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Stranger Things | Matt Duffer fala sobre conexão entre Bob e o palhaço Pennywise

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[Cuidado com spoilers leves de Stranger Things abaixo]

Camila Sousa, no Omelete

Em uma entrevista para a Vulture, Matt Duffer falou sobre a suposta conexão de Bob (Sean Astin), personagem da segunda temporada de Stranger Things e o palhaço Pennywise, de It. Em alguns episódios, Bob fala de um palhaço que o assustava na infância e cita o estado do Maine, o mesmo da história de Stephen King:

“Bom, nós dois temos problemas com palhaços. Tive isso a vida toda. Eu sentia isso quando criança, então quando apareciam palhaços em festas era um problema real para mim. Em 1990 nós vimos a minissérie de It e a performance de Tim Curry como Pennywise realmente acabou comigo. Me assustou muito. Foi uma das primeiras coisas de terror que assisti e eu não conhecia Stephen King antes. Foi a minha primeira experiência com ele e se tornou marcante. Foram umas duas semanas sem dormir. Então acho que a história de Bob com palhaços era realmente eu descrevendo algo que me deixa apavorado. Nunca tive experiências em si, mas muitos pesadelos com isso. Tenho certeza que pensamos ‘ah, seria legal o Bob falar de se mudar para o Maine, perto de Stephen King’. King existe nesse mundo [de Stranger Things]. Alguns personagens já leram livros dele, mas não o Bob. Ele não se interesse porque odeia esse tipo de história”.

As duas temporadas de Stranger Things já estão disponíveis no catálogo da Netflix. Ainda não há previsão de estreia para a terceira temporada.

Stephen King ganha disciplina dedicada à sua obra em universidade

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US author Stephen King poses for the cameras, during a promotional tour for his latest novel, 'Doctor Sleep', a sequel to 'The Shining',  at a library in Paris, Wednesday,  Nov. 13, 2013. (AP Photo/Francois Mori)

 (AP Photo/Francois Mori)

Especialista em Shakespeare assume a cadeira na instituição onde o escritor se formou

Publicado em O Globo

RIO – A Universidade de Maine acaba de criar, em seu curso de Literatura, uma disciplina voltada para o estudo da obra de Stephen King — um de seus alunos mais ilustres. A professora Caroline Bicks, especialista em Shakespeare (e leitora de King desde a adolescência), assumirá a cadeira. Nos últimos anos, ela tem dedicado suas pesquisas a apontar a relevância da obra do autor de “Romeu e Julieta” nos dias de hoje, identificando ecos de seus trabalhos na cultura popular moderna.

Uma de suas reflexões propõe um paralelo entre a “puberdade mental” de Carrie — do livro “Carrie, a estranha”, primeiro romance publicado por King em 1973, três anos depois de se formar em Maine — e a Julieta de Shakespeare. O livro mais recente de Bicks tem como título, em tradução livre, “Shakespeare, não agitado: coquetéis para seu drama cotidiano” — uma brincadeira com o nome do dramaturgo inglês e a frase famosa de James Bond a respeito de seu martini, “shaken, not stirred” (“batido, não mexido”).

A disciplina da Universidade de Maine foi criada graças a uma doação de US$ 1 milhão da Fundação Harold Alfond. Em 2015, o autor de clássicos do suspense como “O iluminado” e “Louca obsessão” foi premiado pelo governo americano com a Medalha Nacional das Artes, como reconhecimento por sua contribuição à Literatura.

Professora ganha prêmio de US$ 1 milhão e doa tudo para melhorar a educação

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Nancie recebeu o prêmio no último domingo (Foto: Reprodução/Facebook/GTP)

Nancie recebeu o prêmio no último domingo (Foto: Reprodução/Facebook/GTP)

Vencedora do “Nobel dos professores”, americana destinará dinheiro para sua fundação sem fins lucrativos, que desenvolve e aplica novos métodos de estudo

Publicado na Época Negócios

Uma professora de literatura de uma área rural no estado do Maine, nos EUA, ganhou US$ 1 milhão (aproximadamente R$ 3,21 milhões) do Global Teacher Prize, o “Nobel de educadores”. O que ela vai fazer com prêmio? Doar a quantia toda. Nancie Atwell trabalha há 42 anos para inovar o ensino na região.

Segundo informações do Huffington Post, ela pretende destinar o dinheiro para o Center for Teaching and Learning, ONG que fundou em 1990 com a finalidade de desenvolver e divulgar novos métodos de ensino. A entidade diz que 97% de seus alunos vão à universidade após se formarem.

Nancie afirma que ganhar o prêmio é importante para sua carreira na sala de aula, mas defende que o que realmente valida seu trabalho é a resposta dos estudantes. “Acredito de verdade que eu estou sendo validada todos os dias só pelas experiências que tenho com as crianças na escola”, disse em entrevista à Associated Press.

Centenas de professores já visitaram seu centro no Maine para aprender novas práticas. Alunos da oitava série de sua escola leem cerca de 40 livros por ano — enquanto a média nacional é de aproximadamente dez obras. Eles também têm de escrever extensivamente.

O prêmio foi criado para ser o maior da área. O primeiro-ministro dos Emirados Árabes, Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum, e o ex-presidente americano Bill Clinton o entregaram em mãos para Nancie, que já recebeu inúmeras homenagens ao longo de sua carreia. Ela é autora de nove livros sobre educação — entre eles, “In The Middle”, que vendeu mais de meio milhão de cópias.

A professora foi selecionada a partir de uma pesquisa entre 1.300 candidatos de 127 países. Entre os dez finalistas, estavam dois outros educadores dos EUA, além de profissionais do Afeganistão, Índia, Haiti, Camboja, Malásia, Quênia e Reino Unido. A cerimônia de entrega do prêmio foi realizada em Dubai, no último domingo (15/03).

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