Sua Segunda Vida Começa Quando Você Descobre Que Só Tem Uma

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Sequência de ‘Animais Fantásticos’ ganha título oficial

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O elenco de ' Animais Fantásticos e Onde Habitam: Os crimes de Grindelwald' - Divulgação

O elenco de ‘ Animais Fantásticos e Onde Habitam: Os crimes de Grindelwald’ – Divulgação

Publicado em O Globo

RIO — A Warner Bros. anunciou nesta quinta-feira o nome do segundo filme da franquia “Animais fantásticos e onde habitam”. O próximo longa, com previsão de lançamento nos EUA em 18 de novembro de 2018, se chama “Os crimes de Grindelwald”.

Seguindo os acontecimentos do último filme, o bruxo Gellert Grindelwald (interpretado por Jhonny Depp) consegue fugir após ser capturado pelo protagonista Newt Scamander. Solto, ele agora busca uma supremacia dos bruxos contra todos os seres que não se relacionam com a magia. O jovem Albus Dumbledore, interpretado por Jude Law, une então forças com Scamander para prender Grindelwald novamente.

“Animais fantásticos e onde habitam” é uma série de filmes spin-off de “Harry Potter”, tendo como roteirista a autora dos livros originais, J.K. Rowling. “Os crimes de Grindelwald” é o segundo de uma sequência que pretende ter cinco filmes.

Novo livro de J. K. Rowling mescla boas passagens com momentos ingênuos

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Rodrigo Casarin, no Página Cinco

“A imaginação não é apenas a capacidade exclusivamente humana de idealizar o que não existe e, portanto, a fonte de toda invenção; em sua capacidade seguramente mais transformadora e reveladora, é o poder que nos permite sentir empatia pelas pessoas cujas experiências nunca partilhamos”.

Os momentos nos quais J. K. Rowling fala sobre a imaginação e, pela sua abordagem, consequentemente de empatia, são os mais interessantes do livro “Vidas Muito Boas”, que a Rocco acaba de lançar no país. A obra, ilustrada por Joel Holland, traz o discurso que a autora de “Harry Potter” fez em quando foi paraninfa de um grupo de formandos em Harvard, em 2008.

“Muitos preferem não utilizar de forma alguma sua imaginação. Preferem se manter confortavelmente dentro dos limites da própria experiência, sem jamais se dar ao trabalho de imaginar como seria ter nascido outra pessoa. Eles podem se recusar a ouvir gritos ou espiar dentro das celas; podem fechar a mente e o coração a qualquer sofrimento que não os afete pessoalmente; eles podem se recusar a tomar conhecimento”, registra a autora no texto que proferiu aos formandos.

Ainda que não seja obrigatório, é previsível que em um discurso do tipo o autor concentra a fala em sua biografia, e é isso que Rowling. Da trajetória pessoal enfocada, dois momentos merecem destaque. O primeiro é quando ela recorda o que aprendeu enquanto trabalhou no departamento de pesquisa africana da sede da Anistia Internacional em Londres: “Ali, em minha salinha, eu lia cartas escritas às pressas, e enviadas clandestinamente de regimes totalitários, por homens e mulheres que se arriscavam à prisão para informar ao mundo o que acontecia com eles. Vi fotografias daqueles que tinham desaparecido sem deixar rastros, enviadas à Anistia por familiares e amigos desesperados. Li o testemunho de vítimas de tortura e vi imagens de seus ferimentos. Abri relatos de testemunhas oculares, escritos de próprio punho, sobre julgamentos e execuções sumárias, raptos e estupros”.

O outro é quando conta sobre sua decisão de estudar academicamente mitologia e as obras clássicas – ela é formada em Línguas Clássicas e Literatura Francesa -, algo que contrariava a vontade de seus pais, mas acabou sendo fundamental para que tivesse base para escrever sua famosa saga (e para que pudesse pontuar sua fala com citações de gente como Plutarco e Sêneca, que surgem como luxuosos acessórios no discurso).

“Eu estava convencida de que a única coisa que queria fazer, na vida, era escrever romances. Meus pais, porém, que tiveram origem pobre e não se formaram na universidade, consideraram minha imaginação fértil uma idiossincrasia divertida que jamais pagaria uma hipoteca ou garantiria uma aposentadoria […]. De todas as matérias deste planeta, creio que para eles seria difícil citar uma menos útil do que mitologia grega quando a questão é garantir a chave de um banheiro executivo”.

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Fracasso

A imaginação não é o único eixo no qual Rowling apoia seu discurso. Nele, também fala bastante sobre o fracasso, algo que, como ela mesmo diz, provavelmente seja pouco familiar para quem está se formando em Harvard (ou no mínimo baseado em padrões muito mais elevados do que o fracasso de um cidadão médio). Para tal, a escritora lembra do seu próprio fundo do poço: sete anos depois que se formou, o casamento implodiu, ficou desempregada, tornou-se mãe solteira e era tão pobre “quanto é possível ser na Inglaterra moderna, sem ser uma sem-teto”. O que tirou daquele momento? As forças para escrever “Harry Potter”, claro.

“Fracassar significa se despojar do que não é essencial. Parei de fingir para mim mesma que eu era qualquer outra coisa além do que realmente era e comecei a direcionar toda a minha energia para a conclusão do único trabalho que me importava. Se de fato tivesse obtido sucesso em outra coisa qualquer, talvez jamais encontrasse a determinação para vencer na única arena a que eu acreditava verdadeiramente pertencer”, diz Rowling.

É nesse momento que seu discurso soa bastante ingênuo, com um tom próximo da autoajuda. Ora, ela soube lidar com o fracasso e conseguiu criar algo que lhe trouxe um enorme sucesso alguns anos depois – a saga do bruxo está traduzida para 79 línguas e já vendeu mais de 450 milhões de exemplares -, mas isso está longe de ser uma regra, não é mesmo? Ela poderia ter direcionado toda a energia e determinação para a única arena na qual acreditava verdadeiramente pertencer e ainda assim colher apenas um novo fracasso, como acontece com a maioria por aí. Apenas concentrar forças não costuma ser suficiente para que as pessoas consigam algo. Também é preciso uma conjunção de outros fatores que vão desde uma base sólida para que o trabalho seja realizado – a formação e a imaginação de Rowling, no caso – até fatores que fogem do controle da própria pessoa, como achar algum editor que aposte naquilo e leitores receptivos à história.

Outro momento de certa ingenuidade é o final do discurso da escritora: “Se vocês escolherem usar seu status e sua influência para elevar a voz por aqueles que não têm voz; se escolherem se identificar não apenas com os poderosos, mas também com aqueles que não têm poder; se vocês conservarem a capacidade de se imaginar na vida dos que não possuem as mesmas vantagens que vocês, então não serão apenas suas famílias orgulhosas que irão comemorar sua existência, e sim milhares e milhões de pessoas cuja realidade vocês ajudaram a mudar para melhor. Não precisamos de magia para mudar o mundo; todos já temos dentro de nós o poder de que precisamos: o poder de imaginar melhor”.

Sei que são palavras reconfortantes, mas é difícil acreditar que haja tantas pessoas assim que não imaginem um mundo melhor. No entanto, como aponta, isso precisa ser levado à prática; boas ideias que não saem da cabeça infelizmente não mudam a realidade de ninguém. Além disso, para que uma mudança profunda aconteça, na maior parte das vezes é preciso romper ou conflitar com os poderosos, não apenas olhar também para os que não têm poder; é preciso tirar ou diminuir o poder de um e transferi-lo para o outro. Apesar de certas virtudes de Rowling, quando o assunto é discurso de paraninfo, é melhor ficarmos com o “Isto é Água”, do David Foster Wallace.

 

Casa onde Harry Potter ganhou a famosa cicatriz está à venda

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E o medo de você-sabe-quem aparecer à noite?

Diego Lima, no IGN

Os fãs de Harry Potter que não ligam para viver em um lugar onde ocorreu um assassinato e possuem uma graninha guardada no Gringotts poderão comprar a casa onde Tiago e Lílian Potter enfrentaram Você-Sabe-Quem, antes de ele deixar uma cicatriz na testa de Harry Potter e transformá-lo em uma horcrux não planejada.

De acordo com o site Eonline, a residência dos Potter — que na vida real é uma construção do século XIV e foi o lar de uma das famílias mais ricas da Inglaterra durante o período medieval — está localizada em um vilarejo chamado Lavenham, na Inglaterra, e pode ser adquirida por US$ 1,3 milhão, equivalente a aproximadamente R$ 4,1 milhões.

O imóvel possui possui um hall de entrada, seis quartos, uma sala de espera, uma sala de desenho, duas cozinhas e uma sala de jantar.

Nas adaptações cinematográficas dos livros de J. K. Rowling, a residência dos Potter é utilizada na cena em que Harry e Hermione são perseguidos por uma cobra, na primeira parte de Relíquias da Morte, e também na segunda parte, quando Harry tem acesso às memórias de Snape e o enxerga segurando Lílian em seus braços.

Para os fãs da franquia que preferem um histórico de acontecimentos mais “leve”, vale lembrar que a residência dos Dursley — tios que cuidaram e abusaram do Harry durante a infância — também está à venda.

Os livros e escritores mais lidos no mundo

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O americano John Green, do best-seller "A Culpa é das Estrelas". Foto: Justin Tallis/AFP

O americano John Green, do best-seller “A Culpa é das Estrelas”. Foto: Justin Tallis/AFP

 

Nunca se imprimiu tantos livros como nos últimos anos. Os best-sellers mundiais vendem milhões de exemplares e muitos autores são grandes estrelas do mundo da cultura. Mas a popularização da internet, que já abalou jornais, revistas e outros veículos de comunicação, coloca em dúvida o futuro do livro físico

Célio Martins, no Certas Palavras

De cima para baixo: Dan Brown, J.K. Rowling, John Green, Nicholas Sparks e o brasileiro Paulo Coelho.

De cima para baixo: Dan Brown, J.K. Rowling, John Green, Nicholas Sparks e o brasileiro Paulo Coelho.

Quando Miguel de Cervantes conseguiu autorização do rei Felipe II para publicar Dom Quixote de la Mancha, em 1604, a primeira edição teve apenas 300 exemplares. No ano passado, a tiragem inicial do livro A Espiã, do escritor brasileiro Paulo Coelho, foi de 150 mil exemplares só nos Estados Unidos. E a última obra do americano John Green – autor do best-seller A Culpa é das Estrelas – que leva o título nada sugestivo Tartarugas Até Lá Embaixo, será lançado agora em outubro no Brasil com 200 mil exemplares apenas para o público tupiniquim.

A simples comparação evidencia como o livro impresso conquistou leitores e atravessou com firmeza as grandes revoluções na comunicação. Em quase seis séculos desde aquele acontecimento histórico protagonizado por Cervantes, jornais e revistas se popularizaram, veio o telefone, o rádio, a televisão e, mais recentemente, a internet, invento que abalou todas os outros meios de comunicação. Mas o livro impresso seguiu sua jornada (quase) inabalável.

A cada ano surgem grandes “estrelas” do mundo dos chamados best-sellers. Nomes como J.K. Rowling (Harry Potter), J. R. R. Tolkien (O Senhor dos Anéis), Dan Brown (O Código Da Vinci) e Paulo Coelho (O Alquimista) compõem um universo de autores que já venderam mais de 100 milhões de exemplares de suas obras e movimentam centenas de bilhões dólares todos os anos.

Nos dias atuais, no entanto, em que jornais, revistas e outros meios de comunicação buscam novos modelos para se manterem vivos na aldeia digital (termo que deve substituir o famoso conceito de “aldeia global”, criado pelo teórico da comunicação Marshall McLuhan), surge o questionamento inevitável se o livro impresso vai superar essa nova revolução tecnológica. Como não poderia ser diferente em se tratando do futuro de um formato de distribuição de conhecimento, cultura e entretenimento, as previsões são divergentes: de um lado os que acreditam que o livro se perpetuar, independentemente do que vier pela frente; de outro, os que veem o mesmo fim destinado aos outros impressos.

“Muito já se disse sobre o fim do livro impresso, frente à evolução do digital, mas o que aparentemente se desenha não é a extinção de um em função do outro, mas a coexistência das duas plataformas como diferentes experiências de leitura”, diz Danielle Machado, editora executiva da Intrínseca, que tem no seu catálogo campeões de venda como John Green e Walter Isaacson.

Opinião parecida tem o diretor de marketing da Record, Bruno Zolotar, e a diretora de comunicação da Editora Rocco, Cintia Borges. “Você vai numa Bienal do livro e vê uma multidão de jovens comprando livros físicos. O Umberto Eco dizia que o livro físico jamais seria substituído como aconteceu com o cd, por exemplo, porque o livro de papel é uma plataforma perfeita para a leitura”, argumenta Zolotar. “Enquanto a principal característica do mundo digital é a transitoriedade, a sobreposição de informações e conteúdo, o livro é um objeto tangível e de vida longa”, complementa Cintia.

Mas esse otimismo não é compartilhado por gente como o jornalista e escritor paranaense Laurentino Gomes, autor de obras campeãs de venda no país como 1808 e 1822. “No longo prazo, todos os formatos de distribuição que utilizam a plataforma papel vão desaparecer. É uma questão de lógica econômica e ambiental. O livro, mais denso e menos perecível, ainda resistirá um pouco mais de tempo no papel. Mas é só questão de tempo até que livro digital se imponha definitivamente sobre o formato papel”, prevê.

Agatha Christie, um ícone dos best-sellers

Agatha2Na chamada biblioteca de best-sellers, com infindáveis títulos e autores em suas prateleiras, é interessante observar que a onda de escritores dos milhões de exemplares, chamados de comerciais – ou literatura de entretenimento, como preferem classificar muitos literatos para diferenciá-los da ‘alta literatura’ – não começou recentemente.

A campeã e uma das precursoras dessa história é Agatha Christie. O Guiness Book descreve a escritora britânica como a romancista mais bem-sucedida da história da literatura popular mundial em número total de livros vendidos, uma vez que suas obras, juntas, venderam cerca de três bilhões de cópias. Seu maior sucesso, O Caso dos Dez Negrinhos, é de 1939 e bateu os 100 milhões de exemplares.

Outra estrela de maior grandeza desse universo é o norte-americano Sidney Sheldon – o autor de O Outro Lado da Meia-Noite é o escritor mais traduzido do planeta, segundo o Guinness.

Não é só ficção

Além dos autores os quais se pode classificar como de ficção, há escritores de milhões de exemplares em vários outros setores, como religião, ciência, autoajuda, jornalismo, biografias, literatura infantil e até livros para colorir.

Entre os livros mais vendidos no Brasil neste ano, por exemplo, o primeiro colocado – de acordo com levantamento do site publishnews – o primeiro colocado é um livro religioso e o segundo, de autoajuda: Batalha Espiritual – Entre Anjos e Demônios (Editora Petra), do Padre Reginaldo Manzotti, e O Homem mais Inteligente da História (Editora Sextante), de Augusto Cury. Ambos com mais de 100 mil exemplares só neste ano.

Os livros escritos por religiosos, aliás, transformaram-se numa mina de ouro para as editoras. O Padre Marcelo Rossi, por exemplo, fez milagre ao vender mais de 8 milhões de exemplares de Ágape e obter tiragem inicial de 500 mil de Kairós.

No campo da chamada autoajuda, o médico psiquiatra e professor Augusto Jorge Cury superou as fronteiras do Brasil há muito tempo e virou um astro internacional. Seus livros já foram publicados em quase 80 países. Só no Brasil ele vendeu mais de 20 milhões de exemplares, segundo números divulgados pelo site do Grupo Educacional Augusto Cury. Felicidade roubada – um romance psicológico sobre os fantasmas da emoção, é uma de suas obras de grande sucesso.

Alta literatura

O fenômeno das grandes tiragens de livros físicos não se resume aos títulos considerados comerciais ou populares. Obras da chamada alta literatura também exibem números impressionantes.

Além de Dom Quixote de la Mancha, de Miguel de Cervantes, citado no início desta reportagem, estão no topo das vendas ainda nos dias atuais obras como Um Conto de Duas Cidades (200 milhões de exemplares), de Charles Dickens, O Pequeno Príncipe (140 milhões), de Antoine de Saint-Exupéry,

Cem Anos de Solidão, Gabriel García Márquez, Lolita, de Vladimir Nabokov, e O Nome da Rosa, de Umberto Eco, esses com mais de 50 milhões de livros vendidos.

A galáxia juvenil

Paula-PimentaNão é de hoje que livros destinados ao público juvenil fazem sucesso. Os autores mais “curtidos” por adolescentes e jovens formam uma galáxia que ajuda a movimentar o grande universo da indústria do livro. Mundialmente, além de J.K. Rowling (Harry Potter), outro dos grandes nomes atuais desse nicho é a norte-americana Meg Cabot. Autora de mais de 70 livros, bateu recordes com a série de onze volumes de O Diário da Princesa.

No Brasil também existem grandes estrelas desse universo. Só para citar um exemplo, uma escritora de grande sucesso no momento é a mineira Paula Pimenta, que esteve em Curitiba na sexta-feira (21) para o lançamento de sua nova obra Minha Vida Fora de Série – 4ª Temporada. Paula ficou conhecida com a série Fazendo Meu Filme e já vendeu mais de 1,5 milhão de exemplares. Seus livros são lidos em Portugal, Espanha, Itália e toda a América Latina.

“Ainda fico surpresa quando vou ao salão de beleza ou à padaria e as pessoas pedem pra tirar foto comigo! Eu achava que essas coisas aconteciam só com os popstars e atores de televisão, e não com escritores”, relata a escritora ao comentar seu sucesso.

Strike | Série baseada nos livros de J.K. Rowling é renovada

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Cesar Gaglioni, no Jovem Nerd

A BBC decidiu renovar Strike, série baseada nos livros de J.K. Rowling (sob o pseudônimo de Robert Gailbraith), para mais uma temporada, que estreia em 2018.

Strike chegou às telinhas britânicas em agosto, adaptando os dois primeiros livros: O Chamado do Cuco e O Bicho da Seda. A terceira temporada vai abordar os acontecimentos de Vocação Para o Mal, terceiro romance da série.

O programa acompanha as investigações de Cormoran Strike, um ex-veterano de guerra que agora atua como detetive particular. Tom Burke (Guerra e Paz) vive o protagonista e Holliday Grainger (Cinderela) interpreta a assistente Robin.

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