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6 Dicas para ler mais e muito mais rápido

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Leonardo Filomeno, no Manual do Homem Moderno

Sabia que a escritora Agatha Christie lia 200 livros por ano? E que o presidente dos EUA Theodore Roosevelt tinha como costume ler um livro por dia? Até mesmo o Mark Zuckerberg, criador do Facebook, termina um volume a cada duas semanas?

Você não precisa ser um leitor voraz desse tipo, mas pode incorporar mais o hábito de leitura na sua vida. Você deve estar se perguntando: mas por que eu deveria fazer isso? Porque vai trazer consigo grandes melhorias na sua vida. Se liga nos principais benefícios: – Melhorar o funcionamento do seu cérebro, aumentando as conexões neurais; – estimula sua criatividade, deixando você mais inteligente, melhora sua escrita e vocabulário; – Incita o senso crítico; – Provoca empatia. Se você já ficou convencido com os motivos pelos os quais deveria incorporar o hábito de leitura na sua vida, com ajuda do Clube de Assinatura TAG, confira algumas dicas para ler mais e muito mais rápido!

1. Reserve um tempo no dia para ler (e pratique)

Não fique esperando a hora certa para ler, faça da leitura uma tarefa comum no seu dia. Isso funciona para quem não é tão fã de leitura, sempre vai aparecer uma série, um filme ou um jogo mais legal do que parar e começar a ler. Deixar para o momento ideal pode não acontecer, assim como reservar para momentos antes de dormir. Aqui, com seu cansaço de um dia inteiro, é fácil se perder entre as letras e pegar no sono, abandonando aquele livro que você queria ler. Dedicar uma parte do começo da manhã pode ser uma boa. Deixe de lado aquele tempo em que você gasta nas redes sociais para ler alguns capítulos.

2. Tenha mais livros disponíveis para ler do que consegue

Tudo bem se você tiver mais livros do que conseguiria ler, faz parte da construção do hábito. Ter em mãos opções diferentes de leitura pode fazer você ganhar o gosto por aí. Pode pegar livro emprestado, comprar que, a probabilidade de você encontrar um volume que se encaixe com sua vibe é muito maior.

3. Tenha um Clube de assinatura de livros

Se você não sabe por onde começar a ler, a dica que nós damos é ter o Clube de Assinatura de livros TAG. Com ele, todos os meses um curador indica um livro surpresa, em edição exclusiva, que não são encontradas para a venda em livraria ou um grande best-seller ainda inédito no Brasil. Dessa forma, você vai ter a certeza de que terá, pelo menos, um bom livro para ler todo mês. Hoje, o clube já conta com mais de 35 mil assinantes em todo o Brasil.

4. Leia mais de um livro por vez

É legal ter foco, mas a flexibilidade pode também ser aplicada à leitura. Muitas vezes ficamos com um livro difícil que nos trava e isso compromete todo fluxo de leitura. Por isso, aposte em duas ou três opções de áreas e estilos diferentes para ler mais. Alguns mais densos, outros mais leves. Isso vai fazer você ter mais volume de leitura de páginas ao longo dos dias.

5. Comprometa-se a ler um número fixo de páginas antes de desistir de um livro

Tem muita gente que desiste do livro logo no capítulo inicial. Às vezes é porque o início da história pode ser mais difícil e enfadonho, outras vezes por que você precisa se adaptar com a linguagem de época, no caso dos clássicos da literatura. A narrativa pode demorar para te envolver, por isso, sugerimos adotar a regra das 50 páginas (ou algo menor, em volumes mais enxutos). Esse tempo de leitura vai fazer você perceber que a história se desenvolveu o suficiente para você ficar atraído ou não por ela. Assim, vai poder abandonar o teste do livro sem culpa.

6. Carregue sempre um livro com você

Preciso revelar que algo comum que sempre acontecia comigo quando eu não levava um livro junto: eu tinha sempre aqueles momentos de espera e ostracismo que poderia ser recheado com leitura. Perdi a conta de quantos livros já li em transporte público, na sala de espera de consultas médicas, hora de almoço e intervalos. Se você tem um livro em mãos nesses momentos livres, é mais fácil você voltar para a leitura e deixar redes sociais, programas de músicas de lado.

9 livros incríveis para ler em dezembro

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Dicas de livros para o fim do ano (Foto: Pixabay)

Isabela Moreira, na Galileu

Dezembro está chegando, mas isso ainda não significa que o ano acabou. Separamos alguns dos principais lançamentos literários para você incluir na sua lista de leitura ou de presentes. Boas festas — e boas leituras!

1 – Mary Poppins (edição de bolso), P.L. Travers (Zahar)
Não há momento melhor para ler Mary Poppins: além de ter um ar de nostalgia típico dessa época do ano, coincide com a estreia de O Retorno de Mary Poppins, filme da Disney que estreia nos cinemas no dia 20 de dezembro.

O livro conta a história de uma babá que é contratada para cuidar dos pequenos John, Barbara, Jane e Michael Banks. Com amizades e habilidades inusitadas, Mary Poppins conquista as crianças e muda suas vidas para sempre.

2 – As Horas Vermelhas, Leni Zumas (Planeta)
Um dos favoritos do ano: na onda de distopias como O Conto da Aia e O Poder, o livro se passa nos Estados Unidos, onde um presente eleito proíbe o aborto, a fertilização in vitro e a criação de filhos por pais solteiros.

A narrativa acompanha a perspectiva de diferentes mulheres — a Mãe, a Filha, a Reparadora, a Biógrafa — e mostra como as vidas de cada uma delas é afetada pela medida do governo.

3 – Fogo & Sangue, George R.R. Martin (Suma)
Enquanto George R.R. Martin não termina Os Ventos do Inverno, vale ler Fogo & Sangue, nova obra do autor que conta a origem e as principais lendas da família Targaryen. O livro é o primeiro de dois volumes e se passa 300 anos antes dos acontecimentos de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspiraram a série Game of Thrones.

4 – Breves Respostas para Grandes Questões, Stephen Hawking (Intrínseca)
O livro póstumo de Stephen Hawking, que faleceu no início deste ano, conta com as últimas reflexões do físico sobre temas como a formação do universo, a ideia de Deus e viagens no tempo.

A obra conta ainda com um prefácio escrito pelo ator Eddie Redmayne, que interpretou Hawking em A Teoria de Tudo, uma introdução do Nobel de Física Kip Thorne e um posfácio da filha do autor, Lucy Hawking.

5 – O Feminismo é para Todo Mundo, bell hooks (Rosa dos Tempos)
A feminista e ativista Gloria Jean Watkins, conhecida pelo pseudônimo bell hooks, escreve sobre como o feminismo pode mudar a vida de todos, abordando desde os recortes de gênero e raça até maternidade, paternidade e a masculinidade tóxica.

6 – Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta, Jennifer Mathieu (Verus Editora)
Considerado um dos melhores livros juvenis de 2017 pela revista Time, Moxie conta a história de Vivian, uma adolescente que, cansada do machismo e da desigualdade de gênero entre os estudantes de sua escola, começa uma zine feminista, aprendendo mais sobre si e seus colegas.

7 – A História do Universo para quem Tem Pressa, Colin Stuart (Valentina)
Dos primórdios da astronomia à formação das galáxias como as conhecemos em apenas 216 páginas: essa é a proposta de A História do Universo para quem Tem Pressa, que aborda o tema com uma linguagem leve e acessível, ideal para quem quer ter um primeiro contato com o assunto.

8 – O Rei das Sombras, Javier Cercas (Biblioteca Azul)
Em forma de romance, Cercas conta a história de seu tio-avô, Manuel Mena, que, em 1936, se juntou ao exército de Franco na Guerra Civil Espanhola e por muito tempo foi considerado o herói de sua família.

9 – A História de Joe Shuster – O Artista por trás do Superman, Julian Voloj e Thomas Campi (Aleph)
Nada como uma graphic novel para relembrar a trajetória de uma lenda dos quadrinhos. Trata-se da história de Joe Shuster, um dos criadores do Superman, personagem que completou 80 anos em 2018 e foi responsável pelo início da Era de Ouro dos Quadrinhos

Crise argentina impacta com força mercado literário

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A livraria El Ateneo, um dos hits turísticos de Buenos Aires (Foto Divulgação)

Sylvia Colombo, na Folha de S.Paulo

Buenos Aires é conhecida como uma das capitais latino-americanas do livro e, a Argentina, um dos países com maior índice de leitura proporcionalmente à sua população no continente. Com 3 milhões de habitantes em sua capital (sem contar a Grande Buenos Aires), possui 750 livrarias, o que dá mais ou menos 25 para cada 100 mil habitantes. Quanto a títulos publicados, nos últimos anos, o país vinha editando quase a metade do Brasil, mas aí conta a proporção. A Argentina tem 42 milhões de habitantes, o Brasil, 207 milhões. Ou seja, o índice de leitura sempre foi maior do lado de cá do Río da Prata.

A crise econômica que o país enfrenta, porém, vem mudando este mapa e causando certo desespero nas editoras locais. A inflação, mais o aumento do dólar _o papel usado nos livros não é importado, mas sim indexado segundo o dólar_ está levando os preços de livros às alturas. Nos últimos meses, o preço do papel para livros subiu 75%, enquanto o do papel-cartão para as capas, 165%.

“Nós fazemos o possível para não transferir esse custo ao consumidor, mas chega um momento em que é impossível”, diz Leonora Djament, da renomada editora e livraria Eterna Cadencia.

As editoras consideradas de autor e as independentes vêm encontrando uma saída em editar junto e usar espaços comuns para vendas de livros de muito baixas tiragens. É o caso das 24 editoras que formam La Coop, uma espécie de cooperativa que tenta usar gráficas comuns, fazer eventos em que cada um aporta um pouco, propagandear umas às outras, fazer livros sob encomenda ou sob medida, e, assim, ir apostando em livros que, de repente, podem virar um êxito e acabar bancando outros.

Mas as maiores sofreram ainda um novo baque. O governo deixou, praticamente, de comprar livros. A porcentagem de compras do Estado foi de 14% do que produziam as editoras, em 2016, para 1% em 2017, e para praticamente zero neste ano. “É o primeiro ano em que o Estado não compra quase nada. Nunca foi o essencial para nossa produção, mas garantia uma entrada segura, com a qual contávamos”, diz Carlos Díaz, da Siglo 21. E acrescenta: “Nós víamos essa situação vir piorando nos últimos anos, mas nos últimos três meses (que corresponde à disparada da inflação e o aumento do dólar), essa queda se pronunciou muito.”

Djament acrescenta que a situação é alarmante por se tratar de uma área essencial para a sociedade. “Pensar que não se repõem livros em bibliotecas públicas, de universidades, é de temer por nosso futuro”. Díaz explica que os livros didáticos ainda vendem bem, mas estes são na maioria importados ou editados aqui, mas por matrizes espanholas. Ou seja, não alimenta o mercado local.

Para Diaz, isso não significa que o argentino se desinteressou da leitura completamente. “Você vai aos eventos, às feiras, às palestras, e elas estão cheias. Eu creio que há demanda. Mas, quando a pessoa precisa escolher entre pagar as tarifas de gás e eletricidade (que perderam subsídios), comprar comida ou comprar livros, obviamente ela vai deixar o livro para comprar depois, quando, e se, a situação melhorar.”

Kuala Lumpur é eleita ‘Capital Mundial dos Livros 2020’

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Unesco elege Kuala Lumpur ‘Capital Mundial dos Livros’ de 2020 | © Divulgação / Unesco

Na sua candidatura, a cidade defendeu que ‘uma cidade que lê é uma cidade que cuida’

Publicado no Publishnews

Nessa semana, a cidade de Kuala Lumpur foi nomeada pela Unesco como Capital Mundial dos Livros de 2020. De acordo com o órgão das Nações Unidas, a cidade foi escolhida por colocar em seu foco principal a educação inclusiva, o desenvolvimento de uma sociedade baseada no conhecimento e a leitura acessível para toda a sua população.

O programa de candidatura da cidade foi calcado em quatro pilares: leitura em todas as formas, desenvolvimento da indústria editorial, inclusão e acessibilidade digital e empoderamento das crianças por meio da leitura.

Dentre as ações que serão empreendidas pela cidade estão a construção de uma “cidade do livro”, a Kota Buku Complex; uma campanha de leitura para usuários dos trens; desenvolvimento dos serviços digitais e acessibilidade para a Biblioteca Nacional da Malásia e a implantação de algo semelhante em 12 bibliotecas localizadas em áreas pobres da cidade.

Com isso, a cidade quer promover a cultura da leitura e da inclusão. “Uma cidade que lê é uma cidade que cuida”, argumentou a cidade na sua candidatura.

O ano do “reinado” de Kuala Lumpur começa oficialmente em 23 de abril de 2020. Lembrando que, em 2018, a Capital Mundial dos Livros é Atenas e, no ano que vem, será a vez de Sharjah.

Quer ler mais, porém não sabe por onde começar? Confira estas dicas

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Sarah Gomes, no Metropoles

A prática da leitura é ainda mais essencial nestes tempos difíceis nos quais vivemos, onde as páginas deram lugar ao feed e uma máquina invisível quer nos manter mais selfies do que cultos. E por que não podemos ser os dois? (Afinal, também amamos uma selfie!)

Confira algumas dicas preciosas para se tornar um apreciador da leitura e alguns macetes para trocar livros, comprar com precinhos camarada e encontrar audiolivros na tela do seu celular.

1. Um livro de cada vez
Não adianta se jogar dar uma de exagerado e comprar cinco livros para começar de uma vez. Concentre-se em uma história, conecte-se com ela e, se não gostar, passe para frente. Leitura é foco e paciência também.

2. Desconecte-se para se conectar
Se você está tendo problemas para se conectar com o livro, eu já te passo logo o diagnóstico: muito tempo on-line. A ansiedade do mundo tecnológico inunda a nossa cabeça e não nos deixa ter uma horinha de paz fora do WhatsApp. Pegue o seu celular, coloque no modo avião e se concentre na leitura por 30 minutos a uma hora. Com o passar do tempo, você notará a diferença.

3. Um rolê na livraria
Livrarias e sebos são lugares mágicos! Não sabe por onde começar a ler? Dê uma voltinha por um destes estabelecimentos, converse com os vendedores e, com certeza, você vai encontrar algo que chame a sua atenção.

4. Chame os amigos
Torne a atividade de leitura em um clube do livro, mesmo que seja com uma pessoa. O fato de ter alguém para dividir as novidades e compartilhar comentários ajuda muito no desenvolvimento do hábito de ler.

5. Que horas são?
Descubra qual o seu horário favorito para ler. Antes de dormir, ao acordar ou no meio do dia para dar uma pausa no trabalho?

Antes de colocar as dicas em prática, vamos utilizar o mundo www a nossa favor. Quer comprar livros usados, mas não sabe onde? E se você pudesse trocá-los com outras pessoas? Onde encontrar audiolivros? Vamos te ajudar!

Se liga nessas alternativas de compra e leitura que fogem dos tradicionais sites de grandes livrarias. Elas podem te ajudar a economizar, fazer rodar livros usados e te incentivar a ler mais.

Lembrando que nenhuma destas dicas é publicidade, ok? Todas são genuínas e orgânicas. Já testei e recomendo.

1. Na Facebook, Venda e Troca de Livros
Uma enorme comunidade que visa, principalmente, a troca de livros usados entre os seus participantes.

2. Site, Troca de Livros
Galera que ama ler e se viu afogado em livros. Eles resolveram criar este site para incentivar a economia sustentável e conecta pessoas que querem trocar seus exemplares.

3. Site, Renova Livro
Mais uma plataforma de troca de livros usados. Conta com um sistema de pontos para melhorar a sua reputação como “trocador”.

4. Site, Estante Virtual
É o site que mais uso para comprar livros usados. Você digita na busca o que procura e ele te mostra uma lista de centenas de livrarias e sebos no Brasil onde o título está disponível. Sempre opto pelos usados! Precinhos ótimos e exemplares em ótimo estado.

5. App Audiolivros
App para escutar audiolivros em alta qualidade, um dos mais baixados da App Store no Brasil. Lá você encontra vários dos clássicos da literatura brasileira.

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