Sua Segunda Vida Começa Quando Você Descobre Que Só Tem Uma

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7 razões para você começar já a ler antes de dormir

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Ler um livro de papel (com cheirinho de papel) antes de dormir tranquiliza tanto quanto tomar uma jarra de chá de camomila!

Isabella Otto, na Capricho

Você sabia que a insônia não é mais um drama só de pessoas mais velhas? Os mais novos também estão tendo dificuldades para dormir. Assistir à séries e/ou usar o celular enquanto tenta pegar no sono é um perigo! A luz desses aparelhos eletrônicos atrapalha a produção de melatonina, hormônio que regula o sono. Então, já deu para perceber que se distrair naquele joguinho na cama, principalmente se o quarto já estiver todo escuro, não é uma boa ideia. Mas o que fazer?!

Que tal reservar aquela uma horinha antes de dormir para ler um livro? Pode ser um mais leve ou até mesmo aquela leitura obrigatória que vai cair na prova. Além de você otimizar o seu tempo – pois, com a correria do dia a dia, fica muitas vezes complicado encontrar um tempo para ler -, você vai dormir muito melhor! Abaixo, listamos algumas razões para você investir na leitura de um livro (nada de e-book, hein?) enquanto tenta pegar no sono.

1. É cientificamente comprovado que ler antes de dormir alivia o estresse
De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Sussex, na Inglaterra, em 2009, o fato de você se desligar do mundo real ao ler um livro alivia as tensões musculares e ainda diminui o ritmo dos batimentos cardíacos.

2. Os olhos ficam cansados e as pálpebras pesadinhas
Isso também acontece quando você passa muito tempo na frente da tela do celular, por exemplo. Mas, nesse caso, é porque a luz interfere diretamente na sua visão. No caso da leitura de um livro, não há nenhuma luz direcionada para o seu rosto. É puro cansaço do soninho chegando…

3. Você não fica alerta pensando nos problemas que tem para resolver
É muito comum deitarmos nossa cabeça no travesseiro e começarmos a pensar na vida. Isso nem sempre é bom, porque você pode se concentrar nos pepinos do dia a dia e acabar ficando em estado de alerta. Ao ler um livro, você se teletransporta para outro mundo e acaba se esquecendo um pouquinho dos problemas reais. É ótimo!

4. A prática te deixa mais saudável a longo prazo
Além de te deixar bem mais criativa, pesquisas comprovam que ler um pouquinho por dia exercita o cérebro e trabalha partes que, no futuro, poderiam ser afetadas pelo Alzheimer, doença que destrói progressivamente a memória.

5. O silêncio faz seu corpo relaxar
Ver TV antes de dormir funciona para algumas pessoas, mas outras acabam não sentindo sono justamente pelo som que o televisor emite. Ao ler um livro, mesmo que você escute uma música baixinha ou aposte nos audiolivros, é diferente e o corpo também interpreta aquele som de outro modo.

6. O escurinho ativa a produção de melatonina
Se você ainda não tem um abajur na sua cabeceira ou próximo à cama, talvez seja hora de investir em um de luz amarela. Além de criar um ambiente perfeitamente gostosinho para a sua leitura noturna, o combo “escurinho + livro” faz seu corpo produzir mais hormônio do sono e, consequentemente, relaxar.

7. A qualidade do sono melhora
De repente, você pode até se empolgar e ler por mais tempo do que estava pretendendo (o que também não é muito bom, hein?), mas apenas 20 minutinhos basta para o seu corpo já sentir o relaxamento causado pela leitura de um livro. A menor agitação afeta diretamente o seu sono, que se torna mais contínuo e com menos pesadelos.

Veja 6 livros de ciência considerados obrigatórios por Mark Zuckerberg

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Douglas Ciriaco, no Tecmundo

Em 2015, Mark Zuckerberg lançou para si mesmo o desafio de ler um livro a cada duas semanas, criando um programa chamado “A Year of Books”. Foi possível acompanhar a sua empreitada por uma página no Facebook e, nesta semana, o site Business Insider reuniu seis livros sobre ciência recomendados pelo presidente e fundador da rede social mais popular do mundo.

1. Sapiens, de Yuval Harari

Em Sapiens: Uma Breve História da Humanidade, o israelense Yuval Harari faz um relato sobre a história dos seres humanos sobre a Terra, que foram “de primatas insignificantes a senhores do mundo”, segundo a L&PM, editora responsável pela publicação do livro aqui no Brasil.

“Quando eu li Sapiens, eu achei o capítulo sobre a evolução do papel da religião na visa humana o mais interessante e quis me aprofundar nisso”, escreveu Zuckerberg.

2. Imunidade, de Eula Biss

Após quase morrer no parto do seu primeiro filho, a escritora estadunidense Eula Biss passou a dedicar a vida a estudar assuntos ligados à saúde, e Imunidade: Germes, Vacinas e Outros Medos é o resultado dessa busca incessante.

“Este livro explora a razão pela qual algumas pessoas questionam as vacinas, e então logicamente explica porque essas dúvidas são infundadas e as vacinas são, de fato, efetivas e seguras”, comentou o criador do Facebook.

3. The Player of Games, de Iain M. Banks

Ficção científica publicada em 1988, The Player of Games, de Iain M. Banks (ainda sem tradução no Brasil) conta a história da humanidade em um futuro próspero no qual nós conquistamos o espaço e pudemos experimentar um ótimo bem-estar graças a robôs superinteligentes.

Apesar de não ser um grande fã de ficção científica, afinal nem sempre elas apresentam rigor científico, Zuckerberg deu uma chance ao livro e curtiu.

4. A Estrutura das Revoluções Científicas, de Thomas Kuhn

Publicado originalmente em 1962, A Estrutura das Revoluções Científicas é um relato sobre a história da ciência e também da produção científica. Um marco no estudo da sociologia do conhecimento, a obra de Kuhn é clássica no gênero e foi responsável por, entre outras coisas, popularizar os termos paradigma e mudança de paradigma.

“É um livro de história da ciência que explora a questão de se a ciência e a tecnologia impulsionam consistentemente o progresso ou se o progresso está relacionado a outras forças sociais”, opinou o presidente do Facebook.

5. Genoma, Matt Ridley

O relato de Matt Ridley sobre o mapeamento do genoma humano fascinou o criador do Facebook. Em Genoma: A Autobiografia de uma Espécie em 23 Capítulos, o autor britânico vai a fundo às descobertas que revolucionaram a medicina e a prática médica ao longo das últimas décadas.

“Este livro visa contar a história da humanidade de uma perspectiva mais genética do que sociológica. Ele deve complementar outros livros de história que eu li neste ano”, afirmou Zuckerberg.

6. The Beginning of Infinity, de David Deutsch

No ensaio The Beginning of Infinity, o físico David Deutsch defende que, independente da área a ser pesquisada — seja ela esportes, arte ou política —, o método científico pode ser utilizado para se descobrir qualquer verdade.

“Este livro se encaixa ao final do ano ao falar sobre como o modo como explicamos as coisas nos abre grandes possibilidades”, comentou.

Educação pela leitura ajuda na ressocialização de detentas na Bahia

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Das 24 unidades penitenciárias da Bahia, apenas uma tem programa de remição de pena pela leitura. Até 2018, as demais também devem adotar sistema

Thais Borges, no Correio 24Horas

Até o fim de 2018, as unidades penitenciárias da Bahia já devem ter implantado o programa de remição de pena pela leitura. Atualmente, das 24, somente o Conjunto Penal de Itabuna, no Sul do Estado, permite que detentos reduzam a pena apresentando resumos e resenhas dos livros lidos.

A informação foi anunciada pelo superintendente de ressocialização sustentável da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), Luís Antônio Fonseca, com exclusividade ao CORREIO. “Não é uma coisa tão imediata. Em Itabuna, está sendo implantado há mais ou menos um ano, mas esperamos que, ano que vem, a gente tenha implantado em instituições no estado da Bahia”, afirmou.

De acordo com uma recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a remição pela leitura deve ser uma atividade complementar, formalizada através de um projeto elaborado pela autoridade penitenciária local. De acordo com a norma, cada detento tem até 30 dias para ler um livro, apresentando uma resenha sobre o tema – essa, por sua vez, deve ser avaliada por uma comissão do projeto. Cada livro pode promover a remição de quatro dias de pena. O limite é de 12 obras por ano.

Na terça-feira, está previsto para ser votado na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) um projeto de lei do deputado Roberto Carlos (PDT) que regulamenta a implantação da remição de pena pela leitura no estado. A Seap deve acompanhar a votação. “Não estamos parados. Isso está na ordem do dia”, garante o superintendente. De acordo com o deputado Roberto Carlos, o projeto foi proposto no ano passado. “Temos que buscar alternativas para que o detento possa se recuperar através da leitura para voltar ao convívio em sociedade mais qualificado, mais consciente. Isso vai possibilitar que ele saia mais preparado”, opina.

O superintendente Luís Antônio também reforça a importância da leitura. “Todo mundo sabe o quanto o estudo pode transformar a vida de uma pessoa. Hoje, dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) mostram que 81,9% dos detentos têm ensino fundamental incompleto. Mas, se o cidadão estuda, ele terá capacidade de entender os problemas e de interagir e adquirir novos conhecimentos”.

Ler faz bem e é meio caminho para o sucesso. Que o digam estes milionários

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© Neil Hall / Reuters

© Neil Hall / Reuters

Luisa Oliveira, no Visão

Ninguém pode atestar que exista uma relação causa-efeito entre a leitura compulsiva e uma carreira de sucesso. Mas não faltam exemplos de peso, e até um estudo, que apontam para que essa relação seja, no mínimo, forte

Ler. Ler muito. Ler muitos livros. São os três conselhos que algumas das pessoas mais bem sucedidas do mundo dão para se traçar um caminho glorioso, independentemente da idade. Não acredita? Ora leia, pelo menos o que se segue.

Bill Gates, o magnata da Microsoft e o homem mais rico do mundo, por exemplo, dedica-se a um livro por semana. A maioria não é de ficção e essa escolha ajuda-no a perceber melhor o mundo e a forma como as pessoas pensam e agem. Ele assume que, apesar de ter outras fontes de conhecimento, ler “continua a ser o meio principal em que consigo aprender e testar a minha compreensão ao mesmo tempo”.

Há dois anos, o criador do Facebook, Mark Zuckerberg, decidiu ler um livro a cada duas semanas e desafiou o resto do mundo a fazer o mesmo. Nessa sequência, entusiasmou-se e criou um clube de leitura na sua rede social para poder discutir o que acabava de ler com quem estivesse interessado – e foram muitos. Entretanto, a apresentadora de televisão mais influente da América, Oprah Winfrey, teve uma ideia parecida: todos os meses debate uma obra por ela escolhida no Oprah’s Book Club 2.0.

Warren Buffett, investidor e filantropo americano (presidente da Berkshire Hathaway), de 87 anos, não se cansa de repetir que, apesar da idade avançada, ainda passa cerca de 80% do dia a ler, não só livros, mas também jornais. Nos tempos áureos despachava 600 a mil páginas diariamente. E nas cartas anuais que manda aos seus acionistas nunca se esquece de lhes fazer uma recomendação de leitura.

E quando um dia perguntaram a Elon Musk, patrão da Tesla Motors, como tinha aprendido a construir foguetões, ele respondeu com uma frase lacônica: “A ler livros.” Isto depois de explicar que sofreu de bullying na África do Sul, de onde é natural, e que nessas alturas se refugiava nos livros de fantasia e ficção científica.

Frases simples, como esta, ditas por pessoas inspiradoras, fazem mais pelos hábitos de leitura do que muitas políticas nacionais.

Nada disto parece ser um acaso. Pelo menos foi essa a conclusão de Steve Siebold, um estudante americano falido que há 30 anos empreendeu num caminho para se tornar rico – e conseguiu. Tudo começou com uma entrevista a um milionário, depois seguiram-se outras 1200 aos mais ricos do mundo. Nesta sua longa investigação, chegou a um ponto que todos tinham em comum: educavam-se a si mesmos, através da leitura. “Entra-se na casa de uma destas pessoas e a primeira coisa que se vê é uma biblioteca extensa que utilizam para aprenderem” nota Siebold. Na dúvida, comece-se a ler, de imediato.

Com o tempo que você gasta nas redes sociais, poderia ler 200 livros por ano

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Não é segredo nem coincidência que pessoas de sucesso sejam leitoras vorazes; saiba como um jovem criou um processo para facilitar o desafio

Publicado no Na Prática

Há três anos, Charles Chu caiu na armadilha de uma má decisão de carreira e se viu desiludido com o cotidiano daquilo que considerava o trabalho ideal. “Algo não estava certo. Eu havia seguido a prescrição: tinha boas notas, liderança, recomendações, faculdade, emprego dos sonhos. Mas as coisas estavam muito ruins.”

Foi quando encontrou uma frase do famoso investidor Warren Buffett. Questionado sobre o segredo do sucesso, Buffett apontou para uma pilha de livros e disse: “Leia 500 páginas por dia. É assim que o conhecimento funciona. Ele se acumula, como juros compostos. Todos vocês podem fazer isso, mas garanto que não são muitos que farão”.

Perdido e sem inspiração, Chu decidiu fazer parte da minoria e leu 400 livros ao longo de dois anos, uma empreitada que se tornou uma das decisões mais importantes de sua vida.

“Os livros me deram coragem para viajar, a convicção para me demitir, me deram modelos e heróis e significado em um mundo em que eu não tinha nenhum”, escreveu ele em seu site, Better Humans.

Como Buffett tinha antecipado, não é preciso ter talento extraordinário para ler em grandes quantidades. Metas e planejamento, por outro lado, podem sim ajudar. Assim, Chu criou quatro passos que qualquer um pode seguir para angariar mais conhecimentos por meio da leitura:

1. Não desista antes de começar

Antes de se desesperar e criar desculpas, Chu sugere uma avaliação direta da realidade: é realmente impossível ler 200 livros ao longo de 365 dias num ano? Não. “É como Buffett diz: qualquer um pode fazê-lo, mas a maioria das pessoas não vai fazer.”

2. Faça uma conta simples

Estatisticamente, explica Chu, americanos leem entre 200 e 400 palavras por minutos. Um livro de não ficção tem, em média, 50 mil palavras. Multiplique isso por duzentos e elas serão 10 milhões de palavras.

Em seguida, ele divide 10 milhões por 400, sua capacidade de leitura por minuto, e pronto: serão necessários 25 mil minutos, ou 417 horas. Mas como é possível ler por 417 horas?

3. Encontre tempo para leitura

Parece muito, é verdade, mas uma nova perspectiva pode ajudar. Novamente, Chu usa como exemplo o americano médio, que passa 608 horas envolvido com mídias sociais e 1642 horas vendo televisão anualmente.

“São 2250 horas por ano gastas com lixo”, enfatiza. “Se fossem gastas lendo, você poderia ler mais de mil livros por ano!”. O vício nesse tipo de entretenimento deixa essa transferência difícil, é verdade, mas não impossível. É hora de investir na execução.

4. Execute

Aqui, Chu é realista: todo mundo sabe que é mais produtivo ler um livro que ficar no feed do Instagram ou dando likes em uma página de Facebook. O problema é fazer isso de fato.

Para tanto, ele criou algumas táticas individuais, mas que podem ser utilizadas por outras pessoas ou mesmo adaptadas de acordo com os hábitos de cada um. A ideia principal aqui é criar um ambiente que inspire a leitura e deixe essa transição tão fácil quanto for possível. Confira a estratégia de Chu:

I. Use design de ambientes

“A mídia é pensada para ser viciante”, escreve. “E as mudanças com melhores custos benefícios são ambientais.” Para ler mais, remova as distrações do ambiente e deixe seus livros facilmente acessíveis, tanto em forma física quanto em aplicativos em celulares e tablets. (Experimente o Kindle, da Amazon. Para quem não quer investir no aparelho, é possível baixar o aplicativo em qualquer smartphone: é de graça e há muitos livros igualmente gratuitos na internet.)

II. Construa hábitos

“A força de vontade falha quando você mais precisa dela, então, ao invés de depender dela, construa uma fortaleza de hábitos – isso que o deixará resiliente em tempos difíceis”, recomenda Chu.

Os livros sobre esse assunto são vários, como o bestseller O Poder do Hábito, de Charles Duhigg, e o favorito de Chu, Superhuman by Habit, escrito por Tynan.

III. Use mais de um meio

Se quiser ler muito, aproveite as múltiplas opções que existem hoje em dia e não fique restrito a um jeito específico de ler, como antes de dormir ou durante o almoço.

Qualquer livro vale – de papel, audiobook, em celulares ou tablets – e em qualquer lugar que você possa. “Torne sua leitura oportunista. Quando tiver uma chance, aproveite. Se não tiver uma chance, encontre uma.”

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