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Belas Maldições | Adaptação da obra de Neil Gaiman e Terry Pratchett terá atores de Harry Potter e Better Call Saul no elenco

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Série de TV também terá David Tennant e Michael Sheen

Arthur Eloi, no Omelete

A adaptação televisiva de Belas Maldições, obra de Neil Gaiman e Terry Pratchett, teve algumas adições ao elenco: Jack Whitehall, Michael McKean (Better Call Saul) e Miranda Richardson (Sleepy Hollow, Harry Potter) estarão no seriado. A informação é do Deadline.

Whitehall será Newton ‘Newt’ Pulsifer, um balconista fracassado que torna-se caçador de bruxas; McKean viverá o sargento Shadwell, líder do exército caçador de bruxas; já Richardson será a madame Tracy, uma médium e cortesã que ajuda os dois a salvarem o mundo do apocalipse.

A trama será ambientada nos últimos dias que antecedem o apocalipse enquanto a raça humana se prepara o julgamento final, acompanhando a procura do anjo enrolado Aziraphale (Michael Sheen) e do demônio Crowley (David Tennant) pelo anticristo.

Gaiman servirá como roteirista e showrunner dos seis capítulos, que ainda não têm data de estreia definida. A série será uma parceria entre a BCC e a Amazon. O serviço de streaming também abriga Deuses Americanos, outra adaptação da obra do escritor britânico.

Charlie de “A Fantástica Fábrica de Chocolate” era para ser negro

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O primeiro Charlie no filme de 1971

O primeiro Charlie no filme de 1971

 

Willy Wonka e seus ajudantes também tiveram polêmica
Thiago Forato, no Na Telinha

Um dos livros, e que posteriormente teve dois filmes adaptados, “A Fantástica Fábrica de Chocolate“, era para ter seu Charlie de pele negra.

A revelação partiu da viúva do escritor britânico Roald Dahl, Liccy Dahl, em entrevista ao programa “Today”, da BBC. “O primeiro Charlie que ele escreveu era um menininho negro”, contou ela.

O apresentador então questionou o que levou para que essa característica do personagem fosse mudada, mas Liccy garantiu que não sabia. “Uma pena”, declarou.

Donald Sturrock, que foi biógrafo de Dahl, revelou que a mudança se deu por sugestão da agente literária do autor. “Ela considerou uma má ideia ter um herói negro. Ela disse que as pessoas perguntariam a razão daquilo”, relembrou Donald.

Na época do lançamento de seu primeiro livro, Dahl foi acusado de racismo. A primeira versão dos Oompa Loompas, ajudantes de Willy Wonka, eram descritos como pigmeus negros da África. E o sistema de trabalho na fábrica se assemelhava com a escravidão, de acordo com o movimento.

A manifestação contra isso foi grande. Na segunda versão do livro, nos Estados Unidos, ele alterou a origem para um lugar fictício chamado Loompaland.

O primeiro filme, de 1971 que foi protagonizado por Gene Wilder, retratou os ajudantes do Senhor Wonka com pele laranja e cabelo verde.

Primeiro Mataram Meu Pai | Livro que inspirou filme de Angelina Jolie chega ao Brasil

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Longa será lançado em setembro na Netflix

Fabio de Souza Gomes, no Omelete

A HarperCollins Brasil lança neste mês o livro Primeiro Mataram Meu Pai, que conta a história da jovem Loung Ung e sua trajetória para escapar do regime do ditador Pol Pot, no Camboja. A obra inspirou o novo filme dirigido pela atriz Angelina Jolie que tem estreia prevista ainda para este mês na Netflix. Confira a capa:

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Filha de um oficial de alto escalão do governo do Camboja, a menina teve uma vida privilegiada até o início da sua infância. Tudo mudou em abril de 1975, quando foi instaurado no país um dos piores regimes da história, o Khmer Vermelho, responsável pela morte de cerca de 2 milhões de cambojanos na época.

Quando o exército invadiu a cidade, Loung e sua família passaram a correr sério risco, já que seu pai era agente do governo. Por um tempo, eles se disfarçaram e conseguiram ficar unidos, mas seus pais foram descobertos e executados. A partir daí, Loung precisou fugir e acabou em um campo de formação de crianças-soldado, onde foi treinada para se tornar um dos membros do exército comunista. Já seus irmãos foram mandados para um campo de trabalhos forçados.

Apesar de todo o sofrimento, a jovem não desistiu de mudar sua vida. Aos dez anos, ela conseguiu fugir para a Tailândia com um de seus irmãos e, anos depois, chegou aos Estados Unidos.

“Esta é uma história de sobrevivência: a minha e a de minha família. Embora estes acontecimentos façam parte da minha experiência de vida, minha história está refletida na vida de milhões de cambojanos”, declarou a autora em seu livro.

A estreia no serviço de streaming está marcada para 15 de setembro.

It: A Coisa | As 10 coisas mais bizarras do livro original de Stephen King

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Caio Coletti, no Observatório do Cinema

Com It: A Coisa chegando aos cinemas nessa quinta-feira (07), toda uma nova geração de fãs vai passar a conhecer e temer Pennywise, o palhaço assassino que aterroriza a cidade de Derry, no Maine.

O livro original de Stephen King, publicado em 1986 e considerado por muitos a obra prima do mestre do terror, tem nada menos que 1104 páginas na tradução em português, e muitos detalhes e bizarrices ficaram de fora da adaptação, que de qualquer forma traz apenas metade da história (que será concluída com uma continuação, em 2019).

Confira abaixo (spoilers) as 10 maiores bizarrices do livro:

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Biografia traz pistas sobre o enigma Belchior

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O cantor e compositor Belchior, nos anos 70 (Paulo Salomão/Dedoc)

O cantor e compositor Belchior, nos anos 70 (Paulo Salomão/Dedoc)

Livro conta a história do músico a partir de sua passagem por um seminário onde estudava para ser frade

Publicado na Veja

“Belchior nem existia. Morreu como? Como se pode saber que alguém que está desaparecido morreu?”. Esses foram os primeiros pensamentos de Jotabê Medeiros, biógrafo do cantor e compositor cearense Antônio Carlos Belchior, ao receber a notícia da sua morte, em 30 de abril deste ano. À época, o jornalista já havia terminado o livro sobre a vida do músico e se preparava para o xeque-mate: voar até o Rio Grande do Sul e seguir um endereço que conseguira para encontrar e ouvir seu personagem, até então com paradeiro desconhecido pelo público.

O tempo foi curto. Jotabê perdeu um dos irmãos e passou alguns dias recluso. Ao voltar à ativa, teve que mudar seu destino e desembarcar em Fortaleza. Engolir a expectativa de falar com o autor de Anunciação e enfrentar a dura atmosfera de mais um funeral. Belchior: Apenas um Rapaz Latino-Americano (Todavia, 240 páginas, R$ 49,90), ganhou, por isso, um último capítulo: Inmemorial.

A obra traz para os fãs órfãos um resgate biográfico que não chega a explicar o motivo pelo qual Belchior deixou tudo para trás, mas pode dar pequenas pistas. O livro começa com os primeiros anos da sua formação intelectual, no Seminário de Guaramiranga. Belchior estudava para ser frade. “Ficou claro, para mim, que tudo que ele se tornou – um cara que sabia latim, italiano, filosofia, que lia muitos autores clássicos como Dante Alighieri – veio do seminário”, relata Jotabê.

Para o jornalista, Belchior parecia ter criado o próprio verbete da Wikipedia em uma entrevista para O Pasquim, em 1978. “A partir dali, ele passou a reproduzir histórias suas e os jornais, também”, conta Medeiros. A reconstituição dos passos e rupturas do músico cearense ao longo da carreira pinta um artista generoso, um compositor invariavelmente aplaudido e outras facetas menos conhecidas, como o gosto pela pintura e a vida amorosa “muito prolixa”, como define o biógrafo.

Para explicar o sumiço do cantor, que esvaneceu em 2007, existem várias especulações, mas nenhuma delas aparece no livro. Fato é que não há exatamente como saber por que Belchior deixou para trás a família com os filhos, os amigos e os fãs. Alguns apontam Edna Prometheu, sua última mulher, como o principal motivo do afastamento. Enquanto outros apostam que o cearense mostrou um descontentamento e uma sabedoria muito lúcida em suas obras, já deixando claro uma sensibilidade incomum que poderia impor a ele, como destino, o exílio.

Mesmo sem decifrar o mistério Belchior, o livro passa por toda a carreira do músico que chegou a dormir em uma construção por falta de dinheiro e a pedir um prato de comida para Elis Regina, que gravaria em seguida algumas de suas canções mais famosas, jogando luz sobre um dos grandes compositores da música brasileira. Além de contar alguns saborosos encontros na vida do cantor, como com seu ídolo, Bob Dylan, em 1990, e também com Zeca Baleiro, que aconteceu já longe dos holofotes, em março de 2014.

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