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Os estranhos | Universal Pictures compra direitos do livro de Stephen King

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Mauricio Tavares, no Mundo Hype

Mais uma obra de Stephen King vem ai, “ Os Estranhos ” (ou The Tommyknockers, no original), livro publicado em 1987 que já tinha sido adaptado para tv pela ABC em 1993 vai ganhar uma adaptação para os cinemas depois de uma acirrada disputa com a Sony e Netflix a Universal Pictures adquiriu os direitos de adaptação do livro.

O filme ainda segue com James Wan (Aquaman) e Roy Lee (produtor de It: A Coisa) desenvolvendo o projeto que ainda não tem data definida.

Os estranhos conta a história de uma cidadezinha interiorana que misteriosamente é atacada com um gás misterioso que os confere certa habilidades especiais,mas também os torna escravos de uma raça alienígena.

Remake de Fahrenheit 451 com Michael B. Jordan ganha trailer legendado

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Marcel Plasse, no Pipoca Moderna

A HBO divulgou um trailer legendado do remake do clássico sci-fi “Fahrenheit 451”. A prévia mostra livros queimando e o trabalho dos bombeiros – que não é o esperado – , com ênfase na doutrinação de crianças sobre a importância de acabar com a cultura. A tensão crescente deságua no começo do questionado do bombeiro vivido por Michael B. Jordan (“Pantera Negra”), que chega a confrontar seu chefe, interpretado por Michael Shannon (“O Homem de Aço”). O destaque é a cena em que Shannon oferece “A Metamorfose”, de Franz Kafka, para Jordan ler, como prova da inutilidade da literatura, numa ironia desconcertante.

Baseado na influente trama distópica do escritor Ray Bradbury, originalmente publicada em 1953 – e que já virou um filme cultuado de François Truffaut em 1966 – , “Fahrenheit 451” se num futuro totalitário, em que as pessoas sofrem lavagem cerebral de programas de televisão idiotizantes e são proibidas de ler. Nesta sociedade, o trabalho do corpo de bombeiros é um dos mais importantes, responsável por incendiar bibliotecas e qualquer resquício de cultura antiquada. O nome da obra se refere à temperatura (451 em graus fahrenheit) da queima dos livros.

Enquanto no filme europeu dos anos 1960 todos os personagens eram brancos, a nova versão segue o bombeiro negro Montag (papel de Jordan), que passa a questionar a motivação dos subversivos para esconder livros. O elenco também inclui Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) como Millie, a mulher de Montag, cuja imersão nas mídias sociais e consumismo resultam num casamento distante, e Sofia Boutella (“A Múmia”) como Clarisse, uma apaixonada por literatura que desperta dúvidas no protagonista sobre o seu próprio trabalho.

O filme da HBO tem roteiro e direção de Ramin Bahrani (“A Qualquer Preço” e “99 Casas”) e estreia em maio.

Confira entrevista com Jeff VanderMeer, autor da saga de ‘Aniquilação’

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História de Jeff VanderMeer deu origem ao filme da Netflix protagonizado por Natalie Portman
(foto: Peter Mountain/Divulgação)

Livro que inspirou o filme Annihilation usa a ficção científica para traçar paralelo entre a relação homem/natureza

 

Adriana Izel, no Correio Braziliense

Desde que foi lançado em março na Netflix, o filme Annihilation (Aniquilação, em português) dividiu opiniões. A obra é inspirada no livro homônimo de Jeff VanderMeer e é o primeiro de uma trilogia. Os livros chegaram este ano ao Brasil pela Editora Intrínseca, que também lançará em breve outro livro do autor, a obra Borne.

Com mudanças consideráveis em relação ao livro, a versão cinematográfica acompanha a bióloga Lena (Natalie Portman) em expedição, composta apenas por mulheres, que visa entender a Área X, local do planeta Terra que está envolto de um brilho onde acontecem coisas inexplicáveis e de onde quase ninguém volta, exceto o marido dela, o sargento Kane (Oscar Isaac). Ele reaparece de forma misteriosa e com um comportamento estranho, e isso motiva a personagem a tentar entender o local.

O autor lamentou algumas alterações da adaptação. “Lamento a perda de algumas coisas. É, até certo ponto, difícil, como criador de algo muito pessoal, não ter controle sobre a representação visual da história”, afirma ao Correio.

(foto: Kyle Cassidy/Divulgação)

Qual foi a sua motivação para escrever Aniquilação, primeiro livro da trilogia Comando sul?
Há algum tempo, eu queria escrever algo na Flórida. Minha primeira tentativa foi sobre uma festa chamada Festival da Lula de Água Doce, que dizia que uma lula de água doce chegou à Flórida em um navio-contêiner vindo do Brasil e, agora, vivia em um lago na Flórida Central. Infelizmente, as pessoas pensaram que era tão real que estavam ligando para a cidade vizinha falando sobre o festival e até um programa sobre a vida selvagem da BBC me procurou querendo filmar sobre a lula. Então, claramente, uma outra forma de abordagem era necessária.

Como você fez isso, então?
A ideia surgiu em um sonho em que eu entrava em uma torre de túneis com palavras vivas na parede. Quando acordei, ficou claro que o que quer que estivesse escrito estaria lá embaixo e eu logo encontraria. De manhã, eu não tinha apenas as palavras escritas na torre do túnel do meu sonho, mas a personagem de uma bióloga em minha mente, a situação inicial e a ideia de uma agência secreta enviando expedições para esse deserto em que coisas estranhas estavam acontecendo. Meio que (a história) se escreveu naquele momento.

Você teve alguma influência no roteiro da versão cinematográfica de Aniquilação?
Não, eu só vi muito, muito tarde. Alex Garland (o diretor do filme) estava nervoso sobre a minha reação, já que é muito diferente. Mas, é claro, um roteiro é apenas parte de um filme. E o filme é, de certa forma, mais diferente nos detalhes do que no roteiro. A textura e certos elementos visuais são muito parecidos com o livro.

O que você achou da adaptação?
Foi difícil assistir no começo, porque eu tinha não só a imagem do set (de filmagem), mas do livro na minha cabeça. Mas, na terceira vez em que vi, eu realmente amei, apesar de lamentar algumas coisas que foram perdidas do livro. Acredito que o último ato é genial e, toda vez que o vejo, percebo as pessoas se contorcendo como marionetes em cordas invisíveis devido ao desconforto físico de ver algo realmente original na tela. A trilha sonora também é genial.

O livro e o filme têm diferenças significativas. O que você acha sobre essas mudanças?

Eu lamento a perda de algumas coisas. É, até certo ponto, difícil, como criador de algo muito pessoal, não ter controle sobre uma representação visual de sua história. Por outro lado, eu sempre tenho visto muitas artes feitas por fãs com base na série e gostado. Em algum nível, eu estava preparado para essa transformação. E também há muitas traduções do livro ou reações da parte de Garland. Um bom exemplo é o urso, que é uma combinação do javali e da criatura que se lamentava no livro. A aldeia de musgo é tirada do livro e a cena lá com Tessa Thompson (que interpreta Jodie Radek) é uma que eu gostaria muito de ter pensado para a saga.

Qual é a maior mensagem que você queria discutir com Aniquilação?
Em parte, a Área X é, para nós, o que somos para os animais: uma força aparentemente inexplicável, que age contra eles por razões ruins ou desconhecidas. Isso é muito importante para a ideia de renegociar a distância entre natureza e cultura. Agora mesmo, em nossa destruição do meio ambiente e nosso inútil assassinato de animais — diretamente ou por meio da derrubada de seu habitat —, estamos nos comportando francamente como se fôssemos insanos. Eu também queria explorar como os seres humanos são muito mais irracionais do que pensamos. Alguém que não consegue algo para o café da manhã pode mudar as principais decisões políticas. Alguém que está tendo um caso com alguém em um departamento do governo pode ter esse mesmo efeito. Em suma, tendemos a descrever o racional com algum mito de que somos lógicos em nosso comportamento, mas ele é retroativo ao que realmente está acontecendo.

Você está trabalhando em alguma sequência para essa história? Quais são seus projetos agora?
Estou trabalhando em um thriller ambiental, Hummingbird Salamander, no qual uma ex-ativista ambiental da Argentina morre e deixa uma chave para uma unidade de armazenamento para o narrador do romance. Na unidade de armazenamento estão corpos taxidermizados de dois animais: um beija-flor e uma salamandra. Eles se tornaram espécies ameaçadas de extinção e, ao explorar o mistério, o narrador mergulha mais sobre o tráfico de vida selvagem, o ecoterrorismo, o bioterrorismo e o fim do mundo.

História do livro Borne
O romance apocalíptico biotecnológico segue a personagem Rachel, uma catadora que coleta organismos geneticamente modificados feitos pela empresa The Company e acaba descobrindo uma criatura em forma de anêmona do mar, que ela batiza de Borne.

2001: Uma Odisseia no Espaço | Livro mostra detalhes da criação do clássico de Stanley Kubrick

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Publicação foi lançada pela Todavia

Fabio de Souza Gomes, no Omelete

A Editora Todavia lançou este mês no Brasil 2001: Uma Odisseia no Espaço – A Criação de uma Obra-Prima, publicação escrita por Michael Benson sobre a criação do clássico dirigido por Stanley Kubrick. Confira a capa:

Em 1964, Stanley Kubrick e Arthur C. Clarke se juntaram para, nas palavras do diretor, “fazer o primeiro filme de ficção científica que não seja considerado lixo”. Quatro anos depois, 2001: Uma odisseia no espaço seria lançado. Agora, o autor reconta como foi a criação do filme, de sua gênese ao lançamento em 1968.

O autor entrevistou Clarke, bem como Christiane, viúva de Kubrick, e Doug Trumbull, o criador dos efeitos-especiais do filme, captando não apenas a epopeia cinematográfica mas também a complexidade da relação de Kubrick e Clarke. O resultado é um misto de making of, ensaio e análise do filme.

Filme “Estrelas Além do Tempo” vai virar série

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Projeto está em estágio inicial e ainda não tem previsão de estreia | Foto: Divulgação / CP

Publicado no Correio do Povo

Indicado na categoria de Melhor Filme do Oscar 2017, “Estrelas Além do Tempo” será adaptado para uma série de televisão. As informações são da revista Variety. O projeto está sendo desenvolvido pelo National Geographic e ainda se encontra nos estágios iniciais da produção. A data de estreia e o elenco ainda não foram divulgados.

O canal anda investindo em séries ultimamente e “Genius”, uma antologia sobre gênios, foi seu último projeto. A primeira temporada mostrou a vida de Albert Eisten e foi indicada em 10 categorias do Emmy.

Baseado no livro de mesmo nome de Margot Lee Shetterly, o enredo de “Estrelas Além do Tempo” conta a história verdadeira de três mulheres negras da NASA (Katherine Johnson, Dorothy Vaughn e Mary Jackson) e suas contribuições para a corrida espacial americana. O filme é estrelado por Taraji P. Henson, Octavia Spencer e Janelle Monáe.

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