Sua Segunda Vida Começa Quando Você Descobre Que Só Tem Uma

Posts tagged livros

7 livros de ficção científica escritos por mulheres que você já deveria conhecer

0
 Montagem/Getty Elas mostram que esse gênero literário pode ser ainda mais rico e diverso do que você imaginava.

Montagem/Getty
Elas mostram que esse gênero literário pode ser ainda mais rico e diverso do que você imaginava.

Amauri Terto, no HuffpostBrasil

Pare o que você está fazendo agora e pense em três escritores de ficção científica.

Pensou? Pois bem, Isaac Asimov, Philip K. Dick e George Orwell provavelmente aparecem nesse breve exercício de memória. Isso traz a tona uma informação meio óbvia, mas que merece ser ressaltada: a literatura de ficção científica é um campo ainda dominado por homens. Em sua maioria, homens brancos com uma visão restrita de mundo.

Isso não significa que as mulheres estão fora desse área de atuação.

Pelo contrário, a história da literatura de ficção científica e de seus subgêneros (cyberpunk, space opera, distopia, viagem no tempo e invasão alienígena) é povoada por grandes escritoras, mulheres que pensaram outras realidades sob cenários surpreendentes e, por meio de suas narrativas, desencadearam reflexões sobre questões sociais como feminismo, política e religião.

Aqui estão 7 escritoras que se aventuraram com sucesso pela ficção científica. Com obras premiadas e carreiras consagradas, elas mostram que esse gênero literário pode ser ainda mais rico e diverso do que você imaginava:

1. Octavia E. Butler

ww

Montagem/Getty/Divulgação

Filha de uma empregada doméstica e um engraxate, a norte-americana Octavia Butler foi a primeira autora negra de ficção científica a ser reconhecida mundialmente. Ela escreveu contos, ensaios e 15 livros ao longo de sua carreira. Por eles, recebeu mais 20 indicações e diversos prêmios, incluindo Nebula e Hugo – duas das mais prestigiadas honrarias de ficção científica e fantasia.

Seu romance mais emblemático, Kindred, acaba de ser publicado no Brasil pela editora Morro Branco depois de 40 anos do lançamento original. A trama é sobre Dana, uma mulher negra que nos anos 70 vive sucessivos episódios de volta no tempo, para os EUA dos início do século 19. Questões de raça e gênero permeiam o livro que já vendeu mais de meio milhão de cópias e que tornou Octavia conhecida como a “Grande Dama da Ficção Científca”.

2. Charlotte Perkins Gilman

charlotte

Montagem/Getty/Divulgação

Charlotte Perkins Gilman (1860-1935) é uma escritora com obra consagrada, cujos livros trazem o feminismo como espinha dorsal. A obra mais conhecida norte-americana é O Papel de Parede Amarelo, título que se tornou leitura obrigatória em diversas escolas de Ensino Médio nos EUA. Mas aqui, vale ressaltar outro grande título de seu currículo: Herland – A Terra das Mulheres, lançado em 1915 no periódico The Forerunner, publicada Brasil pela editora Francisco Alves e encontrada hoje apenas em sebos.

Considerado uma “distopia feminista”, o livro conta a história de três rapazes americanos que fazem uma expedição a um país desconhecido (Herland, do título) composto apenas por mulheres e meninas há mais de 2000 anos. Com a imagem cristalizada do ideal de mulher que conheciam, eles se surpreendem com o que encontram nesse novo lugar. Nesse lugar, não há mais guerras e violência e a reprodução assexuada é o que regra as vidas.

3. Ayn Rand

w

Montagem/Getty/Divulgação

Política, filosofia e o conceito de individualismo se entrelaçam na obra de Ayn Rand. Escritora russa de origem judaica, Ayn fugiu da Revolução Comunista de 1917 e se instalou nos Estados Unidos em 1926 onde construiu uma carreira de sucesso como escritora, dramaturga e roteirista.

Uma de suas obras mais célebres é A Nascente, que conta a história de Howard Roark, um jovem que se recusa a seguir os padrões de uma sociedade que não compreende seu modo independente de pensar e agir. Roark não abre mão de seus valores e longe da faculdade, acaba pagando um preço alto que envolve desemprego, pobreza e humilhação pública. A trama traz a tona uma ideia que a autora defendeu durante toda a sua trajetória: a de que o homem nasce livre e pode fazer o que desejar.

4. Mary Shelley

mary

Montagem/Getty/Divulgação

Nascida em Londres, Mary Shelley (1797-1851) foi pioneira na ficção científica antes mesmo da consolidação do gênero literário com esse nome. Sua obra mais conhecida é Frankenstein, publicada em 1818 e adaptada incontáveis vezes para o teatro, cinema e televisão.

O livro conta a história de Victor Frankenstein, um jovem estudante de ciências naturais que, mexendo com tecidos mortos, descobre a fórmula da criação de um ser consciente. Essa descoberta dá origem à Criatura. Victor rejeita o ser que criou e recebe como retribuição o ódio da Criatura – que passa a aterrorizar todos os seus familiares. Frankenstein é a obra-prima de Mary, mas não o único título de sua carreira. Ela escreveu outros romances, livros de memórias e também colaborou com contos e ensaios para publicações como Keepsake e Westminster Review.

5. Suzanne Collins

jogos

Montagem/Getty/Divulgação

Nascida em 1962 em Connecticut, nos EUA, a escrita americana Suzanne Collins trabalhou como roteirista de diversos programa infantis antes de escrever Jogos Vorazes, título infanto-juvenil que se tornou fenômeno em todo o mundo no final dos anos 2000. A trama do livro se passa em um futuro distópico onde adolescentes são forçados a participar de um jogo de vida ou morte transmitido pela televisão.

A ideia para livro surgiu em um dia que Suzanne estava em frente à TV. Em um canal, ela viu um grupo de competidores de um reality show. No outro, imagens gravadas na Guerra do Iraque. A combinação dos dois temas recebeu ainda influência do mito de Teseu e o Minotauro. O resultado? Sucesso. Como se sabe, o título foi o primeiro de uma trilogia, adaptada posteriormente – e também com sucesso – para o cinema.

6. Ursula K. Le Guin

collage

Montagem/Getty/Divulgação

No planeta Gethen, todos os habitantes são “ambissexuais”. Isso signifca que são todos ao mesmo tempo homens e mulheres. Não há gênero em Gethen e, consequentemente, não há também machismo. A manifestação biológica ocorre somente nos períodos de procriação, quando os todos podem escolher o sexo que vão assumir. Diferente de todos os habitantes, o protagonista Genly tem gênero definido e pode acasalar a qualquer momento. No contexto de Gethen, isso faz dele uma aberração.

Em linhas gerais, é essa trama de A Mão Esquerda da Escuridão, publicado em 1969 e considerado a obra-prima da escritora Ursula K. Le Guin. Hoje com 87 anos, a escritora foi a primeira mulher a conquistar os maiores prêmios da ficção científica (Hugo e Nebula). A obra vasta da norte americana reúne 21 romances, 12 livros de poesia, 13 títulos infantis, além de coletâneas de contos, críticas e roteiros.

7. Margareth Atwood

marga

Montagem/Getty/Divulgação

Em um futuro próximo, os EUA vivem sob uma ditadura militar, uma teocracia. Os direitos das mulheres são retirados e elas são divididas entre férteis e inférteis. As férteis são mantidas na casa dos comandantes do governo, onde uma vez por mês são estupradas por eles. Essas mulheres agora precisam trazer novas vidas ao país, que passou a se chamar “Gilead”.

Temas atuais como a opressão sofrida pelas mulheres e o fundamentalismo cristão na política se combinam em O Conto de Aia, romance distópico de Margareth Atwood, lançado em 1985, que voltou aos holofotes neste ano após a premiada adaptação para a TV pelo serviço de streaming Hulu. Considerada um dos principais nomes da literatura contemporânea em língua inglesa, a canadense tem títulos reverenciados não só dentro da ficção científica. Margareth coleciona mais 50 livros no currículo, entre reunião de contos, poesias, títulos infantis e de não-ficção.

Nipo-britânico Kazuo Ishiguro ganha Nobel de Literatura de 2017

0
O escritor nipo-britânico Kazuo Ishiguro é autor de Vestígios do dia, que foi adaptado para o cinema (foto: AFP / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Jason MERRITT )

O escritor nipo-britânico Kazuo Ishiguro é autor de Vestígios do dia, que foi adaptado para o cinema (foto: AFP / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Jason MERRITT )

 

O ganhador foi anunciado, na manhã desta quinta (5/9), em evento em Estocolmo na Suécia. Embora de origem nipônica, os livros de Kazuo são escritos na língua inglesa

Marcia Maria Cruz, no UAI

A Academia Sueca anunciou o vencedor do Nobel de Literatura de 2017 , na manhã desta quinta (5/9 ), em evento em Estocolmo, na Suécia. O ganhador foi o escritor nipo-britânico Kazuo Ishiguro, de 62 anos. A academia destacou que a obra versa sobre ‘memória, passagem do tempo e desilusão pessoal’.

Kazuo nasceu em Nagasaki, no Japão, em 1954, mas saiu de lá muito cedo. Aos cinco anos foi para a Inglaterra, onde se radicou. Os livros são escritos em inglês: ‘Os vestígios do dia’ (1989) e a ficção científica ‘Não me abandone jamais’ (2005). As obras foram adaptadas para o cinema. Vestígio foi estrelado pelo ator Anthony Hopkins.

No Brasil, Kazuo é editado pela Companhia das Letras. A editora lançou também ‘Noturnos’ e ‘Quando éramos órfãos’. O mais recente é ‘O gigante enterrado’ (2015). A historiadora, antropóloga e professora da Universidade de Sâo Paulo, Lilia Schwarcz comemorou a indicação de Kazuo. “Ishiguro é uma pessoa sensível, erudita, bem humorada, louco por futebol”, afirmou.

Ela destaca que nos livros ‘Vestígios do dia’ e o ‘Gigante adormecido’, Kazuo mistura prosa refinada e muita sensibilidade. ‘O leitor é conduzido pela mão segura do escritor. As reflexões que ele acaba distilando, sobre tempo , envelhecimento, memória. São de uma imensa profundidade e atualidade. Sua ficção parece, sob essa perspectiva, como que infinda. Como são sempre infindos, ao menos aos olhos do leitor, todos os bons livros.”

A curadora da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), Josélia Aguiar lembrou que entre os nomes de escritores nipônicos o mais cotado era Haruki Murakami. “Nas bolsas de apostas, o Murakami estava muito acima do Ishiguro. Então de certo modo sim, foi uma surpresa”, afirma.

Ela lembra que, depois de premiar a bielo-russa Svetlana Alexievich (2015) e o compositor Bob Dylan (2016), o Nobel volta à literatura em seu sentido mais estabelecido. “Ele não é o tipo de surpresa que foi, por exemplo, a Svetlana, que nem era traduzida. O Ishiguro nasceu no Japão, mas desde criança vive com a família na Inglaterra.”.

Ishiguro foi várias vezes finalista do Man Booker Prize, inclusive venceu uma vez. “É um autor internacional que escreve em inglês, é bem traduzido e teve obra adaptada para o cinema.” Josélia ainda destaca o fato Ishiguro ter em sua obra elementos de ficção científica.

DarkSide Books lança o selo infantil Caveirinha

0

22050320_851146225043904_5218804581146578993_n

Guilherme Cepeda, no Burn Book

A DarkSide Books vai lançar o selo Caveirinha, pensado especialmente para os pequenos leitores, o novo selo terá seu primeiro título lançado em outubro.

Uma cabana sem luz, uma sombra na parede, uma trovoada, um lençol velho, pequenas coisas que se transformavam na porta de entrada para um mundo fantástico. As crianças de hoje não têm medo do novo e querem explorar novas possibilidades. É pensando nisso que nasce o selo Caveirinha, a linha de livros infantis da DarkSide® Books para todos os pequenos que estão começando a enxergar o universo mágico e lúdico dos livros. Você já pode acalmar seus anjinhos endiabrados com histórias e fábulas cheias de atitude.

A Caveirinha vai ajudar essas criaturinhas a darem seus primeiros passos no mundo mágico da fantasia e da imaginação. Afinal de contas, não é do berço que a gente aprende a amar os livros? Não tenha medo de começar a ler os mestres para eles. Não tenha medo de mostrar a força cativante dos livros. Não tenha medo de criar um leitor voraz em casa.

O primeiro título do selo Caveirinha deve ser revelado em breve. Fiquem de olho!

Prêmio Jabuti anuncia finalistas de 2017

0
Na categoria romance, apenas uma editora emplacou sete dos dez selecionados

Na categoria romance, apenas uma editora emplacou sete dos dez selecionados

Publicado em O Globo

RIO – Principal premiação literária do país, o Prêmio Jabuti divulgou nesta terça-feira a lista dos seus primeiros finalistas.

Entre os selecionados da principal categoria, romances, estão:

– “Descobri que estava morto” (Tusquets), de João Paulo Cuenca

– “A tradutora” (Record), de Cristovão Tezza

– “Simpatia pelo demônio” (Companhia das Letras), de Bernardo Carvalho

– “Machado” (Companhia das Letras), de Silviano Santiago

– “Tristorosa”, de Eugen Weiss

– “Soy loco por ti America” (Companhia das Letras), de Javier Arancibia Contreras

– “Outros cantos” (Companhia das Letras), de Maria Valéria Rezende

– “O marechal de costas” (Companhia das Letras), de José Luiz Passos

– “O tribunal da quinta-feira” (Companhia das Letras), de Michel Laub

– Concorre ainda “Como se estivéssemos em palimpsesto de putas” (Companhia das Letras), de Elvira Vigna, morta em julho.

Assim como aconteceu com os finalistas do Prêmio Oceanos, anunciados em setembro, o grupo Companhia das Letras domina a categoria, com sete dos dez livros escolhidos.

A novidade deste ano é a adição de duas categorias às 27 já existentes:história em quadrinhos e livro brasileiro publicado no exterior. No ano passado, representantes do mundo da HQ haviam feito campanha para que a categoria entrasse no Jabuti. Concorrem “Hinário nacional” (Veneta), de Marcelo Quintanilha, e “Quadrinhos dos anos 10″(Companhia das Letras), de André Dahmer (quadrinista do jornal O GLOBO), entre outros.

Já a categoria livro brasileiro publicado no exterior contempla livros de autor(es) brasileiro(s) nato(s)/naturalizado(s) publicados no exterior em qualquer gênero, ficção ou não ficção. Raduan Nassar concorre com dois livros: “A cup of rage” e “Ancient tilage” (tradução, respectivamente, para o inglês de seus “Copo de cólera” e “Lavoura arcaica”).

INFANTIL DIGITAL

Na categoria infantil digital, os colunistas do GLOBO Luis Fernando Verissimo (com Willian Santiago) e Adriana Carranca (com Brunna Mancuso) concorrem ao lado de Marcelo Rubens Paiva e Alexandre Rampazo, Fernanda Takai e Ina Carolina, Antonio Prata e Caio Bucaretchil, com “Kidsbook Itaú criança”. Eles disputam com as obras “Monstros do cinema”, de Augusto Massi e Daniel Kondo; “Nautilus – Baseado na obra original de Jules Verne: Vinte mil léguas submarinas”, de Maurício Boff; “O negrinho do pastoreio: ;ivro animado”, de Alexandre Giaparelli Colombo; “Poemas de brinquedo”, de Álvaro Andrade Garcia; e “Quanto bumbum!”, de Isabel Malzoni (texto) e Cecilia Esteves (arte).

A cerimônia de entrega do Jabuti acontecerá dia 30 de novembro, no Auditório Ibirapuera Oscar Niemeyer, em São Paulo. Os primeiros colocados de todas as categorias que compõem o prêmio receberão o troféu Jabuti e R$ 3,5 mil; também os vencedores dos segundos e terceiros lugares ganharão o troféu. Neste dia serão revelados, ainda, os vencedores do Livro do Ano – Ficção e Livro do Ano – Não ficção, que serão contemplados, individualmente, com o prêmio de R$ 35 mil, além da estatueta dourada.

Literatura negra é destaque na programação da Flica 2017

0

Literatura_negra

Evento terá espaço com série de atividades, a exemplo de lançamentos de livros e bate-papo com escritoras e escritores negros

Publicado no IBahia

A literatura negra será destaque na Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), entre os dias 5 e 8 de outubro, em Cachoeira, no Recôncavo baiano. A Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), inclusive, organiza uma série de atividades, a exemplo de lançamentos de livros e bate-papo com escritoras e escritores negros, além de manifestações culturais de matriz africana.

De quinta-feira (5) a sábado (7), no Espaço Educar para Transformar, estão previstos lançamento e divulgação de diversos livros, a exemplo do infantil ‘Bucala: A pequena princesa do Quilombo do Cabula’, de Davi Nunes; ‘Mulheres negras e museus de Salvador: Um diálogo em preto e branco’, de Joana Flores; e ‘Política, economia e questões raciais – a conjuntura e os pontos fora da curva, 2014 a 2016’, de Elias Sampaio.

Ainda haverá o lançamento das obras ‘Parem de nos matar’ e ‘Canções de amor e dengo’, de Cidinha da Silva; e ‘Dia bonito pra chover’ e ‘Sobejos do mar’, escritos por Lívia Natália. As autoras participam, inclusive, de bate-papo com o público, na área do anfiteatro.

O público ainda poderá conferir um acervo de livros da biblioteca do Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela, com publicações especializadas em temas que tratam das relações étnico raciais, história da África, dentre outros.

Programação da Sepromi

Quinta-feira (5)

15h30 – Lançamento do livro ‘Bucala: A pequena princesa do Quilombo do Cabula’ / Autor: Davi Nunes

17h – Lançamento do livro ‘Mulheres negras e museus de Salvador: Um diálogo em preto e branco’/ Autora: Joana Flores.

Sexta-feira (6)

14h30 – Lançamento do livro ‘Política, economia e questões raciais – a conjuntura e os pontos fora da curva, 2014 a 2016’ / Autor: Elias Sampaio

16h – Lançamentos dos livros ‘Parem de nos matar” e ‘Canções de amor e dengo’ / Autora: Cidinha da Silva (com bate-papo / Diálogos Insubimissos)

Sábado (7)

14h30 – Lançamento do livro ‘Comentários ao Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa do Estado da Bahia’ / Organizador(a): Sérgio São Bernardo e Cléia Costa Santos;

16h – Lançamentos dos livros ‘Dia bonito pra chover’ e ‘Sobejos do mar’ / Autora: Lívia Natália (com bate-papo / Diálogos Insubimissos)

16h – Grupo cultural ‘As Paparutas’ – samba da comunidade quilombola Ilha do Paty (São Francisco do Conde) – pelas ruas de Cachoeira

Go to Top