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Sitio do Picapau Amarelo ganhará uma nova adaptação cinematográfica

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Fabio de Souza Gomes, no Omelete

A Clube Filmes anunciou a produção de uma nova adaptação de O Sítio do Picapau Amarelo, história infantil baseada nos famosos livros de Monteiro Lobato. A direção fica por conta de Fabrício Bittar, que assina o roteiro ao lado de André Catarinacho.

Narizinho, sua boneca Emília, Pedrinho, Dona Benta, Tia Nastácia e o Visconde de Sabugosa são alguns das personagens mais conhecidas do universo literário infantil. A obra do autor brasileiro Monteiro Lobato conta com 23 volumes.

“Poder contar essa história fantástica, que faz parte de toda uma geração, para novos espectadores é realmente incrível. Estamos bastante animados e ansiosos para começar a rodar logo”, explica Bittar.

A seleção para o elenco infantil começa no próximo mês e a previsão é que as filmagens tenham início ainda neste primeiro semestre. O roteiro, que está sendo trabalhado há um ano, tem o intuito de apresentar às novas gerações as personagens icônicas dos livros de Monteiro Lobato. O longa contará com distribuição da Galeria Distribuidora.

Casal faz festa de casamento inspirada em “O Grande Gatsby” em NY

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Detalhes da festa de casamento inspirada no livro “O Grande Gatsby” em Nova York Imagem: Divulgação/Anna Ivanova Photography

Publicado no UOL

Se você gosta da temática de jazz, plumas e muito brilho com certeza amou a estética do filme “O Grande Gatsby”, obra de 2013 inspirada no livro homônimo de F. Scott Fitzgerald.

Heather e Max, um casal de Nova York muito fã do longa com Leonardo DiCaprio decidiu fazer sua festa de casamento totalmente inspirada na história.

O evento aconteceu em novembro dentro de um teatro restaurado de 1870 e foi todo registrado pela fotógrafa Anna Ivanova– da decoração às produções da noiva e de suas madrinhas.

“Todos os detalhes foram criados com cuidado para serem inspirados no glamour vintage da história. O local, o Dramatic Hall em Peekskill, Noa York, foi perfeito para sediar uma dramática sessão do Great Gatsby e realmente fez os convidados se sentirem estrelas de cinema”, disse Ivanova ao “PopSugar”.

Veja as fotos da festa:

A Esposa, filme baseado em livro de Meg Wolitzer e que deu o Globo de Ouro para Glenn Close, estreia nos cinemas nessa quinta

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Atriz Glenn Close no filme | Divulgação

Cristina Danuta

A Esposa (The Wife), filme de Björn Runge, que deu o Globo de Ouro de melhor atriz para Glenn close, estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, dia 10. Baseado no livro de Meg Wolitzer, A Esposa conta a história de Joan, vivida pela atriz Glenn Close, que abandona sua carreira e seus talentos para apoiar a carreira do marido, o escritor Joe (vivido por Jonathan Pryce) e se dedicar aos filhos.

Estão ainda no elenco os atores Jonathan Pryce, Christian Slater, Max Irons, Elizabeth McGovern e Annie Starke, que é filha de Glenn Close na vida real e aqui interpreta a personagem de sua mãe quando jovem.

O livro ainda não tem previsão de publicação no Brasil.

Sinopse

Enquanto viaja para Estocolmo com o marido, que receberá o Prêmio Nobel de Literatura, Joan (Glenn Close) questiona suas escolhas de vida. Durante os 40 anos de casamento, ela sacrificou seu talento, sonhos e ambições, para apoiar o carismático Joe (Jonathan Pryce) e sua carreira literária. Assediada por um jornalista (Christian Slater) ávido por escrever uma escandalosa biografia de Joe, agora Joan enfrentará o maior sacrifício de sua vida e alguns segredos há muito enterrados finalmente virão à tona.

Uma das partes mais emocionantes do Globo de Ouro, que ocorreu nesse domingo, em Los Angeles (EUA), foi o discurso de Glenn Close, ganhadora do prêmio de melhor atriz. Confira abaixo:

A ESPOSA (The Wife)

Direção: Björn Runge

Roteiro: Jane Anderson

Elenco: Glenn Close, Jonathan Pryce, Christian Slater, Max Irons, Elizabeth McGovern.

Ano: 2017

País: Reino Unido, Suécia e EUA

Duração: 100 min

Classificação: 12 anos

O livro (ou o jogo) Bandersnatch existe de verdade?

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E o que Black Mirror: Bandersnatch tem a ver com o livro Alice no País das Maravilhas?

Melissa Cruz Cosseti, no Tecnoblog

Black Mirror: Bandersnatch recebeu críticas de todos os tipos — positivas e negativas — e está com uma nota razoável no IMBD: 7.6. Lançado de surpresa em 28 de dezembro, o filme interativo da Netflix tem cinco finais diferentes, com variações em seu caminho, e cenas escondidas tão difíceis de desbloquear que até o diretor tem lá as suas dúvidas.

O que mais aparece em torno do filme de Black Mirror — que vai atrasar a quinta temporada da série na Netflix — são dúvidas. O nome do longa, significa o quê? E o livro Bandersnatch que aparece no filme, existe? Quem foi Jerome F. Davis? Ele matou realmente a sua mulher? E o que isso tudo tem a ver com Alice no País das Maravilhas? Parece um emaranhado confuso cheio de possíveis respostas erradas, como no filme.

Tudo o que sabemos é que não, não existiu um Jerome F. Davis, tampouco ele foi autor de um livro chamado Bandersnatch. Tudo faz parte da trama do filme. Portanto, não houve crime, se você estava preocupado com esse detalhe da história do escritor.

Entretanto, existiu (ou quase) um jogo chamado Bandersnatch. Há também um outro livro com o mesmo nome, mas não tem nada a ver com o livro interativo de Black Mirror. Você vai ver também que o termo Bandersnatch apareceu primeiro, teoricamente, em um livro de Lewis Carroll, chamado “Alice Através do Espelho”, lançado em 1871.

Portanto, muita calma nessa hora para explicar tudo sem perder detalhes importantes.

Existe um livro chamado Bandersnatch?

Sim, existe um livro chamado Bandersnatch que não tem nada a ver com o livro referenciado no filme de Black Mirror. Isso pode ser desanimador, eu sei. De acordo com o Google Books, o título foi publicado em 2016 por Diana Pavlac Glyer (autora) e‎ James A Owen (ilustrador) com um ensaio de 202 páginas sobre o que chama de colaboração criativa entre JRR Tolkien (“O Senhor dos Anéis”) e CS Lewis (“As Crônicas de Nárnia”).

A obra pretende discutir como essas conversas moldaram os livros que estavam escrevendo e como a colaboração criativa aprimorou o talento individual de cada. Se ficou interessado, custa R$ 47.69 (e-book/Kindle) e R$ 90.92 (capa comum) na Amazon.

Mas, se você procurar mais um pouquinho vai encontrar outros títulos com o mesmo nome: Bandersnatch: An Invitation to Explore Your Unconventional Soul escrito por Erika Morrison, o romance criminal Bandersnatch de Bo Dimitroff, The Frumious Bandersnatch de Ed McBain (sobre uma cantora que lança um álbum de mesmo nome) e o espertinho do autor espanhol J.L. Caballero que escreveu Dark Forest e pôs Bandersnatch no título do ebook na Amazon porque seu livro também é interativo e tem múltiplos finais…

Para você não ficar tão chateado, um dos livros que aparece bastante no filme existe de verdade, é o Look Door, Get Key: um guia para escrever jogos de aventura. Esse aí custa R$ 55.69 e parecia ser a Bíblia do Stefan, além do fictício Bandersnatch, que não existe (!).

O que significa Bandersnatch?

É aí que os outros livros que citam Bandersnatch nos ajudam a explicar o que isso significa e qual é a relação do livro com a obra do “pai da Alice”. Acredita-se que o termo foi usado pela primeira vez por Carroll em Alice Através do Espelho (1871). O título é uma continuação de Alice no País das Maravilhas (1865). Bandersnatch é citado dentro do poema Jabberwocky (ou Jaguadarte) e foi usado para descrever um “animal fabuloso”.

Bandersnatch – Ilustração de Peter Newell para Lewis Carroll

A tarefa de tradução do poema nonsense foi difícil porque muitas das principais palavras foram inventadas por Carroll, não tendo significado algum. Os tradutores inventavam palavras para as edições em português, e era comum ser traduzido para “Babassura”, ou “Capturandam”, ou “Bandagarra”, ou “Bicho Papão”, ou “Lobisomem”, ou “Bombocarra”… De acordo com o dicionário Oxford, a palavra existe desde então, 1871.

O significado? Um animal, uma criatura mítica e feroz, imune ao suborno e capaz de se mover muito rápido. Seria o demônio-leão (PAX) que aparece em algumas cenas?

Existe um jogo chamado Bandersnacht?

Quase existiu, foi na trave.

O enredo do filme parece ter tido como inspiração um jogo para plataformas como ZX Spectrum e Commodore 64 chamado Psyclapse & Bandersnatch que, se não fosse pela falência de sua produtora, a Imagine Software, teria sido lançado exatos 1984.

A Imagine queria lançar seis jogos do pacote Megagames. Apesar de referenciados como uma coisa só, Psyclapse & Bandersnatch eram títulos distintos e faziam parte do projeto. Como os games ultrapassariam a capacidade dos computadores da época, falava-se em lançá-los com hardware adicional— uma iniciativa bem ousada.

Não precisa dizer que isso não deu certo.

Bandersnatch até foi adaptado para plataformas como Amiga e Atari, mas só no ano de 1986 e com o nome de Brataccas. O jogo foi lançado pela Psygnosis, adquirida posteriormente pela Finchspeed, uma outra empresa formada por ex-membros da Imagine Software que compraram os direitos de desenvolver Bandersnatch.

Como era o jogo?

Em Brataccas, o jogador controla Kyne, um geneticista que desenvolveu tecnologia para criar super-homens. O governo quer que ele crie uma raça de supersoldados, mas Kyne se recusa a participar. Em retaliação, ele é acusado de traição. Poderosos alegam que o cientista pretende vender seu trabalho para inimigos. Ao mesmo tempo, oferecem uma recompensa para qualquer pessoa que capture Kyne, que precisa fugir… da Terra (!).

Durante a fuga, Kyne descobre que a evidência necessária para limpar seu nome pode ser encontrada no distante asteróide de Brataccas. O primeiro a ser colonizado, e que vive um clima de “ilegalidade”. Kyne tem que encontrar provas para ganhar o jogo, conseguindo com personagens do jogo. O manual não dava nenhuma indicação de quem tinha a evidência, sugerindo que todos eram igualmente corruptos e perigosos.

Diário de Uma Paixão | Livro de Nicholas Sparks vai virar musical na Broadway

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Alexandre Guglielmelli, no Observatório do Cinema

Diário de Uma Paixão, romance de Nicholas Sparks que deu origem ao filme homônimo protagonizado por Ryan Goslin e Rachel McAdams, vai ganhar uma nova adaptação. A obra será transformada em uma musical da Broadway, ainda sem previsão de estreia.

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A adaptação será produzida por Bekah Brunstetter, da série This Is Us, e as músicas serão escritas pela compositora Ingrid Michaelson.

O livro de Nicholas Sparks conta a história do amor entre um jovem pobre e uma garota rica, enfrentando as diferenças culturais, pressões sociais e os valores da época. O romance foi publicado originalmente em 1996, e adaptado para o cinema por Nick Cassavetes em 2004.

“Quando eu ouvi a possibilidade de transformar Diário de Uma Paixão em um musical, fui instantaneamente conquistada pela ideia”, afirmou Brunstetter em nota oficial.

Ainda não foi divulgado nenhum detalhe sobre o elenco ou data de estreia da adaptação teatral de Diário de Uma Paixão.

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