Sua Segunda Vida Começa Quando Você Descobre Que Só Tem Uma

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Como literatura e arte podem surgir na prova de português do Enem?

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Leonardo Martins, no UOL

Compostas em sua maioria por interpretação de texto, as questões do caderno de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) são, em geral, as menos temidas pelos vestibulandos.

Mas é importante ressaltar que, além da interpretação, grandes livros e obras da cultura brasileira também podem estar presentes no exame, como forma de contextualizar os exercícios da prova. É o que diz Cristiane Siniscalchi, coordenadora de Linguagens e professora de literatura da escola Móbile.

“Com certeza não será cobrado nenhum conhecimento de enredo, ou seja, ninguém cobrará saber a história do livro ou da arte. Mas como esses assuntos aparecem contextualizando a questão, conhecer o teor e linguagem dos livros ou obras do autor pode facilitar um pouco a resolução do exercício”, explica Siniscalchi.

Vale lembrar também que, caso o aluno já seja um bom leitor e tenha prestado atenção nas aulas de arte, esse conhecimento pode ajudá-lo a ter maior repertório na hora de elaborar o texto da redação.

Confira abaixo dois exemplos de questões, preparados pela professora Cristiane Siniscalchi, que abordam literatura e arte.

Arte

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Literatura

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Sem mais assunto para autobiografias, youtubers escrevem livros de ficção

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Christian Figueiredo

Christian Figueiredo

Diego Bargas, na Folha de S.Paulo

Nos últimos três anos, uma nova categoria literária se revelou uma mina de ouro: livro de youtuber. Celebridades que fazem sucesso na plataforma on-line de vídeos assinaram diversos livros coloridos e interativos.

Os textos, na maioria autobiográficos, ficavam em segundo plano, mas os livros foram a salvação da lavoura para o mercado livreiro em tempos de crise. Chegaram a vender 200 mil exemplares —no país, best-seller que atinge 10 mil cópias já é um sucesso.

O modelo já apresenta sinais de esgotamento, e o mercado busca saídas. Nas últimas duas semanas, dois youtubers publicaram romances ficcionais com temas distantes do habitual mundo on-line.

São obras que também passam longe de sua brevíssima biografia. Havia uma dúvida sobre o que essa turma ia escrever —e vender— depois dos primeiros livros. Que tanta história de suas vidas meninos e meninas ainda em flor teriam para contar?

Agora, as celebridades da internet começam a entrar na ficção —e apontam o caminho do que pode vir por aí.

Kefera Buchmann

Kefera Buchmann

Kéfera Buchmann, 24, uma das mais famosas webcelebridades do país, acaba de lançar “Querido Dane-se”. Christian Figueiredo, 23, lança no fim deste mês “Um Coração Maior que o Mundo”.

Sem ilustrações, os lançamentos são um convite para deixar smartphones de lado. A desconexão promovida por dois ídolos que ergueram um império digital indica o amadurecimento deles e a saturação de suas vidas convertidas em produto de consumo.

“Um Coração Maior que o Mundo”, de Christian, é um drama juvenil sobre um rapaz, um amor impossível e uma mãe que sofre de insuficiência cardíaca e precisa de tratamento. A obra de John Green, autor do fenômeno teen “A Culpa é das Estrelas”, serviu de inspiração para o youtuber e fã assumido.

O novo livro é diferente dos outros três assinados por Christian. “Eram diários da minha vida, crônicas fáceis de escrever e ler, focados no canal”, diz. Ele se refere aos volumes da trilogia “Eu Fiko Loco”, que venderam 600 mil exemplares ao todo.

Christian é dono e estrela- do canal no YouTube “Eu Fiko Loko”, no qual divide suas experiências rotineiras com 8,8 milhões de inscritos. Um outro canal,com seu nome, reúne mais 4,4 milhões de seguidores.

“Com essa trilogia eu concluí esse ciclo”, diz, e reconhece que o assunto “saturou”. O primeiro livro se tornou filme em 2016. O canal terá o conteúdo reformulado. Para atrair os fãs, Christian incluiu “detalhes que lembram as histórias que eles conhecem”.

“O personagem central chama Cris, e tem semelhanças comigo, mas não sou eu”.

O Cris do livro analógico “quis sair da bolha, eu não olhava para outros caminhos por medo de fazer algo diferente. Quando o YouTube virou uma profissão, eu fiquei mais conectado do que eu queria.”

Kéfera Buchmann também tem números impressionantes: são dez milhões de seguidores em seu canal no YouTube, o “Cinco Minutos”, 11 milhões no Instagram e 7 no Facebook.

MOMENTO OFF-LINE

A capacidade de mobilização dela foi testada nos cinemas em 2016, com “É Fada!”, que contabilizou 1,7 milhão de espectadores. O filme foi o pontapé de Kéfera para fora da web; atuar se tornou a prioridade, em detrimento dos vídeos na internet.

“Querido Dane-se”, romance que ela assina, reforça o momento off-line da youtuber. É sobre Sara, que está prestes a fazer 30 anos e lida com dilemas da idade.

O título é o terceiro de quatro volumes que ela tem contratados com o grupo Companhia das Letras.

A obra conta a história de Sara, cujo namorado terminou a relação por WhatsApp, que engatou um caso com uma socialite —para quem a protagonista, uma estilista, trabalha como costureira. Além de tudo, se prepara para agora enfrentar seu maior medo: completar 30 anos.

Os livros anteriores de Kéfera foram “Muito Mais que Cinco Minutos” (2015) e “Tá Gravando. E Agora?” (2016), que venderam ao todo cerca de 650 mil cópias. Abordavam sua vida com dicas para quem quisesse seguir seus passos.

À Folha ela diz estar em busca de um público mais velho, que ainda não a conhece. Escreveu sonhando ver a nova obra adaptada para o cinema —e quer interpretar ela mesma a protagonista Sara.

Em novembro, Kéfera estreia um novo longa, “Gosto se Discute”. O trailer, lançado em seu canal no YouTube, foi visto 900 mil vezes em um mês. “Bingo, o Rei das Manhãs” levou nove meses para atingir esse número.

Além de seguir escrevendo e atuando, quer dirigir teatro e cinema. A internet parece perder espaço. “Fui amadurecendo e algumas coisas pararam de fazer sentido. Já falei de tudo, como sigo daqui? Sinto que meu público está aberto a mudanças.”

Entre essas mudanças está o convite para o mundo além da web. “É bom se desconectar um pouco. Viver a vida real, em vez de ficar com o celular na mão. Ler, sentir o cheiro de livro novo.”

Christian reconhece que o status de influenciador nas redes sociais dá a ele a possibilidade de incentivar seus seguidores a se desconectar.

“Quem tem dez anos nasceu on-line. Peguei o fim da cultura de ver TV, e gosto de influenciar a galera a fazer outra coisa além de ficar na internet.”

Por que procurar refúgio nos livros quando a realidade parece insuportável?

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Biblioterapia, livros como terapia ILUSTRAÇÃO DE DIEGO MIR.

Biblioterapia, livros como terapia
ILUSTRAÇÃO DE DIEGO MIR.

 

A biblioterapia pode ser um porto seguro, um alívio para nossa alma e um antídoto contra as adversidades

Marta Rebón, no El País

Foi abandonado, o mundo já não é maravilhoso. Como em um jet lag permanente, não consegue se conectar com a realidade que o envolve. Freud dizia que as palavras e a magia foram no princípio a mesma coisa. É por isso que continuamos procurando refúgio nos livros quando a vida nos prega uma brincadeira estúpida? Você, passageiro em momentos ruins, abre um romance e em suas páginas encontra algo parecido a um bote salva-vidas, um alívio balsâmico ao desassossego.

Os leitores vorazes sabem bem que as bibliotecas e as livrarias são uma panaceia eficaz à alma, como já se afirmava na Antiguidade. A ficção e a poesia, afirma a romancista Jeanette Winterson, são remédios que curam a ruptura que a realidade provoca em nossa imaginação. Como diz a máxima horaciana dulce et utile, nos ensinam prazerosamente. O eco das palavras, seu ritmo, e as imagens com uma grande carga emocional inundam e ativam os recônditos de nossa consciência. Quando lemos um texto literário inteligente e sedutor, o mundo se torna mais habitável.

Entre os benefícios de se ler ficção, o primeiro, por mais óbvio que pareça, é chegar a nos conhecer melhor. Proust, a quem hoje poucos negarão sua aptidão à ciência cognitiva, afirmava que cada leitor, quando lê, é o próprio leitor de si mesmo. Acrescentava que a obra do escritor não é mais do que uma espécie de instrumento ótico que este oferece ao outro para permitir-lhe discernir o que, sem esse livro, não seria capaz de ver por si mesmo. Entrar no universo dos romances é viver múltiplas vidas. Com um livro nas mãos se abre diante de nós um terreno para a experimentação de inúmeras circunstâncias. A biblioterapia é possível graças ao choque de identificação que se produz no leitor quando se vê refletido na história. Sentimos empatia por outras pessoas, outras formas de pensar. A leitura, além disso, é uma aventura intelectual trepidante. Para o Nobel de Literatura André Gide, ler um escritor não é só ter uma ideia do que ele diz, mas viajar com ele.

Ler nos coloca em um espaço intermediário: ao mesmo tempo em que deixamos em suspenso nosso eu, nos conecta com nossa essência mais íntima, um bem valioso para se manter certo equilíbrio nesses tempos de distração. A leitura, dizia María Zambrano, nos brinda com um silêncio que é um antídoto ao barulho que nos rodeia. Ela nos procura um estado prazeroso semelhante ao da meditação e nos traz os mesmos benefícios que o relaxamento profundo. Ao abrir um livro conquistamos novas perspectivas, pois a ficção divide com a vida sua essência ambígua e multifacetada. Uma vez que só podemos ler um número limitado de títulos, o que procuramos? Obras que reafirmem nossas crenças, ou façam com que essas balancem? Para Kafka era muito claro, só deveríamos nos adentrar nas obras que incomodam: “Um livro precisa ser um machado que abre um buraco no mar gelado de nosso interior”.

Resenhas de biblioterapia

— Remédios literários, de Ella Berthoud e Susan Elderkin. Um original e divertido livro sobre biblioterapia que fala do poder curativo da palavra escrita.

— A leitura como plegária, de Joan-Carles Mèlich (sem edição no Brasil). Uma reflexão sobre a leitura e a escrita em 262 fragmentos filosóficos.

— Por que ler os clássicos, de Italo Calvino. O escritor nos lembra que os clássicos nunca deixam de surpreender e resistir ao tempo.

— Poema, de Rafael Argullol (inédito no Brasil). Um breviário contemporâneo erudito e sensível de reflexões sobre a condição humana e o discorrer do mundo.

— Intérprete de males, de Jhumpa Lahiri. A escritora indaga sobre as barreiras que personagens de diferentes culturas devem saltar em sua busca da felicidade.

— A morte de Ivan Ilitch, de Leon Tolstói. Um luminoso romance que na realidade é um poema capaz de nos reconciliar com nossa condição mortal.

— Pequeno fracasso, de Gary Shteyngart. Depois de se mudar com sua família a Nova York, o garoto judeu russo Igor se transforma em Gary, um personagem que narra a experiência de viver dividido entre dois países que são inimigos.

— Doce Canção, de Leila Slimani. Disseca as circunstâncias de um crime e lança luz sobre as contradições da sociedade atual.

Biografia recupera trajetória de Vadico, o maior parceiro de Noel Rosa

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Vadico queria provar que era mais do que só o parceiro de Noel Rosa. Foto: O Cruzeiro/Reprodução

Vadico queria provar que era mais do que só o parceiro de Noel Rosa. Foto: O Cruzeiro/Reprodução

Livro de Gonçalo Junior um dos grandes compositores do país, tentando mostrar que ele foi mais do que só parceiro do Poeta da Vila

Alexandre de Paula, no Diário de Pernambuco

O melhor parceiro de Noel Rosa. Foi assim que Vadico ficou marcado na história da música popular brasileira, que relegou a ele um lugar de pouco destaque. No entanto, mais do que isso, ele foi um dos grandes compositores brasileiros, reconhecido por nomes como Vinicius de Moraes e com carreira de 15 anos nos Estados Unidos.

É isso que defende, além de revelar diversos detalhes e novidades sobre Vadico, a biografia Pra que mentir?. Assinado pelo jornalista e escritor Gonçalo Junior, o livro é o mais completo documento sobre a história e a obra de Vadico, da parceria com Noel Rosa aos tempos nos EUA e aos problemas de saúde do compositor.

Antes de escrever o livro, Gonçalo havia biografado Assis Valente (compositor de Brasil pandeiro) e de Evaldo Braga (quem não se lembra de “Sorria, meu bem”?). Os dois tiveram histórias trágicas e impactantes. “E Vadico me pareceu um enigma, também um personagem a ser desvendado. Seria muito fácil pegar alguém como Lamartine Babo, Ary Barroso, Nelson Gonçalves, em que tudo está aí”, afirma.

Quando faz pesquisas para algum projeto, Gonçalo deixa catalogadas informações sobre outras pessoas que fazem parte da trajetória dos biografados. Parte do material sobre Vadico veio daí, mas não havia muito sobre ele. “A pesquisa foi insana, o problema maior é que havia pouca coisa em muitos lugares”, comenta.

Foram oito meses de escrita, mas o material que deu base para o livro veio do trabalho de duas décadas. “Todos os dias eu entro em sites caçando livros, discos, partituras, por exemplo. Você vai juntando as peças, fica bastante caro, porque material custa muito. No fim, é mais satisfação pessoal do que qualquer outra coisa”, conta.

O acesso a esse material e o contato com alguns familiares, no entanto, permitiram que Gonçalo escrevesse um livro com diversas informações novas sobre o compositor e que ajudasse a entender melhor quem era e qual foi a importância de Vadico: “As dívidas que a história da música popular brasileira tem com ele são imensas. Ele sempre foi chamado de o tal do parceiro de Noel Rosa, só isso.”

Direitos autorais

Vadico ficou marcado pela polêmica sobre direitos autorais. Quando voltou ao Brasil, ele percebeu que Noel (àquela altura já morto) havia vendido as parcerias (como Conversa de botequim, Feitiço da vila, Pra que mentir?) sem seu consentimento e foi atrás de entender o que havia acontecido.

O apresentador Flávio Cavalcanti soube da história nos bastidores de um programa de que Vadico participaria e levou a polêmica para a tevê, criticando duramente Noel. O fato gerou polêmica e o Poeta da Vila foi defendido pelo radialista Almirante. “Vadico foi muito criticado. Principalmente pela habilidade de Almirante com a palavra, ele botou Vadico no bolso. Vadico era tímido, todo formal, de conversar pouco. Ele não conseguiu se defender direito”, explica.

Gonçalo ressalta que, apesar de tudo, Vadico sempre tentou manter o respeito ao parceiro. “Ele sempre foi muito correto com Noel, ele sempre foi muito cuidadoso em apenas lamentar.” O título do livro, explica o autor, é uma espécie de provocação a Noel. “Veio da parceria deles e é como se ele perguntasse: ‘Por que você mentiu?’ O livro é uma tentativa de resgatar a verdade.”

No exterior

Entre as histórias apresentadas por Gonçalo estão algumas da passagem do compositor pelos EUA. Lá ele trabalhou em filmes de Carmen Miranda e em animações da Disney. “Foi ele quem introduziu Aquarela do Brasil, entre outras músicas, nos filmes da Disney. Ary Barroso se tornou mundialmente conhecido, principalmente por causa de Vadico, mas ninguém fala disso”, assegura Gonçalo.

Em terras norte-americanas, ele teve contato profundo com o jazz. Passou anos tocando com grupos do estilo. Quando voltou ao Brasil, juntou tudo isso ao samba. “Ele traz e adiciona elementos do samba, ele chamava isso de samba ligeirinho, era um samba jazz que ele adorava. Sempre fazem questão de dizer que ele não teve nada com a bossa nova, mas ele teve, sim, ajudou. Ele só não foi um dos pais por causa de problemas de saúde”, acredita.

Outra história que Gonçalo faz questão de desmistificar é a recusa de Vadico ao convite de Vinicius de Moraes para musicar Orfeu da Conceição. “Se escreve que Vadico amarelou, que disse que não tinha competência e que não estava à altura, mas não é a verdade. Vadico poderia muito bem ter ocupado esse lugar. Ele tinha acabado de sofrer o terceiro infarto, não tinha condições físicas para isso.”

Vadico voltou ao Brasil porque teve dois infartos nos EUA. Os médicos lhe recomendaram uma dieta rigorosa e pediram que ele mudasse o estilo de vida. Os problemas com direitos autorais, no entanto, fizeram com que ele optasse pelo caminho contrário.

“Ele chuta o pau da barraca, afunda no alcoolismo e fuma demais. A questão com Noel estava em grandes jornais, ele se dizia boicotado e passou a viver assim.” Os hábitos custaram caro. Em 1962, ele se sentiu mal durante um jogo do Brasil na Copa do Mundo. Seis dias depois, morreu no estúdio nos braços do sambista Wilson das Neves.

Além da polêmica, Gonçalo mostra que Vadico se sentia profundamente incomodado com o rótulo de parceiro de Noel. “Ele era atormentado por isso e queria provar para todo mundo que era um grande compositor. E ele era. O problema é que ele não conseguiu encontrar outro Noel Rosa, um outro letrista tão bom, que estivesse à altura dele.”

Para ler ou levar? Designer russa cria bolsas impressionantes que parecem livros

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Foto: reprodução / Facebook.

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A linguista russa Tatiana Kononova criou a marca Mrs.Chaplin e produz bolsas personalizadas inspiradas em capas de livros famosos

Publicado na Gazeta do Povo

Agora seus livros preferidos podem se tornar um acessório muito útil. Não funciona literalmente assim, mas a linguista russa Tatiana Kononova cria bolsas de mão que reproduzem capas de livros famosos.

Foto: reprodução / Facebook.

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A ideia surgiu em 2014 após Tatiana ver as bolsas feitas por Olympia Le Tan em uma revista de moda. Como não tinha dinheiro suficiente para comprá-las, decidiu fazer as suas próprias. “Para alguém com absolutamente nenhuma experiência em bordado isso parece uma ideia totalmente louca, mas eu era teimosa”, relembra em entrevista ao Viver Bem. Após a primeira, a linguista não parou mais, e decidiu que essa seria sua fonte de renda. Assim nasceu a marca Mrs.Chaplin.

Foto: reprodução / Facebook.

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Todas as clutches são bordadas à mão com fio de seda e feltro de lã. Tatiana conversa com os clientes durante todo o processo para ter certeza que todos os detalhes estarão como eles querem. A linguista produz apenas duas bolsas por mês e já vendeu cerca de 60 unidades até agora. “Eu poderia ter vendido mais, mas sou perfeccionista e, honestamente, prefiro qualidade à quantidade”, completa.

Foto: reprodução / Facebook.

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As bolsas já conquistaram muita gente — entre elas, uma noiva que usou uma das peças de Tatiana em seu casamento. Para a linguista, nesses casos a responsabilidade é ainda maior. “Eu sinto que estou fazendo parte do dia mais memorável na vida de uma pessoa que era completamente estranha apenas alguns meses antes”.

Foto: reprodução / Facebook.

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A inspiração foram as bolsas da Olympia Le Tan, mas Tatiana tenta incluir detalhes únicos em suas peças. “Tento fazer as minhas bolsas especiais, não só incluindo detalhes agradáveis, como um quadro de couro genuíno ou bordados, mas também trabalhando em uma estreita colaboração com meus clientes e tornando-as muito pessoais“, complementa.

As bolsas custam entre R$ 1.040,65 e 1.918,70 e estão à venda através do Etsy. A marca entrega no Brasil.

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