Sua Segunda Vida Começa Quando Você Descobre Que Só Tem Uma

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Listas de Renato Russo são reunidas em livro inédito

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O artista foi fundador e líder das bandas Legião Urbana e Aborto Elétrico

Publicado no Revista News

renato-russo-401x600Além de artista superdotado e de uma criatividade sem limites, Renato Russo era também um ávido consumidor de toda forma de arte. Durante sua vida breve e produtiva, entre um palco e outro, estúdios e turnês, o líder da Legião Urbana usou todo seu tempo livre para descobrir novas obras e revisitar as que amava. Discos, livros, filmes, artistas e referências variadas eram rapidamente integradas ao vasto repertório de Renato, que organizava seu pensamento criativo por meio de listas, muitas listas.

O Livro das Listas foi feito a partir das anotações do artista, até hoje inéditas ao público. Este livro apresenta um panorama de suas grandes influências acompanhadas de informações acerca dos artistas e obras mencionadas. Revelações dos temas de interesse que podem ter influenciado as composições de Renato, as listas não apenas serviam para classificar o que ele já conhecia e para indicar o que ele ainda pretendia ler, ouvir, assistir e viver, como também são uma forma de conhecer o processo criativo de um dos grandes nomes da cultura popular brasileira.

Quer ser um líder melhor? Leia ficção científica

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Ficção científica (Pinkypills/Thinkstock)

Ficção científica (Pinkypills/Thinkstock)

 

Cada vez mais escritores de sci-fi são contratados como consultores por empresas como Apple e Google, e até pelo governo norte-americano. Entenda por quê

Claudia Gasparini, na Exame

São Paulo — Na hora de tomar uma decisão, qual é o melhor material de consulta para um líder: um estudo recheado com gráficos e estatísticas sobre seu setor de atuação, ou um instigante livro de ficção científica?

É claro que os relatórios são indispensáveis, mas a arma secreta do gestor pode estar na segunda alternativa. Sim, isso mesmo: em meio às páginas de uma história inventada sobre o futuro, frequentemente estão escondidas sementes de inovação perfeitamente aplicáveis ao presente.

Em artigo para o site da Harvard Business Review, Eliot Peper, autor de livros de sci-fi e conselheiro de investidores e empreendedores do setor digital, diz que a ficção frequentemente inspira os pioneiros no mundo da tecnologia.

O livro “The Diamond Age”, por exemplo, escrito pelo autor de ficção científica Neal Stephenson, inspirou o fundador da Amazon, Jeff Bezos, a criar o e-reader Kindle.

Assinada pelo mesmo escritor, “Snow Crash” (ou “Nevasca”, na versão publicada em português pela Editora Aleph) influenciou as ideias de Sergey Brin, um dos fundadores do Google, sobre as possibilidades da realidade virtual.

Até os famosos “comunicadores” da clássica série “Star Trek”, produzida entre 1966 e 1969, influenciaram a invenção dos celulares.

“Embora seja associada com naves espaciais e alienígenas, a ficção científica oferece muito mais do que escapismo”, escreve Peper. “Ao apresentar realidades alternativas plausíveis, as histórias (…) revelam como o status quo é frágil, e como o futuro pode ser maleável”.

Ter essa consciência é essencial para exercer uma liderança criativa, ágil e arrojada — tanto no mundo da tecnologia quanto em qualquer outra área de atuação.

Estrume e máquinas voadoras

Um fato marcante da história de de Nova York demonstra claramente o papel da fantasia para a solução de problemas reais. No fim do século 19, a metrópole estava na iminência de uma catástrofe sanitária causada pelo principal meio de transporte da época: os cavalos.

Havia entre 100 mil e 200 mil equinos em trânsito constante pela cidade, levando pessoas e produtos para lá e para cá, e deixando no meio do caminho nada menos do que 45 mil toneladas de estrume por mês.

O excremento dos animais se acumulava de tal forma pelas ruas que, em 1898, as autoridades de Manhattan chamaram com urgência especialistas do mundo inteiro para trazer ideias de como solucionar a crise.

A convocação foi em vão, porque nenhum dos experts em urbanismo imaginou um meio de transporte independente da força dos cavalos — os carros só invadiriam Nova York na década de 1910.

“Se os urbanistas do século 19 pudessem ter tido acesso a big data, técnicas de machine learning e outras teorias modernas de gestão, essas ferramentas não os teriam ajudado”, diz Peper. “Elas só teriam confirmado as preocupações que eles já tinham”.

Talvez a história tivesse sido diferente se algum deles tivesse lido histórias “fantasiosas” sobre meios de transporte autônomos — mesmo que as narrativas descrevessem máquinas voadoras que nada tivessem a ver com o protótipo do primeiro carro fabricado na história.

Sem bola de cristal

A história sobre a crise do estrume em Nova York não quer dizer que a ficção científica ajude a fazer previsões. Ao contrário: ela é útil para os líderes não por revelar o futuro, mas por jogar luzes inéditas sobre o presente.

O clássico “1984”, de George Orwell, por exemplo, não tem nada de premonitório. Para Peper, a famosa distopia não previa os problemas de 2017, embora tenha voltado à lista dos best-sellers este ano. O livro era mesmo sobre 1948, o ano em que foi concluído: Orwell projetava ficcionalmente os resultados do que efetivamente estava acontecendo após a Segunda Guerra Mundial.

É pelo poder de sondar os meandros do presente de forma criativa — e não de entreter o leitor com fantasias mirabolantes sobre o futuro — que muitos escritores de ficção científica prestam consultoria a empresas como Google, Microsoft e Apple e até para o governo dos Estados Unidos.

“Explorar futuros fictícios liberta o nosso raciocínio de falsos limites e nos desafia a pensar se estamos mesmo fazendo as perguntas certas”, resume Peper. “Isso nos força a reconhecer que às vezes a imaginação é mais importante do que a análise”.

Lista mostra o que 10 CEOs de grandes empresas estão lendo no momento

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Elaborada pela McKinsey and Company, pergunta foi respondida por gestores da Microsoft, Vale, Royal Bank of Canada, entre outros; confira

Publicado no IG

Inspiração pode não ser nada sem transpiração, mas que ela ajuda nos negócios não se pode negar. Muitos desses insights veem de livros e a consultoria McKinsey and Company perguntou a alguns dos maiores CEOs do mundo quais livros os têm mantido ocupados ao longo das últimas semanas. A pergunta foi respondida por 10 grandes nomes do mundo dos negócios – CEOs – e você pode saber os livros que têm acompanhado os gestores de grandes players; confira:

Maria Ramos, Barclays Africa

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Maria Ramos, CEO da Barclays Africa

The Gene: An Intimate History—Siddhartha Mukherjee (Scribner, 2016)

Superintelligence: Paths, Dangers, Strategies—Nick Bostrom (Oxford University Press, 2014)

The Ministry of Utmost Happiness—Arundhati Roy (Knopf, June 2017)

Fabio Schvartsman, Vale

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Fabio Schvartsman, CEO da Vale

Sapiens: A Brief History of Humankind—Yuval Noah Harari (Harper, 2015)

Shoe Dog: A Memoir by the Creator of Nike—Phil Knight (Scribner, 2016)

Sigmund Freud en son temps et dans le nôtre—Élisabeth Roudinesco (Seuil, 2014)

Satya Nadella, Microsoft

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Satya Nadella, CEO da Microsoft

Divulgação

Satya Nadella, CEO da Microsoft

Leonardo da Vinci—Walter Isaacson (Simon & Schuster, 2017)

Dawn of the New Everything: Encounters with Reality and Virtual Reality—Jaron Lanier (Henry Holt and Co., 2017; )

Exit West—Mohsin Hamid (Riverhead Books, 2017)

Evicted: Poverty and Profit in the American City—Matthew Desmond (Broadway Books, 2017)

Francisco Pérez Mackenna, Quiñenco

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Francisco Pérez Mackenna, CEO da Quiñenco

The Undoing Project: A Friendship That Changed Our Minds—Michael Lewis (W. W. Norton & Company, 2016)

Why They Do It: Inside the Mind of the White-Collar Criminal—Eugene Soltes (PublicAffairs, 2016)

Life After Life—Kate Atkinson (Reagan Arthur Books, 2013)

Life on the Edge: The Coming of Age of Quantum Biology—Jim Al-Khalili & Johnjoe McFadden (Crown, 2014)

Boom Towns: Restoring the Urban American Dream—Stephen J. K. Walters (Stanford University Press, 2014)

David McKay, Royal Bank of Canada

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David McKay, CEO do Royal Bank of Canada

Hillbilly Elegy: A Memoir of a Family and Culture in Crisis—J. D. Vance (Harper, 2016)

Only Humans Need Apply: Winners and Losers in the Age of Smart Machines—Thomas H. Davenport and Julia Kirby (Harper Business, 2016)

Sapiens: A Brief History of Humankind—Yuval Noah Harari (Harper, 2015)

Wild Ride: Inside Uber’s Quest for World Domination—Adam Lashinsky (Portfolio, May 2017)

Sir Martin Sorrell, WPP

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Sir Martin Sorrell, CEO da WPP

Powerhouse: The Untold Story of Hollywood’s Creative Artists Agency—James Andrew Miller (Custom House, 2016)

Universal Man: The Seven Lives of John Maynard Keynes—Richard Davenport-Hines (HarperCollins, 2015)

Elon Musk: Tesla, SpaceX, and the Quest for a Fantastic Future—Ashlee Vance (Ecco, 2015)

Leia também: IBGE: Produção industrial de maio tem o melhor resultado desde 2010

Dominic Barton, líder global da McKinsey & Company

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Dominic Barton, líder global da McKinsey & Company

The Inevitable: Understanding the 12 Technological Forces That Will Shape Our Future—Kevin Kelly (Viking, 2016)

Easternization: Asia’s Rise and America’s Decline from Obama to Trump and Beyond—Gideon Rachman (Other Press, 2017)

Homo Deus: A Brief History of Tomorrow—Yuval Noah Harari (Harper, 2017)

Andrew Liveris, da Dow Chemical Company

Andrew Liveris, da Dow Chemical Company

Divulgação

Andrew Liveris, da Dow Chemical Company

Thrive: The Third Metric to Redefining Success and Creating a Life of Well-Being, Wisdom, and Wonder—Arianna Huffington (Harmony, 2015)

The Sympathizer—Viet Thanh Nguyen (Grove Press, 2016)

The Quantum Spy—David Ignatius (W. W. Norton & Company, 2017)

Gail Kelly, membro do G30 e ex-CEO da Westpac

Gail Kelly, membro do G30 e ex-CEO da Westpac

Divulgação

Gail Kelly, membro do G30 e ex-CEO da Westpac

Lab Girl—Hope Jahren (Vintage, 2017)

Pachinko—Min Jin Lee (Grand Central Publishing, 2017)

The Boys in the Boat: Nine Americans and Their Epic Quest for Gold at the 1936 Berlin Olympics—Daniel James Brown (Penguin Books, 2014)

General sir Nick Carter, chefe do Estado-Maior do Exército britânico

General sir Nick Carter, chefe do Estado-Maior do Exército britânico

Divulgação

General sir Nick Carter, chefe do Estado-Maior do Exército britânico

Churchill: The Power of Words—Martin Gilbert (Da Capo Press, 2012)

Fighting Talk: Forty Maxims on War, Peace, and Strategy—Colin S. Gray (Potomac Books, 2009)

Sun Tzu: The Art of War for Managers: 50 Strategic Rules Updated for Today’s Business—Gerald A. Michaelson and Steven W. Michaelson (Adams Media, 2010)

Agora é só seguir a dica desses CEOs e encontrar um livro para inspirar ou simplesmente distrair a mente.

8 dicas para aprender em tempos de pressa

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Foto: Reprodução/Tumblr/pianoandstudy)

Foto: Reprodução/Tumblr/pianoandstudy)

 

Mauricio Peixoto, na Galileu

Vivemos em um mundo cheio de questões e problemas científicos. Do aquecimento global, passando pelos alimentos que você come ou por como você vai pagar por algo que comprou, todos são, de alguma forma, problemas que envolvem algum tipo de conhecimento. Estamos imersos em uma explosão de informação. O problema é que, apesar de o cérebro ter evoluído muito nesses milhões de anos, a quantidade de coisas que precisamos saber aumentou bem mais que a sua capacidade de processamento. Então, o que fazer? A resposta está em usar a inteligência. Inventamos maneiras de usar o cérebro com mais eficiência.

Veja estas dicas de como usá-lo melhor e boa viagem na trajetória para se tornar uma pessoa maior e melhor!

1 – Não tema, seja curioso

Use a curiosidade para se orientar: ela torna o aprendizado mais pessoal e prazeroso. Não tente assimilar tudo, você decide o que aprender! Leia livros, veja vídeos, converse com quem sabe mais e construa uma reserva de informação.

2 – Pratique o ceticismo
Não é porque está escrito ou passou na TV que é verdade: as pessoas podem se enganar ou mentir. Pergunte-se as razões para acreditar no que você ouve. Confira com o que você já sabe, busque outras fontes. Isso se chama Pensamento Crítico.

3 – Aprenda a pensar
Refletir sobre sua linha de pensamento e otimizá-la é importante. O preconceito, por exemplo, é uma forma errada de pensar, e esses erros podem levar a escolhas ruins. Psicólogos, coachs e filósofos podem ajudar nesse aprendizado. Procure-os!

4 – Faça planos de aprendizado
Na sobrecarga de informação, você se sente perdido, não consegue decidir nada. E o estresse é ruim para muita coisa, inclusive para o pensamento. Planejar faz com que você foque no que interessa. Mas também não é para planificar tudo e todos.

5 – Nunca deixe de perguntar
Questionar é uma excelente estratégia: revela o que você sabe, o que não sabe e permite escolher o que aprender. Use a curiosidade para decidir o que perguntar. Quê? Quem? Quando? Por quê? Para quê? Perguntas o dirigem ao que é importante.

6 – Aprenda a ler com eficiência
Todo bom texto tem estrutura e ideia central. Saber disso permite apreender informações de um jeito mais rápido e preciso. Aprenda a ler ideias com técnicas como Leitura Inspecional, Analítica e Sintópica. Busque auxílio de profissionais!

7 – Aproveite a tecnologia
Celulares permitem fazer anotações, fotografar informações, gravar palestras, ler e-books. Mas é preciso saber usar a tecnologia a seu favor. A internet é território livre: releia o que escrevi sobre curiosidade, ceticismo saudável e pensamento crítico.

8 – Registre, memorize e use
Sua memória tem limites. Qual a melhor forma de registrar? Depende. Pessoas visuais beneficiam-se com Mapas Mentais — são uma boa forma de organizar o conhecimento. Use seus registros e resgate–os sempre que possível, como nas eleições.

 

*Maurício Peixoto é Doutor em Medicina, Professor associado da UFRJ, líder do GEAC-UFRJ e membro do Laboratório de Currículo e Ensino Núcleo de Tecnologia para a Saúde (Nutes).

5 livros clássicos que podem tornar você um líder muito melhor

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(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

 

Ao ler F. Scott Fitzgerald e Arthur Miller, é possível aprender mais sobre nós mesmos e sobre o que faz a boa liderança

Publicado na Época Negócios

Não se trata de autores que escrevem sobre gestão, negócios e liderança. Estamos falando de literatura clássica: escritores como o americano F. Scott Fitzgerald, o nipo-britânico Kazuo Ishiguro e o francês Albert Camus, premiadíssimos e cujas obras são leitura obrigatória, oferecem insights inestimáveis para compreender a verdadeira liderança, segundo Scotty McLennan, professor da Stanford Graduate School of Business.

Segundo McLennan, responsável pelo MBA “O Mundo dos Negócios: Investigação Moral e Espiritual através da Literatura”, não devemos nos limitar a manuais e biografias, além de estudos, pois isso significa perder a oportunidade de olhar para a questão de maneira diversa. Ele garante que, ao ler alguns clássicos literários, é possível mergulhar na “mente” dos personagens – e aí se encontram lições valiosas.

“A literatura pode mostrar de uma maneira que estudos de casos específicos e biografias que supostamente abordam a realidade não podem alcançar”, diz Scotty McLennan, em um artigo da Business Insider.

A seguir, uma lista de clássicos capazes de provocar ideias e que poderiam figurar facilmente entre os melhores livros para se ler nesta vida.

O Grande Gatsby
F. Scott Fitzgerald

Considerado por McLennan como o livro do “sonho americano”, “O Grande Gatsby” conta a história de um jovem pobre que busca o sucesso a qualquer preço para impressionar o grande amor de sua juventude, Daisy.

“Podemos aprender com Gatsby como a vida pode ser transformada, ao colocar ideais acima das decisões práticas da vida diária, acima do desejo por segurança e da busca pelo poder”, afirma o professor. “Não creio que muitas pessoas sejam capazes de viver no mesmo nível de idealismo de Gatsby por tanto tempo.”

“É claro que o livro de Fitzgerald nos desafia a manter um idealismo além daquele de Gatsby, ao mostrar de forma comovente as suas limitações”, aponta McLennan.

Siddartha
Herman Hesse

O romance acompanha um homem que luta para “combinar negócios e espiritualidade”. “Ele se torna um mercador rico que no início não dá muita importância ao sucesso material, concentrando-se em atender bem seus clientes e agir de maneira ética em relação aos acionistas. Mas ele acaba se tornando ganancioso e sucumbe à ‘doença da alma do homem rico’ e se transforma em um homem maldoso”, comenta o professor.

Mais tarde, ele consegue encontrar o equilíbrio ao oferecer transporte para que viajantes possam cruzar um rio – oferecendo conselhos espirituais.

O Estrangeiro
Albert Camus

Muito citado como uma das principais obras do Existencialismo, o livro aborda a “filosofia do absurdo” de Camus. Ao matar um homem, o personagem Mersault estabelece duas narrativas em primeira pessoa, uma antes do assassinato e outra depois.

Para o professor McLennan, este livro leva o leitor a questionar seu papel como ser humano e, portanto, seu lugar no universo. Qual é o significado da vida, se é que existe um significado?

Vestígios do Dia
Kazuo Ishiguro

O romance, que acompanha um velho mordomo que devotou a maior parte de sua vida ao lorde da mansão – a ponto de se tornar cego em relação ao que acontece no mundo e também às suas necessidades. Ele vê o mundo de maneira hierarquizada, seguindo um código antiquado, através de vás décadas.

Segundo McLennan, há várias passagens que discutem valores de liderança e ética. Em última análise, o livro pode ser visto como um estudo sobre as diferenças entre Ocidente e Oriente.

Morte de um Caixeiro-Viajante
Arthur Miller

Outro romance que faz parte da lista do professor de livros do “sonho americano”, esta peça é uma lição de confiança – em si mesmo e no mundo que nos rodeia. O caixeiro-viajante Willy Loman acredita ser capaz de controlar seu destino e o de sua família, tentando impor a seus filhos trabalhos que não se encaixam em sua natureza.

“Se ele confiasse mais nas pessoas a seu redor em vez de tentar controlar tudo sozinho, e aceitasse sua própria natureza em lugar de se tornar uma pessoa que ele não era, possivelmente seria mais bem sucedido”, diz McLennan.

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