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O que Obama, Emma Watson e outros famosos estudaram na universidade

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A estrela de “A Bela e a Fera”, Emma Watson, estudou na prestigiada Universidade de Brown, no EUA – Divulgação

Publicado em O Globo

Antes de protagonizar filmes, vender milhões de livros ou influenciar a política mundial, alguns famosos foram apenas jovens estudantes em busca de um rumo profissional. Comum à vida de qualquer “mortal”, essa fase também foi vivida pelo criador do Facebook, Mark Zuckerberg, o ex-presidente americano Barack Obama e a estrela de “A Bela e Fera” (2017), Emma Watson. A trajetória deles e de outras personalidades na universidade pode servir de inspiração para quem vive agora esse momento cheio de questionamentos e incertezas – inclusive ajudando a entender que é normal ter tantas dúvidas.

Descubra a seguir o que Obama, Mark, Emma e outras sete personalidades mais influentes da atualidade estudaram na universidade.

1. Chimamanda Ngozi Adichie

Uma das escritoras mais importantes da atualidade, a nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie é conhecida por sua atuação no feminismo global e por seus escritos sobre a África contemporânea. Entretanto, bem antes do reconhecimento mundial, a intelectual já estudava os temas em sua formação acadêmica. Aos 19 anos, Chimamanda foi para os Estados Unidos, onde se tornou bacharel em Comunicação e Ciência Política, na Universidade Drexel, e mestre em Arte Africana pela Universidade de Yale.

Com grande impacto na literatura global, com livros como “Americanah” e “Hibisco Roxo”, e no feminismo pós-moderno, a palestra da autora no projeto de vídeos TED Talks, “Sejamos Todos Feministas”, é uma das mais vistas na plataforma.

2. Barack Obama

Antes de marcar a história como o 44º presidente dos Estados Unidos, Barack Obama estudou Ciência Política na Universidade de Columbia e cursou Direito na Universidade de Harvard. A passagem de Obama por Harvard coincide com seus grandes passos iniciais na carreira política. Por lá, ele foi o primeiro presidente negro da Harvard Law Review, uma das revistas acadêmicas mais prestigiadas do mundo, o que rendeu a ele reconhecimento nacional. Além de senador e chefe de Estado, o político recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 2009.

Um das mais importantes escritoras da atualidade, Chimamanda Ngozi Adichie é bacharel em Comunicação e Ciência Política – Divulgação

3. Mark Zuckerberg

Mark Zuckerberg não parece ter sido o aluno ideal, abandonando pela metade o curso de Ciências da Computação na Universidade de Harvard, em 2005. A desistência, no entanto, não o impediu de se tornar um dos ex-alunos mais ilustres da instituição. Criador do Facebook, a maior rede social do mundo, Zuckerberg recebeu um diploma honorário da universidade doze anos mais tarde, sendo reconhecido pela grande contribuição na área.

4. Malala Yousafzai

A pessoa mais jovem da história a ganhar um Prêmio Nobel, Malala Yousafzai chegou à universidade com fama mundial. Aos 15 anos, a jovem paquistanesa foi baleada por talibãs dentro de um ônibus, por se destacar na luta pelo direito à educação das mulheres no país. Após sobreviver ao ataque e ter refúgio no Reino Unido, Malala se tornou um símbolo da luta feminina por educação no Oriente Médio. Atualmente, a ativista estuda Filosofia, Política e Economia na Universidade de Oxford, na Inglaterra, e viaja o mundo com palestras e publicações sobre direitos humanos.

5. Elon Musk

Conhecido pelas invenções excêntricas e pela genialidade, o bilionário sul-africano Elon Musk obteve um diploma de bacharelado em Física, na Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, em 1997. CEO da Tesla e da SpaceX, o empresário pretende enviar a primeira missão tripulada para Marte em 2024. Enquanto isso, na Terra, Musk promete criar uma nova modalidade de transporte, o Hyperloop, cápsula terrestre que promete viajar a 1.000 km/h, conectando lugares muito distantes em poucos minutos.

6. Emma Watson

Poucas pessoas chegam à universidade com um currículo extenso de filmes, contratos milionários e campanhas humanitárias. Famosa por interpretar a bruxa Hermione Granger na franquia de filmes “Harry Potter”, a atriz Emma Watson fez parte desse grupo seleto de estudantes universitários globalmente conhecidos.

Formada em Literatura Inglesa pela Universidade de Brown, nos Estados Unidos, em 2014, Emma atualmente é embaixadora da Boa Vontade da ONU Mulheres e coordena o próprio clube do livro feminista, o “Our Shared Shelf”, com mais de 215 mil participantes ao redor do mundo.

7. Steven Spielberg

“E.T”. “Tubarão”. “A Lista de Schindler”. “Jurassic Park”. Todos esses e outros grandes clássicos do cinema são obras do mesmo diretor: Steven Spielberg. Com 17 indicações ao Oscar, combinando as categorias de Melhor Filme e Melhor Diretor, o cineasta americano é reconhecido como um contador de histórias versátil, indo da comédia à fantasia. Não é por coincidência que ele é o diretor com mais filmes na lista dos 100 melhores de todos os tempos, segundo o American Film Institute.

Antes de alcançar a maestria na sétima arte, Spielberg chegou a se matricular no curso de Cinema, na Universidade Estadual da Califórnia, mas só concluiu os estudos em 2002, mais de 30 anos depois de abandonar a graduação e tendo recebido muitos prêmios pela direção de longas como “Indiana Jones” e “O Resgate do Soldado Ryan”.

Ao cursar Direito na Universidade de Harvard, Barack Obama já dava sinais de que teria uma trajetória brilhante – Divulgação

8. Margaret Atwood

A escritora canadense Margaret Atwood é uma das autoras mais lidas no mundo. Entre seus principais livros estão “O Conto da Aia” e “Alias Grace”, que recentemente foram adaptados para a televisão como séries de sucesso. Além da notoriedade na literatura, Atwood é politicamente engajada e uma das grandes vozes do movimento feminista global. Esse interesse surgiu ainda no curso de Inglês, na Universidade de Toronto, em que a autora já participava de revistas e peças teatrais.

9. Justin Trudeau

Outro canadense ilustre é Justin Trudeau. Filho do mítico primeiro-ministro Pierre Trudeau, um dos mais importantes na história do país, Justin seguiu os passos do pai e se tornou chefe de Estado em 2015. Após estudar Literatura, na McGill University, e Educação, na Universidade de British Columbia, Trudeau é atualmente um dos líderes mais prestigiados no mundo, principalmente pelas políticas progressistas e de inclusão social.

10. J. K. Rowling

Com um universo mágico e totalmente novo, J. K. Rowling conquistou uma geração de leitores e vendeu centenas de milhões de livros. Apesar de quase bilionária e do sucesso como escritora, Rowling passou por dificuldades financeiras até conseguir o primeiro contrato editorial. Até então, Rowling era uma escritora formada em Francês, Grego e Alemão pela Universidade de Exeter, na Inglaterra. Durante os anos de universitária, a autora chegou a se endividar na biblioteca local por ficar tempo demais com os livros que consultava.

44% dos brasileiros não leem; saiba como incentivar a leitura em casa

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Hábito pode ser estimulado tanto em crianças como em adultos

Publicado no Agora MS

Um relatório do Banco Mundial, divulgado em fevereiro de 2018, estima que o Brasil vai levar 260 anos para atingir o nível de leitura de países desenvolvidos. Aqui, de acordo com relatório Retratos da Leitura no Brasil, de 2016, encomendado ao Ibope Inteligência pelo Instituto Pró-Livro, 44% da população com cinco anos ou mais declarou não ter lido nenhum livro nos três meses anteriores à pesquisa. Os desafios são inúmeros e o caminho é árduo para promover o incentivo à leitura no país – tanto em crianças quanto em adultos.

No caso das crianças, é necessário que a atividade seja prazerosa. Por isso, uma dica é montar um cantinho da leitura em casa que seja aconchegante e divertido. Os pais são fundamentais nesse processo, porque, além de incentivarem o hábito, também criam um laço com seus filhos.

Prepare um espaço em casa específico para este momento, com luz adequada, uma cadeira confortável e comece a estimular a leitura. Como elas são muito imaginativas e lúdicas, principalmente nos primeiros anos de vida, vale até pensar em novos rumos para uma história ou finais diferentes.

Pratique regularmente em casa, até mesmo porque os professores nem sempre podem fornecer uma atenção individualizada e personalizada, já que o número de alunos pode ser alto. Se ela estiver aprendendo as palavras recentemente, não a repreenda quando houver um erro. Repita com calma as palavras que a criança errou para que ela possa aprender com tranquilidade. Fale sobre o livro e os personagens, mergulhe na história e converse com os pequenos sobre essa atividade.

A pesquisadora e professora de Língua Portuguesa Aileen Rosik diz que é importante que os pais não forcem este momento. “A criança não pode pensar que é um castigo. Se os pais a retiram de um momento de brincadeira para ler, ela vai associar a prática com algo ruim, uma obrigação. O ideal é que os pais sejam o exemplo de leitores praticantes e a convidem para a leitura, até ela mesma entender que esta é também uma atividade prazerosa, de lazer”.

A idade para se iniciar, de acordo com a especialista, é o quanto antes. “Existem pesquisas atuais que mostram que há um vínculo muito maior, logo após o nascimento, quando a mãe lê em voz alta para o seu filho, quando ele ainda está na barriga dela. Por meio da voz, a ligação se estabelece e essa prática cria laços de afeto para toda a vida. Antes mesmo de a criança entrar na fase da alfabetização, é interessante que ela tente, por meio das ilustrações, criar hipóteses de leitura. Isso estimula a criatividade e desenvolve o vocabulário”.

Leitura na fase adulta

Incentivar o hábito da leitura quando as pessoas já são adultas pode ser uma tarefa espinhosa – mas não impossível. O essencial é que a leitura esteja ao alcance do indivíduo de forma prática e descomplicada. Caso contrário, o hábito vai sendo deixado de lado para outras tarefas cotidianas e que possivelmente passarão na frente da atividade.

A pessoa adulta precisa entender os benefícios palpáveis do hábito de ler, como o ingresso à universidade, ao conhecimento e a novas oportunidades de trabalho e de emprego. Até mesmo o fato de debater com os amigos assuntos com maior propriedade é um argumento para a imersão no mundo dos livros.

Para promover o acesso fácil à leitura, existem alguns projetos nos quais os livros são oferecidos de forma gratuita em pontos estratégicos de grande fluxo de pessoas. Um exemplo é o projeto Leitura no Vagão, que distribui livros em pontos estratégicos da cidade de São Paulo, como ônibus e metrô. Quando possuem uma grande quantidade de livros, fazem ações especiais e temáticas.

In The Tall Grass | Netflix produzirá novo filme baseado em obra de Stephen King

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Mais uma produção original inspirada nas histórias do mestre do terror Stephen King

Hallan Machado, no Trecobox

A Netflix parece ter pegado o gostinho pelas obras assombrosas do renomado Stephen King. Dessa vez o serviço de streaming estará produzindo mais um filme de suspense, sendo este baseado no livro In The Tall Grass (sem título no Brasil).

De acordo com publicação feita pelo site Deadline, o longa será dirigido por Vincenzo Natali, que trabalho recentemente em episódios das séries American Gods e Westworld.

Também foi dito que o ator James Marsden (Westworld e a franquia X-Men) está sendo cotado para interpretar o papel principal.

James Marsden vive atualmente o personagem Teddy Flood na série Westworld. Vale lembrar também que Marsden foi o Ciclope na franquia de filmes X-Men.

In The Tall Grass é uma das obras mais recentes do mestre do terror Stephen King, em parceria com seu filho Joe Hill. O livro conta a história dos gêmeos Cal e Becky Demuth, que durante uma viagem acabam por parar em um campo de gramas altas para ajudar um menino. O que eles não sabiam é que em meio àquela grama algo muito estranho estava acontecendo.

Ainda não há uma previsão exata de quando o filme chegará ao catálogo da Netflix. O que sabemos é que as gravações se iniciarão em breve. O longa deve estrear em algum momento de 2019, o que pode ser confirmado em anúncios futuros da empresa de streaming de vídeo.

Vale lembrar que a Netflix já se aventurou em algumas adaptações de obras de King, sendo os filmes Jogo Perigoso e 1922, além da série O Nevoeiro (cancelada pela baixa aceitação e audiência).

Financiamento coletivo para publicar Sweeney Todd, livro inédito no Brasil, é lançado pela Editora Wish

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Isabel Costa, no Leituras da Bel

Sweeney Tood é um aclamado filme dirigido por Tim Burton. Pouca gente sabe que a obra cinematográfica é inspirada em livro homônimo, publicado em 1846. Também pudera! São 172 anos da obra de “terror vitoriano de Londres”, mas, até hoje, a história permanece sem publicação no Brasil. . A Editora Wish iniciou nesta segunda-feira, 7, uma campanha de financiamento coletivo para publicar a obra em português. A campanha, feita no site Catarse, fica no ar por dois meses e arrecada valores entre R$ 25 e R$ 1500. Quem colaborar vai receber exemplares da obra e brindes especiais. Para realizar a publicação, a editora precisa captar, no mínimo, R$ 22.103.

O livro foi publicado originalmente em 1846, durante o período vitoriano na Inglaterra, quando houve a Revolução Industrial e as cidades ficaram infestadas de pestes, assassinatos e livros macabros. Conforme o índice de alfabetização foi crescendo, surgiu a necessidade se criar uma literatura de entretenimento para as massas. Assim nasceram as Penny Dreadfuls, uma série de novelas periódicas de terror. Sweeney Todd, o barbeiro demoníaco da Rua Fleet é uma das Penny Dreadfuls mais famosas e queridas de todos os tempos.

Para quem não conhece a história, uma prévia do filme: “Benjamin Barker era um homem pacato, casado, apaixonado e tinha uma filha. Mas, sob falsas acusações, ele passou 15 anos afastado de Londres após ser obrigado a deixar sua família perfeita. Ele retorna à cidade como Sweeney Todd e decide ir à sua antiga barbearia, que agora é uma loja de fachada para vender as tortas feitas pela sra. Lovett. Com seu apoio, Todd volta a trabalhar como barbeiro na sala acima da loja. Porém o grande objetivo de Todd é se vingar do juiz Turpin, que o enviou para a Austrália para que pudesse roubar sua mulher Lucy e sua filha. Após alguns incidentes, sra. Lovett e Sweeney Todd resolvem fazer uma parceria de crime para limpar a cidade das carnes menos honráveis… e lucrar com isso”

Claro, o livro tem uma narrativa levemente diferente, mas o horror é o mesmo (ou até maior!).

Quem apoiar a campanha – dependendo do valor doado – terá direito a recompensas:

A ecobag mais espirituosa de todos os tempos!

 

Já imaginou tomar café toda manhã com essa caneca?

 

‘Os pais devem ler para as crianças desde a gestação’, diz psicóloga

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Publicado no Boa Informação

Ler histórias para crianças é uma prática consagrada. Mas, em geral, as pessoas não fazem isso com bebês. Especialista em primeira infância, psicóloga e consultora da Rede Primeiros Passos, Denise Mazzuchelli fala que os pais devem começar a ler para os filhos além disso enquanto eles estiverem no útero, se possível.

Desde quando além disso estão útero. É interessante estimular os pais a conversarem e lerem para crianças desde a gestação. Há estudos que relacionam o primeiro contato da criança com os fonemas além disso no útero materno.

Qual a importância dessa prática?

A leitura em voz alta para bebês amplia o vocabulário receptivo da criança, isto é, mesmo que ela além disso não fale, vai entender. Antes de falar “mamãe”, a criança sabe o que é “mamãe”. O vocabulário é a base do pensamento: quanto maior ele for, mais complexos serão os pensamentos que a criança será capaz de elaborar. Essa prática é um preditor de desenvolvimento em leitura aos 10 anos. O vocabulário da primeiríssima infância faz diferença para toda a vida. Além disso, a criança passa a associar a leitura com uma experiência prazerosa. A leitura em voz alta gera uma bagagem para a criança no sentido de vivenciar experiências que não estão em seu ambiente imediato.

A criança nunca vai ver um hipopótamo no Centro do Rio, mas, por meio do livro, provavelmente terá contato com esse animal. Assim como ela não vai ver neve no Brasil, mas pode ver em uma história e pensar sobre isso. A leitura para bebês igualmente semeia o desejo de aprender a ler. Uma criança que constrói momentos de prazer e conexão com os pais na primeira infância vai ficar sedenta para desvendar aqueles códigos por si mesma.

Há técnicas específicas para ler para bebês?

Uma criança até os 4 meses de idade tem uma mobilidade além disso limitada, mas já consegue ouvir e enxergar, além disso que não de forma tão apurada. É possível deixá-la deitada e ler uma história, há livros com apenas uma imagem em cada folha, em preto e branco para que ela comece a distinguir figuras. Aos 6 meses, é interessante que o cuidador dê a ela a oportunidade de virar a página, há livros com páginas grossas para crianças que além disso não conseguem fazer movimento de pinça. Um bebê de 8 ou 9 meses vai impor mais dificuldades na hora da leitura, vai querer pegar o livro, jogá-lo, então é difícil fazer uma leitura do início ao fim, mas a dica é persistir. A partir dos 12 meses, eles já interagem muito mais. Se for um livro que traz ruídos de animais, vão conseguir imitar. Nesse momento é possível fazer uma leitura dialógica, que vai ter um impacto relevante.

O que os pais não devem fazer?

É relevante que eles não queiram traduzir o livro para a criança. Ler o que está escrito faz muita diferença, porque os livros têm um vocabulário e uma construção diferente do que se ouve no dia a dia. É relevante igualmente ter um diálogo com a criança.

Qual a diferença entre bebês que foram estimulados com a leitura por seus pais e os que não foram?

Há diferenças no Q.I, na memória, na capacidade de atenção. Além disso, há grandes diferenças no padrão de comunicação daquela família. Aquelas que fazem leitura tendem a ter uma interação mais suave, fazer menos uso de punição física com os filhos.

No Brasil, existe essa prática de leitura para bebês?

Já avançamos, mas além disso estamos engatinhando. Os livros têm que entrar na pauta de prioridade da primeira infância. Na pré-escola já é muito tarde para fazer uma intervenção. O que acontece antes é determinante no desempenho da criança. É preciso haver excelentes bibliotecas públicas para que as famílias de baixa renda tenham acesso, além disso que muitos desses pais não saibam ler. O contato precoce com a leitura gera um sujeito de ação e não de reação. É alguém que tem iniciativa, que consegue pensar desde muito cedo, que sabe prever o que vai acontecer. Se a criança ler dois livros por semana durante os seis primeiros anos, antes de entrar na escola já vai ter tido contato com 600 livros, o que é muito mais que a maioria dos adultos lê a vida toda.

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