. Em seis semanas, tinha A Casa do Pastor nas mãos.

O blogue, feito cartografia da viagem, continua. Desde fevereiro existe também um livro, Reading the World: Confessions of a Literary Explorer (The World Between Two Covers: Reading the Globe nos EUA).

Universidade na Inglaterra oferece aulas sobre “Arte da Masturbação”

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Cisne Negro

Cena da masturbação da atriz Natalie Portman no filme “Cisne Negro”. Foto: Reprodução

Mais de 200 estudantes terão que cursar as aulas, que são parte das conteúdos da disciplina “Teoria e Crítica Literária”

Publicado no Diário de Pernambuco

A Universidade de Sheffield, na Inglaterra, está ofertando para os alunos de Literatura Inglesa uma disciplina no mínimo inusitada. A matéria se chama “Arte da Masturbação”. “As aulas serão sobre Walt Whitman, Rob Halpern e a desconstrução da masturbação”, explicou a professora Fabienne Collignon, uma das responsáveis pelas aulas, ao site The Tab.

Outro tópico abordado no programa é uma discussão sobre uma teoria que acredita que o livro Razão e Sensibilidade, da inglesa Jane Austen e publicado em 1811, seria um “hino lésbico”.

“As aulas vão discutir como a masturbação e o lirismo poético sempre imaginam um ser ausente”, declarou Fabienne. Mais de 200 estudantes terão que cursar as aulas, que são parte das conteúdos da disciplina “Teoria e Crítica Literária”, matéria obrigatória do curso. Uma das alunas, Laura Bell, expressou um certo “temor”. “Vamos esperar que não tenha aula prática”, disse a estudante.

dica do Rogério Moreira

Cinco livros que inspiram viagens dentro e fora do Brasil

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Publicado no Bonde

Um bom livro nos faz viajar sem sair do lugar. Alguns dão vontade de ir onde a história se passa, e conhecer cada pedacinho do lugar que é relatado na obra. O blog Da Porta Pra Fora preparou uma lista de livros que se passam em lugares incríveis e famosos. Confira:

1. Jubiabá, de Jorge Amado (Salvador/ Bahia):

Jubiabá, de Jorge Amado

Jorge Amado, um dos autores brasileiros mais prestigiados em todo o mundo, contou muitas histórias sobre a Bahia, das fazendas de cacau e da capital. Este se passa em Salvador e conta a história de Antônio Balduíno que nasceu órfão no morro do Capa-Negro, e tinha como grande referência espiritual o centenário feiticeiro e ex-escravo Jubiabá.

Resenha: Depois de uma infância de liberdade e pequenos delitos nas ruas de Salvador, Antônio Balduíno vira malandro, sambista e desordeiro, até ser transformado em boxeador profissional por um empresário italiano. Encerra a carreira muito cedo ao tomar uma surra no ringue numa noite e acaba indo trabalhar nas plantações de fumo do Recôncavo Baiano. Ao longo dessas muitas vidas, choca-se contra o mundo das mais variadas formas, até atingir um vislumbre de compreensão da realidade que o cerca e de seu lugar nela.

2. O retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde (Londres / Inglaterra):

O retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde

Oscar Wilde relata uma Londres lendária, com uma sociedade extremamente conservadora, que vê o belo Dorian Gray tornar-se o centro das atenções, apesar dos mistérios que esconde. A cidade aparece com glamour e todo mundo sonha em conhecê-la.

Resenha: Dorian Gray é o tema de um retrato de corpo inteiro em óleo de Basil Hallward, um artista que está impressionado e encantado com a beleza de Dorian. Ele acredita que a beleza de Dorian é responsável pela nova modalidade em sua arte como pintor. Através de Basil, Dorian conhece Lorde Henry Wotton, e ele logo se encanta com a visão de mundo hedonista do aristocrata: que a beleza e a satisfação são as únicas coisas que valem a pena perseguir na vida.

3. Clarissa, de Érico Veríssimo (Porto Alegre / Rio Grande do Sul)

Clarissa, de Érico Veríssimo

Uma cidade do começo do século XX é retratada pelo genial Érico Veríssimo, com detalhes típicos de uma jovem mulher. Um livro lindo e uma cidade de sonho.

Resenha: Clarissa é uma jovem de treze anos, filha de fazendeiros, que vai morar na pensão da tia Eufrasina enquanto estuda em Porto Alegre. No pequeno universo da pensão onde mora, a jovem entra em contato com realidades que seu otimismo juvenil não imaginava que existissem. (mais…)

7 lugares reais que todo fã de Harry Potter deveria conhecer

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Muitos lugares na Inglaterra foram usados nas gravações e costumam atrair os Pottermaníacos

Guilherme Schiff, no Guia da Semana

Quantas pessoas não cresceram juntas com a série Harry Potter, seja nos filmes ou livros, vivendo a trama inteira criada pela escritora J.K. Rowling esperando receber uma carta de Hogwarts ou tentando descobrir se tinha algum indício de ser um bruxo?

O fato é que provavelmente ninguém recebeu a tão esperada carta, muito menos teve aulas de magia ou saiu voando em cima de vassouras por aí. A sorte de todos esses Pottermaníacos é que ainda é possível conhecer e vivenciar muitos lugares que foram usados nas gravações dos filmes.

Quem sabe nesses lugares dá para se sentir um pouquinho mais no mundo dos bruxos mais queridos dos livros e do cinema?

Sabendo disso, o Guia da Semana listou 7 lugares que todo fã de Harry Potter deveria conhecer. Prepare a vassoura para viajar:

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Mundo do Harry Potter – Orlando – Estados Unidos

O parque temático da franquia fica no Universal Studios e é uma das vivências mais incríveis para qualquer fã. Você vai se sentir em Hogwards e Hogsmeade de uma maneira incrível. Vai poder experimentar a cerveja amanteigada, comprar sapos de chocolate, feijões de todos os sabores, adquirir uma varinha e se aventurar nas diversas atrações, como a montanha russa Dragon Challenge, o voo do Hipogrifo e a “Harry Potter e a Jornada Proibida”, que é uma simulação incrível!

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Jacobite Steam Train – Escócia

O trem que percorre entre as cidades de Mallaig e Fort William é o mesmo que os alunos pegam para chegar até o Hogwarts, no famoso Expresso Hogwarts. A viagem leva cerca de 2 horas e o trem é no estilo maria-fumaça. O passeio, além de remeter a várias passagens do filme, também passa por lindos lugares da Escócia. Vale muito a pena!

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Estação King’s Cross – Londres – Inglaterra

Se tem um lugar de Londres que é impossível não tirar uma foto é na Estação King’s Cross. Era lá que os alunos se encontravam para “atravessar” o muro da plataforma 9 ¾. O melhor de tudo é que a estação enfeitou o espaço com a marcação. O local se tornou alvo de muitos turistas, que fazem até longas filas pra tirar uma foto. Só não tente atravessar a parede…

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Castelo Alnwick – Alnwick – Inglaterra

Construído no século XI, é um dos principais castelos ingleses. Claro que muitas partes do castelo passaram por efeitos de computações gráficas, mas ele foi usado nos filmes de Harry Potter para filmagens exteriores do famoso castelo de Hogwarts. Os dois primeiros filmes da saga foram filmados lá.

(mais…)

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