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Enigmas matemáticos que ninguém foi capaz de resolver valem milhões de dólares

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Publicado na Livraria da Folha

Em “Os Mistérios dos Números“, Marcus du Sautoy, professor no Instituto de Matemática da Universidade de Oxford e pesquisador da Royal Society, apresenta cinco enigmas matemáticos que, até agora, ninguém conseguiu solucionar.

Autor reúne inúmeros problemas, contando a história por trás deles (Divulgação)

Autor reúne inúmeros problemas, contando a história por trás deles (Divulgação)

“Resolver um desses enigmas não lhe trará apenas renome na matemática –trará também uma fortuna astronômica”, escreve Sautoy. “Um empresário americano, Landon Clay, ofereceu o prêmio de US$ 1 milhão para a solução de cada um desses mistérios matemáticos”.

Pode parecer estranho que um empresário arrisque uma fortuna em charadas numéricas. Porém, basta lembrar de que a ciência, a tecnologia e a economia dependem dos números para gerar riqueza. A premiação de Clay é um investimento que provavelmente trará um lucro ainda maior.

A cada capítulo do livro, um dos mistérios matemáticos é exposto pelo autor –“O Estranho Caso dos Infinitos Números Primos”, “A História da Forma Imprecisa”, “O Segredo da Sequência Vencedora”, “O Caso do Código Impossível de Ser Quebrado” e “Em Busca da Predição do Futuro”.

“Nesses cinco capítulos, quero trazer a matemática para a vida, mostrar a você parte da grande matemática que descobrimos até hoje”, diz o autor. Além dos desafios milionários, Sautoy ensina como medir o tamanho de um país, criar uma senha impossível de ser violada, a ganhar no pôquer e no Banco Imobiliário, atirar corretamente um bumerangue e falsificar uma obra do pintor Jackson Pollock.

Marcus du Sautoy também é autor de “A Música dos Números Primos”. “Os Mistérios dos Números”, publicado no Brasil pela editora Zahar, tem lançamento previsto para o dia 22 deste mês.

Detalhista e extensa, biografia desmente suicídio de Van Gogh

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Publicado na Folha de S. Paulo

Por trás do cromatismo visceral de suas telas e de suas composições estonteantes, Vincent Van Gogh, morto aos 37 anos, em 1890, foi um louco, solitário e atormentado. Sua arte, como atesta a mais extensa biografia escrita sobre o impressionista até hoje, seria resultado de uma “vontade heroica de viver”.

“Ele sofria de uma solidão desesperadora, não se dava bem com ninguém, tinha surtos psicóticos, sífilis e um tipo raro de epilepsia”, conta Steven Naifeh, coautor de “Van Gogh – A Vida”, recém lançado no Brasil. “É difícil imaginar que mesmo nesse quadro depressivo, ele se levantava da cama todos os dias para fazer as suas telas.”

No volume de mais de mil páginas, Naifeh e Gregory White Smith, que já escreveram uma biografia vencedora do prêmio Pulitzer sobre o expressionista abstrato Jackson Pollock, mergulham nos ínfimos detalhes da vida conturbada de Van Gogh.

De sua infância na Holanda à passagem por Paris e o fim da vida no interior da França, constroem um diário do artista a partir de sua correspondência com o irmão Theo e de relatos da época.

Divulgação
"Autorretrato com Chapéu de Feltro" (1888), de Vincent Van Gogh
“Autorretrato com Chapéu de Feltro” (1888), de Vincent Van Gogh

“Sou um fanático”, escreveu Van Gogh. “Sinto um poder dentro de mim que não posso apagar e preciso manter aceso. Fico irritado quando me dizem que é arriscado se lançar ao mar. Há segurança no olho do furacão.”

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