Uma Sombra na Escuridão

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Veja a lista de livros que Madonna anda lendo

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Temáticas humanistas, romances italianos e obras religiosas são alguns das categorias que a estrela escolheu para estar na sua cabeceira

Edson Caldeira, no Metropoles

Madonna é admirada no mundo inteiro por suas performances no palco, a energia inesgotável e a habilidade de continuar trabalhando e produzindo música — mesmo que muita gente preconceituosa se incomode com isso. No entanto, a diva também tem seus momentos longe dos holofotes, aos quais ela já admitiu que adora passar com os filhos ou na companhia de bons livros.

Reprodução/Instagram/Madonna

Reprodução/Instagram/Madonna

 

Recentemente, a cantora compartilhou no Instagram Stories a imagem de alguns deles. A maioria das obras estão disponíveis no Brasil e revelam a versatilidade de Madonna que pelo jeito lê de tudo: desde best-sellers religiosos a romances italianos do pós-guerra.

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“Davi e Golias” de Malcolm Gladwell
Tendo como base a história bíblica de Davi e Golias, o escritor Malcolm Gladwell descobre regras ocultas que moldam o equilíbrio entre os fracos e poderosos. Sendo assim, o autor não concentra sua narrativa apenas no conto do livro sagrado — que mostra a impressionante vitória do pequeno israelita contra o gigante filisteu — trazendo a ideia do campo de batalha para a contemporaneidade.

A reação dos londrinos aos bombardeios alemães na Segunda Guerra, a mente de pesquisadores do câncer e líderes negros dos direitos civis, os assassinatos e o alto custo da vingança, são alguns dos tópicos explorados pelo livro. Em outras palavras, o autor mostra que o verdadeiro poder não tem nada a ver com vantagem material, mas surge através dos frutos da adversidade e da luta.

“Ele [Davi] é mais esperto do que seu oponente, melhor armado e ele teve essa força extraordinária em seu coração. Quando você entende essa perspectiva, você entende que, às vezes, nosso instinto sobre a origem do poder é errado”, explicou Gladwell para o site RNS

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“As Mulheres do Deserto” de Alice Hoffman
O mundo do antigo judaísmo, bem como o desafio de ser mulher naquele tempo, inspirou a autora Alice Hoffman a escrever sua obra que tem como pano de fundo a primeira guerra entre judeus e romanos. Nos anos que se seguiram à destruição do conflito, cerca de 900 judeus refugiaram-se na fortaleza de Massada, situada no litoral sudoeste do Mar Morto.

De acordo com o historiador Josefo, quando a muralha finalmente caiu, cada chefe de família decidiu matar sua própria família para que estes não fossem submetidos à tortura, estupros e escravidão dos romanos. Apenas duas mulheres e cinco crianças sobreviveram.

Com base neste evento trágico, Hoffman tece um conto de quatro mulheres ousadas que, mesmo diante de uma brutalidade desonesta e a pressão do desespero optaram pela esperança e o vínculo feminino.

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“Sapiens – Uma História Breve da Humanidade” de Yuval Noah Harari
Nesta obra, Yuval Noah Harari, doutor em História pela Universidade de Oxford, mostra uma visão macro da a história dos seres-humanos. Mais que uma simples aula de história, Harari levanta questões de identidade, consciência e inteligência, lidando com o tipo de escolhas e dilemas que um mundo totalmente automatizado nos apresenta.

Para isso, o autor divide o livro em três tópicos, que ele chama de “revoluções. Primeiro, a revolução “cognitiva” que ocorreu há cerca de 70 mil anos — quando começamos a nos comportar de maneiras muito mais engenhosas com o desenvolvimento da linguagem. Depois, a revolução agrícola, que trouxe fatores como fome, maior suscetibilidade à doenças e formas desonestas de hierarquia. Harari acha que a troca foi uma “barganha ruim” e que estávamos melhor na era da pedra.

A “revolução científica” começa há cerca de 500 anos e desencadeia a revolução industrial, há cerca de 250 anos, o que desencadeia a revolução da informação, há cerca de 50 anos, o que desencadeia a revolução biotecnológica, que Harari suspeita sinalizar o fim do sapiens.

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“Mais esperto que o Diabo” de Napoleon Hill
Napoleon Hill escreveu este livro em 1938, no entanto, sua narrativa continua sendo atual para quem gosta de uma literatura motivadora. Usando sua habilidade para chegar à raiz do potencial humano, o autor, que foi assessor do presidente Franklin Delano Roosevelt, identifica os maiores obstáculos que enfrentamos para alcançar objetivos pessoais: medo, procrastinação, raiva e ciúme, como ferramentas do Diabo.

Sabendo que esses métodos ocultos de controle podem nos levar à ruína, o escritor revela os sete princípios do bem que nos permitirão triunfar sobre eles e ter sucesso. Além disso, a obra mostra ao leitor como criar a própria renda para o sucesso, harmonia e realização em momentos de incerteza.

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“Cérebro Adolescente” – de Daniel J. Siegel
Madonna é mãe de 6 filhos, quatro deles já são adolescentes, por isso, nada mais justo do que compreender esse universo. Para o autor, é importante que os pais considerem que na adolescência, o cérebro está sendo transformado de forma maciça e suas funções terão um impacto duradouro.

Siegel, professor de psiquiatria clínica na Universidade da Califórnia, dividiu a obra em quatro partes. Nelas, o autor explora a essência da adolescência moderna, desmistifica o funcionamento interno do cérebro adolescente, descreve como os relacionamentos moldam o senso de identidade e oferecem dicas para que pais e filhos trabalhem juntos para formar uma conexão profunda uns com os outros .

Por isso, ele procura dissipar o mito de que os problemas dessa fase a são devidos a hormônios furiosos, convencendo os leitores de que os adolescentes não só podem sobreviver a esse período como também prosperar com ele.

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“A Amiga Genial” de Elena Ferrante
Elena Ferrante optou por deixar apenas sua obra brilhar enquanto ela permanece anônima. A escritora italiana é autora de seis romances, entre os quais o famoso “A Amiga Genial”, mas nunca fez nenhuma aparição pública. O enredo do livro, no entanto, ganhou proporções inimagináveis, aparece nas listas de best sellers e em breve servirá de inspiração para uma série da HBO.

A história começa na década de 1950, num bairro pobre mas vibrante nos arredores da Nápoles do pós-guerra (talvez venha daí a identificação de Madonna com a obra, já que a estrela pop tem origem italiana e também nasceu nessa época). Crescendo nessas ruas difíceis, duas garotas aprendem a confiar uma na outra antes de qualquer pessoa ou qualquer outra coisa.

Mesmo sendo um retrato ficticioso da história, a obra também narra as formas de realização de uma nação passando por mudanças importantes.

Empresária lê até 10 livros por mês e atrai mais de 11 mil seguidores ao revelar histórias que mudaram sua vida

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A empresária confessa que não perde a oportunidade de ler nenhum dos livros que recebe em casa (Foto: Arquivo Pessoal | Stephany Almeida)

A empresária confessa que não perde a oportunidade de ler nenhum dos livros que recebe em casa (Foto: Arquivo Pessoal | Stephany Almeida)

 

Além de descobrir um refúgio para a tristeza, Stephany Almeida, moradora de Areal, RJ, se descobriu como inspiradora de novos leitores.

Aline Rickly, no G1

Há três anos, a empresária Stephany Almeida, de 30 anos, encontrou na leitura um refúgio e uma forma de escapar da tristeza. Moradora de Areal, na Região Serrana do Rio, ela tem dois filhos: uma menina, de 5 anos, e um menino, de 10, e também administra uma loja de roupas. Mesmo com tanta ocupação, contou que chega a ler dez livros em um mês.

Em 2015, sem ter com quem dividir as dezenas de histórias que consumia, resolveu criar um perfil nas mídias sociais – Ste bookaholic – que já conquistou mais de 11 mil seguidores. O número quase alcança o de habitantes da cidade de Areal, que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), possui 11.423 moradores.

“Nem imaginava que ia ter todo esse alcance quando comecei, mas foi acontecendo e hoje é uma das coisas que me deixa mais feliz. Me fez descobrir uma nova missão na minha vida. É gratificante poder inspirar tantas outras pessoas a amarem a literatura, assim como eu”, diz.

O encontro com Nicholas Sparks

Uma das recompensas desde então foi participar de uma sessão de autógrafos com um de seus autores preferidos, Nicholas Sparks, no Leblon. Ele é autor de obras como Diário de uma paixão, Querido John, Dois a dois e A Última Música.

“Eu sempre gostei de ler. Não tanto, mas sempre li. Há uns três anos, estava muito desanimada e começando a ficar deprimida e então encontrei na leitura uma cura. A partir daí comecei a ler sem parar. Terminava um livro e começava outro. Lia as histórias e amava”.

Stephany confessa que, em meio a tantas ocupações, como arrumar as crianças, levar para a escola, além de administrar a loja, encontrar um espacinho no meio do dia para embarcar em uma história não é uma tarefa tão fácil.

“Às vezes leio de manhã, antes das crianças acordarem. Alguns dias consigo ler na loja. Mas o momento em que mais consigo me dedicar é durante a noite, enquanto as crianças brincam ou dormem”, disse.

No início, ela contou que a leitura e os perfis nas mídias sociais eram só uma distração, onde postava apenas uma pequena legenda sobre as histórias e pronto. Porém, conforme o número de seguidores foi crescendo, a responsabilidade também aumentou.

“Alguns autores começaram a entrar em contato para enviar seus livros. Então comecei a levar mais a sério e a me dedicar mais, escrevendo resenhas mais longas sobre as obras e caprichando mais nas fotos”, comentou.

Stephany revela que não perde a oportunidade de ler todos os livros que recebe em casa, seja das editoras ou dos autores. E sempre que compra um livro, compra para os filhos também para incentivá-los à leitura desde pequenos.

Desde que embarcou nesse mundo, a empresária conta que começou também a participar de eventos como Bienal, sessão de autógrafos com autores renomados e clubes de leitura.

“Às vezes quando conto para as pessoas sobre o meu projeto elas me perguntam quanto eu recebo para isso. E quando eu digo ‘nada’, elas ficam chocadas porque hoje tudo tem um interesse por trás e eu faço por prazer. Atualmente, recebo alguns livros, mas mesmo quando não recebia, já amava”, afirmou.

Para a empresária, a leitura trouxe um novo sentido para a vida e preencheu as lacunas que antes abriam espaço para a tristeza.

“Leio muitas histórias diferentes, gosto especialmente daquelas que tocam o coração, que fazem ver o mundo com outros olhos, com empatia, que me fazem ver a realidade do outro sem julgamentos e preconceitos. A leitura me tornou um ser humano melhor”, revelou ela, que sempre sonhou em cursar medicina, mas os rumos da vida a levara a se matricular na faculdade de Assistência social, que também não concluiu. Agora, Stephany afirma que os sonhos são outros, como escrever um livro, por exemplo.

Mangá ‘Akira’ ganhará nova edição brasileira adaptada do original japonês

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Obra de Katsuhiro Otomo será publicada em seis volumes e em preto-e-branco

Publicado em O Globo

SÃO PAULO – Trinta e cinco anos depois de ser lançado no Japão, o mangá “Akira” ganhará uma nova edição no Brasil, onde foi publicado pela primeira vez nos anos 1990 pela Editora Globo. A ficção distópica de Katsuhiro Otomo será reeditada pela JBC no formato original japonês, com leitura da direita para a esquerda e desenhos em preto-e-branco, além de tradução direta do idioma original. O primeiro dos seis volumes, que terão formato um pouco maior do que o dos quadrinhos americanos e cerca de 350 páginas por edição, está programado para sair na primeira semana de junho. O preço vai girar em torno de R$ 70, por volume.

Detalhe da capa do primeiro volume da nova edição brasileira do mangá “Akira” - Divulgação

Detalhe da capa do primeiro volume da nova edição brasileira do mangá “Akira” – Divulgação

Lançado originalmente em 1982, “Akira” propõe um futuro distópico não muito distante de onde estamos hoje. Nas primeiras páginas, uma explosão atômica destrói Tóquio. Trinta e oito anos depois, uma nova capital, Neo-Tóquio, se ergue dos entulhos, com a população à mercê de gangues de motociclistas e facções anti-governo consideradas terroristas. O país planeja fazer as Olimpíadas no local onde caiu a bomba. Uma nova geração também ganha vida, com capacidade de gerar energia usando poderes da mente — com consequências terríveis.

Kaneda e Tetsuo, que fazem parte de uma gangue, são envolvidos em uma trama que esconde o desenvolvimento de um projeto para potencializar os poderes extrassensoriais das pessoas. Em seus passeios por Neo-Tóquio, os amigos topam com o Número 26, uma criança que é produto dessas experiências, e Tetsuo acaba sendo ferido e desaparece.

Segundo Cassius Medauar, editor-chefe da JBC, a versão brasileira terá uma periodicidade semestral:

— Quando o Otomo aprovou o relançamento, ele disse que queria que fosse relançado do jeito dele. Então, todo o material foi digitalizado e retocado. É um processo que demora muito tempo. E os japoneses são muito exigentes, querem aprovação para tudo. Por isso, estamos prevendo uma demora nos lançamentos —disse ele.


A EDIÇÃO BRASILEIRA

A primeira edição de “Akira” começou a ser publicada no Brasil em dezembro de 1990. A Editora Globo baseava-se na versão americana da Epic Comics, selo alternativo da Marvel, completamente ocidentalizada, com inversão do sentido original de leitura, colorização dos desenhos e a tradução de um elemento fundamental dos mangás, as onomatopeias.

Em setembro de 1993, a publicação das revistas, que vinham sendo lançadas todos os meses regularmente, sofreu uma interrupção no número 33. E só seriam retomadas em dezembro de 1997, quando foi lançado o número 34, e encerradas com a publicação do número 38, em abril de 1998.

Com o sucesso da versão em longa-metragem de animação de “Akira” e dos brinquedos e outros produtos no Japão, a produção de quadrinhos passou a ter atrasos, chegando ao ponto de os americanos não terem mais material trabalhar e, por consequência o Brasil, já que tudo vinha de lá. A Marvel decidiu, então, interromper a publicação e retomá-la só quando a série tivesse terminado.

Pessoas que leem são melhores amantes, diz estudo

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Cena do filme "Um lugar chamado Notting Hill": a atriz Anna Scott (Julia Roberts) apaixona-se pelo livreiro William Thacker (Hugh Grant) - Divulgação

Cena do filme “Um lugar chamado Notting Hill”: a atriz Anna Scott (Julia Roberts) apaixona-se pelo livreiro William Thacker (Hugh Grant) – Divulgação

 

Mulheres se interessam por homens empreendedores; eles preferem leitoras de ficção

Publicado em O Globo

RIO — Há uma razão pela qual tantos filmes e programas de TV retratam os primeiros encontros de um casal em livrarias ou enquanto leem no parque. De acordo com um estudo do site de relacionamentos eHarmony, este cenário não é apenas sonhador e romântico. Quem menciona a leitura como um hobby em seu perfil na rede chama mais atenção do sexo oposto.

Os homens que se interessam por leitura recebem 19% mais mensagens; entre as mulheres, o crescimento é de 3%.

Os usuários acostumados com livros são considerados “mais curiosos intelectuamente do que a maioria e têm mais facilidade para estabelecer relacionamentos abertos e de confiança”.

Há, no entanto, uma ressalva: nem todos os livros têm o mesmo efeito.

A leitura mais indicada para os homens é de dois livros do empresário Richard Branson, fundador do grupo Virgin: “Acredite em você e vá em frente” e “Like a Virgin – os segredos do empresário mais excêntrico do mundo”. Quem se debruça sobre estas obras atraem 74% mais atenção do que os outros usuários.

Outros livros indicados para os homens são “A garota com tatuagem de dragão” (que rende 36% mais mensagens do que os outros internautas), de Stieg Larsson, “1984”, de George Orwell (21%) e “O Código da Vinci”, de Dan Brown (5%).

Entre as mulheres, o número de mensagens é maior para quem lista, entre seus livros preferidos, “Jogos Vorazes”, de Suzanne Collins (44%), “A garota com tatuagem de dragão” (31%) e “Game of Thrones”, de George R. R. Martin (30%).

Mas alguns livros servem como verdadeiros repelentes. Homens que dizem gostar da série “Harry Potter” recebem 55% menos mensagens do que outros usuários. E as mulheres devem esconder a série “Cinquenta tons de cinza”, que diminui a cobiça masculina em 16%. A Bíblia faz usuários de ambos os sexos perderem interesse.

Estante Virtual celebra Dia do Livro neste domingo (23) com caça ao tesouro

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RI Rio de janeiro 17/09/2009 XlV Bienal do Livro no Riocentro Rio de Janeiro.Um dos sucessos da feira Estante Virtual atrai público de todas as idades. André Garcia um dos idealizadores do projeto Foto Marco Antônio Teixeira/ Agência O Globo

RI Rio de janeiro 17/09/2009 XlV Bienal do Livro no Riocentro Rio de Janeiro.Um dos sucessos da feira Estante Virtual atrai público de todas as idades. André Garcia um dos idealizadores do projeto Foto Marco Antônio Teixeira/ Agência O Globo

 

Publicado no Segs

Empresa vai espalhar 200 chaves mágicas pela Praça Mauá, que poderão ser trocadas por livros no estande montado em frente ao MAR. Exemplares autografados por personalidades como Fernanda Gentil, Roberto Medina e Fernanda Venturini fazem parte da seleção e público também será convidado a participar de um troca-troca de livros

Em comemoração ao Dia Mundial do Livro, no domingo (23), a Estante Virtual vai promover uma caça ao tesouro na Praça Mauá. Serão 200 chaves espalhadas pela região e quem as encontrar poderá trocar por um livro no estande que estará montado no local, em frente ao Museu de Arte do Rio – MAR. A atividade acontecerá das 10h às 17h, mas será dividida por horários de acordo com os diferentes públicos – infantil, infanto-juvenil e adulto. Para tornar a busca ainda mais instigante, alguns exemplares autografados por personalidades fazem parte da seleção.

“Recebemos muitas doações bacanas de nomes dos mais variados segmentos, como Fernanda Gentil, Alex Escobar, Elisa Lucinda, Alexandra Richter, Giselle Tigre, Cris Nicklas, Hilayne Yaccoub, Robson Caetano, Fernanda Venturini, Mylena Ceribelli, Paula Acioli, Julio Braga, Roberto Medina, e outros. Além de ceder os livros, entre biografias e até mesmo exemplares raros, como o título ‘Teatro Completo’, de Nelson Rodrigues, doado pelo ator Antonio Fragoso, cada um deles fez uma dedicatória para tornar o presente ainda mais especial”, conta Erica Cardoso, gerente de marketing da Estante Virtual, ressaltando que a ação reforça o compromisso do portal em ser um importante multiplicador de uma rede de leitura.

Desde que foi criada, há onze anos, o maior mérito da Estante Virtual é oferecer acesso à imensa riqueza literária dos sebos brasileiros, que vai muito além de livros raros e esgotados, uma vez que abarca quaisquer tipos de livros (incluindo títulos seminovos e novos) comprados nas pontas de estoque das editoras. “Nessa imensa diversidade, tendo a maior ‘cauda longa’ do mundo em variedade de títulos em língua portuguesa, acredito que a Estante consegue influenciar as pessoas a ir além do óbvio dos livros mais vendidos, rumo a uma leitura com diversidade muito maior do que as livrarias convencionais podem proporcionar”, resumiu André Garcia, lembrando que mesmo na era tecnológica em que vivemos, o livro físico ainda vem ganhando por larga vantagem do virtual.

“O livro é um objeto, algo reconfortante em um mundo em que estamos vidrados em telas o tempo todo. O tempo da leitura é um tempo de descanso da virtualidade, um tempo de desconexão, e isso é imprescindível”, defende, acrescentando que, na ação deste domingo, além da caça ao tesouro, também haverá um mural onde o público poderá deixar mensagens e será estimulado a participar de um troca-troca de livros.

Para a realizar a ação, a Estante Virtual comprou cerca de 500 títulos da rede de pequenos livreiros parceiros do portal. Criada em 2005, a empresa já ultrapassou a marca de 16 milhões de livros vendidos em todo o país. Formada por uma rede que integra 2.600 pequenas livrarias, a plataforma possibilita uma redução de custos de até 75%.

Horários Caça ao Tesouro

11h – Livro infantil

12h – Um Rio de poemas

13h – Literatura pelo mundo

14h – Livro infantil

15h – Mulheres fortes

16h – Seleção Young Adults

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