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‘Entrevista com o Vampiro’ ganhará remake

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Publicado no Cine Pop

O roteirista e diretor Josh Boone (‘A Culpa é das Estrelas’) está trabalhando no remake de ‘Entrevista com o Vampiro‘, nova adaptação do clássico escrito por Anne Rice.

Em seu Instagram, ele divulgou a foto do roteiro, escrito por ele e Jill Killington (All We Had)

Confira:

Uma foto publicada por Josh Boone (@joshboonemovies) em Abr 22, 2016 às 7:18 PDT

Uma foto publicada por Josh Boone (@joshboonemovies) em Abr 22, 2016 às 7:18 PDT

O livro já havia sido adaptado para as telonas em 1994 com Tom Cruise e Brad Pitt nos papéis principais. O sucesso gerou uma sequência em 2002, ‘A Rainha dos Condenados‘, com Stuart Townsend na pele de Lestat.

A Universal Pictures e a Imagine Entertainment compraram os direitos de adaptação de ‘Crônicas Vampirescas‘, série de livros da autora Anne Rice, e adaptarão os dois primeiros livros em um filme.

Alex Kurtzman e Roberto Orci, roteiristas das franquias ‘Star Trek‘ e ‘Transformers‘, devem assumir a produção executiva do filme vampiresco ao lado de Brian Grazer (série ’24 Horas’).

‘Prince Lestat‘, o último capítulo literário de ‘Crônicas Vampirescas‘, foi lançado em Outubro de 2014.

Não foi revelado o cronograma da produção.

Entre limpeza, cerveja e livros, editor abre bar e transforma local em livraria

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Eduardo Lacerda deixou curso de letras para virar editor de poesias (Foto: Arquivo Pessoal)

Eduardo Lacerda deixou curso de letras para virar editor de poesias (Foto: Arquivo Pessoal)

 

Eduardo Lacerda criou editora com R$ 4 mil e já publicou 400 autores.
Há 5 anos ele mantém a Patuá, que agora tem bar/livraria e lançamentos.

Jéssica Balbino, no G1

Há 5 anos, Eduardo Lacerda, de 33 anos, abandonou a faculdade de letras para dedicar-se a um sonho: editar livros. Com apenas R$ 4 mil, ele criou, ao lado de uma sócia – que um ano depois deixaria o projeto – a Editora Patuá. Hoje ele já editou 400 novos autores, montou um bar/livraria na Vila Madalena e é motivo de orgulho para o pai. Essa é a história que ele contou na noite de terça-feira (3) no Festival Literário de Poços de Caldas (MG), o Flipoços.

Com os editores Vanderley Mendonça, Juliana Flores e Marcelo Nocelli, ele participou da mesa “Mundo Editorial: pequenas editoras, grandes publicações” e falou sobre a função de editor em tempos de crise e de tão pouca leitura no país.

A pesquisa mais recente realizada pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), divulgada em 2015, mostra os dados de 2013 e 2014 e revela uma queda de 9,1 % no número das vendas de livros, passando de quase 480 milhões em 2013 para pouco mais de 435,5 milhões em 2014. Em compensação, o valor dos exemplares subiu, já que o faturamento entre um ano e outro foi 0,9% maior.

Indo de encontro aos dados comerciais, Lacerda sente-se realizado enquanto, como ele mesmo conta, limpa banheiro, serve cerveja, edita livros e dá conta dos mais de 150 originais que recebe mensalmente em São Paulo (SP). E ainda tem que arrumar tempo para emitir notas, ir ao correio despachar livros, organizar lançamentos e saraus e cantar as músicas preferidas da década de 1980 no karaokê que existe no Patuscada Bar e Livraria.

Eduardo Lacerda no bar/livraria Patuscada, administrado por ele (Foto: Arquivo Pessoal)

Eduardo Lacerda no bar/livraria Patuscada, administrado por ele (Foto: Arquivo Pessoal)

 

No fundo, ele revela, brincando, que sempre quis ser dono de bar. Já o ofício de poeta ele ‘rejeita’, embora circule pelo país com o título “Outro Dia de Folia”. “Eu escrevo poemas e gosto de poesia”, destacou ele, que é fã declarado de Carlos Drummond de Andrade. “Ele é meu poeta preferido”, frisa.

“Eu sou uma editora de um funcionário. Eu faço tudo, desde ler os originais, escolher os que serão publicados, trabalhar no lançamento e agora, mais recentemente, cuidar do bar, atender, servir cerveja e comida, lavar a louça, o banheiro, emitir as notas. E bebo também (risos). Eu que faço tudo, mas faço o que gosto”, contou o editor, que já inspira o surgimento de outras pequenas editoras brasil afora, inclusive em Poços de Caldas.

O músico e poeta Tokinho Carvalho, de 28 anos, foi um dos que se inspiraram em Edu Lacerda. Sem ter capital para bancar uma publicação em larga escala e sem disposição para iniciar uma maratona em busca de editoras, ele criou a Zinelândia e, além de se auto publicar, com os títulos ‘Datilografia Poética’ e ‘Coisas do Coração’, já publicou amigos da cidade e de outros locais do país.

“Minha ideia é fazer sempre os livretos em formato de bolso e a um preço acessível, mas com um visual atrativo. Eu comecei com isso depois que vi que o processo editorial é bem desgastante se depender de muitas pessoas, e aí, com ajuda de programas na internet e com disposição, montei a editora este ano”, contou Carvalho, que em breve deve chegar à primeira dezena de livretos publicados.

A iniciativa serve também como combustível para Edu Lacerda, que nos cinco anos da editora já conseguiu emplacar obras dos autores entre os finalistas de prêmios literários no Brasil, bem como estimular novos leitores.

“Quase 70% do nosso catálogo é de poesia, que é um gênero pouco publicado ainda. Também atuo com autores estreantes e tenho a política de nunca cobrar pela publicação. Eu faço, geralmente, tiragens de até 200 exemplares, dependendo da obra e aí, conforme conseguimos vender, reimprimimos o livro. A distribuição não ocorre em livrarias, apenas no site da editora e agora no bar que é também uma livraria. O que eu gosto é que meu trabalho me permite um contato mais próximo com os autores e também com estes seres raros, que são os leitores”, contou.

Com cerca de 10 lançamentos por mês, ele tenta manter o aluguel do bar na Vila Madalena e abre o espaço para os eventos literários a fim de vender mais cerveja e, assim, fechar as contas em dia. “Eu percebo que não apenas o bar, mas todo esse esquema e as novas editoras que surgem podem enriquecer a cultura do país”, finalizou.

Flip 2016 anuncia Karl Ove Knausgård e Irvine Welsh na programação

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Os escritores Karl Ove Knausgard e Irvine Welsh, convidados da Flip 2016

Os escritores Karl Ove Knausgard e Irvine Welsh, convidados da Flip 2016

 

Publicado na Veja

A organização da 14ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) anunciou nesta terça-feira a presença do norueguês Karl Ove Knausgård e do escocês Irvine Welsh na programação da edição de 2016 do evento, que acontece entre 29 de junho e 3 de julho. Reforço bem-vindo em uma line-up até então apoiada na presença da vencedora do Nobel Svetlana Aleksiévitch.

Com os dois escritores, a Flip divulga sua programação completa, que vai girar em torno da poeta Ana Cristina Cesar, homenageada do ano. A venda dos ingressos, no valor de 50 reais, começa no dia 3 de junho pelo site da Tickets for Fun e em pontos de venda.

Welsh ficou conhecido pelo best-seller Trainspotting, inspiração do filme Trainspotting – Sem Limites (1996), dirigido por Danny Boyle. A trama permeia o submundo de drogas em Edimburgo. Já Knausgård é aclamado como um dos principais nomes da literatura atual, autor da robusta série de livros autobiográficos Minha Luta, completa em seis volumes — três publicados no Brasil.

No total, serão 22 mesas literárias e 39 autores. O show de abertura foi substituído por um sarau e a exibição do filme Manter a Linha da Cordilheira sem o Desmaio da Planície, de Walter Carvalho, sobre o poeta Armando Freitas Filho.

Confira abaixo a programação completa:

Quarta-Feira, 29 de junho

19h – Sessão de abertura, com Armando Freitas Filho e Walter Carvalho

19h45 – Filme Manter a Linha da Cordilheira sem o Desmaio da Planície

21h45 – Sarau

Quinta-Feira, 30 de junho

10h – Mesa 1 – A teus pés (Annita Costa Malufe, Laura Liuzzi e Marília Garcia)

12h – Mesa 2 – Cidades refletidas (Francesco Careri e Lúcia Leitão)

15h – Mesa 3 – Os olhos da rua (Caco Barcellos e Misha Glenny)

17h15 – Mesa 4 – Histórias naturais (Álvaro Enrigue e Marcílio França Castro)

19h30 – Mesa 5 – Matéria cinzenta (Henry Marsh e Suzana Herculano-Houzel)

21h30 – Mesa 6 – Na pior em Nova York e Edimburgo (Bill Clegg e Irvine Welsh)

Sexta-feira, 1 de julho

10h – Mesa 7 – Breviário do Brasil (Benjamin Moser e Kenneth Maxwell)

12h – Mesa 8 – A história da minha morte (J.P. Cuenca e Valeria Luiselli)

15h – Mesa 9 – O show do eu (Christian Dunker e Paula Sibilia)

17h15 – Mesa 10 – Encontro com Karl Ove Knausgård

19h30 – Mesa 11 – Mesa a confirmar

21h30 – Mesa 12 – Sexografias (Gabriela Wiener e Juliana Frank)

Sábado, 2 de julho

10h – Mesa 13 – Encontro com Leonardo Froés

12h – Mesa 14 – De Clarice a Ana C (Benjamin Moser e Heloisa Buarque de Hollanda)

15h – Mesa 15 – Encontro da arte com a ciência (Arthur Japin e Guto Lacaz)

17h15 – Mesa 16 – Encontro com Svetlana Aleksiévitch

19h30 – Mesa 17 – O falcão e a fênix (Helen Macdonald e Maria Esther Maciel)

21h30 – Mesa 18 – O palco é a página (Kate Tempest e Ramon Nunes Mello)

Domingo, 3 de julho

10h – Mesa 19 – Síria mon amour (Abud Said e Patrícia Campos Mello)

12h – Mesa 20 – Mixórdia de temáticas (Ricardo Araújo Pereira e Tati Bernardi)

14h – Mesa 21 – Sessão de encerramento: Luvas de pelica (Sérgio Alcides e Vilma Arêas)

16h – Mesa 22 – Livro de cabeceira

Lista de leituras da Fuvest 2017 comprova a pobreza do ensino de literatura no Brasil

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De nove livros, somente há um de poesia e nenhum escrito por uma mulher

Caio Tardelli, no Blasting News

Divulgada em março deste ano, a lista de leituras obrigatórias da Fuvest 2017 expõe a pobreza com que o ensino de literatura é tratado no Brasil. Com somente um livro de poesia e sem englobar movimentos relevantes, como Parnasianismo e Simbolismo, a lista tem um total de nove livros de leitura obrigatória aos vestibulandos que pretendem ingressar na Universidade de São Paulo (USP) e na Santa Casa. Eis todos os livros requisitados:

Iracema – José de Alencar
Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis
O Cortiço – Aluísio Azevedo
A Cidade e as Serras – Eça de Queirós
Capitães de Areia – Jorge Amado
Vidas Secas – Graciliano Ramos
Claro Enigma – Carlos Drummond de Andrade
Sagarana – João Guimarães Rosa
Mayombe – Pepetela

O primeiro ponto que salta aos olhos é a irrelevância da poesia na lista. Embora seja inegável a importância de Carlos Drummond de Andrade para o verso contemporâneo brasileiro, o país teve vários poetas considerados relevantes mundialmente, entre eles, Cruz e Sousa e Castro Alves. Não dar espaço à produção poética brasileira para dar absoluta ênfase aos romances empobrece a visão dos estudantes acerca da literatura brasileira e da produção cultural do país. É evidente também que a não inclusão de algum cânone poeta de Língua Portuguesa, como Camões e Fernando Pessoa, beira o inexplicável.

Outra falha essencial na lista é a exclusão absoluta do Simbolismo, Parnasianismo e da literatura colonial. Uma rápida análise das opções da Fuvest nos leva a perceber que “estudos literários” no vestibular resumem-se, basicamente, ao Realismo, Naturalismo e Modernismo, incluindo um relevante (mas controverso) exemplo de Romantismo (José de Alencar). Mais ainda: a temática de todos os livros (com exceção do angolano Mayombe, Eça de Queirós e de Carlos Drummond de Andrade) paira na construção e revelação de identidades e características nacionais. Não há nada sobre Modernismo lírico de Guilherme de Almeida ou sobre a prosa íntima de Clarice Lispector. A literatura no Brasil, como sabemos, não começou com Machado de Assis, terminou com Drummond ou tem como temática exclusiva as definições dos ‘brasis’.

Embora a lista da Fuvest 2018 já apresente a obra de uma autora – Helena Morley, em substituição ao livro de Jorge Amado -, soa-nos curioso o fato de não haver escritoras do nível de Lispector, Cecília Meireles ou Gilka Machado. A popularidade vinda das redes sociais por meio de citações da autora de “A Hora da Estrela”, por exemplo, facilitaria o diálogo do aluno com a obra.

É evidente que, num limite de nove livros, não é possível englobar toda a literatura brasileira e esse objetivo pode ser incluído no estudo geral das letras brasileiras (porém, tal estudo também foca nos modernistas). Mas sabemos que o vestibular, que é a equivocada finalidade do ensino médio, tem uma função importante na divulgação da arte e, com certeza, se houvesse um equilíbrio maior entre os gêneros, movimentos e autores, a cultura no Brasil seria melhor compreendida em sua amplitude e, sem dúvidas, mais valorizada.

Como um robô está tentando prever qual livro é um potencial best-seller

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Algoritmo faz o trabalho de encontrar livros com alto potencial, diz empresa

Algoritmo faz o trabalho de encontrar livros com alto potencial, diz empresa

 

Empresa pretende explorar melhor obras que podem fazer sucesso e intermediar contato com editoras

André Cabette Fabio, no Nexo

O clássico literário “O Senhor das Moscas”, de William Golding, foi rejeitado 20 vezes antes de ser publicado. “Carrie a Estranha”, de Stephen King, 30 vezes. “E o Vento Levou”, 38 vezes. Marcel Proust teve que pagar ele mesmo com os custos de publicação de “Em Busca do Tempo Perdido”. E editores disseram a J. K. Rowling, autora da série “Harry Potter”, que não abandonasse seu emprego para seguir carreira na literatura quando ela apresentou “Harry Potter e A Pedra Filosofal”. Ela diz que guarda até hoje em seu sótão as cartas que rejeitavam o livro.

Histórias de livros rejeitados inicialmente que depois vieram a fazer muito sucesso são comuns. E é provável que muitos potenciais “best sellers” ainda estejam em alguma gaveta (ou publicada discretamente em algum site obscuro da internet). Diante desse cenário, uma startup fundada em 2012 em Berlim, a Inkitt, tenta lidar com a questão usando um robô que detecta o potencial de venda de um livro.

O algoritmo de inteligência analisa como o público responde a obras literárias em desenvolvimento publicadas na rede. A expectativa é que esse sistema seja capaz de captar o que agrada ao público e encontrar livros com alto potencial de sucesso.

Como a empresa analisa o potencial de um livro

1 -Publicação

O autor escreve uma obra e a publica no site da startup, onde pode ser lido por uma comunidade de cerca de 500 mil pessoas.

2 -Algoritmo

Conforme leitores têm acesso ao trabalho, o algoritmo de inteligência artificial analisa como essas leituras são feitas. A empresa não revela exatamente como seu algoritmo funciona (se leva em conta o tempo gasto na obra ou as vezes em que um leitor abandona ou retoma a leitura, por exemplo). Mas afirma que a inteligência artificial desenvolvida é capaz de identificar quais livros têm potencial de sucesso.

3 -Negociação com editoras

Quando esse potencial é detectado, a companhia oferece a obra a grandes editoras e negocia os termos de licenciamento.


4 -Publicação de versão digital

Se não há interesse por parte de uma editora, a própria empresa publica uma versão digital (o livro, dessa forma, é lançado em plataformas de venda, extrapolando o ambiente do site da startup). Se o número de cópias vendidas não chegar a mil em um período de 12 meses, os direitos sobre o trabalho voltam para o autor.


5 -Segunda negociação

Se o livro vender bem, a empresa volta a tentar negociar com as grandes editoras, agora com mais argumentos a favor de uma publicação.

Onde a empresa quer se encaixar no mercado de livros?#

Com seu método, a companhia quer se tornar uma intermediária entre autores e editoras tradicionais para chegar ao grande público. E capitalizar com um fenômeno que já existe: o nascimento de obras de sucesso em fóruns e plataformas de publicação on-line.

Segundo o site Author Earnings, que analisa dados da empresa de venda de livros Amazon, obras publicadas pelos próprios autores ou por pequenas editoras independentes – com frequência de propriedade dos próprios autores – somam 39% dos e-books vendidos ali.

Publicado em 2011, o bestseller “Cinquenta Tons de Cinza”, da inglesa E. L. James foi gestado na internet e vendeu mais de 125 milhões de cópias pelo mundo. Inicialmente, a obra foi lançada na plataforma fanfiction.net. A escritora viu o potencial do livro com base na reação dos leitores, que também usou para adaptar a obra antes de levá-la a editoras.

Da mesma forma que E. L. James se precisou do retorno dos primeiros leitores da obra no fanfiction.net, o algoritmo da Inkitt seria incapaz de fazer qualquer seleção eficiente se não tivesse como fonte de dados o trabalho de sua comunidade.

Primeira parceria com grande editora sai em 2017#

O método está trazendo à tona uma primeira obra: “Bright Star”, da escritora Erin Swan, que chegou até a plataforma através do concurso “Joias Escondidas” (“Hidden Gems”).

O livro é uma ficção para adultos que inaugura uma série contando a história de Paerolia, uma terra onde “conflito e guerra trouxeram amplas cisões”. Um líder rebelde, chamado Kael, ajuda a escrava Andra a “descobrir a força que sempre esteve com ela” para lutar e recuperar um dragão. Os direitos sobre o trabalho foram vendidos para a editora Tor Books, que deve lançá-lo em 2017. Para Ali Albazaz, criador da startup, isso é um sinal de que seu algoritmo e seu modelo de negócios estão indo pelo caminho certo:

Esse acordo é um claro sinal à indústria editorial de que a análise de dados é o caminho para o futuro. Estamos na dianteira do movimento que usa dados para edição, e esse acordo mostra que nosso modelo de negócios funciona.”

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