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Conheça essas 13 excelentes estratégias para turbinar e facilitar sua capacidade de estudo

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Publicado no Amo Direito

Não há nada mais desmotivador do que chegar ao fim da página de um livro e perceber que a concentração foi embora entre um parágrafo e outro, e com ela, levou também a sua capacidade de retenção das informações.

Quando o volume de leitura exigido é grande, adotar estratégias é essencial para não ficar a ver navios enquanto os ponteiros do relógio dão voltas e os livros, um “baile” em você.

Mas, antes de sair em busca de soluções milagrosas, como o uso de remédios controlados, veja o que indicam três especialistas em técnicas de estudo para concursos públicos. As dicas estão divididas em três blocos (concetração, leitura rápida e retenção de informações) e valem para concurseiros, universitários e vestibulandos:

Para turbinar a concentração

1. Cuide do seu estado mental
“Não se consegue a alta performance de repente, sobretudo, para quem está afastado dos estudos há muito tempo”, diz José Roberto Lima, autor do livro “ Como passei em 15 concursos” (Editora Método).

De acordo com ele, com o hábito de estudar o rendimento melhora. “A persistência desenvolverá outro atributo importantíssimo: o prazer de estudar e de aprender”, diz.

2. Bloqueie distrações
“Isso significa desligar o celular para não ter mensagens chegando toda hora, sair do computador, fechar a porta do quarto e avisar para não ser perturbado”, diz Marcello Leal, professor do site Questões de Concursos.

Aquela escapadinha para conferir a timeline do Facebook é tão irresistível quanto prejudicial. “O cérebro perde a concentração que vinha mantendo e, para reiniciar o processo, demanda tempo e energia”, diz.

3. Escolha o ambiente adequado
A luminosidade deve ser apropriada, assim como a tranquilidade do ambiente. “Se a casa tem muita gente ou muita distração, o ideal é procurar uma biblioteca”, indica João Mendes, coordenador do curso Ênfase.

4. Mantenha postura correta
Estudar na cama só é bom para embalar o sono. “A pessoa deve evitar ler deitada ou escorada, e, sim, ler sentada, com a coluna ereta, o joelho dobrado a 90 graus e não ficar com a cabeça excessivamente baixa”, diz Mendes.

5. Faça pausas
“Saiba também que não dá para ficar concentrado durante muito tempo, então é importante estabelecer metas e prazo”, diz Marcello Leal, professor do site Questões de Concursos.

Estude por no máximo 50 minutos antes de fazer um intervalo. Depois se dê até 10 minutos de descanso antes de voltar para os estudos. Durante a pausa, levante da cadeira, faça alongamentos, ande um pouco, indica Leal.

6. Use o seu relógio biológico a seu favor
Você é do tipo matutino, vespertino ou noturno? “Cada pessoa possui um período do dia no qual produz mais. Seja ele pela manhã, tarde ou noite, trate esse momento como sendo o mais importante e estude durante ele os pontos mais difíceis”, diz Leal.

Para ler mais rápido (mais…)

Confira essas 4 estratégias de estudo que aumentam em mais de 60% as suas notas

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Publicado no Amo Direito

Estudo feito por pesquisadores da Universidade de Nebraska-Lincoln, nos Estados Unidos, revela métodos de estudos que aumenta de 29% a 63% as notas dos estudantes.

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Nebraska-Lincoln, nos Estados Unidos, revelou técnicas de estudos que podem aumentar em 29% a 63% os resultados dos alunos em testes. Os estudantes que foram bem-sucedidos utilizaram métodos como gravar notas completas, criar quadros comparativos, desenvolver associações e perguntas práticas. As metodologias foram empregadas em computadores portáteis como laptops e iPads.

A pesquisa, feita por Ken Kiewra e Dharmananda Jairam, foi publicada no Journal of Educational Psychology. “Nosso estudo mostrou que os resultados realmente melhoram quando os estudantes usam estratégias mais poderosas de estudo”, disse Kiewra, professor de psicologia educacional e especialista em métodos de estudo.

O professor chama o conjunto de estratégias de método SOAR. A sigla corresponde a quatro ações nos estudos: selecionar ideias principais do conteúdo, organizar as informações com quadros comparativos e ilustrações, associar ideias para criar conexões significativas e regular o aprendizado por meio da prática. “Essa técnicas complementam a maneira como o cérebro processa informações. O aprendizado é melhor quando informações importantes são selecionadas de ideias menos importantes”, completa Kiewra.

O especialista argumenta que com o aumento cada vez maior do uso de computadores para o estudo, é vital para os alunos aprendam maneiras melhores de processar e usar as informações. Para o autor, o sucesso dessas técnicas também depende dos professores. “Os docentes precisam ajudar os estudantes a dissipar métodos de estudo debilitantes como grifar, sublinhar e ensaiar, e ensiná-los estratégias que os ajudem a ser bem-sucedidos”, diz.

Fonte: Universia Brasil

Atividade cerebral é maior em crianças que escutam histórias de ninar

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Ler para crianças pequenas amplia o repertório de linguagem

Ler para crianças pequenas amplia o repertório de linguagem

Perri Klass, no UOL [via The New York Times]

Pouco mais de um ano atrás, a Academia Americana de Pediatria divulgou uma diretriz dizendo que todos os cuidados pediátricos primários deveriam incluir a promoção da leitura, começando no nascimento.

Isso significa que os pediatras deveriam aconselhar rotineiramente os pais da grande importância da leitura, mesmo para as crianças menores. A diretriz, que escrevi com Pamela C. High, contava com uma análise crítica da pesquisa volumosa sobre os vínculos entre crescer com livros e leitura em voz alta e o desenvolvimento posterior da linguagem e do sucesso escolar.

Porém, embora saibamos que ler para uma criança pequena esteja associado a bons resultados, existe uma compreensão limitada de qual mecanismo pode estar envolvido. Dois estudos novos examinam as interações inesperadamente complexas que acontecem quando se coloca uma criança no colo e se abre um livro com gravuras.

Neste mês, o periódico “Pediatrics” publicou um estudo que utilizou ressonância magnética funcional para estudar a atividade cerebral de crianças de três a cinco anos enquanto ouviam histórias adequadas à idade. Os pesquisadores encontraram diferenças na ativação do cérebro de acordo com a quantidade de leitura que as crianças estavam acostumadas em casa.

Crianças cujos pais relataram mais leitura em casa demonstraram ativação significativamente maior de áreas cerebrais em uma região do hemisfério esquerdo chamada córtex de associação parietal-temporal-occipital. “Essa área cerebral é toda voltada à integração multissensorial, que integra som e estimulação visual”, afirmou o autor principal, John S. Hutton, pesquisador clínico do Centro Médico Hospitalar Infantil de Cincinnati, nos Estados Unidos.

Essa zona é conhecida por ser muito ativa quando crianças mais velhas leem para si mesmas, mas Hutton observa que ela também é estimulada quando as mais novas escutam histórias. A grande novidade é o fato de as crianças expostas a muita leitura em casa mostrarem uma atividade significativamente maior nas áreas do cérebro que processam a associação visual, embora a criança estivesse no aparelho apenas ouvindo uma história e não pudesse ver as ilustrações.

“Quando as crianças estão ouvindo a narrativa, a mente fica imaginando a história. Por exemplo, ‘o sapo saltou o tronco’. Eu vi um sapo antes, vi um tronco antes. Qual é o sentido disso?”, disse Hutton.

Segundo ele, os níveis diferentes de ativação cerebral sugerem que as crianças com mais prática no desenvolvimento dessas imagens visuais, enquanto olham as gravuras dos livros e escutam as narrações, podem desenvolver habilidades que as ajudarão mais tarde a compor imagens e histórias a partir de palavras.

“Isso as auxilia a compreender qual é a aparência das coisas e pode ajudar na transição a livros sem ilustrações. Vai ajudá-las posteriormente a serem leitores melhores porque desenvolveram aquela parte do cérebro que as auxilia a ver o que está acontecendo na história.” (mais…)

Os livros podem ser sempre os mesmos

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Os livros podem ser sempre os mesmos, já os leitores estão em constante mudança

Nicole Ayres Luz, no Homo Literatus

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“Não podemos nos banhar duas vezes no mesmo rio porque as águas se renovam a cada instante”. De acordo com a filosofia de Heráclito, nem o homem nem as águas do rio são mais as mesmas quando se volta a mergulhar. A lógica pode ser aplicada à leitura: não se lê duas vezes o mesmo livro. Em essência, o livro é o mesmo. Mas o leitor não.

Somos modificados pelas experiências reais e fictícias que vivenciamos ao longo do tempo. Por isso, a perspectiva, quando se relê qualquer livro, já será diferente. É comum que se passe a gostar de uma obra que, na época, não apreciamos por falta de compreensão. Ou o contrário: que uma obra pela qual éramos fissurados perca a graça após alguns anos, por causa da maturidade crítica adquirida. Só ao evocar lembranças de antigas leituras, certas vezes podemos perceber o quanto nossa maneira de pensar era outra!

Há também o caso de, a cada releitura, encontrarmos novos elementos não captados antes. Passamos a enxergar os detalhes, somamos nossos novos conhecimentos ao conteúdo inalterado do livro. Umberto Eco sabiamente percebeu que toda literatura é uma obra aberta, com infinitas possibilidades de leitura. A cada época e de acordo com cada leitor, ela será analisada e sentida de maneira diversa.

Portanto, cada releitura é uma redescoberta. Nossos livros de cabeceira jamais se esgotam, disponíveis a novas aventuras no momento em que estivermos preparados. Outras chances também podem ser dadas aos livros rejeitados no passado. Talvez passemos a valorizá-los agora. Talvez continuemos com uma impressão ruim, porém provavelmente por razões diversas. Até as obras que odiamos nos ensinam e nos modificam. Até as obras consideradas de pouca qualidade. Por isso talvez algumas pessoas resistam tanto a se apegar à leitura. Exercício perigoso esse, que nos faz entrar em contato com nosso universo interior e refletir sobre a vida. Amadurecer é um processo doloroso, bem entendido. Doloroso, porém recompensador. Adquirir maior consciência sobre si mesmo e o mundo ajuda a lidar com os desafios da vida de maneira mais confiante e fruí-la de modo mais sensível. Ou pode-se permanecer no terreno raso e ilusoriamente feliz. Cada escolha tem seu preço.

A literatura é um mar sem fim no qual podemos mergulhar sem correr o risco de morrermos afogados; boiamos, à deriva, em meio às ondas de diferentes intensidades. Nunca mergulhamos nas mesmas águas literárias mais de uma vez. Porque nos renovamos a todo instante e a literatura também. E você, leitor, certamente não será o mesmo após ler este texto, menos ainda após relê-lo um dia, se o fizer. Nem eu. Um brinde à mudança!

10 atitudes típicas de um viciado em livros

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Edival Lourenço, na Revista Bula

Quanto mais se fala no fim do livro físico, mais aumenta o número de aficionados por livros. A dependência literária chega a ponto de causar síndrome de abstinência e leva o compulsivo a tomar atitudes estranhas, só para criar oportunidades de ficar mais tempo junto a seu objeto de desejos. Em tom de brincadeira, mas baseado em situações reais, foram alinhadas dez atitudes típicas de pessoas realmente viciadas em livros. Se você se enquadrar em seis itens ou mais, já é um caso grave da síndrome e precisa se internar numa clínica detox para bibliomaníacos.

Semanalmente, pede livros pela internet

E fica acompanhando pelo código de rastreabilidade, para ver por onde o livro anda. Quando vê que o livro chegou à sede da transportadora, liga para saber a hora que vai ser entregue, para não correr o risco de o entregador perder a viagem e atrasar o encontro com o objeto de desejo.

Almoça perto do local de trabalho, bem rapidinho

Aproveita o tempo para entrar na livraria ou no sebo e ficar lambendo as novidades ou as relíquias. E, sempre compra alguns. Pergunta ao vendedor se tem o livro tal ou qual. Se não tem, faz encomenda e no dia seguinte começa a cobrar. Mesmo que o vendedor tenha dito que vão chegar só daí a 15 dias.

Compra livros para presentear e toma depois

Em aniversário de parentes e amigos, presenteia com livros. É claro que compra algum livro de que ele mesmo gostaria de ter. Entrega o presente, participa da cerimônia e tal. Distraidamente pega o livro para dar uma olhadinha e ali mesmo lê as orelhas e as chamadas de capa. Aliás, relê, pois já havia lido antes. Diz para o parente ou amigo que o livro realmente é ótimo e que quer ele emprestado depois. O ganhador vê nisso um alívio da obrigação de ler imediatamente e lhe diz que pode ler primeiro, que está com a leitura acumulada e tal. O ledor compulsivo aproveita para levar o livro e não devolve mais. A não ser que seja duramente cobrado.

Compra mais livros do que seria capaz de ler

Embora a intenção seja ler todos os livros que compra, o compulsivo acaba adquirindo livros numa quantidade tamanha que, nem Matusalém, se não fosse analfabeto e gostasse de livros, teria condição de ler. Compra inclusive livros em línguas estranhas, ou línguas que não domina, com o propósito de aprendê-las e curtir a musicalidade do autor no original. Com o tempo, o compulsivo desenvolve a superstição de que lê por osmose e passa a impressão de que já leu todos os livros da biblioteca de Alexandria e do Congresso Americano.

Encaminha a mãe para morar com a irmã no interior

Sob o argumento de que no interior a vida é mais sossegada e o ar é mais puro. Mas na verdade é porque o apartamento já está completamente tomado de livros, e não tem mais onde guardá-los. Aliás, o único lugar que ainda resta é o quarto da mãe. Exatamente o espaço ocupado por ela. Aí o compulsivo negocia com a irmã para levar a mãe para passar uns tempos com ela. Aproveita a oportunidade, desfaz dos objetos da mãe, chama o marceneiro e instala estantes no quarto e organiza a metade dos livros que estavam amontoados.

Não discute futebol em roda de amigos

A não ser, é claro que o assunto futebol faça parte da trama de algum livro. Ir a estádio de futebol, nem pensar. O tempo desperdiçado com deslocamentos, compras de ingressos, permanência no estádio e outras ações correlatas daria para se ler um livro de médio porte. Não é dado a acreditar em assuntos que não estejam devidamente consubstanciados em livros. (mais…)

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