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The Mortal Engines | Livro que será adaptado por Peter Jackson nos cinemas chega ao Brasil em 2018

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Publicação será lançada pela HarperCollins Brasil

Fabio de Souza Gomes, no Omelete

A HarperCollins Brasil confirmou com EXCLUSIVIDADE ao Omelete que publicará no Brasil a série The Mortal Engines, livro de Philip Reeve que será adaptado para os cinemas nas mãos de Peter Jackson (O Senhor dos Anéis).

O livro mostra um mundo pós-apocalíptico steampunk, devastado por um grande holocausto nuclear conhecido como a Guerra dos 60 minutos. Os humanos, agora, sobrevivem através de um sistema de “darwinismo municipal”, em que as cidades são máquinas gigantes que precisam consumir umas às outras para sobreviver.

O longa contará com Hera Hilmar como a protagonista feminina e a produção foi filmada na Nova Zelândia.

O lançamento do livro está programado para 2018, ano em que marca a estreia do filme.

Poemas inéditos de Leonard Cohen serão publicados em 2018

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O músico Leonard Cohen trabalhava no livro de poemas 'The flame' até pouco antes de morrer, em 7 de novembro de 2016. (foto: JOEL SAGET/DIVULGAÇÃO)

O músico Leonard Cohen trabalhava no livro de poemas ‘The flame’ até pouco antes de morrer, em 7 de novembro de 2016. (foto: JOEL SAGET/DIVULGAÇÃO)

 

Um concerto em homenagem ao artista estava aconteceu nesta segunda-feira, 06, em Montreal, no Canadá

Publicado no UAI

Os últimos poemas de Leonard Cohen (1934-2016), completados alguns dias antes de sua morte, serão publicados em uma antologia em 2018, conforme anunciou seu antigo representante. Intitulado The flame (A chama), o livro incluirá os poemas não publicados de Cohen, bem como textos em prosa, ilustrações e letras para as músicas de seus últimos três álbuns.

Explicando a metáfora do título, Robert Kory, que era o representante de Cohen, disse que o artista nascido em Montreal terminou o livro dias antes de sua morte, em novembro de 2016, e que “revela a intensidade total de seu fogo interior”. “Durante os últimos meses de sua vida, Leonard se concentrou particularmente em terminar este livro, composto principalmente por seus poemas inéditos e seleções de suas anotações”, afirmou Kory em um comunicado.

O livro, que tem editores nos Estados Unidos, Canadá e Grã-Bretanha, deverá ser colocado à venda em outubro de 2018. Cohen morreu aos 82 anos em sua casa, em Los Angeles, em 7 de novembro. Poeta consumado antes de colocar música em suas letras, escreveu várias canções sobre o amor e a natureza do divino.

Um concerto em homenagem à sua memória estava previsto para esta segunda-feira, 06, em Montreal, com a presença dos artistas britânicos Sting e Elvis Costello e do americano Philip Glass.

Adaptação para os cinemas de “O Cemitério”, de Stephen King, é confirmada

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João Abbade, no Jovem Nerd

A Paramount anunciou nesta terça-feira (31) que uma nova adaptação do livro “O Cemitério”, de Stephen King, está sendo feita. A dupla de diretores Kevin Kolsch e Dennis Widmyer, diretores do filme de terror Starry Eyes, vão comandar a nova adaptação.

Em 1989 o livro ganho uma adaptação para os cinemas com o título “Cemitério Maldito” e com a direção de Mary Lambert, que hoje comanda a série Blacklist.

No livro, um médico de Chicago se muda para uma ótima casa em Maine, mas essa residência fica logo ao lado de um cemitério onde crianças de várias gerações enterravam seus animais. Mas o que a família não sabe é que o cemitério vizinho tem poderes místicos que podem trazer os animais de volta a vida.

Antes da adaptação ser confirmada, diversos diretores manifestaram o interesse em dirigir o projeto. Cineastas como Guillermo Del Toro e o diretor de It: A Coisa, Andy Muschietti, eram alguns deles.

Contra ódio, ‘Diário de Anne Frank’ foi lido antes de partidas de futebol

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O diário de Anne Frank (Foto: Domínio Público)

O diário de Anne Frank (Foto: Domínio Público)

Publicado na Galileu

tradicional minuto de silêncio que antecede algumas partidas de futebol foi diferente na rodada do meio da semana do Campeonato Italiano. Enquanto todos os jogadores e a arbitragem perfilavam, uma criança logo começava a leitura: “Eu vejo o mundo lentamente se transformando em selvageria; eu escuto o aproximar de um trovão que, um dia, vai nos destruir também. Eu sinto o sofrimento de milhões. E ainda, quando eu olho para o alto no céu, de alguma forma eu sinto que tudo vai mudar para melhor, que essa crueldade também vai acabar, que a paz e a tranquilidade vai retornar mais uma vez”.

O texto é um trecho do Diário de Anne Frank, escrito entre 12 de junho de 1942 e 1º de agosto de 1944, enquanto a jovem, então com 14 anos, quando se escondia com sua família e outros judeus perseguidos pelo exército alemão em um compartimento secreto junto aos escritório de seu pai, em Amsterdã. Menos de um ano depois, Anne foi encontrada pelos nazistas e morreu em um campo de concentração, mas suas palavras sobreviveram e viraram livro símbolo do extermínio judeu.

No último domingo (22) membros de uma torcida organizada da Lazio, clube da capital italiana, espalhou fotos de Anne Frank vestida com a camisa da rival Roma pelo setor sul do Estádio Olímpico, após a partida contra o Cagliari. Conhecidos como Irriducibili, os fascistas travestidos de torcedores normalmente ocupam o setor norte do estádio, mas o local estava interditado justamente devido a manifestações racistas três semanas antes, em uma partida contra o Sassuolo.

A ligação da torcida da Lazio com a extrema-direita não é nova. Começou ainda na primeira metade do século passado, graças a um famigerado torcedor, o ditador fascista Benito Mussolini. Na temporada de 1998/1999, em um clássico contra a Roma, os Irriducibili estenderam uma faixa na arquibancada com a frase “Auschwitz vossa Pátria, os fornos vossas casas”, em referência ao campo de concentração na Polônia que matou milhares de judeus em fornos e câmaras de gás. Uma das vítimas foi Anne Frank. Também não é difícil encontrar bandeiras nazistas pela arquibancada.

Os jogadores da Lazio até tentaram fazer com que a torcida tome um jeito. Na noite de quarta-feira (25 de outubro), eles entraram em campo para a partida contra o Bologna, no estádio local Renato Dall’Ara, com camisetas que estampavam a foto de Anne Frank e trazia uma mensagem contra o anti-semitismo. Mas não deu muito resultado. A maioria da torcida da Lazio boicotou a partida, enquanto alguns poucos que entraram ficaram cantando “Ne me frego”, ou “Eu não ligo”, enquanto o trecho do livro era lido.

O presidente do clube, Claudio Lotito, também tentou fazer sua parte. Ou mais ou menos isso. Ainda na segunda-feira visitou uma sinagoga em Roma e anunciou planos de levar alguns torcedores para conhecer Auschiwitz. Mas não demorou muito para ser desmascarado. Em um áudio vazado na quarta-feira aparecia afirmando que suas atitudes eram “um teatro que tinha que fazer”.

Na maioria dos estádios do país, da primeira à terceira divisão, a leitura do trecho do livro deu certo. Com aplausos da torcida e respeito. Em Turim, no entanto, quando a Juventus se preparava para enfrentar o SPAL, parte da torcida virou as costas para o campo e cantou o hino italiano durante a leitura. Torcedores da própria Roma também ignoraram as palavras de Anne Frank e não cantando em apoio a seu time.

74% da população brasileira nunca comprou um livro

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Pesquisa ‘Retratos da Leitura no Brasil’ aponta que brasileiros leem em média 4,96 livros ao ano

Isabela Alves, no Observatório do Terceiro Setor

De acordo com a 4ª edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, desenvolvida em março de 2016 pelo Instituto Pró-Livro, mais da metade da população brasileira se considera leitora, porém apenas 4,96 livros são lidos por ano. Deste total, 2,43 foram terminados e 2,53 lidos em partes.

A pesquisa considera que é leitor quem leu, inteiro ou em partes, pelo menos 1 livro nos últimos 3 meses. No entanto, os estudos mostram que 74% da população nunca comprou um livro e 30% dos entrevistados nunca leram uma obra.

Entre as principais motivações para a leitura estão gosto (25%), atualização cultural (19%), distração (15%), motivos religiosos (11%), crescimento pessoal (10%), exigência escolar (7%), atualização profissional ou exigência do trabalho (7%).

A Bíblia é o livro mais lido em qualquer grau de escolaridade. Outros títulos que foram citados como mais recorrentes foram: A Culpa É Das Estrelas, A Cabana, O Pequeno Príncipe, Cinquenta Tons de Cinza, Diário de um Banana, Crepúsculo, Harry Potter e Dom Casmurro.

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