Um Jardim de Cores

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Preciosidades da Biblioteca Monteiro Lobato são digitalizadas

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Acervo é comporto por livros didáticos desde o fim do século 19 até meados da década de 1970

Rodney Eloy, no Pesquisa Mundi

A Biblioteca Monteiro Lobato (Rua General Jardim, 485, Vila Buarque, São Paulo/SP) abriga o Acervo Histórico do Livro Escolar – AHLE, constituído por títulos de uso escolar resguardado pelas antigas Bibliotecas Infantis. O espaço reúne várias fases da história e da educação no País desde o fim do século 19 até meados da década de 1970. Cartilhas, primeiras leituras e manuais de ensino, entre outros, compõem esse acervo especial, que contempla todas as disciplinas escolares dos cursos primário e secundário. Mais de 30 títulos antigos já foram digitalizados. Para mais informações, clique aqui.

via Publishnews

Livreiro diz que moda de livros para colorir é culpa de educação deficiente

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Jonatan Silva, no Contracapa

E se os livros para colorir não forem… livros? A polêmica foi encabeçada por Carlos Andreazza, executivo da editora Record, uma das casas com maior catálogo em todo o Brasil. Segundo o editor, que falou à Folha, “cadernos de atividades não são livros. Logo, não deve estar na lista dos mais vendidos”. Essa é uma espécie de “campanha pela maioridade intelectual”. Para se ter uma ideia, dos 20 livros mais vendidos atualmente, 11 são para pintar.

Outra figura do mercado editorial a chamar a atenção para a questão da legitimidade dos “livros de colorir” é o editor do site Publishnews, Carlo Carrenho. “E um livro para colorir com textos de Paulo Coelho e ilustrações de Romero Brito?”, disse Carrenho no Facebook.

Pedro Herz, diretor-presidente da Livraria Cultura, declarou à Folha que a moda dos livros de colorir é um dos sintomas da educação deficiente. Ainda assim, os livros de colorir estão expostos nas filiais da livraria e com grande destaque.

Os livros, seriados e filmes que todo nerd deveria conhecer

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(Foto: reprodução)

(Foto: reprodução)

Publicado no Olhar Digital

Feliz Dia da Toalha! Feliz aniversário do lançamento de Star Wars! Feliz dia do Orgulho Nerd, caros leitores. O dia 25 de maio marca uma confluência de datas que, quando unidas, dão origem às festividades da celebração da cultura geek.

Abaixo, listamos algumas das obras mais relevantes para a cultura nerd, abrangendo filmes, seriados e livros. Sempre há a possibilidade de termos esquecidos alguns itens, mas você é bem-vindo a deixar alguma sugestão nos comentários!

Os essenciais:

nerds

Star Wars
Não é preciso explicar Star Wars, né? Um dos maiores marcos da cultura pop, Star Wars é obrigatório para quem quer mergulhar no mundo geek. A saga teve seus pontos baixos (os episódios I, II e III), mas o otimismo para o sétimo filme está lá no alto. Além dos filmes, há um extenso material sobre o “universo expandido”, em quase todas as mídias, incluindo desenhos animados, livros, jogos.

Star Trek
Para quem considera Star Wars mais fantasia e aventura do que ficção científica, existe Star Trek, outro pilar da cultura geek moderna. Com início nos anos 1960, a franquia já foi seriado de TV, filme, livro, quadrinhos, jogos e até hoje movimenta uma legião de fãs, os trekkies.

Harry Potter
Além dos sete livros, extremamente populares, há oito filmes também altamente populares. Se, por um acaso, você perdeu o bonde de Harry Potter, você tem pela frente dias (ou semanas) de entretenimento, se optar por ler e assistir tudo relacionado à obra. Quem sabe a autora não resolve lançar algum livro novo no futuro? É uma possibilidade.

Senhor dos Aneis
Á série de livros já é bastante antiga e extremamente popular e viu um novo sopro de vida no início da década passada com a adaptação para o cinema. Diferente de Harry Potter, seus filmes nunca tiveram um tom infanto-juvenil, o que colaborou para que eles também fossem sucesso de crítica, ganhando até mesmo Oscar. Há ainda o livro e os filmes de O Hobbit, que complementam a franquia. Algum dia surgirá um filme do Silmarillion? As chances são poucas, mas a esperança é a última que morre.

Livros

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O Guia do Mochileiro das Galáxias – Referência no humor britânico, parodiando a humanidade ao mesmo tempo em que leva os protagonistas a viver as situações mais absurdas e engraçadas em diversas partes do universo graças ao Gerador de Improbabilidade Infinita. Graças ao livro há o Dia da Toalha, celebrado no dia 25 de maio, que é parte da celebração do Dia do Orgulho Nerd.

As Crônicas de Gelo e Fogo (Game of Thrones) – O seriado mais popular do momento veio da série de livros de George R. R. Martin. Todas as reviravoltas, as tramas, as mortes, a violência, o sexo, e tudo mais que é mostrado nos domingos pela HBO passaram antes pelas páginas do livro. Algum dia a série se tornará independente, no entanto, mas até lá, ler o livro é a melhor forma de saber o que acontecerá na TV.

Tudo de Isaac Asimov – Asimov é provavelmente a maior referência em literatura de ficção científica, principalmente pelo envolvimento com a robótica, com destaque para a série da Fundação (a trilogia original e mais quatro livros lançados posteriormente) e vários outros contos, como “Eu, Robô”. Suas previsões sobre o futuro são impressionantemente precisas.

Phillip K. Dick – Outro destaque da ficção científica literária, o seu grande destaque é o livro “Androides Sonham Com Ovelhas Elétricas?” (lançado no Brasil no passado com o nome “O caçador de androides”), que deu origem ao filme Blade Runner. Entre livros e contos há ainda destaques importantes como “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”

Bernard Cornwell – Saindo da ficção científica e entrando em romances históricos, com um pé na fantasia medieval, a obra de Cornwell é um prato cheio para quem gosta deste tipo de material, com destaque para “As Crônicas de Artur” e “As Crônicas Saxônicas”.

Jogador número 1 – “Ready Player One”, escrito por Ernest Cline, conta a história de um futuro no qual as pessoas se conectam a um mundo de realidade virtual chamado OASIS. Quando seu criador morre, as pessoas descobrem que ele deixou escondido um “easter egg”; quem encontrá-lo poderá ter acesso a toda a sua fortuna. Toda a busca por este prêmio é recheada de referências a games e à cultura pop oitentista.

Seriados

seriados

Game of Thrones – Não precisa de descrição (e já falamos sobre ele na parte de livros), mas vale a pena repetir. O seriado incrível mostra toda a violência, intrigas, traições e manobras políticas por trás da disputa de poder naquele mundo fantástico.

Doctor Who – Dos anos 1960 até hoje, Doctor Who tem uma legião de fãs de todas as idades, que embarcaram na caixa policial azul que viaja no tempo-espaço, a famosa TARDIS, e acompanharam as aventuras de um alienígena humanoide, que já teve mais de uma dezena de rostos diferentes, com mais de 1 milênio de idade por todos os cantos do universo.

Monty Python’s Flying Circus – Um dos maiores humorísticos da história, com um grupo de 6 atores e escritores que tiveram uma liberdade absurda para experimentar com um novo (para a época) tipo de comédia, que beira o absurdo e o irritante na maior parte do tempo. Algumas esquetes, como a da “Piada Mais Engraçada do Mundo” sobrevive até hoje fazendo sucesso no YouTube.

Mythbusters – Além de testar a veracidade de vários mitos urbanos e ditados populares, os Mythbusters também costumam atestar a plausibilidade de diversos momentos icônicos da cultura pop. Além de interessante, o programa é um show visual, com a quantidade absurda de explosões por episódio.

Cosmos – Há dois momentos na história de “Cosmos”. A primeira geração (“A Personal Voyage”), escrita e narrada por Carl Sagan nos anos 1980, é uma incrível porta de entrada para o mundo da ciência, com explicações profundas e interessantes sobre o universo. Recentemente, o programa de TV foi revivido com o cientista Neil DeGrasse Tyson, mas com um novo nome (“A Spacetime Odyssey”).

The Big Bang Theory – O seriado que retrata basicamente todo o universo nerd/geek, abrangendo quadrinhos, filmes, seriados, mas, mais importante para esta lista, também contempla os universos de jogos, tecnologia como robótica e produtos tecnológicos mais comuns do cotidiano e ciência, abordando assuntos relacionados a física, matemática e astronomia. Tudo com curadoria de profissionais para não insultar os verdadeiros conhecedores das áreas.

IT Crowd – IT Crowd é um humor britânico, muitas vezes beirando o non-sense, que reflete a vida de profissionais de tecnologia da informação. Os personagens se veem em situações comuns no suporte ao usuário comum, muitas vezes sem conhecimento algum de como interagir com um computador.

Silicon Valley – O seriado se passa, como o próprio nome diz, no ambiente fervilhante das startups (mais…)

Campanha em Brasília distribui abraços e doa livros a escola

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Publicado no Terra

Quem passou pela Praça dos Três Poderes, em Brasília, na manhã deste domingo (24), viu um grupo de voluntários de uma organização não governamental distribuindo abraços. Seus integrantes também doaram livros para uma escola pública de Brasília que atende jovens em situação de rua. Os livros foram arrecadados por integrantes da ONG organização voluntária internacional AFS Intercultura Brasil.

“Distribuímos abraços para fazer o dia das pessoas melhor. Nossa missão é contribuir para a paz mundial por meio de interculturalidade e contribuir para uma melhora social”, disse Richardson Reis, presidente do comitê de São Paulo da organização. Com um papel escrito Free Hugs, que significa abraços grátis em português, Richardson foi um dos voluntários que abraçou turistas e moradores de Brasília, na Praça dos Três Poderes.

A organização ainda contabiliza os livros a serem entregues à Escola de Meninos e Meninas do Parque, localizada no Parque da Cidade. O volume da doação vai depender do espaço físico que a escola dispõe para armazenar as publicações.

A presidente do comitê de Brasília da AFS Intercultura Brasil, Júlia Herszenhut, explica por que a escola que atende jovens em situação de rua foi a escolhida. “Essa é uma escola especial que precisa de uma atenção diferenciada por atuar junto a esse público. Acho que tínhamos a obrigação de dar apoio a esses jovens”, disse. Os livros são de literatura infanto-juvenil. Segundo Júlia, apenas um autor doou 160 exemplares de uma publicação sobre o Hino Nacional.

Em março, a organização já havia promovido um evento para distribuir abraços em Brasília e divulgar sua atuação na promoção de intercâmbios culturais de jovens.

5 Livros que todo Aspirante a Escritor deveria ler

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Fábio Mourão, no Dito pelo Maldito

Quando surge aquele ímpeto desejo interno de escrever um livro, sem dúvida a melhor forma de gastar o tempo ocioso entre a construção de um capítulo e outro, é ler um livro sobre o processo criativo. São obras que contam os segredos de uma boa narração e nos dão os truques infalíveis para desenvolver uma excelente história. Livros que olhamos meio desconfiados, mas não resistimos em fazer uma busca serena pelas suas páginas atrás de algumas boas dicas de como ser um escritor cada vez melhor.

Pensando nisso, reunimos aqui 5 livros sobre a escrita literária que são considerados indispensáveis para qualquer aspirante a escritor.

✔ O Zen e a Arte da Escrita, de Ray Bradbury
– Editora Leya
cover-450-x-653Neste livro exuberante, o incomparável Ray Bradbury compartilha sua sabedoria, experiência e estímulo de uma vida de escritor. Aqui estão dicas sobre a arte da escrita dadas por um mestre do ofício.

Um livro que reúne tudo, desde encontrar ideias originais até desenvolver a própria voz e o estilo, bem como leituras, impressões da infância e os bastidores da notável carreira de Bradbury como um autor fecundo de romances, contos, poemas, roteiros de filmes e peças de teatro. O Zen e a Arte da Escrita é mais do que um simples manual para o aspirante a escritor, é uma celebração do ato da escrita que vai encantar, exaltar e inspirar o escritor que existe em você.

 

✔ Sobre a Escrita: A Arte em Memórias, de Stephen King
– Editora Suma de Letras
sobre-a-escrita-stephen-king-suma-de-letrasEleito pela Time Magazine um dos 100 melhores livros de não ficção de todos os tempos e vencedor dos prêmios Bram stoker e Locus na categoria Melhor Não Ficção, Sobre a Escrita: A arte em Memórias é uma obra extraordinária de um dos autores mais bem-sucedidos de todos os tempos, uma verdadeira aula sobre a arte das letras.

O livro também não deixa de lado as memórias e experiências do mestre do terror: desde a infância até o batalhado início da carreira literária, o alcoolismo, o acidente quase fatal em 1999 e como a vontade de escrever e de viver ajudou em sua recuperação.

Com uma visão prática e interessante da profissão de escritor, incluindo as ferramentas básicas que todo aspirante a autor deve possuir, Stephen King baseia seus conselhos em memórias vívidas da infância e nas experiências do início da carreira: os livros e filmes que o influenciaram na juventude; seu processo criativo de transformar uma nova ideia em um novo livro; os acontecimentos que inspiraram seu primeiro sucesso: Carrie, a estranha. Pela primeira vez, eis uma autobiografia íntima, um retrato da vida familiar de King.

Ao mesmo tempo um álbum de memórias e uma aula apaixonante, essa obra irradia energia e emoção no assunto predileto de King: literatura. A leitura perfeita para fãs, escritores e qualquer um que goste de uma história bem-contada.

✔ Palavra Por Palavra – Instruções Sobre Escrever e Viver, de Anne Lamott
– Editora Sextante
palavra-por-palavra-instrucoes-sobre-escrever-e-viver-lamott-anne-isbn-9788575427170-1154-3678120-GSe o seu sonho é tornar-se escritor, preste atenção ao que Anne Lamott tem a lhe ensinar. Ela pode ajudá-lo a despertar a paixão pela escrita, dar vazão à sua criatividade e encontrar a sua voz.
Neste livro, que se tornou um clássico sobre o assunto, Anne dá dicas preciosas que incentivam qualquer pessoa que queira percorrer esse caminho a seguir em frente e não desistir.

Escrever é, por natureza, uma atividade pessoal e solitária. O que Anne faz neste livro é compartilhar exemplos e casos que explicam como ela lida com as tribulações do dia a dia – como a falta de confiança em si mesma, o bloqueio criativo e a inveja profissional -, ao mesmo tempo que discute os elementos básicos da escrita. Ela nos orienta a começar com pequenas tarefas, garante que até mesmo os autores consagrados partem de primeiros esboços ruins e nos ensina que o perfeccionismo é o maior inimigo de qualquer escritor.

Palavra por palavra acaba com a fantasia de que a publicação irá solucionar todos os problemas de sua vida e defende que a escrita em si será sua maior recompensa.

Com gentileza e bom humor, Anne seduz o leitor e lembra aos iniciantes por que eles estão escrevendo – para dizer a verdade, viver de acordo com seu coração e compartilhar seu dom com os demais.

✔ Escrevendo com a Alma, de Natalie Goldberg
– Editora Martins Fontes
escrevendo-com-a-alma-natalie-goldbergEscrevendo sob a perspectiva tanto de um experiente professor de redação como de um praticante do Zen, o livro de Natalie Goldberg tem como objetivo estimular escritores a confiar em si mesmos e pregar uma atitude complacente e generosa para com o ofício, ao mesmo tempo conferindo à disciplina seu devido papel.

Segundo a autora, nós sonhamos poder contar as nossas histórias ― descobrir nossa maneira de pensar, sentir e ver as coisas antes que a morte nos leve. A escrita é um caminho para nos encontrarmos e nos aproximarmos de nós mesmos. A obra mostra como a atividade de escrever traz mais confiança e ensina a despertar.

 

✔ Como Funciona a Ficção, de James Wood
– Editora Cosac Naify
como_funciona_a_ficcao_james_woodNotabilizado por seus ensaios na revista The New Yorker e professor de crítica literária na Universidade de Harvard, Wood aborda, numa prosa inteligente e aguçada, os mecanismos, procedimentos e efeitos da construção narrativa. A representação do real na literatura é o eixo central da análise de Wood, que questiona os limites entre artifício e verossimilhança na ficção.

Em dez capítulos, elementos fundamentais do texto ficcional são discutidos pelo autor: o personagem, o foco narrativo, o estilo. A partir de vasto e diversificado repertório literário de Henry James a Flaubert, de Tchekhov e Nabokov a Beatrix Potter e John le Carré, este livro “perspicaz e cheio de achados”, nas palavras de Milton Hatoum, traz análises reveladoras e acessíveis mesmo àqueles que desconhecem os rudimentos da crítica literária.

Referência fundamental para escritores em formação, professores de literatura, e todos que se interessem pelo mundo das letras.

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