Fazendo meu filme em quadrinhos

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Homem é esquecido em loja de livros e fica preso por mais de uma hora

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O proprietário da loja esqueceu que ainda havia um cliente na loja e simplesmente trancou o estabelecimento

O proprietário da loja esqueceu que ainda havia um cliente na loja e simplesmente trancou o estabelecimento

Publicado no Boa Informação

 

Um cliente teve que chamar a polícia depois de ficar preso em uma loja quando o proprietário saiu para pegar um café e trancou a loja por mais de uma hora.

O comprador “mergulhou” nos livros de ficção científica no fundo da loja Paramount Livros no centro da cidade de Manchester, Inglaterra, e não ouviu o proprietário deixar o local.

Ele estava passeando pelas prateleiras em uma sala nos fundos da loja e acredita-se que o proprietário tenha esquecido que ele estava lá.

O homem, que não quis ser identificado, só percebeu que ele estava trancado depois de escolher as suas compras e ir até o balcão para pagar, encontrando a loja deserta.

Ele começou a procurar pela loja uma chave ou um número de celular para ligar o proprietário. Sem encontrar, teve que ligar para a polícia.

Ele também tentou escapar por uma saída de incêndio no andar de cima, com a polícia oferecendo-se para chamar os bombeiros para ajudar no resgate. Mas essa ideia teve que ser abandonada depois de perceberem qu parte da escada não poderia ser utilizada.

A polícia continuou na linha e o homem concordou em esperar dentro da loja até que os oficiais pudessem chegar – lendo os livros que ele esperava comprar, para passar o tempo.

Depois de uma hora e meia o dono da loja voltou e finalmente o cliente ficou livre.

Para provar que quando o dia é ruim tudo dá errado, ele não conseguiu comprar os livros pois a loja não aceitava cartão.

Mas ele disse que quando ele voltou com o dinheiro para comprar os livros, o proprietário deu-lhe um vale para ele utilizar em uma próxima visita.

“Eu fiquei aliviado por poder passar a noite na minha cama sem ter o constrangimento de um resgate pelo corpo de bombeiros!”

A Paramount Livros não quis comentar o caso.

Mãe é processada por deixar filha com câncer faltar à escola

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Britânica queria ‘ficar de olho’ em menina que amanheceu com dores; escola diz que não conseguiu obter justificativa da ausência.

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Publicado no G1

A mãe de uma menina de sete anos de idade que luta contra o câncer foi processada na Inglaterra por não enviar a filha à escola durante uma semana.

Kerry Capper disse que decidiu deixar a filha em casa quando ela acordou reclamando de dor na barriga certo dia.

A filha, Libby, faltou durante uma semana à escola, que fica em Birmingham, no centro-sul da Inglaterra. A garota foi diagnosticada com um tumor no fígado há cinco anos e ainda está sob tratamento.

“Libby acordou dizendo que estava com dor de barriga e eu fiquei assustada. Eu queria ficar de olho nela”, disse a mãe.

Autoridades locais disseram que Kerry está sendo processada não por a menina ter faltado, mas porque a ausência não foi justificada.

Os advogados de Kerry disseram que a ação foi exagerada e que as autoridades foram “inflexíveis”.

Multa

Segundo a escola, a mãe foi contatada e convidada a explicar os problemas.

“Quando mesmo assim não obtivemos resposta, aplicamos uma multa e, quando ela não foi paga, enviamos o caso para a Justiça”, afirmou um porta-voz da escola.

Kerry, que está desempregada, disse que não tinha crédito no celular para retornar a ligação da escola. Ela contou ainda que tentou ir à escola tratar do assunto, mas se enganou de data e perdeu a reunião.

“Eu me desculpei por ter perdido a reunião. Mas a professora disse apenas ‘me desculpe, mamãe, mas agora o caso está sendo enviado ao tribunal’. E então eu recebi a multa, mas não tinha dinheiro para pagá-la.”

A audiência de Kerry está marcada para o dia 5 de setembro.

Estudantes gêmeas ganham prêmio por ferramenta de diagnóstico de câncer

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As gêmeas britânicas Aneeta e Ameeta Kumar ganharam o prêmio Jovens Cientistas do Ano da Grã-Bretanha por sua pesquisa no desenvolvimento de uma ferramenta para diagnosticar câncer em estágio inicial.

As irmãs desejam inspirar outras jovens a se interessarem por ciência

As irmãs desejam inspirar outras jovens a se interessarem por ciência

Publicado por BBC

As irmãs, de 18 anos, concorreram com outros 4 mil competidores pelo prêmio, julgado por ganhadores do Prêmio Nobel.

Seu trabalho, que pode ajudar na redução de mortes que não puderam ser evitadas pelo diagnóstico tardio, será agora desenvolvido por uma equipe da Universidade de Oxford.

Aneeta e Ameeta, de Reading, no sudeste da Inglaterra, participavam de um estágio no departamento de oncologia do hospital local quando tiveram a ideia de desenvolver um mecanismo para ajudar a detectar cânceres.

“Durante o estágio estivemos em contato com muitos pacientes com câncer, e um dos médicos nos disse que, se detectado em estágio inicial, o câncer pode ser tratado com mais sucesso”, disse Aneeta ao programa Today, da Rádio 4 da BBC.

“Com base nessa informação, queríamos descobrir se uma determinada proteína poderia ser usada para detectar a doença. A nossa pesquisa mostrou que essa proteína vai direto para um tumor cancerígeno e brilha se adicionarmos (a ela) um agente fluorescente.”

A pesquisa ainda não foi aplicada em seres humanos.

As irmãs, que pretendem fazer faculdade de medicina, desejam continuar trabalhando juntas e inspirar outras jovens a se envolver com ciência.

Elas receberam o prêmio de 2 mil libras, cerca de R$ 7,8 mil, e um troféu.

A National Science and Engineering Competition é um evento anual, aberto para estudantes entre 11 e 18 anos da Grã-Bretanha.

Artistas dão ‘nova vida’ a livros descartados por biblioteca

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Publicado na BBC Brasil

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Livros descartados da antiga biblioteca central de Birmingham, na Inglaterra, ganharam vida nova ao serem retrabalhados por artistas; os resultados foram expostoss na Nova Biblioteca de Birmingham. Acima, a artista Clare Whistler recebeu o livro ‘A Flor da Mente’, da poeta Alice Meynell e criou este arranjo de flores em fios de ouro. (Obra de Clare Whistler/ Foto: David Knight)

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Kyra Clegg transformou o livro de 1829, de William Cobbett, uma gramática do idioma francês, em um ‘relato imaginário’ da viagem de Cobbett pela França durante a revolução, incluindo cartas, cartões-postais, desenhos e fotos. (Obra de Kyra Clegg)

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O ilustrador Oliver Flude acrescentou desenhos que contam histórias fantásticas em um livro do século 19 que explica o significado de nomes e títulos. (Obra de Oliver Flude)

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A artista Kristine Steele retrabalhou o livro escolar de 1939, que explicava como fazer maquetes. A versão da artista reflete a data da publicação e o fato de que a escola onde o autor trabalhava ficava próxima de uma fabrica do famoso avião Spitfire, na Inglaterra.(Obra de Kristina Steele/ Fotos: David Knight)

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Stephen Livingstone trabalhou em um livro francês chamado ‘Milagres de Notre Dame’, que mostra ilustrações de milagres. Inspirado pela imagem de mata-burros em uma das figuras e pelas histórias mais recentes do ‘milagre’ de ovelhas passando por cima destes mata-burros, ele desmontou o livro e substituiu as imagens com as fotos que fez de mata-burros, para formar um novo livro em formato de sanfona. (obra de Stephen Livingstone)

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A artista Freya Pocklington recebeu uma edição de 1924 de ‘O Homem que Morreu Duas Vezes’, de Edwin Arlington Robinson, que ganhou o prêmio Pulitzer em poesia, em 1925. A exposição fica em cartaz até o dia 24 de novembro, em Birmingham. (Obra de Freya Pocklington/Fotos: Kayleigh Bestwick).

Cartas de soldados da I Guerra são disponibilizadas on-line

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Historiadores digitalizaram documentos extraviados para que descendentes possam ter acesso às mensagens deixadas por seus familiares

Barão Manfred von Richthofen saúda na frente funcionários com agentes do esquadrão de combate ( Hulton/Getty Images)

Barão Manfred von Richthofen saúda na frente funcionários com agentes do esquadrão de combate ( Hulton/Getty Images)

Publicado por Veja

Milhares de cartas de soldados europeus que serviram na I Guerra Mundial foram digitalizadas e disponibilizadas na internet para que os descendentes dos combatentes, que nunca receberam os escritos, possam finalmente conhecer seus conteúdos.

Segundo o historiador Jon Cooksey, editor do jornal Stand To!, publicação da Western Front Association, associação que zela pela memória de soldados que lutaram na guerra entre 1914 e 1918, as tropas costumavam escrever cartas e testamentos e guardá-las junto a seus pertences, para que as mensagens pudessem ser entregues a seus familiares no caso de morrerem em combate.

No entanto, muitas dessas cartas foram censuradas e arquivadas, segundo reportagem do jornal inglês The Guardian. No total, cerca de 278 000 delas estão guardadas em um centro de segurança na cidade de Birmingham, na Inglaterra. Acredita-se que os textos foram barrados por relatarem detalhes da guerra, que o Exército não queria que fossem divulgados.

A partir desta quinta-feira, as cartas estarão disponíveis em um site do governo inglês, no qual os familiares podem digitar o nome do soldado, o ano de sua morte e, após encontrar a carta, pagar 6 libras para receber uma cópia dela.

Confira alguns trechos de cartas divulgadas pelo Guardian:

Trechos de cartas de soldados da Primeira Guerra Mundial

“Estou me preparando para lutar e só me arrependo de não ter visto vocês antes de partir, mas, mãe querida, não perca a esperança. Eu posso voltar para casa um dia.”

“Mãe, seja corajosa, eu vou ficar bem. Há milhares de outras mães e relacionamentos passando pela mesma situação. E se eu morrer, morrerei com um bom coração e todo seu amor em minha mente.”

“Querida Clara, sexta pela manhã vamos cercar a costa e partir para a Bélgica. Eu não deveria te contar isso.”

“Nós recebemos um pequeno acessório com nosso número, nome e esquadrão, que devemos usar no pescoço para podermos ser reconhecidos se, por acaso, morrermos.”

“Temos que lutar como tigres e pegar nossa comida o mais rápido que pudermos quando ela chega. Alguns conseguem pegar muito, outros não conseguem nada. Quando temos dinheiro é muito difícil gastá-lo. Se você for à cantina tem que esperar cerca de duas horas para ser servido.”

“Querida, está guerra será pior do que imaginei. Alguns acham que não durará mais que um mês, e outros dizem que vai durar pelo menos três anos. Nossos oficiais nos falaram esta manhã que será uma guerra longa e difícil.”

“Se eu morrer em combate haverá uma medalha para mim. Eu espero que você a pegue e guarde para nosso menino usar quando ele crescer.”

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