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As 20 editoras mais populares do Twitter (21)
0Olá, internautas.
As Redes Sociais ocupam destaque cada vez maior no plano de comunicação das editoras. Com apenas um clique, elas se comunicam instantaneamente com milhares de leitores que admiram tanto a marca quanto seu catálogo de produtos.
O ranking de popularidade no Twitter teve poucas modificações durante o mês de abril. A Intrínseca ganhou quase 4 mil seguidores no período, ampliando a distância da Companhia das Letras, a segunda colocada.
Na única mudança de posições, a Rocco ultrapassou a Galera Record e agora ocupa o quinto lugar. #congrats
O nosso perfil @livrosepessoas ganhou 6 mil seguidores no mês e agora está com 119 mil.
Que este quinto mês do ano (meu favorito… rs) seja repleto de êxitos para todos.
Ranking Abril
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#1: 53.203 Intrínseca @intrinseca
#2: 48.529 Companhia das Letras @cialetras
#3: 46.927 Mundo Cristão @mundocristao
#4: 42.286 Editora Sextante @sextante
#5: 36.167 Editora Rocco @editorarocco
#6: 35.686 Galera Record @galerarecord
#7: 33.619 Editora CPAD @EditoraCPAD
#8: 29.848 Editora Novo Conceito @Novo_Conceito
#9: 28.959 Cosac Naify @cosacnaify
#10: 28.425 Editora Saraiva @editorasaraiva
#11: 26.815 Editora Gutenberg @Gutenberg_Ed
#12: 24.211 L&PM Editores @LePM_Editores
#13: 22.867 Editorial Record @editora_record
#14: 22.857 Editora Autêntica @Autentica_Ed
#15: 22.105 Editora RT @editoraRT
#16: 20.602 Casa Publicadora @casapublicadora
#17: 19.541 Editora Leya @EditoraLeya
#18: 17.675 Ultimato @ultimato
#19 16.167 Suma de Letras @Suma_BR
#20: 14.708 Editora Agir @agireditora
Ranking atualizado em 6/5
Editoras mais populares no Facebook (1)
1Quando começou sua operação no Brasil, em 2011, o Facebook tinha 12 milhões de usuários. Atualmente, são mais de 67 milhões de brasileiros conectados à rede social criada em 2004 por Mark Zuckerberg, Dustin Moskovitz, Eduardo Saverin e Chris Hughes.
Cada rede tem suas peculiaridades e atinge públicos diferentes. As editoras têm aproveitado o potencial explosivo de viralização do Facebook para divulgar seus livros e realizar promoções. Os internautas respondem a essas ações tornando-se fãs e, por consequência, abrindo sua timeline para receber os posts de seus selos prediletos.
Abaixo, a primeira edição do ranking das editoras mais populares no Facebook. Por gentileza, mencione na área de comentários eventuais incorreções ou editoras cujo número de fãs as credencia a fazer parte desta lista top. A atualização será mensal, como acontece há quase 2 anos com o ranking Editoras mais populares no Twitter.
#1: 83.400 Intrínseca
#2: 47.700 Suma de Letras
#3: 43.800 CPAD Web
#4: 43.700 Companhia das Letras
#5: 43.300 Novo Conceito
#6: 34.800 L&PM Editores
#7: 30.400 Editora Rocco
#8: 26.800 Cosac Naify
#9: 25.500 Galera Record
#10: 24.100 Bookman Editora
#11: 23.300 Leya Brasil
#12: 23.100 Casa Publicadora
#13: 23.000 Novo Século
#14: 22.900 Editora Contexto
#15: 21.300 Globo Livros
#16: 19.900 Editora Saraiva
#17: 17.100 Editora Sextante
#18: 16.800 Editora Hagnos
#19: 16.500 Ultimato
#20: 14.000 Mundo Cristão
ranking atualizado em 12/4
As 20 editoras mais populares do Twitter (19)
0Algumas mudanças nas primeiras posições do ranking. Dupla imbatível na liderança durante vários meses, Intrínseca & Sextante se separaram em janeiro quando a Companhia das Letras ultrapassou a Sextante. Em fevereiro, foi a vez de a Mundo Cristão superar a Sextante e ocupar a nobilíssima terceira posição.
A Rocco ultrapassou a Record e agora ocupa a quinta posição. A Gutenberg ganhou uma posição e agora está em 11º lugar, completando as trocas do segundo mês do ano. Vamos aguardar as mudanças que o mês de março vai trazer.
PS 1: O perfil @livrosepessoas tem 109.000 seguidores e a fan page ontem bateu novo recorde: 1,5 milhão de pessoas alcançadas na última semana.
PS 2: Conhece alguma editora cujo número de seguidores a credencia a fazer parte deste ranking? Por gentileza, informe nos comentários
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Ranking Fevereiro
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#1: 48.002 Intrínseca @intrinseca
#2: 45.101 Companhia das Letras @cialetras
#3: 43.680 Mundo Cristão @mundocristao
#4: 42.507 Editora Sextante @sextante
#5: 34.725 Galera Record @galerarecord
#6: 34.112 Editora Rocco @editorarocco
#7: 31.406 Editora CPAD @EditoraCPAD
#8: 28.986 Editora Novo conceito @Novo_Conceito
#9: 28.213 Cosac Naify @cosacnaify
#10: 26.764 Editora Saraiva @editorasaraiva
#11: 24.907 Editora Gutenberg @Gutenberg_Ed
#12: 23.457 L&PM Editores @LePM_Editores
#13: 21.451 Editorial Record @editora_record
#14: 20.666 Editora RT @editoraRT
#15: 20.218 Editora Autêntica @Autentica_Ed
#16: 19.219 Casa Publicadora @casapublicadora
#17: 18.318 Editora Leya @EditoraLeya
#18: 16.757 Ultimato @ultimato
#19: 14.275 Editora Agir @agireditora
#20: 14.158 Conrad @ConradEditora
Ranking atualizado em 5/3.
Literatura brasileira, os silêncios e as exclusões
0Márcia Lira, no - 1 na estante
Um estudo sobre a literatura brasileira divulgado ontem é literalmente um tapa na cara da sociedade, e sem luva de pelica. Regina Dalcastagnè é jornalista, doutora em teoria da literatura, professora e dedicou 15 anos à pesquisa que mostra o quanto ainda somos preconceituosos, machistas, patriarcalistas e como ainda estamos muito aquém do que acreditamos quando o assunto é aceitar as diferenças.
A pesquisadora se debruçou sobre “um total de 258 obras, correspondente à soma dos romances brasileiros do período entre 1990 e 2004, publicados pelas editoras Companhia das Letras, Record e Rocco e identificados pelo grupo de pesquisa” (de artigo sobre a pesquisa). A pesquisa foi chamada “Eu quero escrever um livro sobre literatura brasileira”. Só para dar um exemplo, ela mostra que o personagem médio do romance brasileiro é um homem branco, heterossexual, intelectualizado, sem deficiências físicas ou doenças crônicas, membro da classe média e morador de grande centro urbano.
Com tantas informações interessantes, representadas no infográfico abaixo originalmente publicado no Ponto Eletrônico, há de se esperar um debate também no campo literário sobre o valor das diferenças e a importância de dar voz à nossa multiplicidade também nessa área cultural. E não acho que é o caso de apontar um ou outro autor porque ele segue o padrão, afinal a liberdade criativa merece respeito. A meu ver é o caso de coletivamente pensar e repensar como o nosso discurso de multiplicidade fica na superfície, a ponto de não ser refletido na nossa produção cultural.
Ah, o título do blog foi inspirado no nome de um livro da Regina pelo qual me interessei bastante.
Aos 95 anos, aluna da turma de 1938 ainda dá aulas na USP
0Felipe Oda, na Folha de S.Paulo
Em 1938, quando entrou na USP, a curitibana Berta Lange, 95, não imaginava que “passaria a vida inteira” lá, como gosta de contar.
Professora mais antiga em atividade –ela leciona há 72 anos–, “Dona Berta”, como é conhecida no Instituto de Botânica, foi aluna da primeira turma de História Natural, hoje, Ciências Biológicas.
Berta lembra que foi convidada a participar do processo de admissão na USP, prática comum na época. “Fiz uma prova e uma entrevista rápida para ser aprovada como aluna”, conta.
Como caloura, ela cursou o ciclo básico, com aulas de filosofia, sociologia e letras. Depois, escolheu seguir para a área de biológicas. Para Berta, “difícil mesmo” eram as aulas com os professores estrangeiros. “Os italianos nos ofendiam por não entendermos a língua deles.”
Foto: Christian von Ameln/Folhapress



























