Posts tagged J R R Tolkien

Infográfico – O Senhor dos anéis x As crônicas de gelo e fogo

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Sherlock, no Sobre Livros

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Infográfico: George R.R. Martin x J.R.R. Tolkien – Quem vence essa batalha?

E aí leitores, qual sua saga preferida?

Veja a ficha completa da série “O Senhor dos Anéis” no site:
http://www.sobrelivros.com.br/info-o-senhor-dos-aneis-j-r-r-tolkien/

Veja a ficha completa da série “As Crônicas de Gelo e Fogo” no site:
http://www.sobrelivros.com.br/info-as-cronicas-de-gelo-e-fogo-george-r-r-martin/

dica do Thiago Mendanha

Papa Francisco lê e recomenda os livros de J.R.R.Tolkien

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Publicado por Tolkien Brasil

Segundo o blog italiano Inoltre, do escritor Saverio Simonelli, o recente empossado Papa Francisco já leu as obras de Tolkien e as recomenda para todos como uma boa literatura contemporanea.

Descobriu-se que além de ler Dostoevskji e Borges, o até então cardeal Bergoglio leu os livros de J.R.R.Tolkien e utilizou as obras em seus sermões, dentre eles destaca-se o sermão realizado na homelia de uma missa de páscoa em 2008:

“Na literatura contemporanea Tolkien retrata em Bilbo e Frodo a imagem do homem que é chamado a caminhar e seus heróis conhecer e aplicar, apenas andando, o drama da escolha “entre o bem e o mal”. Mas é uma luta, acrescenta ele, em que não falta a dimensão do “conforto e da esperança” . “O homem no caminho – explica – tem dentro de si a dimensão da esperança: aprofunda-se na esperança. Em toda a mitologia e nessa história ressoa o eco do fato de que o homem é um ser ainda cansado, mas é chamado ao caminho, e se não entrar nesta dimensão desaparece como pessoa e se corrompe”.

Desse ensinamento do Cardeal Argentino Bergoglio, pode-se ver que ele estava falando dos momentos de aflição de Bilbo e Frodo diante da tentação pelo uso do Um anel. Ressaltando que deve-se sempre ter a esperança e lembrar dos momentos de conforto. Esse é justamente um dos pontos chaves do Senhor dos Anéis na viagem de Frodo, em que em momentos dificeis ele se lembrava do condado e isso lhe dava esperanças para continuar a caminhada a até a Montanha e destruir o anel.

O Catolicismo na vida e obra de J.R.R.Tolkien

Muitos criticam a atitude da Igreja e dos cristãos em geral de tentar ‘cristianizar’ as obras de Tolkien, pois tentam mostrar o quanto o professor aplicou preceitos do criatianismo em sua obra. Ao contrário do pensamento do professor sobre o uso de alegorias com a sua obra.

Discussões a parte, é evidenciado em vários momentos da vida do professor a sua forte relação com a fé cristã.

J.R.R.Tolkien foi realmente um católico praticante. Sua mãe se converteu ao catoliscismo, ainda quando o professor era criança. Após a morte repentina de sua mãe Tolkien foi criado pelo Padre Francis Morgan (1857-1934), do Oratório de Birmingham.

Há várias cartas do professor Tolkien que mostram o quanto ele estudava o latim e as escrituras, chegando até a traduzir o livro de jonas (do original) para a versão em Inglês da Bíblia de Jerusalém em 1966.
Além disso o filho mais velho de Tolkien, John Tolkien, se tornou padre da Igreja Católica na Inglaterra.
Em uma de suas cartas, ao ser interrogado por um de seus leitores sobre o cristianismo contido nos livros do senhor dos anéis o professor disse:

“O Senhor dos Anéis obviamente é uma obra fundamentalmente religiosa e católica; inconscientemente no início, mas conscientemente na revisão. E por isso que não introduzi, ou suprimi, praticamente todas as referências a qualquer coisa como “religião”, a cultos ou práticas, no mundo imaginário. Pois o elemento religioso é absorvido na história e no simbolismo. Contudo, está expresso de modo muito desajeitado e soa mais presunçoso do que percebo. Pois, na realidade, planejei muito pouco conscientemente; e devo mormente ser gratopor ter sido criado (desde que eu tinha oito anos) em uma Fé que me nutriu e ensinou todo o pouco que sei; e isso devo à minha mãe, que se apegou à sua religião e morreu jovem, em grande parte devido às dificuldades da pobreza resultante de tal ato”.(Carta 142, 02 de dezembro de 1954, As Cartas de J.R.R.Tolkien, ed. arteeletra, curitiba, 2006).

Enquanto a Igreja Católica condena obras como O código da vinci, Harry Potter (Veja AQUI a carta do Papa Bento XVI que desaprova essa série) e outros livros. Os livros de J.R.R.Tolkien parecem estarem salvos da condenação pela Igreja Católica Apostólica Romana.

Em 26 de fevereiro de 2003, o jornal do Vaticano L’Osservatore Romano recomendou os livros de Tolkien como sendo de inspiração Católica. Segundo o jornal na época os livros possuem “ecos dos evangélios”. O mundo de fantasia do trabalho de Tolkien é “como uma projeção do mundo real, onde os homens são agitados por paixões, impulsionado por sentimentos, escravos do egoísmo, mas aberto aos valores de amizade, amor generosidade, lealdade – mais forte do que a vontade de poder que assola a humanidade.“

O artigo anônimo no L’Osservatore Romano, disse que a obra de Tolkien mostra “uma espécie de teologia”. O Senhor dos Anéis fala através de imagens e sinais, o revisor observa, mas o autor conclui: “Quando a fé inspira um do pensamento e da vida, não há necessidade de chamar a atenção para ela, ela brilha através de tudo.”

Vários livros tentam interpretar as obras de Tolkien sob a luz da Bíblia. No Brasil já foram publicados três livros desse segmento: Encontrando Deus em O senhor dos Anéis, Encontrando Deus em O Hobbit, ambos de autoria de Jim Ware, e ainda, o livro O Senhor dos Anéis e a Bíblia de autoria de Mark Eddy Smith. (mais…)

Há 121 anos nascia J.R.R. Tolkien

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Biografia escrita por Marcelo Forlani no Omelete

Bloemfontein, capital do Estado Livre de Orange, na África do Sul, mudou a história de três diferentes mundos no dia 3 de janeiro de 1892. Nasceu ali John Ronald Reuel Tolkien, o primeiro filho do casal de ingleses Mabel e Suffield e Arthur Tolkien. Três anos depois do seu nascimento, Ronald, seu irmão Hilary (dois anos mais novo) e a mãe se mudavam para a Inglaterra. Aquela era a primeira grande mudança na vida dos dois meninos. Seu pai adoeceu e não conseguiu voltar para a sua terra natal. Mabel morou um tempo na casa dos pais, até alugar um chalé na zona rural de Birmingham. Ficar próximo aos avós e no meio do mato ajudou o menino a não sentir tanta falta da figura paterna e, principalmente, lhe ensinou a importância da natureza, sempre tão presente e viva na sua obra.

Passados quatro anos, os Tolkien saem de Sarehole para uma casa em Moseley. Foi no renomado colégio King Edwards que Ronald iniciou sua brilhante e longa história acadêmica. A mãe de Tolkien morreu quando ele tinha 12 anos. O padre Francis ficou encarregado da educação dos dois, que continuavam sua constante mudança de endereços. Quando dividia um quarto com seu irmão, no segundo andar da pensão da Sra. Faulkner, conheceu Edith Bratt, uma menina três anos mais velha que ele e futura mãe de seus filhos (John, Michael, Christopher e Priscilla).

O romance dos dois é um parágrafo à parte nesta história. Filha de mãe solteira, Edith também ficara órfã há pouco tempo quando os dois se conheceram. Segundo consta na biografia de Tolkien, ela era bastante bonita, baixa, esguia, de olhos cinzentos, um rosto firme e límpido e cabelos curtos e escuros. Os dois foram proibidos de se relacionar pelo padre Francis, que se preocupava com o rumo da vida do jovem rapaz. Ambos continuaram se encontrando e trocando cartas até que ela foi transferida para outra cidade. Obediente, Tolkien só voltou a procurá-la após completar 21 anos. Quando isso aconteceu, ela estava noiva de outro, pois achava que aquele amor havia sido esquecido. Tolkien conseguiu convencê-la de que eram feitos um para o outro e se casaram em 22 de março de 1916.

Na época em que se dedicava exclusivamente aos estudos, Tolkien fundou com seus amigos de colégio a T.C.B.S (Tea Club Barrovian Society). O clube do chá (tea club) remete às tardes em que os garotos passavam na biblioteca tomando chá enquanto estudavam para as provas finais. Depois, já de férias, eles mudaram os encontros para a loja do Barrow, daí o nome Barrovian Society, ou sociedade barroviana.

Com o estouro da Primeira Guerra Mundial, Tolkien teve que se alistar para defender o exército inglês. No front ele pegou uma doença chamada febre das trincheiras, causada pela falta de higiene, e voltou para a Inglaterra. As baixas para o T.C.B.S. foram mais profundas do que isso. Alguns de seus membros fundadores acabaram sucumbindo. A amizade entre eles, porém já havia transformado suas vidas. Toda esta cumplicidade pode ser vista na obra de Tolkien, principalmente na lealdade da Comitiva do Anel, em O Senhor dos Anéis.

Enquanto se recuperava da doença começou a rabiscar O Livro dos Contos Perdidos (The Book of Lost Tales), que mais tarde virou O Silmarillion (The Silmarillion). É neste momento que Tolkien começa a desenvolver o seu universo de orcs e elfos baseados nas lendas finlandesas que ele tanto estudou. Com o fim da Guerra, Tolkien volta a Oxford e retoma seus estudos e carreira acadêmica.

Com a estabilidade, o professor passou a dedicar atenção especial à família. Enquanto corrigia um bolo de provas, uma folha em branco foi o impulso que precisava para começar a colocar no papel as histórias que contava para os filhos. Tudo começava com numa toca no chão vivia um hobbit e as histórias narravam as aventuras de Bilbo Bolseiro, um ser menor que um anão, de pés grandes e peludos, pertencente a esta raça chamada hobbit.

A história caiu nas mãos do editor Stanley Unwin que, depois de ver a velocidade com que seu filho de 10 anos lia a obra, decidiu publicá-la. O Hobbit (The Hobbit – 1937) só tinha um problema. As 310 páginas de sua versão original foram consideradas muito poucas pelos leitores, que a esta altura já podiam ser chamados de fãs. Uma continuação foi encomendada ao escritor, mas com toda a sua responsabilidade (com as aulas) e detalhismo, Tolkien levou nada menos do que 12 anos para terminar O Senhor dos Anéis (The Lord of the Rings), que foi lançado em três volumes – os dois primeiros em 1954 e o terceiro no ano seguinte.

Em 1959, Tolkien, já famoso pela sua obra, se aposenta como professor. As Aventuras de Tom Bombadil, Tree and Leaf e Smith of Wootton Major foram publicados respectivamente em 1962, 1964 e 1967. No ano de 1965, uma versão pirata de O Senhor dos Anéis  é lançada nos Estados Unidos. A obra influencia os hippies que difundiam sua ideologia pacifista da Califórnia para o mundo. Sua esposa faleceu em 1971, aos 82 anos. Um ano depois, ele volta para Oxford e recebe o título de Comandante da Ordem do Império Britânico e de Doutor Honorário em Letras pela Universidade de Oxford.

Em 2 de setembro de 1973, em Bornemouth, J.R.R. Tolkien faleceu, aos 81 anos. O mundo real em que vivemos, o mundo das fantasias que imaginamos, e a Terra Média que, junto com ele, descobrimos.

Que bom!

dica da Luciana Leitão

‘The Green Dragon’- uma experiência Hobbit!

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Publicado no Snack in Box

 

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Os fãs do J.R.R. Tolkien vão adorar esse post. Agora o ‘The Green Dragon’ é uma realidade, a taverna em que os hobbits se deliciavam com suas cervejas e cantorias agora existe de fato na Nova Zelândia. Servem bebidas e comidinhas!

Esse curioso local foi inaugurado no mês passado. Em sua decoração busca ser bastante fiel aos detalhes para oferecer aos visitantes uma verdadeira experiência de Hobbit!

Veja as fotos abaixo. E aí? Embarcaria nessa aventura?

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‘The Green Dragon’

Livro fala dos bastidores de “O Hobbit “

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Publicado no O Diário

 

“O Hobbit de A a Z”, da jornalista Sarah Oliver, conta os bastidores da história escrita por J.R.R. Tolkien que chega às telonas / Foto Divulgação

Os apaixonados pela obra do escritor britânico J.R.R. Tolkien terão mais um motivo para mergulhar na fantasia de Hobbit. Com a estreia do primeiro filme da trilogia na última sexta-feira a editora Universo dos Livros colocou simultâneamente nas livrarias “O Hobbit de A a Z”,  um guia completo escrito pela jornalista Sarah Oliver sobre os bastidores e segredos por trás dos filmes dirigidos por Peter Jackson.

 

Para deleite dos fãs “O Hobbit de A a Z é” é um livro indispensável para entender todas as etapas da adaptação cinematográfica. Dos detalhes do set de filmagem na Nova Zelândia, a coreografia, os testes de elenco, os treinadores de voz, as locações e os dublês usados nas cenas de batalhas.

Na história de O Hobbit, o mago Gandalf e os 13 anões que formam sua companhia contratam Bilbo Bolseiro para uma jornada até a Montanha Solitária, onde tentarão recuperar os pertences dos anões que foram roubados pelo dragão Smaug. É nessa aventura que Bilbo encontra o Anel que desencadeia a trilogia de “O Senhor dos Anéis”.

“O Hobbit de A a Z” traz ainda  em primeira mão depoimentos do diretor e dos atores que interpretam os personagens do filme, como Alfrid, Azog, Bain, Radagast, Elrond, Fili, Galadriel, Gollum e Smaug – o dragão gerado por computador, com a voz de Benedict Cumberbatch.  E, é claro, os protagonistas Bilbo Bolseiro – o ator Martin Freeman quando  jovem e Ian Holm na sua velhice – e Gandalf, o mago de barba branca vivido por Ian McKellen.

(mais…)

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