A História do Futuro de Glory O'brien

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Marlon James, escritor jamaicano vencedor do Man Booker Prize, virá à Flip

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O escritor jamaicano Marlon James - NEIL HALL

O escritor jamaicano Marlon James – NEIL HALL

 

Seu romance ‘Breve história de sete assassinatos’ será publicado no Brasil em julho

Publicado em O Globo

RIO — O escritor jamaicano Marlon James será um dos convidados da 15º edição da Festa Literária Internacional de Paraty. James venceu o Man Booker Prize de ficção em 2015 com o seu ambicioso romance “Breve história de sete assassinatos”, que será publicado no Brasil pela Intrínseca em julho.

Ao longo de mais de 600 páginas, o autor narra a tentativa de assassinato de Bob Marley na década de 1970 por uma gangue de garotos da periferia viciados em cocaína e munidos de armas automáticas.

O autor usa o turbulento episódio para explorar o universo do crime organizado no país nos anos após a independência da ex-colônia britânica, uma trama que envolve policiais, agentes da CIA, traficantes e políticos. Presidente do júri que deu o prêmio a James, Michael Wood destacou na época a linguagem inovadora da obra.

“Este livro é surpreendente em sua gama de vozes e registros, indo desde o linguajar de gangues de rua até o Apocalipse da Bíblia”, afirmou em comunicado.

Joselia Aguiar, curadora da Flip 2017, aponta, em nota, que o livro é inventivo não só do ponto de vista linguístico, ao combinar o inglês culto ao dialeto jamaicano patois.

“Marlon James também fez um livro com uma estrutura ousada de dificílima execução. Trata-se de um épico de alta temperatura que acumula mais de 70 personagens, que se alternam como narradores, numa época de grande turbulência política e social”, diz Joselia.

Sleeping Beauties novo livro de Stephen King tem capa revelada

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Obra narra de forma sobrenatural, como o mundo sobreviveria ou não, sem mulheres

Fernando Rhenius, no Vavel

Sleeping Beauties, novo livro de Stephen King em parceria como filho Owen King, teve a capa revelada nesta quarta (29). A premissa da história, é um mundo sem a figura feminina. O lançamento do livro está marcado para o dia 26 de setembro nos EUA. As informações são do site Entertainment Weekly.

(Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

A sinopse, pode ser conferida abaixo:

“Em um futuro tão real e próximo, algo acontece quando as mulheres adormecem; elas ficam envolta em um tipo de casulo. Se são despertadas, se a gaze envolvendo seus corpos é perturbada ou violada, as mulheres tornam-se selvagens e espetacularmente violentas; e enquanto elas dormem, vão para outro lugar… Os homens de nosso mundo são abandonados em seus dispositivos cada vez mais primitivos. Uma mulher, no entanto, é imune à bênção ou maldição da doença do sono. Evie é uma anomalia médica a ser estudada? Ou ela é um demônio que deve ser morto?”

Além deste projeto, King também finaliza Gwendy’s Button Box, em parceria com Richard Chizmar. O romance se passa em Castle Rock, cidade fictícia no Maine, que já apareceu em vários livros de King como “A Zona Morta”, “Cujo”. A localidade, também esteve presente no filme Stand By Me (Conta comigo). O livro já está em pré-venda nos Estados Unidos.

Série baseada nos livros de Elena Ferrante é comprada pela HBO

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Capa de 'A amiga genial', de Elena Ferrante - Reprodução

Capa de ‘A amiga genial’, de Elena Ferrante – Reprodução

 

Produção italiana será dirigida por Saverio Costanzo

Publicado em O Globo

RIO – A adaptação da tetralogia napolitana de Elena Ferrante para a TV já tem um lar. A HBO anunciou nesta quinta-feira que adquiriu os direitos de exibição da série, capitaneada pelas produtoras italianas Wildside (também responsável por “The young pope”) e Fandango. O primeiro livro, “A amiga genial”, será transformado em uma minissérie de oito episódios dirigidos por Saverio Costanzo.

As filmagens começam no meio do ano na Itália — a série será toda falada em italiano, aliás. As atrizes que interpretarão as amigas Lenu e Lila ainda não foram escaladas. No momento, Costanzo trabalha no roteiro ao lado da própria Elena Ferrante, além dos roteiristas italianos Francesco Piccolo (“Habemus papam”) e Laura Paolucci (“Gomorrah”).

“A série vai explorar a complicada intensidade da amizade entre mulheres”, disse Casey Bloys, presidente de programação do canal americano, que divulgou a sinopse da primeira temporada:

“Quando sua amiga mais importante desaparece sem deixar rastros, Elena Greco, agora uma mulher idosa, imersa em uma casa cheia de livros, liga o computador e começa a escrever a história da amizade das duas. Ela conheceu Raffaella Cerullo, a quem ela sempre chamou de Lila, no primeiro dia de aula em 1950. Passada na perigosa e fascinante Nápoles, a história das duas cobre mais de 60 anos da vida delas, tentando descrever o mistério de Lila, a amiga genial de Elena e, de certa forma, sua pior inimiga”.

Ao todo, a série deve ter 32 episódios de 50 minutos cada, que cobrirão os quatro livros. Recentemente, um jornalista italiano causou polêmica ao investigar transações bancárias na tentativa de descortinar o verdadeiro nome por trás do fenômeno, chegando até a tradutora Anita Raja. A informação nunca foi confirmada.

“As personagens são tão bem contadas, com tantos detalhes, que todos nos identificamos com elas e com o desejo de elas se emanciparem. Elena Ferrante deu um jeito de contar em primeira pessoa coisas que são muito íntimas, arriscadas, coisas que todos nós sentimos, mas que precisam de muita coragem para se admitir”, disse Costanzo.

Segundo o diretor, a série será feita “como um grande filme”. “Para mim a diferença entre a TV e o cinema é muito sutil. As grandes séries atuais são cinematográficas”.

O quarto e último volume da saga de Elena, “A história da menina perdida”, será lançado no Brasil ainda no primeiro semestre deste ano pela editora Biblioteca Azul.

‘A Cabana’ ofereceu para mim uma chance de esperança e cura, diz Octavia Spencer

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Octavia Spencer esteve no Rio de Janeiro para divulgação de seu novo filme, 'A cabana' (Foto: Célio Silva/G1)

Octavia Spencer esteve no Rio de Janeiro para divulgação de seu novo filme, ‘A cabana’ (Foto: Célio Silva/G1)

 

Atriz ganhadora do Oscar está no Rio para lançar seu novo filme, inspirado em best-seller.

Celio Silva, no G1

A atriz Octavia Spencer, vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante em 2012 por “Histórias Cruzadas” e indicada em 2017 na mesma categoria por seu trabalho em “Estrelas Além do Tempo”, está no Rio para o lançamento de “A Cabana”, baseado no best-seller de William P. Young. O longa estreia no Brasil no dia 6 de abril.

No filme, Octavia vive ninguém menos do que Deus, carinhosamente chamada de “Papai”, e ajuda o protagonista vivido por Sam Worthington (“Avatar”) a superar a perda da filha mais nova. A atriz conversou com a imprensa nesta segunda-feira (27) e falou sobre seu papel no filme, além de assuntos relacionados a religião e a fé.

Bem-humorada, Octavia elogiou as belezas naturais do Rio e disse que, se pudesse dar uma mensagem ao presidente americano Donald Trump, seria a de amarmos uns aos outros. Para ela, uma coisa interessante no filme é o retrato do efeito terapêutico da fé, e ela conta que teve uma epifania quando viu o filme pronto.

“Eu aceitei o papel de uma forma egoísta, pois ofereceu para mim uma chance de esperança e cura para o mundo”, declarou a atriz. Ela também elogiou o modo que Deus se apresentou ao personagem de Worthington, que foi orgânico e que não o forçou a acreditar ou a perdoar, mas sim que chegasse a suas próprias conclusões.

Questionada sobre a forma que o filme mostra a Santa Trindade, representada por uma mulher negra, um jovem do Oriente Médio e uma japonesa, Octavia disse que essa foi uma das coisas que mais amou tanto no filme quanto no livro. “Eu acho que o fato de William ter usado latinos, asiáticos, israelitas, afro-americanos, não muda a forma do Cristianismo. Todos fomos feitos à sua imagem”, disse a atriz.

Papel de impacto

Perguntada se o seu trabalho no filme mudou a sua vida, Octavia Spencer disse que isso teve um grande impacto em sua vida, que amadureceu bastante, mas que não foi nada muito radical. Ela admitiu que passou a dar menos importância a outras coisas e que a vida é uma jornada espiritual.

Uma das coisas mais lindas da história, para ela, é a cena em que Missy (Amélie Eve), a filha do protagonista, faz perguntas sobre religião que o deixam numa saia justa. “É a inocência de uma criança sem julgamento. Há algo belo neste livro quanto do filme é que o pai não sabe as respostas e terá que encontrá-las”, afirmou.

Para construir o papel de Papai, Octavia disse que trabalhou com um pastor local, amigo dela. Ela também recebeu livros do diretor. No entanto, ela confessou que não teve referências para interpretar Deus. “Eu a interpretei como se fosse a mãe do Sam (Worthington), um filho a quem havia traído ou abandonado. Não houve tempo para uma relação mais ampla com Sam, o que foi bom, para dar essa sensação de estranhamento”, disse Octavia.

Por fim, a atriz contou que conversa com seu “Papai” todos os dias, sobretudo no início da manhã, o que a ajuda a ter um dia melhor. Ela se considera uma filha de Deus e que estava a serviço do papel. “No fim das contas, tive uma conversa meio ‘esquizofrênica’ quando falava com Deus ao mesmo tempo que interpretava Deus”, concluiu.

5 Curiosidades sobre a produção de “Os 13 Porquês”

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Beatriz Souza, no Cabana do Leitor

A série “Os 13 Porquês” baseado nos livros best-sellers escritos por Jay Asher, “13 Reasons Why“ acompanha o adolescente Clay Jensen (Dylan Minnette) quando volta à sua casa após a escola e encontra uma caixa misteriosa com seu nome. Dentro da caixa descobre fitas cassete gravadas por Hannah Baker – sua colega de escola e amor platônico – que se suicidou duas semanas antes. Nos áudios, Hannah explica que há treze razões pelas quais decidiu terminar com a sua vida.

A produção estreia na Netflix dia 31 de março e, enquanto isso, confiram as curiosidades sobre os bastidores desse novo show.

1 – Antes de se tornar uma série, “Os 13 Porquês” seria um filme

Em 08 de fevereiro de 2011 a Universal Studios anunciou que o romance de Jay Asher seria desenvolvido em um filme, com Selena Gomez como protagonista. O projeto não foi pra frente, mas em 2015 foi anunciado que a adaptação se tornaria uma série oficial da Netflix.

Apesar de Selena não interpretar Hannah, a cantora quis fazer parte da produção por sua história notável e disse que Katherine Langford foi a melhor escolha para o papel. Esse é o primeiro trabalho televisivo da atriz.

2 – A série foi filmada no Norte da Califórnia no verão de 2016

As gravações da série duraram 6 meses e, durante esse tempo, a protagonista precisou viajar das locações para Los Angeles diversas vezes para gravar a voz de Hannah nas fitas. Além das viagens, a gravação também não era simples. Katherine é australiana e precisava garantir que seu sotaque não apareceria, pois a personagens é estadunidense.

3 – Selena Gomez não esteve presente na maior parte das gravações

Apesar de ser produtora executiva do show, Selena estava em turnê do seu álbum “Revival” e precisou se afastar do público em uma clinica de reabilitação para tratar do Lúpus. Gomez ficou 90 dias internada, mas disse que a experiência foi importante, pois viu de perto pessoas reais que passaram por problemas semelhantes aos da Hannah na série.

Mesmo assim, o elenco falou em entrevista que Selena sempre manteve contado e ajudou muito durante todo o processo.

4 – A divulgação criativa

Fizeram 100 cópias de uma edição especial do livro “Os 13 Porquês” com a capa da série e esconderam no metrô de Nova Iorque. O projeto é que quem achasse o livro, deveria ler e passar pra outra pessoa.

O ator Dylan Minnette (Clay) comentou em uma entrevista que acabou amassando a capa de um dos exemplares, então quem achou provavelmente sabe que foi o dele.

5 – Por que fitas e não algo mais atual?

Esse tópico não é exatamente uma curiosidade, pois o autor explica nas “13 Perguntas para Jay Asher” ao final do livro. Mas para quem não leu, a dúvida ainda permanece.

“Essa é uma das razões pelas quis as usei. Com a tecnologia mudando tão rapidamente, é impossível um romance ambientado nos dias de hoje permanecer atual se os personagens utilizam o equipamento mais moderno. Assim, em vez de fazer Hannah postar seus motivos online, usei uma forma de gravação muito mais antiga, fazendo os personagens reconhecerem isso. Quando é algo antiquado, e os personagens lidam com esse fato numa boa, o livro repentinamente se atualiza. […] Eu também gostava de imaginar Clay perambulando pela cidade com sua mochila carregada de fitas cassete, colocando-as e tirando-as do walkman. Isso deu á história dele detalhes interessantes para desenvolver na própria narrativa, como a necessidade de descobrir uma maneira de escutar as fitas”

Essa é a explicação que o autor deu.

E, também, Hannah queria que o conteúdo das fitas fosse escutado apenas pelos nomes na lista. Uma gravação em mp3 poderia facilmente ser compartilhada e ridicularizada online.

Informações retiradas de entrevistas e das redes sociais oficiais do elenco e da série.

Confira abaixo um vídeo por trás das câmeras e o trailer da série que chega na Netflix dia 31 de março.

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