Orgulho & Preconceito

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Curso grátis de inglês para universitários e pós-graduandos

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Fonte: Shutterstock

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MEC e Capes disponibilizam aulas gratuitas do idioma por meio da plataforma My English Online

Publicado no Universia Brasil

Saber inglês deixou de ser um diferencial do estudante ou profissional e se tornou um pré-requisito para algumas vagas do mercado e também oportunidades de estudos no exterior. Pensando nessa nova necessidade, o Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) oferece o curso gratuito My English Online.

A iniciativa está disponível para alunos da graduação e pós-graduação de instituições públicas e privadas brasileiras e oferece aulas de inglês gratuitas, que começam com um teste de nivelação do idioma e terminam no módulo avançado, com conteúdos voltados para exames de proficiência, como TOEFL.

Para participar, o aluno interessado deve se cadastrar no site oficial do My English Online e, no caso dos estudantes de universidades privadas, ter obtido uma média de 600 pontos ou mais no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), considerando as edições a partir de 2009. Após a efetivação do cadastro, o aluno tem até 45 dias para iniciar as aulas.

Dividido por níveis de estudo, o curso conta com cinco módulos de aprendizado, sendo que cada um deles deve ser concluído em até 180 dias. Além das aulas, os estudantes poderão consultar uma série de materiais online, como livros, exercícios, atividades para treino oral, dicionários e testes.

Para mais informações sobre o curso ou inscrições, clique aqui.

Polêmica sobre questões de gênero pode deixar alunos do Recife sem livros

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Vereadores cristãos pedem à prefeitura a retirada dos livros distribuídos pelo MEC que tratam de diversidade sexual

Publicado no Jornal Opção

Livro de ciências para alunos do 5º ano está no centro da polêmica com vereadores sobre ensino de questões de gênero e sexualidade na rede municipal do Recife | Foto: Sumaia Vilela / Agência Brasil

Livro de ciências para alunos do 5º ano está no centro da polêmica com vereadores sobre ensino de questões de gênero e sexualidade na rede municipal do Recife | Foto: Sumaia Vilela / Agência Brasil

 

Alunos da rede municipal do Recife podem ficar sem livros didáticos de várias disciplinas por três anos caso a bancada cristã da Câmara de Vereadores consiga proibir o uso de obras que citam questões de gênero e homossexualidade.

Os parlamentares pediram à prefeitura a retirada dos livros distribuídos pelo Ministério da Educação (MEC) que tratam de diversidade sexual. O Executivo local defende o uso dos títulos e avisa que não arcará com a reposição caso as obras sejam realmente proibidas. Em nota, o MEC afirma que não há possibilidade de substituição dos exemplares.

No centro do problema está um livro de ciências para alunos do 5º ano do ensino fundamental, cuja idade regular é 10 anos. No capítulo sobre sexualidade do ser humano, o livro Juntos Nessa 5, da editora Leya, traz dois parágrafos contestados pelos vereadores. O livro destaca que “faz parte da sexualidade conhecer a si mesmo e aos outros, e os comportamentos que estão relacionados à identidade sexual”. A explicação vem em outra parte da mesma página – identidade sexual quer dizer “identificar-se com o sexo masculino ou com o sexo feminino”.

Há ainda outro trecho que fala da união homoafetiva. “Entre os relacionamentos conjugais, existem casais formados por um homem e uma mulher e casais formados por pessoas do mesmo sexo”. Ao lado da explicação, uma foto de família formada por mãe, pai, uma menina e um garotinho, o único negro do grupo.

Os principais agentes da cruzada contra os livros didáticos são os vereadores Luiz Eustáquio (Rede) e Carlos Gueiros (PSB). Eustáquio chegou a levar um exemplar do Juntos Nessa 5 ao plenário da Câmara dos Vereadores para “mostrar o conteúdo ensinado em sala de aula”.

“A questão de homofobia, essa questão de as pessoas terem de ser respeitadas como elas são, eu ensino isso aos meus filhos. É diferente da questão que está sendo ensinada no livro. Ela induz que você vai escolher se é masculino ou feminino, e é sobre isso que tenho plena discordância. E principalmente você ensinar questões de sexualidade para crianças a partir dos 6 anos aos 10 anos de idade. Eu acho que esse é um papel dos pais”, afirma.

Evangélico da Assembleia de Deus, o vereador é autor de dois requerimentos endereçados ao prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB), sobre o tema. Um deles pede informações sobre todos os livros entregues às escolas municipais, incluindo quantidade e obras. A intenção, segundo ele, é criar uma frente parlamentar para analisar todas as obras e indicar quais podem ser usadas pela prefeitura. O segundo requerimento solicita a retirada de todo o material didático que contenha qualquer menção a gênero da rede de ensino.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), foram distribuídos 623 livros do aluno e 23 manuais do professor do livro de ciências Juntos Nessa (5º ano) para dez escolas da rede municipal do Recife.

O vereador Carlos Gueiros também entrou na briga para proibir o uso do livro nas escolas. Autor do Projeto de Lei de nº 26/2016, ele quer não só proibir o título como “outros meios definidos que versem sobre a ideologia de gênero e diversidade sexual”.

Diretora defende a escolha do livro

Na rede de ensino do Recife, a Escola Municipal Abílio Gomes foi uma das que escolheu o Juntos Nessa 5 para as turmas de 5º ano do ensino fundamental. A instituição, que na avaliação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2013 teve a nota mais alta entre as unidades municipais do Recife, fica na comunidade Entra Apulso, uma região pobre do bairro de Boa Viagem, zona sul da capital pernambucana. Com um exemplar nas mãos, a diretora Marta Beatriz de Araújo critica a versão dos parlamentares sobre o conteúdo do livro.

“O livro não estimula, não incita, simplesmente cita que existem casais formados por pessoas do mesmo sexo. Que se identificam com pessoas do mesmo sexo. Isso não é um estímulo à escolha, é a constatação de um fato que tem na sociedade. Nós, enquanto educadores, não podemos nos furtar do dever de ter na sala um espaço de discussão, e não estímulo. O aluno tem direito a ter esse espaço de discussão”, defende Marta Beatriz, explicando que trata a questão pelo viés do combate ao preconceito e à homofobia.

A diretora diz que ficou sabendo da tentativa de impedir o uso do material didático no dia em que fazia a reunião de entrega dos exemplares para os alunos. Para ela, os vereadores desrespeitam o trabalho da equipe da escola ao tentar retirar os livros da rede municipal.

“A gente não fez [a escolha] aleatoriamente. Paramos para analisar livro por livro, coleção por coleção, e não era uma editora só, eram várias. Cada uma chegava com sua caixa de material e a gente analisava para poder escolher os livros por disciplina e por ano. Então é uma coisa trabalhosa. Para depois de tudo isso vir uma pessoa e achar que pode desmanchar um trabalho de uma equipe? Acho complicado isso. Quer dizer, eu como professora não posso escolher meu material de trabalho? É o fim do mundo”.

Os livros foram distribuídos pelo Ministério da Educação (MEC) por meio do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). A cada ano é aberto um prazo para que escolas públicas de todo o país escolham as obras que vão usar em cada uma das séries. Os livros valem por três anos e são repassados de aluno a aluno durante esse período.

A diretora critica ainda a falta de compromisso dos vereadores com o uso do dinheiro público. “Os livros são fruto de dinheiro de impostos nossos. Meu, seu, de todos nós. Eles foram comprados para serem usados durante 3 anos. Se eles forem recolhidos quem vai repor os livros? O vereador vai repor com recurso próprio ou vai se fazer nova compra com recursos públicos?”, questiona. “Acho que tem que pensar em propostas efetivas voltadas para a educação, que tragam retorno efetivo. Isso não vai trazer nenhum retorno, ao contrário: está se tirando material didático do aluno. Acho importante que se faça esse questionamento.”

MEC diz que vai de casa em casa para matricular quem estiver fora da escola

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O ministro da Educação Aloizio Mercadante durante coletiva de imprensa em Brasília (Foto: Adriano Machado/Reuters)

O ministro da Educação Aloizio Mercadante durante coletiva de imprensa em Brasília (Foto: Adriano Machado/Reuters)

Existem 1,6 milhão de jovens e crianças fora das salas de aula, diz ministro.
Governo pretende pedir ajuda de estados e municípios para realizar tarefa.

Gabriel Luiz, no G1

Dados do Censo Escolar de 2015 divulgados nesta terça-feira (22) pelo Ministério da Educação aponta haver 1,6 milhão de jovens e crianças fora da escola em todo o país. Segundo o ministro Aloizio Mercadante, a pasta já traçou um perfil desse público, que se concentra em grandes cidades. A meta do ministério é de que em abril as famílias com adolescentes e crianças em idade escolar comecem a ser visitadas uma a uma, com o objetivo de matriculá-los.

Mercadante não disse em quanto tempo o governo espera terminar as visitas nas casas de jovens fora da escola. “A dificuldade é como a gente convence ele [o jovem] a voltar para a escola”, afirmou. De acordo com o ministro, o governo federal vai pedir ajuda dos estados e municípios na “busca ativa” para tentar levar os jovens à sala de aula. “Temos que repensar a escola.”

Ele fez um paralelo entre taxas criminais e índices de escolaridade. “Se todos os jovens estiverem na escola, nós teremos muito menos problemas de violência no país”, disse Mercadante.

O Censo Escolar também mostra que existem 7,9 milhões de alunos matriculados na educação infantil (creche e pré-escola). No ensino médio, são cerca de 8 milhões de estudantes. Durante o anúncio dos dados, a pasta também informou que vai distribuir 30 milhões de livros didáticos na rede pública.

Mercadante também anunciou a criação de um novo exame específico para certificar estudantes do programa Educação de Jovens e Adultos (EJA). Até então, a única forma era por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A data não está definida, mas a previsão é de que o novo exame aconteça duas vezes por ano.

Ainda de acordo com dados do censo, 56,6% das escolas brasileiras têm alunos com deficiência incluídos em turmas regulares. Em 2008, esse percentual era de 31%

Educação perde R$ 10,5 bi em 2015

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Publicado em UOL

O MEC (Ministério da Educação) perdeu R$ 10,5 bilhões, ou 10% do orçamento, em 2015, ano em que a presidente Dilma Rousseff escolheu o slogan “Pátria Educadora” como lema de seu segundo mandato. Cortes em programas, pagamentos atrasados e trocas de ministros marcaram o ano da pasta.

A presidente anunciou o lema já no primeiro dia de 2015, mas os problemas na área também apareceram depressa. Antes mesmo de oficializar o represamento de orçamento no âmbito do ajuste fiscal, a tesoura atingiu programas como o Fies (Financiamento Estudantil) e o Pronatec, as duas principais bandeiras de Dilma na área da educação durante as eleições de 2014.

Depois de uma expansão de financiamentos entre 2010 e 2014, o governo alterou as regras do Fies ainda nos últimos dias de 2014. Restringiu o acesso ao programa e chegou a adiar pagamentos a empresas educacionais. O ano fechou com 313 mil contratos, 57% menos do que o registrado em 2014.

Dados atualizados até sexta (1) mostram que a União gastou R$ 12 bilhões com o Fies em 2015, 16% menos do que os R$ 13,7 bilhões de 2014 –apesar de já haver mais contratos acumulados. No Pronatec, o início de novas turmas foi adiado no primeiro semestre e também houve atraso de pagamentos às escolas. O MEC defende que foi registrado 1,1 milhão de novas matrículas em 2015.

No decorrer do ano, outras iniciativas sofreram com a escassez de recursos, como o Mais Educação, voltado a escolas de tempo integral, e o PDDE (Programa Dinheiro Direto na Escola), que transfere verbas diretamente para as unidades. Bolsas de programas de iniciação à docência e de alfabetização também atrasaram. O corte na verba de custeio provocou reflexos nas universidades federais, que agonizaram com problemas de caixa. O MEC ainda teve de lidar com uma greve de cinco meses de duração dos professores universitários federais.

Longo prazo

Com dificuldade de arcar com os compromissos já existentes, a pasta viu a expansão de gastos com a educação, prevista no Plano Nacional de Educação (PNE), ser ameaçada. Aprovado em 2014, o PNE estipula 20 metas para a educação em 10 anos e traz a previsão de ampliação dos recursos da área para o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) no período. Atualmente, esse porcentual fica em torno de 6%.

Para o coordenador-geral da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação, Daniel Cara, o ano não foi bom para o setor. “Pensamos no início que a Pátria Educadora significaria o cumprimento do PNE dentro do primeiro mandato, mas o cumprimento neste ano foi ruim”, diz. “O motivo foi o ajuste fiscal excessivo. O próprio governo impediu a realização de seu lema”, completa.

O diretor da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Luiz Carlos de Freitas, analisa que, embora tenha seu peso, a questão orçamentária não é o único problema enfrentado na área. “Em um ano de mandato estamos no terceiro ministro. A educação é uma área com um imenso passivo motivado pelo acúmulo histórico de falta de prioridade e investimento e há uma pressão muito grande para que os resultados apareçam logo. No entanto, não há atalhos para a boa educação”, diz.

A primeira opção para o MEC no segundo mandato da presidente Dilma era o ex-governador do Ceará Cid Gomes. Ficou 76 dias no cargo e saiu após chamar o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, de achacador. Em seguida, assume o professor da USP Renato Janine Ribeiro, que fica cinco meses no MEC. Em outubro, é substituído por Aloizio Mercadante, que volta ao cargo que já havia ocupado entre 2011 e 2014.

De acordo com Janine Ribeiro, não foi possível prever que o golpe financeiro no MEC seria tão grande. “Em um ano sem dinheiro, fica um problema muito grande”, diz ele, que defende a melhora nos gastos e critica o PNE. “O PNE é um plano de gastos, não é de melhora nos gastos. Passa a ter a crise e não se sustenta a expansão prevista.”

Ações estruturantes

Em nota, o MEC defendeu que, mesmo com as restrições orçamentárias impostas pela necessidade do ajuste fiscal, foram preservados os “programas e as ações estruturantes do MEC”. “Em 2015, foi dado mais um passo importante nesses 13 anos de governos que mantiveram o projeto educacional de compromisso com a ampliação do acesso e da permanência nos diferentes níveis de ensino e com a qualidade da educação”, completa a nota. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Unicamp é melhor universidade do Brasil, segundo MEC

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Em ranking de avaliação das instituições de ensino superior, Unicamp ocupa primeiro lugar da lista

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Publicado em Universia Brasil

Segundo o Índice Geral de Cursos (IGC), que é calculado pelo Ministério da Educação (MEC) para avaliar a qualidade das instituições de ensino superior brasileiras, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) é a melhor universidade do País.

O último resultado do IGC divulgado pelo MEC é referente aos anos de 2012, 2013 e 2014. O índice é baseado no cálculo de outros marcadores, como a nota do Conceito Preliminar de Curso (CPC), responsável por avaliar a qualidade dos cursos superiores. Também é levada em conta a avaliação feita pela CAPES dos programas de pós-graduação oferecidos pela instituição.

Ao todo, foram avaliados 9.963 cursos de 43 áreas de conhecimento, oferecidos por 2.042 instituições de ensino superior. Suas notas vão de 1 a 5, sendo que as universidades, faculdades e centros universitários que não atingirem a nota mínima de 3 passam a ser considerados “insatisfatórios” pelo MEC.

Com nota máxima em 43 cursos avaliados, a Unicamp ocupa a primeira posição de ranking de melhores universidades brasileiras. Em seguida estão, também com pontuação na faixa da nota máxima, aparece a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Federal de Viçosa (UFV), a Universidade Federal do ABC (UFABC) e a Universidade Federal de Lavras (UFLA).

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