Diário da Maísa

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Gisele Mirabai leva o Prêmio Kindle de Literatura

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Ricardo Garrido, Gisele Mirabai e Daniele Cajueiro na entrega do Prêmio Kindle de Literatura | © Júlio Vilela

Ricardo Garrido, Gisele Mirabai e Daniele Cajueiro na entrega do Prêmio Kindle de Literatura | © Júlio Vilela

 

Livro ‘Machamba’ foi o escolhido pelo juri e será publicado pela Nova Fronteira. Autora leva para casa R$ 20 mil.

Talita Facchini no Publishnews

A Amazon e a Nova Fronteira anunciaram nesta terça-feira (17), num evento na Confeitaria Colombo, no centro do Rio de Janeiro, a obra vencedora do Prêmio Kindle de Literatura. Com o livro Machamba, a roteirista, professora e pós-graduada em literatura, Gisele Mirabai foi a escolhida pelo júri para levar para casa o prêmio de R$ 20 mil e ter seu livro publicado pela Nova Fronteira.

A obra de Gisele conta a história de uma mulher que teve uma infância simples em uma fazenda em Minas Gerais e decide sair em uma jornada através de civilizações antigas para buscar seu Elo Perdido. Nas palavras do Acadêmico Geraldo Carneiro, que fez parte do júri, o livro ganhou o prêmio “por sua sintaxe, por seu peculiar modo de cifrar, decifrar e recifrar a vida”.

A Amazon e a Nova Fronteira anunciaram nesta terça-feira (17), num evento na Confeitaria Colombo, no centro do Rio de Janeiro, a obra vencedora do Prêmio Kindle de Literatura. Com o livro Machamba, a roteirista, professora e pós-graduada em literatura, Gisele Mirabai foi a escolhida pelo júri para levar para casa o prêmio de R$ 20 mil e ter seu livro publicado pela Nova Fronteira.

A obra de Gisele conta a história de uma mulher que teve uma infância simples em uma fazenda em Minas Gerais e decide sair em uma jornada através de civilizações antigas para buscar seu Elo Perdido. Nas palavras do Acadêmico Geraldo Carneiro, que fez parte do júri, o livro ganhou o prêmio “por sua sintaxe, por seu peculiar modo de cifrar, decifrar e recifrar a vida”.

James Cameron vai fazer série documental sobre ficção científica

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Publicado no Comunidade Cultura e Arte

O cineasta James Cameron vai produzir uma série documental que explora a evolução da ficção científica desde a sua origem como um gênero cinematográfico menor e de culto, até se transformar num fenômeno de cultura popular e sucesso de bilheteiras.

O anuncio foi feito pelo canal de televisão AMC, que adianta que a série, com o título provisório ‘James Cameron’s Story of Science’, terá seis episódios de uma hora e tem estreia prevista em 2018.

De ‘Star Wars’ a ‘Avatar’, passando por ‘The Hunger Games’ e ‘The Walking Dead’, a ficção científica tornou-se um pilar da cultura popular e o documentário vai explorar as dúvidas que cada um suscita, como por exemplo, a ciência por detrás de The Walking Dead, ou como poderia surgir uma epidemia de mortos-vivos.

Assim, nesta nova série sobre as origens e a história da ficção científica, James Cameron introduz em cada episódio uma das “grandes questões” com que a humanidade se tem confrontado ao longo dos anos, e regressa ao passado para melhor compreender como é que os filmes, programas de televisão, livros e vídeos favoritos do público nasceram e para onde é que este gênero – e a espécie humana – caminha.

O realizador afirma que esta série regressa às origens da ficção científica, seguindo o seu DNA: sem Jules Verne e H.G. Wells não haveria Ray Bradbury ou Robert A. Heinlein e, sem eles, não haveria Lucas, Spielberg ou Ridley Scott.

“Como cineasta especializado em ficção científica, estou interessado em explorar as lutas e os triunfos que trouxeram essas histórias incríveis à vida e ver como a arte imita a vida, bem como a ficção científica imita e às vezes informa a ciência”, disse.

O cineasta canadense – autor de filmes como ‘O Exterminador Implacável’, ‘Aliens’, ‘Titanic’, ‘A verdade da Mentira’ ou ‘Avatar’ – e outros contemporâneos que ajudaram a impulsionar o crescimento da ficção científica nas últimas décadas debatem os méritos, os significados e os impactos dos filmes e romances que influenciaram o gênero.

O próprio James Cameron autoproclamava-se “nerd da ficção científica”, antes de se tornar um dos realizadores de maior sucesso da sua geração.

“Quando eu era miúdo, basicamente lia qualquer livro que tivesse uma nave espacial na capa e vi o filme ‘2001: Odisseia no Espaço’ vezes sem conta”, disse o realizador, acrescentando que aquele filme o inspirou a tornar-se um realizador.

Segundo James Cameron, além dos efeitos especiais, o que mais o intrigava naqueles filmes eram as ideias e as questões por detrás deles: “Como vai o mundo acabar? A tecnologia vai acabar por nos destruir? O que significa ser humano”?

Texto de Lusa

Prêmio Sesc de Literatura abre inscrições para a edição 2017

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Publicado no Paraíba Online

O Prêmio Sesc de Literatura, concurso que revela novos talentos da literatura nacional, está com inscrições abertas para mais uma edição. Até o dia 17 de fevereiro, os candidatos poderão concorrer nas categorias Conto e Romance.

Os vencedores têm suas obras publicadas pela editora Record, que é responsável pela edição e distribuição, com tiragem inicial de dois mil exemplares.

Para participar, os candidatos deverão apresentar os originais de romances e as coletâneas de contos inéditos. O autor poderá concorrer nas duas categorias desde que tenha obras nunca publicadas em ambas, inclusive em plataforma online. Neste caso, as inscrições serão realizadas separadamente.

O processo seletivo será realizado via internet, desde o envio de informações pessoais até a obra digitalizada. Todos os trabalhos são submetidos à avaliação das comissões julgadoras compostas por escritores, especialistas em literatura, jornalistas e críticos literários definidos pelo Sesc. Os vencedores serão anunciados em junho de 2017.

Franklin Carvalho e Mário Rodrigues foram os vencedores do Prêmio Sesc 2016, nas categorias Romance e Conto, respectivamente, com os livros ‘Céus e Terra’ e ‘Receita Para se Fazer um Monstro’.

“Ganhar foi a sensação de dever cumprido, além de abrir caminhos para que o meu trabalho seja divulgado em todo o país,. Essa conquista foi um importante reconhecimento à minha produção literária”, destaca Mário.

“Eu mesmo me indagava se alguém leria as alegorias que inventei. Sinto-me recompensado e com uma grande responsabilidade para os projetos futuros”, conclui o jornalista baiano Franklin Carvalho.

O edital completo estará disponível em www.sesc.com.br/premiosesc. Informações adicionais também podem ser obtidas pelo e-mail literatura@sesc.com.br.

Sobre o Prêmio Sesc

Lançado pelo Sesc em 2003, o concurso identifica escritores inéditos, cujas obras possuam qualidade literária para edição e circulação nacional. Até agora já foram revelados 23 novos autores.

Além de inclui-los em programações literárias do Sesc, o Prêmio também abre uma porta do mercado editorial aos estreantes: os livros vencedores são publicados e distribuídos pela editora Record.

Mais do que oferecer uma oportunidade aos novos escritores, o Prêmio Sesc de Literatura cumpre um importante papel na área cultural, proporcionando uma renovação no panorama literário brasileiro.
FONTE: Ascom

Novos clubes surgem com promessa de livros de qualidade para crianças

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Surpresas. Kit recebido pelos assinantes do clube Garimpo - Divulgação

Surpresas. Kit recebido pelos assinantes do clube Garimpo – Divulgação

 

Serviços de assinatura oferecem programas específicos para cada faixa etária

Leonardo Cazes, em O Globo

RIO – Eles começaram a aparecer em 2014, mas de um ano para cá se multiplicaram. Novos clubes de assinatura com foco nas literaturas infantil e juvenil buscam suprir lacunas deixadas pelas livrarias, ajudar os pais nas escolhas e unir diversão com qualidade artística (veja detalhes dos novos serviços ao lado).

Caçula da turma, o Clube de Leitura Quindim foi lançado em dezembro por iniciativa do ex-diretor do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Ministério da Cultura, Volnei Canonica, em parceria com Renata Nakano e Ana Lucia Castro. Com um conselho curador formado por nomes como os escritores Ziraldo e Marina Colasanti e o ilustrador Roger Mello, o Quindim oferece programas para quatro faixas etárias. Cada kit tem dois livros e um guia de exploração e leitura. Ao fazer a assinatura, a família ganha também um “Diário de leitura”, todo ilustrado, para registrar a experiência. O clube é um braço do Centro de Leitura Quindim, fundado por Canonica em 2014 na sua cidade natal, Caxias do Sul (RS). Além de ter uma biblioteca, o espaço atua na formação na área da leitura e também na internacionalização das literaturas infantil e juvenil brasileiras.

— A gente queria ter uma ação que levasse livros de qualidade para as mãos das crianças e dos pais. Queremos que o livro esteja presente nas vidas das crianças e que elas vejam valor simbólico no objeto — afirma Canonica.

ASSINATURA SOLIDÁRIA

Foi para levar mais obras a mais crianças que as educadoras Nicole Cezar de Andrade e Fernanda Marsico, da Sexta Arte, criaram o clube de assinaturas Leitor Solidário. Em 2016, elas conseguiram reunir R$ 30 mil por meio de um crowdfunding para lançar o projeto “Formando leitores, mudando histórias”, voltado para estudantes de baixa renda e que hoje atende a 50 crianças. A dupla oferece consultoria para professores e cria ou aperfeiçoa bibliotecas e salas de leitura, além de promover encontros com autores. Para ajudar a financiar a iniciativa, elas lançaram em meados do ano passado o Leitor Solidário: em um mês, o assinante recebe um livro autografado pelo autor e, no mês seguinte, um livro autografado segue para as crianças do projeto.

— Vivemos num país de não leitores. É muito difícil formar leitor onde não se lê. Nós lançamos assinaturas para todas as idades, até os 18 anos. As crianças saem da alfabetização superempolgadas com a leitura. Por que isso se perde? Essa é a importância de formar o leitor. Acho que a leitura muda o mundo. E nossa proposta é levar isso não só para quem pode pagar — explica Nicole.

A editora e escritora Julia Wähmann, criadora do clube de assinaturas Garimpo junto com Gustavo Barbeito, vê certa distorção no mercado editorial brasileiro, “que tem pouco leitor, muito lançamento, poucas livrarias e que só dão espaço para o que vem com chancela das editoras”. Assim, o Garimpo, lançado em setembro, busca suprir também essa lacuna para adultos e crianças. Quem cuida das áreas infantil e juvenil no clube é a editora Elisa Menezes. Ela destaca que a produção brasileira é muito rica e está espalhada por casas de diferentes portes.

— Há editoras pequenas que fazem os melhores trabalhos hoje no Brasil. E há obras que não chegam às livrarias, mesmo que suas editoras estejam no Rio ou em São Paulo. O universo das literaturas infantil e juvenil é enorme e múltiplo, então a gente busca fazer essa ponte dos pais e crianças até obras às quais não chegariam sozinhas — aponta Elisa.

Mell Brites, editora da Companhia das Letrinhas, concorda. Há um ano ela toca o Expresso Letrinhas, clube de assinaturas do selo que completa 25 anos em 2017. Para Mell, a concorrência na área de infantis e juvenis aumentou muito e o espaço nas livrarias ficou mais restrito. A criação do clube foi uma forma de abrir um canal alternativo com o público:

— Os espaços, quando existem, são bagunçados. Pais e professores ficam perdidos nas livrarias. Encontramos, então, essa forma de oferecer livros de qualidade — diz.

OS CLUBES E COMO FUNCIONAM

Clube de Leitura Quindim

Quatro faixas etárias: 0 -3, 3-6, 6-9 e 9-12. As mensalidades vão de R$ 37 (plano trimestral, um livro por mês) a R$ 117 (plano semestral, quatro livros/mês). Site: clubequindim.com.br

Leitor Solidário

Faixas: 0-5, 6-9, 10-13 e 14-18. Custa R$ 44,90 por mês. Num mês, o assinante recebe seu livro, autografado; no outro, um vídeo da criança que ele beneficiou, recebendo o kit dela. Site: leitorsolidario.com

Garimpo

Três faixas etárias: 4-6, 7-8 e 9-10. A mensalidade é de R$ 40. O kit traz um livro e uma carta da curadora sobre a obra. Site: garimpoclube.com.br

Expresso Letrinhas

Faixas: 0-6, 7-9, 10-12 anos. Por mês, paga-se R$ 54,90, mais frete. O kit vem com dois livros e brindes. Site: expressoletrinhas.com.br

Menina de quatro anos já leu mais de mil livros

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Uma menina de 4 anos que leu mais de mil livros foi convidada para ser bibliotecária por um dia, na Biblioteca do Congresso norte-americano.

Publicado no JN

Daliyah Marie Arana tinha 2 anos e 11 meses quando leu o primeiro livro de forma independente.

Haleema Arana, a mãe, contou ao jornal “The Washington Post” que quando estava grávida de Daliyah lia, diariamente, para outras crianças e que quando a filha era bebé ouvia o irmão mais velho a ler capítulos de livros em voz alta pela casa, em Gainesville, na Geórgia, nos Estados Unidos da América.

“Ela queria ler sozinha”, afirmou a mãe ao jornal. “Quanto mais palavras aprendia mais vontade tinha de ler”, explicou.

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Agora, com 4 anos, a menina já leu mais de mil livros e alguns textos do ensino superior.

A mãe contactou a Biblioteca do Congresso e perguntou se era possível usufruir de uma experiência no local com a filha. Na última quarta-feira, Daliyah concretizou o sonho de ser bibliotecária por um dia.

A menina visitou a secção de crianças da Biblioteca, leu livros para Carla Hayden, 14ª bibliotecária do Congresso norte-americano, e conheceu alguns funcionários da instituição.

No entanto, quando a equipa lhe pediu algumas recomendações, a criança sugeriu que instalassem quadros brancos nos corredores da biblioteca para que as crianças, como ela, pudessem praticar a escrita.

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Carla Hayden ficou impressionada com a paixão da menina pela leitura e pela literatura e publicou algumas fotografias da visita no Twitter.

Haleema Arana revelou ao “The Washington Post” que a filha estava sempre a dizer que a Biblioteca do Congresso era a sua preferida em todo o mundo.

Daliyah tem um cartão de leitor e frequenta a biblioteca local, em Gainesville, com bastante regularidade. “Eu gosto de verificar os livros todos os dias”, revelou a menina. “Eu quero ensinar outras crianças a ler cedo também”, disse a criança ao jornal “Gainesville Times”.

A mãe teve a ideia de começar a contar o número de livros que a filha lia, através do programa “1000 livros antes do jardim-de-infância”. De acordo com Haleema, a menina, aos 3 anos, já devia ter lido mil obras.

Os pais nunca testaram o nível de leitura da filha. Contudo, a mãe, para atender ao amor da menina por livros, lançou-lhe um desafio e deu-lhe o discurso “The Pleasure of Books” (O Prazer dos Livros), de William L Phelps, considerado de grau universitário, para ler. Acontece que Daliyah leu tão bem o texto e pronunciou tão bem as palavras que a mãe publicou um vídeo da leitura no YouTube.

Daliyah pretende atingir a meta de 1500 livros até entrar, no próximo outono, no infantário e espera ajudar o professor a ensinar outras crianças a ler.

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