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‘Game of thrones’ volta com surpresas até para os fãs dos livros

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Sansa Stark (Sophie Turner) e Mindinho (Aidan Gillen) em cena da quinta temporada de 'Game of thrones' - Divulgação

Sansa Stark (Sophie Turner) e Mindinho (Aidan Gillen) em cena da quinta temporada de ‘Game of thrones’ – Divulgação

Quinta temporada da série é exibida mundialmente a partir de 12 de abril

Eduardo Rodrigues, em O Globo

LONDRES — A guerra de spoilers vai recomeçar, desta vez envolvendo o mundo todo ao mesmo tempo. Em duas semanas a quinta temporada de “Game of thrones” vai estrear simultaneamente em mais de 170 países (a ONU tem 192 estados-membros). No Brasil os dez episódios vão ao ar aos domingos, às 22h, a partir de 12 de abril, na HBO. Os ingleses precisarão segurar o sono para assistir ao programa às 2h, enquanto na Austrália as sangrentas batalhas serão acompanhadas pelo desjejum, às 11h da manhã.

Imagem de Amostra do You Tube

A premiada saga estreou em 2011 e desde então vem batendo seguidos recordes de popularidade. Já se tornou a série mais vista da HBO, desbancando “Família Soprano” e “True Blood” e, desde 2012, é também a mais pirateada na internet. Esses altos números de pirataria — localizados em países onde a exibição acontecia com atraso de um dia ou mais — serviram de incentivo para a emissora acionar sua ampla rede de subsidiárias e parceiros ao redor do mundo para oferecer o programa de forma legal ao maior número possível de espectadores.

Os motivos do sucesso da série já foram amplamente debatidos nos quatro primeiros anos e reiterados por atores do programa numa série de entrevistas em Londres: a qualidade do texto, a complexidade da história e dos personagens, a forma realista como retrata um mundo medieval, mesmo com elementos de fantasia, e, claro, muito sexo e muita violência sem nenhuma censura.

— Eu gosto de programas de fantasia, mas acho que não alcançam o público por serem muito irreais — sugere Sophie Turner, a Sansa Stark. — Nós temos dragões, zumbis, monstros, mas também relacionamentos como o de Jon (Snow) e Sam (Tarly). Todos têm um amigo como aquele. E a política é a mesma de hoje, apesar dos elementos fantásticos.

E a violência?

— Não acho que em “Game of thrones” haja limite para qualquer coisa. Isso é ótimo, pois extrapolamos os limites. Então acho que quanto mais violento, melhor — arremata Sophie.

Liam Cunningham, o ex-contrabandista Davos, inverte o jogo, questionando aqueles que criticam a brutalidade do programa:

— A série é sobre paranoia, vingança, legado e controle. Então, o fato de acontecimentos dos últimos anos, especialmente no Oriente Médio e na Ucrânia, terem similaridades com a série, isso sim me deixa assustado. Os paralelos que temos em um mundo no qual o homem comum não tem importância para as pessoas no poder reflete o que acontece hoje. Na maior parte do tempo esses caras estão falando sobre política.

Maisie Williams como Arya Stark - Divulgação

Maisie Williams como Arya Stark – Divulgação

Essa brutalidade promete ser ainda maior na quinta temporada, que também deve superar todas as outras em imprevisibilidade. “Game of thrones” já ficou famosa por matar protagonistas sem nenhuma cerimônia — seguindo a história da “Saga de gelo e fogo”, escrita por George R.R. Martin com inspiração na Guerra das Rosas, que sacudiu a Grã-Bretanha no século XV. E Martin já avisou que “personagens que não morrem nos livros vão morrer na série, então até os leitores ficarão tristes”. Um dos ditados do mundo ficcional é “valar morghulis”, ou “todos os homens devem morrer”. Com isso, mesmo os principais atores da trama têm motivos para se preocupar.

— Se a morte servir bem ao programa e eu sentir que foi justo com meu personagem, sinceramente já tive uma grande passagem — fala Kit Harington, ao ser perguntado sobre a possibilidade (inaceitável para a maioria dos fãs) de Jon Snow deixar a história.

A imprevisibilidade é tanta que ele decidiu ler apenas suas partes do roteiro, para experimentar a série como um espectador comum:

— Nesta temporada eu li apenas as minhas partes, então não sei nada. Eu li até o livro quatro e queria ver o programa e ser conquistado por ele, entender o que o público vê nele.

Enquanto o terceiro livro (“Tormenta de espadas”) foi dividido entre a terceira e a quarta temporadas, a quinta segue as histórias contadas paralelamente entre o quarto e o quinto volumes (“O festim de corvos” e “A dança dos dragões”). Com as mortes recentes de personagens importantes (“reis estão morrendo como moscas”, já disse o anão Tyrion Lannister, que deu um Globo de Ouro a Peter Dinklage) um vácuo de poder surgiu e muitos personagens vão em busca de vingança e novas alianças.

Peter Dinklage como Tyrion Lannister - Divulgação

Peter Dinklage como Tyrion Lannister – Divulgação

Tyrion termina a quarta temporada fugindo para o exílio, após escapar de uma condenação à morte, numa sentença proferida pelo próprio pai. Esse exílio trará encontros inesperados ao personagem. Jon Snow já viveu um encontro desse tipo, quando negociava com os selvagens ao norte da Muralha e foi surpreendido pelos exércitos de Stannis Baratheon, um dos pretendentes ao trono, e sua conselheira, Melisandre.

Daenerys Targaryen, a herdeira ao trono exilada desde a primeira temporada, passa por momentos difíceis com os dragões que deveriam ser a sua maior arma. Um deles matou uma criança e desapareceu, forçando-a a acorrentar os outros dois. Ela ainda precisa aprender a se virar sem seu principal conselheiro, Jorah Mormont, expulso depois da descoberta de uma traição.

— Sir Jorah sempre foi seu confidente e conselheiro desde a primeira temporada. Como esse relacionamento deteriorou, foi preciso procurar outra pessoa e ela respeita a visão clara de Missandei. Antes ela sempre teve conselhos de homens mais velhos, agora tem uma visão mais contemporânea — fala a atriz Emilia Clarke.

Em meio a tudo isso, os espectadores ainda serão apresentados à família Martell, que entrará no jogo para vingar o príncipe Oberyn, morto em um combate eletrizante na temporada anterior. Com os Martell, o público será apresentado também ao reino de Dorne, com cenas filmadas no castelo Alcázar e arredores de Sevilha, na Espanha.

Todas essas tramas — e mais algumas — precisam encontrar solução até a sétima temporada, se for feito o desejo dos produtores David Benioff e D.B. Weiss. Mas Michael Lombardo, diretor da HBO, já deixou claro que por ele a série pode chegar a dez temporadas. Não é fácil abandonar uma galinha dos ovos de ouro.

*O repórter viajou a convite da HBO

5 dicas para aumentar seu interesse pela leitura

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Fonte: Shutterstock

 

Veja como cultivar esse hábito e aproveitar melhor os livros

Publicado no Universia Brasil

Embora seja um hábito muito importante para a construção do conhecimento e a formação pessoal, nem todas as pessoas costumam ler. Para combater a falta de prática e até mesmo o pouco interesse pela leitura, existem algumas orientações que podem ajudar a adquirir esse costume e, principalmente, apreciar as obras ao máximo. Confira algumas dicas preparadas pela Universia Brasil e boa leitura!

1- Encontre seus interesses
Será muito mais fácil – e prazeroso – completar uma leitura se o tema for algo atrativo para você. Por isso, pode ser mais produtivo começar a cultivar o hábito através de obras de ficção, literatura juvenil, ou artigos de revistas e jornais a ir direto para áreas mais complexas, como textos acadêmicos ou literatura clássica, temas que você poderá abordar quando tiver mais experiência.

2- Separe um momento
Com a rotina acelerada, é comum não encontrar tempo para a leitura, o que acaba se tornando uma justificativa. Para evitar que isso impeça seu progresso, determine um período do dia exclusivamente para ler. Não se esqueça, também, de aproveitar os momentos livres, como a ida para o trabalho ou a faculdade para estimular o hábito.

3- Crie metas
É mais fácil se manter produtivo quando há um hábito a ser alcançado, por exemplo, ler um livro por mês. Como incentivo, também é interessante estabelecer uma recompensa, por exemplo, um passeio a cada livro lido. Dessa forma, o cérebro associará a leitura a sensações positivas, o que a tornará cada vez mais agradável.

4- Fique longe das distrações
A leitura também é um exercício de concentração, portanto, o ideal é se desconectar de tudo o que o fazer perder o foco, seja lendo em papel ou por meios digitais. Nesse último caso, a própria tecnologia é uma aliada: existem aplicativos que auxiliam a concentração, bloqueando seus sites favoritos – como redes sociais- por um período de tempo determinado, para que você foque totalmente em atividades mais importantes.

5- Compartilhe a prática
Ter amigos leitores pode ser uma ótima maneira de incentivo. Vocês podem combinar, por exemplo, algumas discussões sobre a obra que te deixarão motivado a continuar com a leitura em dia e compartilhar opiniões. Existem redes sociais exclusivas para leitores, como a Skoob, que podem se tornar uma boa opção para compartilhar suas ideias literárias.

Capitão do Fla cria blog para indicar livros e ataca preconceito a atletas

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Novo capitão do Flamengo, zagueiro Wallace criou um blog para indicar livros (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo/Divulgação)

Novo capitão do Flamengo, zagueiro Wallace criou um blog para indicar livros (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo/Divulgação)

Gustavo Franceschini, no UOL

Capitão do Flamengo após a saída de Léo Moura, Wallace combate, desde suas primeiras entrevistas, o estereótipo do jogador de futebol. Bem articulado, gosta de literatura, joga xadrez e já escreveu cartas para a torcida. Em 2015, resolveu ir além. Lançou “Wallace Leu”, blog pessoal que usará para indicar obras a amigos, torcedores e fãs, com direito a mini resenhas e comentários.

“Primeiro queria dizer que não sou crítico literário e nem tenho condições de fazer isso. É que tem muita gente que pergunta: ‘O que você está lendo?’. E senti que as pessoas tinham interesse em saber. É muito mais para compartilhar meus gostos com as pessoas do que fazer uma análise do livro”, disse Wallace, em entrevista ao UOL Esporte.

A ideia partiu de Guilherme Prado, ex-diretor de comunicação do Corinthians que trabalhou com Wallace quando ele passou pelo clube do Parque São Jorge. Com o auxílio de uma empresa de programação, a dupla colocou o blog no ar com o objetivo de apresentar três livros por semana, de todos os estilos.

Wallace vai de obras esportivas, como a biografia do técnico de basquete Phil Jackson (“Onze Anéis – A Alma do Sucesso, ed. Rocco), até clássicos como 1984, de George Orwell. “Urgência pública é o modo como descrevo 1984. Um mundo sem o livre pensar. Reprimido por um governo autoritário que introduzia na população medo e uma falsa liberdade, Winston descobre alguns dos seus desejos mais simples e se rebela desenvolvendo um olhar crítico, observado pelo Grande Irmão 24 horas até onde irá sua coragem”, escreveu o zagueiro, “resenhando” o livro que deu origem ao conceito do programa Big Brother.

Confira a íntegra da entrevista a seguir:

UOL Esporte: Que tipo de leitura você gosta? Como é o processo de criação no blog?
Wallace:
Eu leio de tudo. Biografia, esporte, romance… Quando pedem indicação de livro eu sempre pergunto que tipo de leitura as pessoas querem ter. Sobre o blog, eu faço um resumo e o Gui [Guilherme Prado] pediu para que passasse por áudio também para ser mais pessoal. Vou fazendo um resumo do que eu acho do livro. Só vou colocar livros que eu já li.

UOL Esporte: De onde vem o hábito de escrever? Em 2010, você escreveu duas cartas sobre o Vitória, seu time na época, que tiveram bastante repercussão.
Wallace:
Na Bahia eu tinha muito mais o hábito de escrever. Deixei isso um pouco de lado em São Paulo. Eu escrevi duas cartas em direção à torcida. Escrevi muito mais a questão dos sentimentos, expus meus sentimentos de forma muito visceral. Quando eu escrevi a primeira vez não esperava tanta repercussão. Especialmente aqui no centro [Rio de Janeiro e São Paulo] foi muito bem aceito pelas pessoas. Tinha escrito na semifinal da Copa do Brasil porque a gente tinha perdido para o Atlético-go no primeiro jogo e a torcida não estava acreditando muito. Tinha feito uma mensagem de quatro ou cinco linhas e aí o Corrreio [da Bahia, jornal de Salvador] me pediu para que eu escrevesse outras. Acabou que fui cuspindo sentimentos. Foi bom que quem não me conhecia me viu extracampo.

UOL Esporte: Dos livros que você leu, qual te marcou mais?
Wallace:
De esporte tem o ‘Onze Anéis’, do Phil Jackson. É bom para ver como ele lida com essa coisa do ego do atleta. Ele formou o time do Bulls, com Jordan, Pipen e Rodman. E logo depois ele conta dos três títulos com o Lakers. Ele fala de toda essa coisa de lidar com o Shaquille O’Neal e o Kobe Bryant, duas estrelas. É bom para a gente saber tirar o melhor desses caras.

UOL Esporte: Em um dos resumos do seu blog, você cita a série House of Cards, que fala sobre a política norte-americana. Que outros hobbies, além de leitura, você tem na concentração, por exemplo?
Wallace:
Eu assisto a muita série. Às vezes jogo videogame, mas hoje não tenho muita paciência. A maior parte do tempo eu passo lendo, vendo alguma série. Cada um faz uma coisa diferente. Tem quem fique só nas conversas pelo celular.

UOL Esporte: Em 2013, em uma entrevista ao Esporte Espetacular, você disse que se preocupou em jogar bem no ataque para mostrar ao torcedor que podia ser um zagueiro diferente, já que havia passado dois anos ruins no Corinthians. Acha que o blog pode te ajudar a reforçar essa imagem de jogador incomum, diferente?
Wallace:
Primeiro eu queria dizer que não joguei no Corinthians por culpa minha. Talvez não tenha feito tudo que deveria fazer. O Tite me deu algumas oportunidades e não consegui aproveitá-las, mas eu sou muito grato a ele e ao clube. Sobre a pergunta, acho que as pessoas olham diferente. Elas percebem que elas têm um estereótipo do jogador, por culpa nossa e da própria imprensa. Jogador de futebol não é aceito, é tolerado.

UOL Esporte: Nos últimos anos, especialmente, nós vimos jogadores se organizando, indo à imprensa para falar de outros assuntos que não sejam só o futebol dentro das quatro linhas. Ainda assim você acredita que o jogador sofre preconceito?
Wallace:
Acho que sim, sofre. Quando falo isso não é só preconceito da imprensa. Quem vê futebol talvez não esteja interessado nas outras coisas que você tem para passar. Em qualquer mesa de bar, em uma rodinha de amigos que você for conversar e colocar em pauta a profissão de atleta ele é rotulado como mulherengo, folgado. Isso está mudando, mas caminhando a passos curtos. E temos de nos posicionar.

UOL Esporte: Se posicionar também politicamente? No ano passado você chegou a anunciar seu voto em Aécio Neves.
Wallace:
Não defendo nem PSDB nem PT. Defendo a ideia do candidato. A gente tem muito a coisa de defender um lado. Na minha opinião, naquele momento o Aécio me trouxe opiniões mais concretas. Hoje a gente vê a maior crise política que nós vivemos. A gente tem dito que não vê ninguém sendo preso. Minha ideia é aquela. Mesmo tendo o pouco entendimento eu tenho de me posicionar.

UOL Esporte: No âmbito esportivo, o que você achou da MP do refinanciamento da dívida dos clubes? Chegou a conversar sobre isso com o Paulo André, um dos líderes do Bom Senso?
Wallace:
Converso muito com o Paulo. Ficamos felizes que a MP foi aprovada. Muito jogador ainda está muito por fora do Bom Senso, não entende que essa liga é pela causa da profissão. Acho que deu uma esfriada legal. As principais referências saíram, outros pararam. A gente espera que surjam novas lideranças.

UOL Esporte: Por último, como você se sentiu ao ter virado o capitão do Flamengo após a saída do Léo Moura?
Wallace:
Fico feliz. Pra mim é uma honra, não deixa de ser a realização de um sonho. Mas é simbólico. Com ou sem a faixa a minha liderança se mostra em campo. A capitania se daria de uma forma ou outra. Também não posso entender que isso é o ápice da carreira.

Vargas Llosa celebra 79 anos e doa 2 mil livros a Arequipa, sua cidade natal

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Na foto, Vargas Llosa durante o seminário internacional 'América Latina: oportunidades e desafios', na quinta-feira, em Lima (Foto: Enrique Castro-Mendivil/Reuters)

Na foto, Vargas Llosa durante o seminário internacional ‘América Latina: oportunidades e desafios’, na quinta-feira, em Lima (Foto: Enrique Castro-Mendivil/Reuters)

Peruano Mario Vargas Llosa ganhou o Nobel de Literatura em 2010.
Objetivo do escritor é doar 30 mil livros, a serem entregues paulatinamente.

Publicado no G1

O Nobel de literatura Mario Vargas Llosa celebrou no sábado (28) seu 79º aniversário em sua cidade natal, Arequipa, no sul do Peru, onde doou dois mil livros para a coleção da biblioteca regional que leva seu nome.

Vargas Llosa chegou na noite da sexta-feira a Arequipa após haver presidido durante dois dias o seminário internacional “América Latina: oportunidades e desafios”, em Lima organizado pela Fundação Internacional para a Liberdade.

O Nobel de 2010 decidiu passar pela segunda vez seu aniversário em sua cidade natal, e visitou o Museu Virtual instalado na casa em que nasceu e foi homenageado com um almoço privado em um restaurante de comida típica regional.

O escritor estava acompanhado de sua esposa, Patricia, seu filho Álvaro e outros familiares, além da ministra de Cultura, Diana Álvarez Calderón, e os ex-titulares desta pasta Luis Peirano e Juan Ossio, e da governadora regional, Jamila Osorio.

Na Biblioteca Regional, Mario Vargas Llosa fez entrega oficial de um lote de 2.012 de seus livros e revistas de ciências políticas e sociais.

Vargas Llosa anunciou em 2012 que doaria 30 mil livros ao centro cultural de Arequipa, que seriam entregues paulatinamente para que estejam sob os cuidados de um patronato conformado pelo governo regional.

Em abril de 2014, já inaugurou a biblioteca que leva seu nome em um antigo casarão do século XVIII do centro histórico de Arequipa e entregou um primeiro lote de 2.741 exemplares de sua coleção particular.

Ao entregar hoje o segundo lote, o escritor confessou que a razão pela qual não entrega sua coleção completa é porque tem ‘medo’ de se desapegar de todos os seus livros.

“Tenho uma relação muito próxima com os livros”, declarou, e ressaltou a importância da leitura na formação dos jovens.

A governadora Osorio afirmou, por sua vez, que era “grata por receber um arequipeño ilustre como Mario Vargas Llosa, e por sua contribuição à literatura e sobretudo a esta biblioteca, onde a população poderá fazer bom proveito de seus livros”.

Série de Game of Thrones vai dar spoilers de livros, confirma produtor

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Sim, é isso mesmo: a série da HBO vai acabar antes dos livros

Anthony Couto, no IGN Brasil

O produtor David Beinoff confirmou que a HBO vai ter de começar a dar spoilers dos livros de George R. R. Martin em que a série se baseia.

Isso terá de acontecer entre a quinta e a sexta temporada do programa de TV, enquanto o livro final de Game of Thrones ainda é escrito por Martin.

De acordo com a Vanity Fair, Beinoff explicou como as coisas vão acontecer. “Felizmente, temos conversado com George há um tempo, e sabíamos que isso acontecer. Seguiremos o mesmo caminho que George, embora existam alguns desvios de rota. Queríamos não ter de dar spoilers sobre os livros, mas estamos entre a cruz e a espada, e o show tem que continuar”.

O produtor declarou, entretanto, que os fãs podem esperar surpresas e revelações nos livros. “Acho que é divertido para George saber que ele pode surpreender os fãs que assistiram à série até o final. Há certas coisas que só vão acontecer na TV, e que os fãs adorariam descobrir como são nos livros”.

E você, o que acha disso? Vai deixar de ver a série para poder ler os livros em paz?

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