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Nesta livraria é proibido usar tablets e smartphones: somente livros podem ser abertos

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Daia Florios, no Green Me

Em um mundo dominado pelo e-book e pela internet, ainda existem pessoas que preferem o livro de papel. Em Londres, os arquitetos espanhóis José Selgas e Lucía Cano projetaram a New London, uma livraria que proíbe o uso de quaisquer dispositivos eletrônicos, principalmente os celulares.

O interior da biblioteca se assemelha a um labirinto em que os leitores podem entrar e se perder entre as centenas de volumes. Os arquitetos se inspiraram no conto A Biblioteca de Babel do escritor argentino Jorge Luis Borges, onde o mundo é constituído por uma biblioteca infindável.

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Na New London, as prateleiras são feitas de materiais reciclados, são irregulares e posicionadas ao lado de espelhos que criam um efeito óptico particular. A única tecnologia presente, um computador, é utilizada para o inventário de livros porque para todo o resto, a palavra de ordem é no-tech.

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“Acreditamos no valor dos livros e da literatura, mas hoje muitas coisas são mortas pelo digital. Mas uma das maiores alegrias é comprar um livro de papel e as bibliotecas são o melhor lugar para encontrar novas ideias”, explica o co-fundador da biblioteca Rohan Silva, para o site Dezeen.

“O projeto da livraria enfatiza seja o artesanato seja a alegria da descoberta. As linhas suaves das prateleiras parecem refletir-se umas sobre as outras, que por suas vezes se refletem nos espelhos interiores. Isso permite que se encontre facilmente um livro, passando rapidamente os olhos para cima e expandindo o seu horizonte”, diz o outro fundador, Sam Aldenlton.

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Se você por acaso estiver em Londres e quiser se desligar da rotina tecnológica, a New London está localizada no número 65 da Hanbury Street.

A livraria em Londres onde os livros são gratuitos!

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Publicado no Aprendiz de Viajante

Quem ama ler não tem dó nenhuma de gastar dinheiro com livros. E digo isso porque sou uma dessas pessoas! Acho que, como muita gente, compro mais livros do que dou conta de ler, mas nunca me arrependi de voltar pra casa com uma sacola carregada deles. Eu adoro entrar em livrarias e ficar olhando tudo com calma. Mesmo quando estou viajando, costumo entrar em livrarias só pra não perder o costume!

E se eu te falasse que existe uma livraria em Londres onde os livros são de graça? Que é só você entrar, escolher o que quiser e ir embora feliz? Essa livraria é o QG da iniciativa The Kindness Offensive, um projeto que vista fazer as pessoas felizes através de atos de gentileza. Basicamente, eles fazem parcerias com empresas para obter doações de produtos, os quais são então distribuídos para instituições de caridade. Mas a livraria é a menina dos olhos do projeto, e está lá pra atender toda e qualquer pessoa.

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Lá você não vai encontrar o mais recente lançamento de autores famosos, pois os livros são usados (provenientes de bibliotecas que fecharam as portas ou doações grandes de empresas, eles não recebem doações de pessoas). Mas em compensação a oferta é imensa, e tem de tudo. Biografias, ficção, guias de viagem, livros de história. Se você tem paciência e não se importa de ler um livro de segunda mão, esse lugar é um paraíso! Fora que o espaço é uma graça, super colorido e bem cuidado.

A livraria do The Kindness Offensive fica fora do centro da cidade, afastada das principais atrações turísticas. Mas é bem perto da estação de metrô Caledonian Road (na Piccadilly Line), então se você ficou curioso e quer ir lá conhecer, não é nada complicado fazer esse ‘desvio’.

“Harry Potter e a Criança Amaldiçoada” pode ser lançado como o oitavo livro da série

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A peça, que estreia em julho na Inglaterra, está em negociações com duas editoras

Gustavo Guimarães na, Capital teresina

TERESINA – A peça “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada” pode virar livro. Esperada para julho de 2016, a peça se passa 19 anos após o fim de “Harry Potter e as Relíquias da Morte”, com Harry agora sendo um empregado do Ministério da Magia. De acordo com o The Rowling Library, pelo menos duas editoras estão interessadas em conseguir os direitos da peça para transformá-la em livro.

Imagem: Divulgação/The Rowling Library

Imagem: Divulgação/The Rowling Library

 

A principal negociação encontra-se nos créditos do autor: a peça foi escrita por Jack Thorne, e não por J.K. Rowling, autora da saga “Harry Potter”. O desejo do livro também parte dos fãs, já que muitos não poderão assistir à peça, apresentada em Londres, Inglaterra.

Caso se torne realidade, “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada” será o oitavo livro da saga, que já vendeu mais de 450 milhões de livros em mais de 200 países.

A escritora que leu um livro de cada país: 197 num ano

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Ann Morgan | DR

Ann Morgan
| DR

Percorreu o mundo sem sair de Inglaterra em 2012. Ann Morgan teve de reunir voluntários que traduzissem livros de sítios como São Tomé e Príncipe. Leu a um ritmo de 150 páginas diárias

Publicado no Diário de Notícias

Ann Morgan dormiu muito pouco durante um ano inteiro. A escritora e blogger inglesa terminava o projeto em que, durante um ano, fez um périplo de leitura por escritoras mulheres quando um leitor do seu blogue A Year Of Reading Women lhe fez um reparo: na sua lista, pouquíssimas eram as obras fora do mundo anglo-saxónico.

Estávamos às portas de 2012, ano em que Inglaterra recebeu o mundo que ali ia assistir aos Jogos Olímpicos ou jubileu da rainha Isabel II. Era, pois, a hora certa para o temerário projeto que a levou a, durante um ano, ler um livro de cada país. A “viagem” seria relatada no blogue A Year Of Reading The World, que hoje conta cerca de um milhão de visualizações. A contagem inicial era de 196 livros/países, mas Ann resolveu incluir o Curdistão, 197.º, em representação dos territórios não reconhecidos pelas Nações Unidas.

Chama-se “temerária” à tarefa pois, em primeiro lugar, apenas 4,5% dos livros que todos os anos são publicados no Reino Unido são traduções. Tal faz do ato de procurar um livro de São Tomé e Príncipe ou do Togo uma difícil façanha.

Em segundo lugar, se a tarefa devia ser realizada num ano, Ann ficava com “1,87 dias para ler cada livro”, recorda ao DN. Acresce o facto de, nesse ano, estar a trabalhar no jornal britânico The Guardian. Como tal, “tinha de ler cerca de 150 páginas por dia. Isto tomava-me três a quatro horas por dia, tinha de ler no caminho casa-emprego e muitas vezes na minha pausa de almoço e serões. Ainda tinha de pesquisar pelos livros e escrever no blogue, o que me levava o mesmo tempo da leitura. Não dormi muito nesse ano!”

Naquela viagem que fez sem sair de Inglaterra, entrou em Portugal pela porta de Eça de Queirós. Leu O Mandarim, numa edição que reúne outros contos, por sugestão de uma colega portuguesa do jornal em que trabalhava. De resto, quase se torna redundante fazer o elenco dos países por que passou Ann Morgan, pois a resposta é simples. Todos. Mas ela recorda algumas travessias, como a aventura que foi ler Olinda Beja, a autora santomense que elegeu. Não havia traduções.

“O meu marido, Steve, sugeriu que eu tentasse que as pessoas traduzissem algo para mim.” Pensou que ninguém ia usar o seu tempo para isso. Mas depois de publicar um tweet, os voluntários apareceram. E “incluíam a tradutora Margaret Jull Costa, que traduziu José Saramago e no ano passado recebeu da rainha a Ordem do Império Britânico”. Em seis semanas, tinha A Casa do Pastor nas mãos.

O blogue, feito cartografia da viagem, continua. Desde fevereiro existe também um livro, Reading the World: Confessions of a Literary Explorer (The World Between Two Covers: Reading the Globe nos EUA).

Universidade na Inglaterra oferece aulas sobre “Arte da Masturbação”

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Cena da masturbação da atriz Natalie Portman no filme “Cisne Negro”. Foto: Reprodução

Mais de 200 estudantes terão que cursar as aulas, que são parte das conteúdos da disciplina “Teoria e Crítica Literária”

Publicado no Diário de Pernambuco

A Universidade de Sheffield, na Inglaterra, está ofertando para os alunos de Literatura Inglesa uma disciplina no mínimo inusitada. A matéria se chama “Arte da Masturbação”. “As aulas serão sobre Walt Whitman, Rob Halpern e a desconstrução da masturbação”, explicou a professora Fabienne Collignon, uma das responsáveis pelas aulas, ao site The Tab.

Outro tópico abordado no programa é uma discussão sobre uma teoria que acredita que o livro Razão e Sensibilidade, da inglesa Jane Austen e publicado em 1811, seria um “hino lésbico”.

“As aulas vão discutir como a masturbação e o lirismo poético sempre imaginam um ser ausente”, declarou Fabienne. Mais de 200 estudantes terão que cursar as aulas, que são parte das conteúdos da disciplina “Teoria e Crítica Literária”, matéria obrigatória do curso. Uma das alunas, Laura Bell, expressou um certo “temor”. “Vamos esperar que não tenha aula prática”, disse a estudante.

dica do Rogério Moreira

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