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Quarto livro da série das “Crianças Peculiares” chegará ao Brasil

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Sarah Ferragoni, no Beco Literário

A editora Intrínseca anunciou nessa quarta – feira (2/05) que o quarto livro da série O Lar da srta. Peregrine para Crianças Peculiares, A Map of Days, chegará às livrarias brasileiras no próximo semestre. A versão em inglês é esperada nas livrarias americanas para o dia 2 de outubro desse ano e, aqui no Brasil, espera-se que o lançamento acompanhe o internacional.

A série conta com três livros principais e um anexo “Contos Peculiares” nos quais somos apresentados às histórias de crianças que possuem dons extraordinários e estão sob cuidado da Miss Peregrine. No primeiro livro (O lar da srta. Peregrine para crianças peculiares), Jacob, um garoto comum, se depara com a morte misteriosa de seu avô, Abe, que, durante toda sua infância, lhe contava histórias fantasiosas sobre uma ilha na qual vivera durante a Segunda Guerra Mundial. Ao ouvir as últimas palavras dele, Jacob decide ir até o local e descobrir o que seu avô queria que ele soubesse sobre a ilha e o que havia lá. Assim, ele encontra as crianças peculiares das histórias que ouviu durante toda a sua infância.

No quarto livro da série, escrita pelo autor Ransom Riggs, Jacob retorna à Florida após salvar os “peculiares” de uma ameaça. Depois de viajar para 1940 e voltar, ele, Miss Peregrine, Emma e as outras crianças retornam e fazem o seu melhor para agir naturalmente dentro do tempo presente. O novo livro chegará ao Brasil esse ano, os fãs já podem esperar ansiosos pelo lançamento.

Garoto autista lê livros para cães em abrigo nos Estados Unidos

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As visitas semanais são importantes para o garoto e os cachorros se sentirem mais confiantes.

Karina Sakita, no Portal do Dog

Há mais de um ano, um garoto de seis anos chamado Jacob visita os cachorros de um abrigo toda semana.

O menino senta na frente do canil e lê livros para os cães do Carson Animal Shelter, em Los Angeles. Um gesto simples e que pode parecer sem sentido para algumas pessoas, mas que traz benefícios para todos os envolvidos.

Jacob lê livros para os cães. (Foto: Reprodução / The Dodo)

Jacob lê livros para os cães. (Foto: Reprodução / The Dodo)

 

Os animais tímidos e assustados acabam se sentindo mais confiantes para sair de seus “esconderijos” e mostrar como podem ser dóceis. Isso aumenta suas chances de adoção.

Jacob costumava ser muito sensível a barulhos, mas essa convivência com os cachorros do abrigo fizeram bem para ele. O fato de alguns cães latirem enquanto o garoto lê, fez com que ele aprendesse a lidar com as distrações em seu cotidiano.

Essas visitas são importantes para Jacob e para os cães. (Foto: Reprodução / The Dodo)

Essas visitas são importantes para Jacob e para os cães. (Foto: Reprodução / The Dodo)

 

Fonte: The Dodo

10 bibliotecários que mudaram a história

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Publicado por Eu amo leitura

A Lista é muito interessante. Tem alguns nomes nessa lista que me surpreenderam e acho que vai surpreender vocês também:

1) Melvil Dewey:
Criador do Sistema Decimal de Dewey, Melvil Dewey nasceu em Nova Iorque em 1851. Enquanto estudante do Amherst College, teve que trabalhar na biblioteca escolar para custear suas despesas. Acabou por permanecer como bibliotecário após a graduação. Depois de experimentar diferentes métodos de catalogação e organização para bibliotecas, o Amherst College publicou sua obra “A Classification and Subject Index for Cataloguing and Arranging the Books and Pamphlets of a Library” (Classificação e índice de assuntos para catalogar e organizar os livros e folhetos da biblioteca). Dewey é conhecido como “O pai da biblioteconomia moderna” e ajudou até mesmo a criar a Associação de Bibliotecas Americanas (ALA) em 1876.

2) São Lourenço de Roma:
Ele é um dos santos padroeiros dos bibliotecários, São Lourenço foi um diácono católico morto pelos romanos em 258 d. C. por negar-se a entregar a coleção de tesouros e documentos do cristianismo os quais ele estava encarregado de guardar.

3) Mao Tse-tung:
O homem responsável pela unificação da China durante as décadas de 1940 e 1950, quando foi formada a República Popular da China, era um bibliotecário. Em 1918, Mao era um jovem que viveu como um assistente de biblioteca na Universidade de Pequim. O bibliotecário chefe daquela universidade onde Mao trabalhava era marxista e teve êxito em arrastar Mao para o comunismo.

4) Giacomo Casanova:
O infame espião, escritor, diplomata e amante nasceu em Veneza durante a primeira metade do século 18. Apesar de ter sido um seminarista na Universidade de Pádua e no Seminário de São Cipriano, Casanova é bem conhecido por ter sido um beberrão e por seus casos escandalosos com diversas mulheres. Passou seus últimos dias trabalhando como bibliotecário em Dux, na República Checa.

5) Papa Pio XI ou Achille Ratti:
Serviu a Igreja entre 1929-1939. Durante seu pontificado estabeleceu a Festa de Cristo Rei do Universo, além de ter pregado contra a injustiça social e as práticas de corrupção financeira. Antes de ter sido eleito, Ratti era um acadêmico e um bibliotecário. No Vaticano enquanto papa ficou conhecido por reorganizar os arquivos secretos.

6) David Hume:
Teve grande contribuição para a filosofia e a economia no século 18. Escreveu obras importantes como Diálogos sobre a Religião Natural e o Tratado sobre a Natureza Humana. Era anti-mercantilista e, de acordo com a The New School, Hume “também era um dos maiores articuladores da Teoria Quantitativa e da neutralidade da moeda”. Em 1752, Hume tornou-se um bibliotecário na Advocate’s Library em Edimburgo, onde escreveu sua famosa História da Inglaterra.

7) Lewis Carroll:
O autor de Alice no País das Maravilhas, seu nome verdadeiro era Charles Lutwidge Dodgson. Dodgson cresceu em Cheshire e Yorkshire, na Inglaterra. Após graduar-se em matemática em Oxford, tornou-se o bibliotecário auxiliar da Christ Church. Deixou este cargo em 1857 para tornar-se um conferencista de matemática. Dodgson contou a história de Alice pela primeira vez para as três filhas do Deão da Christ Church em 1862. O livro foi então publicado três anos depois e continua sendo um clássico até os dias de hoje.

8) Laura Bush:
A ex-primeira dama conseguiu seu mestrado em Ciências bibliotecárias na Universidade do Texas em Austin depois de uma experiência como professora de primário. Como primeira dama do Texas, ela apoiou a campanha de George W. Bush e iniciou seus próprios projetos envolvendo educação e alfabetização. Quando seu marido tornou-se presidente dos Estados Unidos, Laura apoiou iniciativas de formação de bibliotecários e visitou diversas bibliotecas pelo mundo.

9) Marcel Proust:
Conhecido como um aclamado, crítico e obscuro romancista, Proust decidiu certa vez ir à escola para se tornar um bibliotecário. O escritor francês nasceu em 1871 e sua obra mais famosa Em busca do tempo perdido, continua a ser estudada nos dias de hoje.

10) Jacob Grimm:
Os contos de fadas dos Grimm forma publicados pela primeira vez em 1812. Ainda hoje, as histórias de “João e Maria”, “Cinderela” e “A Branca de Neve” continuam sendo clássicos constantemente reinventados como peças teatrais, filmes da Disney e muito mais. Jacob Grimm trabalhou como bibliotecário em Kasel, após graduar-se em direito. Durante este período, Jacob e seu irmão Wilhelm reuniram contos folclóricos alemães que tratavam de cidadãos ansiosos que pretendiam unificar seus reinos tendo como base a cultura comum.

Adolescente autista pode ser cotado para o prêmio Nobel

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Jacob Barnett, de 14 anos, estuda sistema quânticos

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Publicado em O Globo

O adolescente norte-americano, Jacob Barnett, de 14 anos, diagnosticado com autismo aos dois, pode ser cotado para receber o prêmio Nobel de Física. Em entrevista à rede de televisão britânica BBC, a mãe de Jacob, Kristine Barnett, disse que na época do diagnóstico do autismo do tipo que varia entre o moderado e o forte, os médicos disseram que ele não aprenderia nem a ler e tampouco a escrever.

— Foram tempos difícieis e eu só queria dar uma educação apropriada ao meu filho — conta a mãe, autora do livro “The Spark: a mother’s story of Nurturing Genius” (A centelha: a história de uma mãe de um gênio em desenvolvimento, em uma tradução livre), onde descreve as experiências do filho.

Apesar do diagnóstico pessimista, a mãe de Jacob conta que buscou estimular o desenvolvimento da capacidade de aprendizado do filho e o cercou de elementos que ele gostava, como música. Aos dois anos, relata Kristine, Jacob fazia terapia todos os dias desenvolver a fala, mas ela percebeu que era nos momentos em que estava em casa que ele fazia experiências fantásticas.

— Ele recriava no chão mapas de locais que visitávamos, recitava o alfabeto de trás para frente e aprendeu a falar quatro línguas diferentes — conta Kristine, que percebeu que o filho era diferente quando o levou a um planetário e ele respondeu a todas as perguntas sobre a lua e a massa relativa dos astros, feitas por um instrutor — Ele tinha três anos e meio na época e ficamos muito surpresos.

Para Jacob, que entrou na faculdade aos 11 anos, os conceitos de física e astronomia são de fácil assimilação:

— As perguntas que o instutor fez naquele dia eram triviais — disse rindo à jornalista da BBC.

No ano passado, Jacob fez uma apresentação no TEDx com a temática “A importãncia de parar de aprender e começar a pensar”. Hoje, Jacob prepara sua tese de Phd em sistemas quânticos.

Foto: Google

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