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Autora de ‘Como matar seu marido’ é suspeita de matar marido

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Nancy Crampton-Brophy – Reprodução The Washington Post

Carolina Vilela, no R7

Nancy Crampton Brophy, 68, autora dos livros “Como matar seu marido” e “O Marido Errado” entre outros, foi presa por ser suspeita de matar o marido, Daniel Brophy, com um tiro de acordo com o Departamento de Polícia de Portland.

Nancy foi denunciada na última quinta-feira (6) e, segundo a imprensa norte-americana, os registros do tribunal mostraram que a autora não tem direito a fiança.

A autora compartilhava momentos do casal em seu blog e em um post de 2011, ela teria escrito: “Meu marido e eu estamos em nosso segundo (e último — confie em mim!) casamento. Nós prometemos, antes de dizer ‘eu aceito’ que não vamos terminar em divórcio. Nós não, devo observar, descartamos um trágico tiroteio ou um acidente suspeito.”

Ficção que virou realidade

O caso intrigou a polícia desde o princípio.

O chef de cozinha Daniel Brophy, 63, foi morto a tiros no Oregon Culinary Institute no dia 2 de junho e foi encontrado por alunos do instituto. Até então, a polícia não tinha nenhum suspeito.

“Estou lutando para entender isso agora”, afirmou Nancy em um post em seu perfil no Facebook no dia seguinte à morte do marido.

De acordo com o jornal, os vizinhos sentiram que algo parecia estar errado em relação a Nancy semanas após o ocorrido.

Don McConnell, vizinho da autora há seis anos, disse aos jornais que conversou com Nancy algum tempo depois para saber qual teria sido a motivação do crime e perguntou se os policiais ainda estavam em contato com ela.

A autora teria respondido que ela era a suspeita do assassinato do marido.

No dia 6 de setembro, os promotores e o advogado de defesa disseram que a autora foi apresentada perante um juiz para ouvir as acusações contra ela.

A polícia se recusou a responder a perguntas sobre as evidências que justificaram a prisão da autora ou o que levou a polícia a suspeitar dela.

Dia das Mães | Livros com mãe protagonista

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Rachel Guarino, na Cabana do Leitor

O que seria de nós sem as mães? Provavelmente nada. São elas que nos colocam no mundo ou que nos criam de todo o coração, nos fazendo enfrentar a vida de frente. Tem tudo quanto é mãe nesse mundão a fora: a que sempre sonhou em ser mãe, a que descobriu o talento maternal depois de muito tempo, a que nunca imaginou ter um filho e a que nunca quis ter esse emprego vitalício. O assunto ‘maternidade’ é muito delicado, cada mãe é de um jeito, mas não podemos nos esquecer de uma coisa: mãe também é gente. Tinham uma vida antes de você, caro filho(a), nascer.

Pensando nelas e em você também, de ter a oportunidade de conhecer mais desse lado humano da sua mãe, separamos alguns livros que trazem essa figura maternal como protagonista da história.

1 – Extraordinário, de R. J. Palacio

O livro não é focado na mãe, mas ela tem um papel tão importante quanto, e é retratada de uma maneira tão maternal, que entrou para a lista. A obra de R. J. Palacio gira em torno de August (Auggie) Pullman um garoto que foi submetido a diversas cirurgias quando criança, resultando em um rosto diferente do que é considerado normal pela sociedade. Então mostra toda a luta do personagem para ser considerado um garoto como outro qualquer. Esse livro mostra tanto o lado do protagonista quanto de todos a sua volta, incluindo sua mãe, que trava lado a lado as batalhas de seu filho.

2 – A Lista de Brett, Lori Nelson Spielman

Um livro simples e delicado, com uma linda mensagem por trás. A Lista de Brett conta a história de Brett Bohlinger, uma moça que parece ter a vida dos sonhos, um ótimo emprego, um lindo namorado e um loft incrível, porém, tudo muda de figura quando sua amada mãe falece e deixa em seu testamento uma lista de sonhos que escreveu quando ainda era uma adolescente. Brett precisa completar todas as tarefas se quiser receber uma gorda herança que sua mãe deixou e, a cada sonho realizado, Brett também terá o direito de ler uma carta deixada por ela. Um livro emocionante que explora o laço mãe e filha, além de sentimentos como luto, raiva e a dificuldade de aceitar o destino cruel.

3 – Cadê você, Bernadette?, Maria Semple

Bernadette Fox tem personalidade forte e é vista de diferentes maneiras por quem convive com ela. O marido a acha maníaca, para as mães da escola da filha ela só causa desgosto, enquanto para os especialistas em design ela é considerada uma gênia da arquitetura sustentável. Tudo muda quando sua filha de quinze anos, Bee, mostra seu boletim impecável e reivindica sua recompensa, uma viagem para a Antártida. O que Bee não esperava era que sua mãe desaparecesse. Na busca para encontrá-la, a jovem no auge dos seus quinze anos entra em uma jornada para descobrir quem era aquela mulher que ela julgava ser tão perfeita.

4 – Não sei como ela consegue, Allison Pearson

Livro que deu origem ao filme protagonizado por Sarah Jessica Parker, Não Sei Como Ela Consegue gira em torno de Kate Reddy, uma gerente de fundos de investimentos e que é mãe de duas crianças ao mesmo tempo. Allison Pearson traz à tona a vida secreta das mães que trabalham fora. Uma obra cômica ao mesmo tempo incrivelmente triste por retratar o que muitas passam. Auto-recriminação, mentiras, falsidade, exaustão, desespero, tudo isso é composto com precisão pela autora que traz os dilemas da maternidade em pleno século XXI.

5 – Por favor, cuide da mamãe, Shin Kyung-sook

Ao chegar em Seul para visitar os cinco filhos, Park So-nyo, de 69 anos, desaparece. Ela é deixada para trás em meio à multidão em uma plataforma da estação de metrô por seu marido, que, como sempre, acreditava que ela o estava seguindo. Essa é a última vez que é vista. O marido, com quem é casado há mais de 50 anos, embarca junto com os seus filhos em uma incansável procura por sua esposa. O livro é todo narrado por dois dos filhos, pelo marido e pela própria mãe desaparecida, marcando uma emocionante descoberta de uma mulher que ninguém, de fato, conhecia.

6 – Uma Prova de Amor, Emily Giffin

Uma Prova de Amor conta a história de Claudia Parr, uma mulher bem sucedida e sem nenhuma vontade de ser mãe. Ela encontrou o marido perfeito, Ben, que aparentemente tem a mesma vontade de não ser pai. Tudo ocorria muito bem na vida dos dois até que o imprevisto acontece e um dos dois muda de ideia com relação a gerar uma vida. E agora, o que será do casamento dos sonhos? Uma história divertida e honesta sobre como as coisas mudam em nossas vidas, o que é considerado importante e até onde se pode ir em nome do amor.

O mistério do desaparecimento de Agatha Christie pode ter sido finalmente resolvido

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Agatha Christie, retrato

Agatha Christie, retrato

O mistério do desaparecimento de Agatha Christie, durante 11 dias, em 1926, pode finalmente ter sido desvendado. Ou, pelo menos, é isso que acredita o escritor Andrew Wilson, que publicou um livro ficcional onde defende que a escritora se quis suicidar.

Publicado no ZAP

O jornal inglês Telegraph divulga a teoria de Andrew Wilson, notando que ele pode ter resolvido “o último grande mistério que Agatha Christie deixou por resolver”.

A escritora, conhecida pelos livros policiais, nomeadamente pelas histórias do famoso detetive Hercule Poirot, esteve desaparecida, durante 11 dias, em 1926.

Christie saiu de casa a 3 de Dezembro daquele ano, quando tinha 36 anos, a conduzir o seu carro, que acabou por ser encontrado vazio, apenas com um casaco de peles e uma carta de condução no seu interior, conta o Telegraph.

Mais de mil polícias e de 15 mil voluntários procuraram Agatha Christie, a imprensa andou num reboliço com o caso, e até surgiram suspeitas de que o marido, o coronel Archibald Christie, poderia tê-la assassinado. Pouco antes do desaparecimento, terá dito à escritora que queria o divórcio por se ter apaixonado por uma mulher mais jovem.

Volvidos 11 dias do desaparecimento, Agatha Christie foi encontrada num hotel, onde se tinha registrado com o nome da amante do marido, e alegou amnésia temporária para o insólito episódio.

Mas o escritor Andrew Wilson avança no livro de ficção “Talento para o Homicídio” (“A Talent For Murder” no título original) uma nova teoria, segundo a qual ela terá saído de casa com a intenção de se suicidar, depois do pedido de divórcio do marido.

A tese do autor baseia-se na análise de documentos da polícia, de entrevistas da escritora, após o famigerado desaparecimento, e do seu romance semi-autobiográfico “Unfinished Portrait”, que publicou em 1934, sob o pseudônimo de Mary Westmacott.

Assim, Wilson acredita que, depois de despenhar o próprio carro, com o intuito de se suicidar, Agatha Christie mudou de ideias, movida pelas suas “convicções cristãs” de que o suicídio é um “pecado”.

Christie ter-se-á sentido tão “envergonhada” consigo própria que criou a ideia de que sofreu perda de memória temporária, adianta ainda o autor, conforme descreve o Telegraph.

Como prova desta ideia, Wilson cita uma entrevista dada pela escritora ao The Daily Mail, em 1928, onde ela fala desse dia 3 de Dezembro de 1926, contando que se sentiu “terrivelmente miserável” e num estado de “elevada tensão nervosa” em que pensou “fazer algo desesperado”.

“Quando alcancei um ponto na estrada em que pensei que estava perto da pedreira, virei o carro para fora da estrada, pela colina abaixo, em direção a ela. O carro bateu em alguma coisa, com um solavanco, e parou de repente. Fui arremessada contra o volante e a minha cabeça bateu em alguma coisa. Até este momento, eu era a Senhora Christie”, diz Christie.

No livro “Unfinished Portrait”, a personagem Celia, que é vista como um alter-ego de Agatha Christie, tenta suicidar-se. A escritora chega a escrever na obra que “ela admitiu que tinha sido muito perverso, da parte dela, ter tentado” matar-se.

Agatha Christie só se separou do marido em 1928, dois anos depois do misterioso desaparecimento. Em 1930, voltou a casar com Max Mallowan que era 14 anos mais novo do que ela. O casamento durou até à sua morte a 12 de Janeiro de 1976. Tinha 86 anos de idade.

Escritora com câncer terminal faz perfil de namoro para o marido: “espero que outra história de amor comece”

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 Escritora diz que criou perfil do marido com base em experiência de "9.490 dias" Foto: Twitter/@missamykr / BBCBrasil.com

Escritora diz que criou perfil do marido com base em experiência de “9.490 dias”
Foto: Twitter/@missamykr / BBCBrasil.com

 

Publicado no Terra via BBC Brasil

Uma escritora que está morrendo de câncer de ovário escreveu um perfil de namoro para seu marido, para que ele possa encontrar “outra história de amor”.

Amy Krouse Rosenthal lista as melhores qualidades do companheiro e diz esperar que “a pessoa certa leia isso [e] encontre Jason”.

“Eu nunca estive no Tinder, Bumble ou eHarmony”, ela escreveu no jornal New York Times .

“Mas vou criar um perfil geral para o Jason aqui, com base na minha experiência de coexistir na mesma casa com ele por, tipo, 9.490 dias.”

Amy é conhecida por escrever livros para crianças, bem como memórias sobre sua própria família e vida.

Ela e Jason estão juntos há quase três décadas e já têm filhos adultos.

Amy descreve o marido como alguém que adora viajar, veste-se bem e é ótimo cozinheiro. Também não poupa elogios a sua beleza física: “Eu já disse que ele é incrivelmente lindo? Eu sentirei falta de olhar para o rosto dele.”

“Se você está procurando um companheiro de viagem dos sonhos, do tipo vamos lá, Jason é seu homem. Ele também tem afinidade por pequenas coisas: colheres de degustação, pequenos frascos, uma mini-escultura de um casal sentado em um banco, que ele me apresentou como um lembrete de como nossa família começou”, ela escreve.

“Aqui está o tipo de homem que Jason é: ele apareceu no nosso primeiro ultrassom de gravidez com flores. Este é um homem que, porque ele está sempre acordado cedo, me surpreende todos os domingos de manhã, fazendo algum tipo de carinha sorridente esquisita com itens perto da cafeteira: uma colher, uma caneca, uma banana.”
Tatuagem

Em seu mais recente livro de memórias, escrito antes do diagnóstico da doença, Amy disse que queria um leitor sugerisse um desenho para que ela e ele (o leitor) pudessem fazer tatuagens combinadas.

“Em setembro, Paulette foi me encontrar em um estúdio de tatuagem de Chicago”, ela escreve em seu ensaio no Times .

“Ela fez a dela (a primeira) no pulso esquerdo. Eu fiz a minha na parte de baixo do meu antebraço esquerdo, na letra da minha filha.”

“Esta foi minha segunda tatuagem. A primeira é pequena, um ‘j’ minúsculo, que tenho no meu tornozelo por 25 anos. Você provavelmente pode adivinhar o que representa.”

“Jason tem uma também, mas com mais letras: ‘AKR.'”

 Amy fez tatuagem com leitora no ano passado; esta é a segunda dela, a primeira traz a inicial do marido: J Foto: Reprodução Twitter / BBCBrasil.com

Amy fez tatuagem com leitora no ano passado; esta é a segunda dela, a primeira traz a inicial do marido: J
Foto: Reprodução Twitter / BBCBrasil.com

Mais para o final de seu ensaio, chamado You May Want to Marry My Husband (Você talvez queira casar com meu marido, em tradução livre), Amy escreve:

“Estou finalizando isso no Dia dos Namorados, e o presente mais genuíno que eu posso esperar é que a pessoa certa leia isso, encontre Jason, e outra história de amor comece.”

“Vou deixar este espaço abaixo intencionalmente vazio como uma forma de dar a vocês dois o novo começo que vocês merecem.”

Em seguida, segue-se um espaço em branco.

Ela termina: “Com todo meu amor, Amy.”

Cinquenta Tons Mais Escuros: Marido de E.L. James pode ser o novo roteirista da franquia

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Publicado no Cinema10

Parece que a sequência de Cinquenta Tons de Cinza contará com um novo roteirista! A escritora dos livros, E.L. James, que havia sido apontava pelos rumores como roteirista do projeto, não ocupará o cargo, sendo substituída por seu marido.

Download-Cinquenta-Tons-Mais-EscurosO marido de E.L. James é Niall Leonard é um autor e roteirista e, segundo informações do The Hollywood Reporter, foi o escolhido para roteirizar Cinquenta Tons Mais Escuros. Os trabalhos mais importantes de Leonard foram nas séries televisivas Air Force One Is Down e Wire In The Blood.

Como já é de conhecimento geral dos fãs, James teve algumas diferenças com a diretora Sam Taylor-Johnson e com a roteirista Kelly Marcel durante a produção do primeiro filme e, aparentemente, Leonard chegou a fazer um trabalho (não creditado) no roteiro. Nem Sam Taylor-Johnson, nem Kelly Marcel devem retornar no segundo filme.

Espera-se também que Jamie Dornan e Dakota Johnson, que interpretam o casal central da trama, retornem para Cinquenta Tons Mais Escuros, visto que permanecem em fase de negociação.

Cinquenta Tons Mais Escuros tem estreia prevista para 2017, mas a data de lançamento ainda não foi definida.

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