Sua Segunda Vida Começa Quando Você Descobre Que Só Tem Uma

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Internautas usam cães para recriar trailer de ’50 Tons de Cinza’

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E, sim, é superfofo

Christian e Anastasia precisam de tosa. (Foto: Reprodução)

Christian e Anastasia precisam de tosa. (Foto: Reprodução)

Publicado por Revista Monet

Um vídeo assistido mais de 28 mil vezes no ‘YouTube’ traz um casal de cachorros protagonizando o trailer de ‘50 Tons de Cinza‘.

50 tons de pelo dourado". (Foto: Reprodução)

50 tons de pelo dourado”. (Foto: Reprodução)

A paródia usa o áudio original dos diálogos entre Christian Grey (Jamie Dornan) e Anastasia Steele (Dakota Johnson) para remontar as cenas com dois simpáticos cães.

Há também recomendações (fictícias, claro) de “publicações caninas”: o ‘Trixie Canine News’, por exemplo, eloiga a obra confessando que “babou o tempo todo”.

O verdadeiro ’50 Tons de Cinza’ estreia nos EUA apenas em fevereiro de 2015.

Confira o trailer da versão com cães de ’50 Tons de Cinza’:

Colunista chama Ariano de “velho burro e chato” em texto que repercute na web

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Foto: Reprodução/Blog do Alex Antunes

Foto: Reprodução/Blog do Alex Antunes

Publicado por Diário de Pernambuco

O jornalista, escritor e produtor cultural Alex Antunes criticou o escritor Ariano Suassuna no texto da sua coluna publicada na segunda-feira (28), no Blog Alex Antunes, do Yahoo. O blogueiro que já escreveu para publicações como Rolling Stone, Folha Ilustrada, Animal, General, demonstra ter se incomodado por declarações de Ariano sobre a cultura pop e astros como Michael Jackson e Maddona.

“Me perguntei algumas vezes se deveria escrever este texto. Porque o principal que tenho a dizer sobre Ariano Suassuna é que ele era um velho burro e chato. E o homem, como se sabe, acabou de morrer – o que o eleva automaticamente aos píncaros da genialidade e da infalibilidade nos textos que se espalham pela imprensa”, inicia o texto.

No artigo, o colunista traz longa argumentação sobre cultura popular brasileira e nordestina e os ícones pop. O texto ganhou rercussão na web e dividiu opiniões dos leitores. (Leia a coluna na íntegra)

O escritor paraibano radicado em Pernambuco faleceu no último dia 23 de jullho, vítima de uma parada cardíaca.

Confira o comentário dos internautas:

Augusto Carlos
Pena que resolvestes escrever e perdestes uma ótima oportunidade de ficar calado.

Márcia
Tive o prazer de assistir uma aula espetáculo do Ariano. Gostava dos “causos” contados e críticas também, porém, como sempre ele tinha o humor e uma expressão gentil de nos fazer rir e gargalhar. Portanto, o humor genial dele marcou. Assim como sua obra.

Carlos
Texto de bhosta, de um jornalista de quinta, que comenta asneiras de um dos maiores homens que esse mundo já viu: ARIANO SUASSUNA!

Max
Não há um ser humano, por mais influente que seja,que possa ser avaliado como um ser humano sem restrições.

Reinaldo
Sou branco e cristão e daí? Você não tem outros argumentos que não sejam preconceituosos? E a coragem de atacar um intelectual famoso em vida onde está? Recalcado, oportunista e medroso.

Alexandre
Corajosíssimo, Alex, e aplaudido por mim! Suassuna era inteligentíssimo, talentoso, sim, no entanto, extremamente reacionário, e de um conservadorismo sem igual. Digam o que disserem, classificar a cultura geograficamente é imbecil, sim, e neste quesito, Suassuna era equivocadíssimo! Quanto aos comentários, Alex, não se preocupe, a maioria é composto de quem nunca leu Suassuna, mas o defende só pouqe ouviu falar que é bom. Lembrem-se de quenão estou aqui discutindo seu talento como escritor, inegável, mas em relação à cadeira na ABL… Paulinho Rabbit também tem a sua toquinha lá..

Trajano
Não sei porque as pessoas ficam tão revoltadas! Não é porque o cara morreu que será isento de críticas! Era um homem notório de opiniões bem demarcadas, logo, alvo de críticas e controvérsias como qualquer outra pessoa. E morto por morto, o Michael também está e vocês estão falando mal dele, sacou a inversão? E além de tudo, lembrem-se: liberdade de expressão!

Agora é a vez do “shelfie” conquistar internautas

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Daniela Fenti, no Diário Web

Maísa Nabuco, proprietária de um café cultural em Rio Preto, usa as redes sociais para divulgar acervo - Hamilton Pavam

Maísa Nabuco, proprietária de um café cultural em Rio Preto, usa as redes sociais para divulgar acervo – Hamilton Pavam

Tirar fotos de comida, de si mesmo, de lugares paradisíacos e até do casal após o sexo já foi moda nas redes sociais. Agora, a nova onda é retratar como você organiza seus livros, CDs, DVDs, Blu-rays, jogos, entre outros objetos. O “shelfie” vem do termo “shelf”, em inglês, que significa “prateleira”. O neologismo com o sufixo “ie” remete ao popular “selfie”, palavra que se tornou verbete dos dicionários Oxford e Merriam-Webster, recentemente. Quase 50 mil pessoas de todo o mundo já publicaram imagens no Instagram com a nova hashtag.

Para alguns, é uma forma menos invasiva de se expor, já que o foco está em mostrar detalhes da casa ou do escritório em vez do próprio rosto. Para outros, é uma forma de ir mais a fundo nos assuntos privados, revelando valores pessoais e, por que não, cultura e erudição. Valem tanto registros mais aproximados quanto mais distantes a fim de valorizar a estante. A maioria mostra uma grande quantidade de livros.

Por enquanto, não há muitos adeptos brasileiros. Mas, ainda que timidamente, é possível encontrar rio-pretenses na lista. É o caso de João Paulo Vani, 34 anos, coordenador editorial da HN Editora & Publieditorial. Ele explica que seu objetivo é seduzir os amigos pela leitura. “Sempre tento vender a ideia de que a literatura é uma coisa positiva. Foi a forma que encontrei para mostrar que não só falo sobre livros, mas também os consumo.” Na semana passada, ele republicou uma foto de sua estante no Facebook, com a legenda “Shelfie antiga. Só agora está na moda”. A imagem original havia sido divulgada no Instagram há mais de um ano, quando ainda não se falava no atual fenômeno.

Vani tem cerca de 1,1 mil livros – quase todos já lidos por ele – e um punhado de itens colecionados em suas viagens, como bonecos e canecas. Ele até pensou em fazer um registro novo do local, já que a disposição dos títulos mudou e novas aquisições surgiram. Mas, devido a seu projeto de doutorado, o ambiente está “uma bagunça”, nas palavras dele. “Não seria ‘shelfie’, mas ‘apocalipse zombie’”, brinca, em alusão ao cenário hipotético da literatura apocalíptica. Quem também está na “moda” é a empresária Maísa Râmia Nabuco, 29 anos, sócia-proprietária do Cafezine. Uma semana atrás, ela postou foto de uma de suas prateleiras de livros na página da empresa no Facebook. Como legenda, um trecho do poema “Presságio”, de Fernando Pessoa, com o convite “Alguém gosta?”.

Aliás, esta é uma das marcas registradas do café nas mídias sociais. Em geral, as fotos revelam as prateleiras ou livros específicos, com citações de autores conhecidos. Maísa explica que o hábito surgiu há cerca de dois anos, quando abriu o negócio em Rio Preto, e não sabia que existia um nome para isso. “Eu sempre fiz, acho divertido e visualmente bonito. Além disso, pode servir de estímulo para que as pessoas tenham mais livros em suas casas”, acredita ela. A empresária tem mais de 3 mil títulos, que podem ser consultados e, em alguns casos, comprados ou trocados.

João Paulo Vani faz “shelfie”: objetivo é incentivar a leitura - Guilherme Baffi

João Paulo Vani faz “shelfie”: objetivo é incentivar a leitura – Guilherme Baffi

Será o fim do ‘selfie’?

Talvez o maior modismo da internet dos últimos tempos tenha sido o “selfie”, termo usado para identificar mais de 117 milhões de fotos nas redes sociais de 2012 para cá, ocupando a 20ª posição do Top 100 Tags, do Websta. A ideia é fazer um autorretrato, por meio de smartphone ou webcam, para divulgar nas redes sociais. Na prática, um dos registros mais populares é o da apresentadora Ellen DeGeneres com outros famosos na cerimônia do Oscar, há pouco mais de dois meses.
A empolgação com esse tipo de clique, no entanto, pode estar com os dias contados.

O Webby Awards, prêmio norte-americano que já foi considerado uma espécie de “Oscar da Internet”, proclamou a “morte do selfie” na cerimônia de sua 18ª edição, na última segunda-feira, em Nova York, nos Estados Unidos. Segundo os organizadores, o formato passou por um “ápice fascinante” e sofreu “uma derrocada trágica”.

Sensibilidade virtual

Cada novo modismo na internet reforça a tendência atual da superexposição. De acordo com Kátia Ricardi de Abreu, psicóloga clínica e organizacional, especialista em análise transacional, as pessoas costumam expor aquilo que sentem orgulho em mostrar e a gratificação sempre vem, em forma de curtidas e comentários dos amigos e seguidores. “Até aí, penso que não há nada de mais, pois carinho é algo que todo ser humano necessita. Este é apenas mais um dos caminhos para consegui-lo. Porém, a potência é sempre inferior ao contato pessoal. Saber dosar essa exposição é muito importante”, opina.

Quando o assunto é o “shelfie”, propriamente, a profissional acredita que seja uma nova forma de atenuar a solidão. Isso porque as pessoas poderiam mostrar suas prateleiras e objetos pessoais a quem os visitasse “in loco”, mas como as visitas reais são raras, as oportunidades surgem por meio de recursos digitais. “Cada um usa o mundo virtual para suprir as necessidades que possui. O objetivo é o encontro, a comunicação ulterior: ‘Vejam o que eu tenho, o que eu sou, o que eu faço’.”

Para Valdemar Setzer, professor do departamento de Ciência da Computação do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo (IME/USP), que realiza palestras sobre história e aspectos filosóficos da computação, o brasileiro tem muita “sensibilidade social”, mas precisa tomar cuidado com os recursos tecnológicos. “A internet, para ser bem usada, exige quatro fatores: conhecimento, discernimento, autoconsciência e autocontrole. Além disso, para não provocar problemas psicológicos em terceiros, exige muita honestidade e veracidade”, diz.

Pesquisa divulgada no ano passado aponta o Instagram como a rede social que mais causa depressão nos usuários. Isso porque as comparações entre os perfis faz com que as pessoas sintam inveja e tentem competir umas com as outras.


Neste estudo, Hanna Krasnova, pesquisadora da Universidade Homboldt, de Berlim, na Alemanha, aponta que uma foto apresenta indícios mais explícitos de felicidade do que uma simples atualização de status.

Protesto – #RoccoPreçoBaixo

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Nane de Oliveira, no blog Em sintonia com os livros

Nessa tarde, após um anúncio de novos lançamentos, a blogueira Letícia do Bom Humor Literário protestou sobre o valor de certo livro da editora Rocco que estava R$ 64,00 e a editora respondeu que o valor do livro depende da quantidade de páginas.
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Porém, em muitas outras editoras livros com número de páginas maiores do que os da editora Rocco, custam muito menos. E por isso, o blog Bom Humor Literário, junto com outros blogs e leitores começaram o protesto contra o valor exorbitante dos livros da tal editora, pondo a tag #RoccoPreçoBaixo como os assuntos mais comentados na noite de terça-feira (17).

No protesto, os leitores soltaram a criatividade na divulgação da tag, e separei algumas frases.

@livrosecitacoes #RoccoPreçoBaixo pelo dinheiro que a @editorarocco ganha com a gente, no minimo deveriam trazer a J.K pra bienal

@ Estejali Na balada: “Oi, gatinha, sabe o q tenho lá fora?” “Uma Ferrari?” “Não, um livro da @editorarocco” *barulho de beijos* #RoccoPreçoBaixo

@eufases #RoccoPreçoBaixo Quando me casei, a divisão de bens ficou 8 livros da editora rocco de um lado e o apartamento do outro

@brunabritti Vcs percebem que somando o preço de TODOS os livros da série Outlander, dá mais que um salário mínimo? (836 reais) #RoccoPreçoBaixo

@zannecruz E no final do arco-íris tem o quê? Pote de outro? Claro que não, tem livro da rocco que vale quase a mesma coisa #RoccoPreçoBaixo

@MPessoais #RoccoPreçoBaixo pq a promo da Rocco não é pague 1 e leve 3; é pague 3 e leve 1.

@MozinhaOliveira Já que estou financeiramente impossibilitada de ler livros da Rocco, me divirto lendo os tweets #RoccoPreçoBaixo xD

@MrBooks_ Ganhei na Mega-Sena!! Agora vem a duvida: Ferrari ou livro da #Rocco?? #RoccoPreçoBaixo

@eufases Mendigo encontra um livro da Rocco em um banco de praça e tem sua vida transformada ao vendê-lo . #RoccoPreçoBaixo

@LibiaMazon Tirei um livro da @editorarocco da bolsa e meus colegas pensaram que eu era rica #RoccoPreçoBaixo

@BEmpoeirada Agora é oficial: Jay-Z declara falencia após comprar 2 livros para presentear sua filha.#RoccoPreçoBaixo

@MPessoais #RoccoPreçoBaixo pq não dá pra comprar com o Vale Refeição da empresa.

@juh_ines ia comprar um livro da #Rocco, mas decidi pegar o dinheiro e ir pra Paris. #RoccoPreçoBaixo

@RonaldoLivros Se tem o “Bolsa Família” pq não criar o “Bolsa Rocco” #RoccoPreçoBaixo

@Sessao_das10 Já comecei a juntar dinheiro pra comprar os livros do Harry Potter para os meus netos. #RoccoPreçoBaixo

@Tri_Books A Becky Bloom deve ter se endividado comprando livros da Rocco #RoccoPreçoBaixo

@letrasdecha A editora podia criar o selo Rocco Pobres Leitores porque ninguém tem dinheiro pra comprar os livros né #RoccoPreçoBaixo

@sabrinamazzoni1 O Rocco está querendo lucrar o mesmo que as bilheterias de filmes. #RoccoPreçoBaixo

@CheiroLivros Editora Rocco mudará o nome para Ricco #RoccoPreçoBaixo

@cad_anota11 “Troco teu filho por 2 livros da Rocco!” Sequestrador negociando com o pai da vítima #Roccopreçobaixo

Se você também não concorda com os valores dos livros da editora Rocco, nos ajude na dovulgação do protesto e da tag #RoccoPreçoBaixo no Twitter.
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Nós no blog Em Sintonia Com Os Livros, apoiamos a campanha.

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