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Por amor à literatura, professor aposentado de Conquista aprendeu sozinho sete idiomas

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Dimas domina inglês, espanhol, latim, italiano, francês, grego e alemão (Foto: Reprodução/ Tô Indo)

Além do português, Dimas Oliveira domina o inglês, espanhol, latim, italiano, francês, grego e alemão. Autodidata, que nunca foi ao exterior, vê na literatura chance de conhecer o mundo.

Barbara Almeida, no G1

Mestre na arte de ensinar e aprender. Essa é uma das principais características de um professor de história aposentado de Conquista, no Triângulo Mineiro, que aprendeu sozinho sete idiomas.

Além do português, língua nativa, Dimas da Cruz Oliveira, de 63 anos, domina o inglês, espanhol, latim, italiano, francês, grego e alemão.

“Eu vejo na língua o instrumento para a literatura. Desde criança eu tive interesse de aprender outros idiomas para conhecer vários autores muito talentosos. E então, por curiosidade, comecei com dez anos a aprender o espanhol e não parei mais”, explicou.

Dimas foi criado em Conquista, fez graduação em História em Uberaba, em 1976, e lecionou em São Paulo (SP) por alguns anos e em escolas públicas estaduais do Triângulo Mineiro. Apaixonado por literatura, o autodidata tem mais de 500 livros em uma pequena biblioteca em casa.

“Pra mim um texto não é uma simples palavra, eu vivo intensamente aquela história. É um flagrante real. Através da literatura eu conheço o mundo inteiro”, contou.

Autodidata

Dimas nunca frequentou aulas de idiomas, nem mesmo conhece o exterior. Além disso, o método que utiliza para aprender línguas não tem auxílio de redes sociais. Todos os idiomas ele aprendeu com auxílio de livros na língua e gramática.

O aposentado dedica oito horas por dia para praticar todos os idiomas que domina e ainda está aprendendo holandês e russo.

“Eu utilizo o método indutivo que é lento e muito difícil. Eu associo a leitura com gramática com auxílio sempre de um dicionário. Já tentei frequentar cursinhos, mas fiquei sem como pagar e não tenho muita facilidade em lidar com tecnologias”, contou Dimas.

Dimas tem mais de 500 livros e dedica mais de oito horas por dia aos estudos (Foto: Reprodução/ Tô Indo)

Sorridente e simpático, o professor diz que francês e alemão são as línguas que ele tem mais facilidade. No entanto, o latim e o grego antigo são os grandes desafios do autodidata que frequenta missas celebradas em latim em São Paulo.

“Meu entusiasmo substitui a falta de recursos, um amor muito grande pelo saber. Sou um eterno curioso e é muito gratificante ver o fruto do meu esforço”, comemorou.

Melhor caminho

Um estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em dezembro do ano passado demonstra que o Brasil tem 11,8 milhões de analfabetos. Metade da população adulta não tem sequer o nível fundamental.

Com 63 anos, Dimas estuda para aprender russo e holandês (Foto: Reprodução/ Tô Indo)

Ainda de acordo com o IBGE, os brasileiros que não sabem ler nem escrever correspondem a 7% da população do país e a taxa maior está entre os mais idosos. A pesquisa também aponta que o número é superior entre as pessoas pretas ou pardas.

Mas nenhum desses dados vão de encontro com Dimas, que idoso, negro e estudante e professor de escola pública. Ele vê na educação a forma da felicidade.

Autodidata ministra palestras e frequenta missas celebradas em latim (Foto: Reprodução/ Tô Indo)

“Eu ensino e aprendo todos os dias. É necessário dedicação. Hoje ministro paletras, mas sempre por amor a educação”, finalizou o professor.

Quer fazer faculdade nos EUA? Aprovados em Harvard dão 8 dicas de como chegar lá

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Gustavo Coutinho e Pietro Leite, de 19 anos, estão entre os brasileiros aprovados em Harvard (Foto: Marcelo Brandt/ G1)

Gustavo Coutinho e Pietro Leite, de 19 anos, estão entre os brasileiros aprovados em Harvard (Foto: Marcelo Brandt/ G1)


Gustavo Coutinho e Pietro Leite explicam como se dar bem no application, processo de seleção das universidades norte-americanas

Vanessa Fajardo, no G1

Diferente do vestibular brasileiro, para conseguir uma vaga em uma universidade norte-americana é preciso passar pelo application, que é um processo que inclui provas, cartas de recomendação e uma análise abrangente do candidato. Para ser aprovado, não basta ser somente um excelente aluno, as instituições avaliam principalmente o que o candidato faz fora da sala de aula, quais são suas atividades extracurriculares.

Veja abaixo oito dicas de Gustavo Coutinho e Pietro Leite, ambos de 19 anos, dois dos brasileiros aceitos em Harvard para a turma deste ano, para quem quer chegar lá (assista ao vídeo):

Tenha boas notas

Um dos pontos importantes da seleção é a análise do boletim escolar do ensino médio. Para despertar a atenção dos avaliadores, é fundamental ter boas notas e manter o equilíbrio entre as disciplinas. A melhora do desempenho de um ano para outro é bem vista, pois os americanos gostam de ver o esforço do estudante. Por outro lado, a piora é encarada com desconfiança.

“É parte importante porque eles querem ver sua constância e ver como você se desenvolveu durante o ensino médio”, diz Pietro, que vai estudar ciências sociais em Harvard.

Invista nas atividades extracurriculares

Para conseguir uma vaga em uma universidade americana, é importante não se limitar às experiências da sala de aula e investir nas atividades extracurriculares. Mostrar como o candidato desenvolve sua paixão e entender de que forma isto impacta em sua comunidade é um dos pontos chave desse critério do application.

Gustavo Coutinho estudou na rede pública, desenvolveu projetos tecnológicos ligados à educação e fez trabalhos voluntários. A dica dele é para que os candidatos se engajem em projetos e atividades que realmente gostem.

“No Brasil é muito comum o aluno ir para a sala de aula, fazer seus deveres e pensar: pronto, acabou. Mas para estudar nos EUA é preciso fazer muito mais que isso”, diz Gustavo.

Afie o inglês

Para fazer faculdade nos Estados Unidos não tem como escapar de ter um bom domínio do inglês. Até porque para concorrer às vagas é preciso fazer testes de proficiência, como o Test of English as a Foreign Language (Toefl). Quanto maior a nota, melhor.

Para treinar e aprender, Pietro sugere videaulas, além de métodos menos convencionais como ouvir música e assistir séries.

Procure um mentor

Como o procedimento é complexo, uma boa dica é procurar programas de mentoria. Os mentores são profissionais experientes, muitas vezes ex-alunos de universidades americanas. Instituições com o a Fundação Estudar e Education USA oferecem este tipo de auxílio, porém, é necessário passar por uma seleção ou atender a alguns critérios como o socioeconômico, por exemplo.

Expanda a lista de universidades

Os Estados Unidos possuem cerca de 4.000 instituições de ensino superior, a sugestão é abrir o leque de opções e aplicar para outras universidades além das que fazem parte da Ivy League (composta pelas oito universidades americanas de maior prestígio, entre elas estão Harvard, Princeton, Yale e Columbia), o que aumenta a chance de sucesso.

A dica de Pietro é para que o candidato escolha nomes que contemplem três tipos de instituições “safety” (são as que você passa com mais segurança), “target” (talvez você passe) e “reach (são seu sonho).

As solicitações para bolsas de estudo são trâmites que correm paralelamente, por isso é fundamental verificar as políticas de assistência estudantil de cada escola, antes de se candidatar às vagas.

Planeje

Todo o processo é longo e burocrático, por isso exige planejamento. O ideal é iniciá-lo com um ano de antecedência.

“Cada faculdade vai pedir cinco ou seis redações. Eu que apliquei pra dez fiz cerca de 50. Você precisa de tempo, são muitos documentos, por isso, comece antes”, aconselha Gustavo.

Saiba para quem pedir as cartas de recomendação

As cartas devem ser solicitadas para professores, coordenadores ou diretores que sejam próximos dos alunos. Caso o autor não domine o inglês, ela pode ser traduzida posteriormente.

“O importante delas não é dizer que você é um aluno que tem notas excelentes, isso eles já sabem pelo seu boletim. O mais importante é ter cartas que reflitam seu caráter e sejam completamente sinceras”, afirma Pietro.

Seja genuíno

As universidades americanas são as líderes em todos os rankings de qualidade, por isso são cobiçadas por alunos excelentes do mundo todo. As mais prestigiadas como Harvard e MIT, por exemplo, destinam apenas 10% das vagas para os alunos internacionais, por isso não é fácil “ouvir” o tão sonhado sim. O importante em todo o processo da candidatura é ser transparente.

“Não existe uma fórmula para o application, ele é muito individual. Não se apegue às histórias que você lê. Trilhe seu caminho e seja genuíno”, finaliza Gustavo.

Livraria em Washington é a maior dos EUA especializada no Oriente Médio

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Livraria. A Middle East Books oferece, além de livros, peças de artesanato de origem árabe - Henrique Gomes Batista / Fotos de Henrique Gomes Batista

Livraria. A Middle East Books oferece, além de livros, peças de artesanato de origem árabe – Henrique Gomes Batista / Fotos de Henrique Gomes Batista

 

A Middle East Books tem centenas de títulos disponíveis em inglês

Henrique Gomes Batista, em O Globo

WASHINGTON DC – Praticamente escondida no meio do caminho entre os boêmios bairros de Dupont Circle e Adams Morgan, na capital federal americana, há uma livraria especial, que funciona no subsolo de uma casa em Washington DC: a Middle East Books. Trata-se, simplesmente, da maior livraria especializada em Oriente Médio dos Estados Unidos, com a imensa maioria de suas centenas de títulos disponíveis em inglês.

Criada a partir de um clube de livros e de uma das mais respeitadas revistas americanas sobre o mundo árabe — “Washington Report on Middle Eastern Affairs” —, a livraria faz parte de uma atividade sem fins lucrativos, que busca ampliar o debate sobre o Oriente Médio. Funcionando desde 2005, a livraria hoje é um verdadeiro centro da cultura árabe. No local, por exemplo, é possível comprar peças de artesanato, DVDs, livros infantis e de culinária, produtos alimentícios típicos da região — como ótimos cafés e azeites de oliva — e produtos como louças, feitos por associações de palestinos, com renda revertida para causas humanitárias. A livraria ainda tem áreas especiais para a venda de volumes usados e promove uma série de palestras.

Parte dos livros e produtos que podem ser encontradas na loja também pode ser adquirida pelo site (middleeastbooks.com ), com envio aos Estados Unidos. Em DC, o endereço é 1.902 18th Street NW.

Nova York: os 80 anos da Fundação Guggenheim

A famosa rotunda do Museu Guggenhein de Nova York será ocupada pelas 170 principais obras das coleções permanentes do grupo na cidade e em Veneza. A mostra, que vai até 6 de setembro, é uma comemoração aos 80º aniversário da Fundação Solomon R. Guggenheim. Na exposição, obras de Cézanne, Chagall, Kandinsky, Klee, Picasso e Pollock. A entrada do museu custa US$ 25 (R$ 82). Mais informações em guggenheim.org.

Canadá: baleias em Toronto

Um dos principais museus do Canadá, o Royal Ontario Museum (ROM), em Toronto, exibe até 4 de setembro uma exposição sobre a baleia-azul, um dos maiores animais do planeta (pesam até 150 toneladas). A mostra começa com uma tragédia ambiental: em 2014, nove raras baleias-azuis ficaram presas e morreram, o que representou uma perda de 3% do total da população deste mamífero no Noroeste do Atlântico. Mas, dois desses animais não afundaram e, congelados, tornaram-se objeto de pesquisas inéditas. Graças a essa fatalidade, muito se aprendeu sobre as baleias-azuis, cuja história é recontada pelo museu. Ingressos: 20 dólares canadenses (US$ 15,50)

Estudar inglês em casa vale a pena?

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Aprender inglês em casa é um bom negócio? Neste artigo mostramos como algumas pessoas estão aprendendo o idioma sem precisar frequentar cursos presenciais

Guilherme Willian, no Administradores

Os cursinhos presenciais de inglês estão perdendo alunos. Com o grande crescimento da tecnologia, milhares de pessoas estão optando por estudar inglês sem precisar sair de casa. Aprender inglês sozinho não é uma missão nada fácil, mas o suporte online de professores conhecidos está facilitando a vida dos alunos.

Estudar em casa é mais econômico

O primeiro fator para analisarmos sobre estudar inglês em casa é que a questão da economia que o aluno faz. Um cursinho online chega a ser até 3 vezes mais barato do que um curso presencial. Essa economia se dá em virtude do material ser passado em PDF, sem custo adicional para o aluno. Já na maioria dos cursinhos presenciais se faz necessário adquirir livros com o custo adicional.

Outro ponto de econômia é a questão do deslocamento. Estudando em casa o aluno não terá gastos com transporte, como ônibus, trem, gasolina, etc. Com relação ao transporte ainda podemos citar o ganho de tempo.

Quais são os melhores professores online?

Temos diversos professores renomados quando falamos sobre cursos de inglês online. Conforme mencionei no começo do artigo, a grande vantagem de estudar online é poder ter o suporte do professor mesmo sem precisar sair de casa. O que muitos professores oferecem são grupos no Facebook e fórum tira-dúvidas.

Além disso, os alunos podem treinar online a conversação em inglês com outros alunos do curso.

Entre os principais professores online podemos citar o Mairo Vergara, que possui um canal no youtube com quase 300 mil assinantes.

Um outro professor de bastante sucesso é o Paulo Barros, autor do curso VIP Inglês Winner e do E-book Inglês para Viagens. O canal de Paulo Barros no youtube possui mais de 500 mil inscritos.

O último curso lançado pelo Paulo Barros foi o Inglês para Sobrevivência, com o objetivo de ajudar as pessoas que querem aprender inglês de forma rápida.
Aplicativos

Os aplicativos também são uma ótima maneira de estudar em casa. Temos aplicativos como o Duolingo, que ajudam as pessoas a aprenderem inglês através de questões simples. Além disso, ainda podemos citar os podcasts em inglês, que ajudam muito a aprender novas frases em inglês.

Afinal de contas, vale a pena?

Sem dúvidas estudar inglês em casa vale sim a pena. Não apenas pela questão financeira, mas também pela facilidade de ter contato com outros alunos e também com os professores. Para quem já fez algum curso de inglês presencial deve saber como é difícil a parte de conversação, até porque muitas pessoas são tímidas ou têm vergonha de errar as pronúncias durante a aula. Estudando em casa já é muito mais simples de treinar a fala.

Enem 2016: Como estudar para prova de inglês se divertindo

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Fonte: Shutterstock

Fonte: Shutterstock

 

Veja formas fáceis de aprender inglês para o Enem 2016 se se divertindo

Publicado no Universia Brasil

A prova de inglês do Enem dá medo em muita gente. Ela tem textos longos e exige bastante das suas habilidades de interpretação. Ela costuma pedir o significado de frases a partir de textos ou tirinhas, normalmente em português. Em outras palavras: não basta ter vocabulário para se preparar para esta prova. Você precisa ter experiência com interpretação de textos em inglês.

A boa notícia é que eles não precisam ser textos chatos. Existem vários tipos de texto fáceis de ler e até mesmo divertidos (até se você não gosta de livros). E mais: você não precisa ter um nível altíssimo de inglês para entender.

A seguir, conheça alguns meios de exercitar a sua interpretação no inglês sem morrer de tédio:

1. RELEIA (EM INGLÊS) UM LIVRO QUE VOCÊ GOSTA
Esse é um ótimo jeito de começar! Afinal, você já conhece a história. Isso diminui bastante a chance de você se perder, mesmo se as coisas começarem a se embaralhar. Outra vantagem é que você já vai entrar preparado para a linguagem do livro. Quando você for escolher o seu livro, pense se a linguagem dele é de fácil entendimento. Se o livro era complicado em português, ele vai ser muito mais difícil de entender numa língua em que você não é fluente.

2. INVISTA NOS LIVROS PARA JOVENS ADULTOS
Os livros para jovens adultos (conhecidos como YA, ou young adults), são boas escolhas por serem escritos para ser de fácil entendimento e terem histórias envolventes e divertidas. Aqui vão algumas sugestões de livros:

Percy Jackson e os Olimpianos – Rick Riordan (Percy Jackson and the Olympians)
Jogos Vorazes – Suzanne Collins (The Hunger Games)
A Saga dos Corvos – Maggie Stiefvater (The Raven Cycle)
Maze Runner – James Dashner
Os Instrumentos Mortais – Cassandra Clare (The Mortal Instruments)

Você, provavelmente, pensou também em Harry Potter, mas cuidado para não levar um susto com o inglês britânico. O inglês ensinado no Brasil costuma ser o norte-americano, e algumas expressões e construções de frase típicas dos ingleses pode acabar confundindo alguém, principalmente em uma primeira leitura.

3. LEIA TRABALHOS DE FÃS
Se o seu medo é o tamanho dos livros, trabalhos escritos por fãs (conhecidos como fanfictions, ou fanfics) são uma boa opção. Sites como o Archive of Our Own oferecem uma coleção enorme de textos de todos os tamanhos sobre séries, filmes e livros. Todos são gratuitos e podem ser lidos no próprio site ou baixados para o seu celular em vários formatos (inclusive pdf e epub, o formato aceito pelo Play Books).

Por exemplo, se você leu Percy Jackson (em português ou em inglês), pesquisando o nome no AO3 é possível descobrir vários textos sobre a obra. Eles podem ser continuações da história ou histórias completamente diferentes com os personagens do livro. É só pesquisar o que você quer, e provavelmente alguém vai ter escrito algo sobre isso. Não se esqueça de conferir a classificação indicativa dos textos e as tags antes de ler, elas costumam dar uma noção bem precisa do conteúdo do trabalho.

4. LEIA LETRAS DE MÚSICAS
Essa dica é ótima para quem já gosta de músicas em inglês. A letra da maior parte das músicas é simples de interpretar. Por mais que a prova de inglês do Enem exija um pouco mais do que a interpretação necessária para entender uma letra de música, elas são ótimas para construir vocabulário e deixar lhe dar mais confiança antes de você partir para textos mais complexos.

Para aumentar a efetividade dessa técnica, é importante que as letras estejam disponíveis no seu dia-a-dia. Dificilmente você vai querer parar o seu dia para ler uma letra da Rihanna. Mas se ela estiver disponível no tempo gasto esperando um ônibus por exemplo, as chances de você parar para ler são muito maiores. Por isso, aplicativos para celular como o Musixmatch, que mostra a letra de uma música (com tradução!) quando ela começa a tocar, são muito úteis.

Se você ainda está inseguro, lembre-se que existem várias ferramentas para lhe ajudar. Se você estiver lendo um e-book, alguns aplicativos podem ser bem úteis. O Play Books, por exemplo, oferece o significado de uma palavra quando você toca nela. Para livros físicos, anotar palavras desconhecidas para consultar mais tarde oferece mais confiança e ainda ajuda você a construir seu vocabulário. E lembre-se, nos seus estudos, o Google Tradutor é seu amigo.

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