Vitrali Moema

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Duas poderosas técnicas para ler mais rápido e memorizar tudo aquilo que você lê

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A maioria das pessoas tem dificuldades com Leitura dinâmica e memorização de um livro que leram, menos de 50% das pessoas terminado de ler algo e lembram no mínimo 60% do conteúdo que acabaram de ler…

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A maioria das pessoas tem dificuldades com Leitura dinâmica e memorização de um livro que leram, menos de 50% das pessoas terminado de ler algo e lembram no mínimo 60% do conteúdo que acabaram de ler.

Agatha Christie lia 200 livros por ano, enquanto que o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, termina um a cada duas semanas. O ex-presidente dos Estados Unidos Theodore Roosevelt lia um livro por dia e até dois ou três, se tinha uma noite mais tranquila. Mas como as pessoas em geral podem conseguir fazer isso?

Hoje vamos falar de Técnicas para você Ler Mais Rápido e melhor, entendendo tudo com muito mais facilidade. Além disso, irá lhe ajudar a memorizar e absorver muito mais informações com um grande volume de conteúdo!

1. Melhore sua visão periférica para poder ler mais rápido.

Sem treino, usamos o foco central da visão, o que diminui em 50% a quantidade de palavras que percebemos por fixação. Para acelerar sua leitura, comece a explorar mais sua visão periférica.

2. Para poder ler mais rápido pare de falar consigo mesmo.

Quase todo leitor “subvocaliza”, ou mexe a garganta enquanto se imagina falando as palavras. Esse movimento pode ajudar o leitor a se lembrar de conceitos, mas também é um grande empecilho para a velocidade. Aqui estão algumas formas de manter esse hábito no mínimo:

* Masque chiclete ou cante com os lábios fechados enquanto lê para ocupar os músculos usados para subvocalizar.

* Se você costuma mover os lábios enquanto lê, coloque o dedo sobre eles.

Que eu tenha te ajudado e que você coloque em pratica tudo que aprendeu aqui, para que faça uma leitura mais rápida e tenha mais facilidade em memorizar tudo que for estudar a partir de hoje.

Como ler mais livros por ano?

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Com tantas distrações ao alcance de nossas mãos, em nossos próprios smartphones, muitas vezes os empreendedores deixam de lado um hábito muito importante: ler.

Jussara Coutinho, no Empreendedores

Com tantas distrações ao alcance de nossas mãos, em nossos próprios smartphones, muitas vezes os empreendedores deixam de lado o hábito da leitura e, sem querer, acabam lendo cada vez menos livros por ano.

Mesmo assim, a leitura continua sendo essencial para direcionar novas ideias, embasar decisões e aprofundar conhecimentos que são determinantes para um negócio, seja direta ou indiretamente.

Se você é uma dessas pessoas que não está satisfeita com a quantidade de livros que lê ao ano, veja algumas dicas que separamos para você:

Seja seletivo

O momento da leitura deve ser prazeroso, então escolha títulos que realmente te atraiam e não perca tempo forçando uma leitura que não te agradou depois dos primeiros capítulos.

Aproveite todos os momentos

Ficar esperando por um tempo livre ou uma folga para sentar e ler um livro não é uma boa ideia se você quer melhorar seu desempenho. O que sugerimos é que você tente ler também em pequenas doses, aproveitando os intervalos, momentos de espera e transporte.

Assim você consegue se apegar mais às histórias e aproveitar ao máximo seu tempo.

Exercite-se

Pesquisas mostram que uma boa forma física afeta diretamente oxigenação do cérebro, melhorando a rapidez com que você lê e absorve informações.

Memorize

Tente fazer o exercício de memorizar capítulos e livros. Isso vai ajudar na fixação do aprendizado e também na agilidade da leitura.

Crie grupos

Junte os amigos para grupos de leitura rápida e estudos. Esse momento é saudável e estimula a reflexão, criatividade e boa comunicação.

Gostou das dicas? Organize sua agende, pesquise os títulos que gostaria de ler e defina uma meta para o seu ano.

Lembre-se de ter firme os seus objetivos com a leitura e de ser autocrítico quanto aos aprendizados, aplicações e mudanças no seu dia a dia.

É assim que o Google está mudando a sua memória

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O “efeito Google” descreve a influência da internet na memorização. Até que ponto isso é ruim?

Emerson Martins, no Tecnoblog

Como é o nome daquele filme? Aquele que tem o ator que fez aquela série lá sobre mentiras? Peraí, deixa eu ver aqui (no smartphone). Ah, é Tim Roth!

Essa cena, que ocorreu comigo durante uma conversa de bar, ilustra bem um fenômeno que vem sendo chamado de “efeito Google”: usamos tanto a tecnologia para obtermos informações que nos habituamos a não retê-las na memória; se precisarmos saber de algo rapidamente, uma olhadinha no Google resolve.

Mas até que ponto isso é benéfico?

Esse comportamento vem sendo fortemente percebido em instituições de ensino. Muitos alunos já não recorrem à biblioteca como antes e dão pouca importância à memorização, o que pode comprometer processos de aprendizagem. Em empresas, funcionários mais novos podem ficar perdidos na tomada de decisões se não tiverem a tecnologia como meio para isso.
Como assim efeito Google?

O efeito Google recebeu informalmente essa denominação por volta de 2010, quando o assunto começou a ser estudado com afinco. De lá para cá, o fenômeno ganhou mais força por causa desse dispositivo aí que está bem pertinho de você: o smartphone.

Em 2010, os dispositivos móveis já eram bastante usados para acesso à internet, mas desktops e laptops ainda dominavam. Hoje, a realidade é bem diferente: por questões de custos e praticidade, muita gente sequer tem um PC em casa, delegando o acesso à internet inteiramente ao smartphone.

A praticidade é incontestável. Precisa saber se amanhã é feriado? Tira o celular do bolso e pesquisa. Qual a temperatura ideal para beber vinho? Idem. Qual estação do metrô é mais próxima daquele shopping? Google Maps. Como é “trilhão” em espanhol? Google Tradutor. É “mussarela” ou “muçarela”? Recorra ao Google Now.

Os exemplos remetem ao Google, mas o acesso rápido à informação não se limita aos serviços da empresa. Hoje, temos à nossa disposição aplicativos para bolsa de valores, guia de restaurantes, avaliação de filmes, previsão do tempo, resultado de jogos esportivos, tradução em tempo real, receitas culinárias, agenda e assim por diante.
Qual o problema?

Tudo é tão fácil, tão imediato na internet. O que pode haver de errado nisso? Segundo pesquisadores, acabamos recorrendo tanto à tecnologia que o cérebro se adapta a esse comportamento sem percebermos: a internet aparece com um recurso infindável e permanente, logo, não é necessário memorizar tanto. Se estamos com sede, bebemos água. Se estamos com frio, nos agasalhamos. Se precisamos saber alguma coisa, perguntamos ao Google.

Betsy Sparrow, professora de psicologia da Universidade Columbia, é uma grande estudiosa do assunto. Ela ressalta que o cérebro humano busca, sobretudo, eficiência: se o órgão perceber que vale mais a pena saber como efetivamente encontrar informação do que guardá-la, vai priorizar o primeiro comportamento.

Aí está o ponto de ruptura: nos tornamos excelentes em encontrar informação. As gerações atuais sabem combinar palavras-chave no Google ou acionam o aplicativo certo para cada tipo de atividade de maneira muito mais rápida e efetiva que uma pessoa que não esteve tão imersa na evolução tecnológica.

O “sintoma” mais presente é o esquecimento de coisas corriqueiras, como o telefone de casa ou o nome de um artista muito admirado. Mas o ponto que mais preocupa é que esse novo modo de agir pode interferir em habilidades e processos que são críticos no dia a dia.

Um dos testes conduzidos por Sparrow em seus estudos foi bem simples: a um grupo de voluntários foi dada a tarefa de digitar no computador frases de curiosidades, como “o olho do avestruz é maior que o seu cérebro”. Todos foram orientados a memorizar o máximo possível de afirmações. Posteriormente, o grupo foi dividido em dois. O primeiro foi informado de que as informações digitadas seriam apagadas. O segundo, não. Na etapa final, que consistia em revelar as afirmações memorizadas, o grupo que não sabia que as informações seriam apagadas teve desempenho bem pior.

No ambiente de ensino, esse comportamento pode dificultar o desenvolvimento do raciocínio lógico ou da habilidade de analisar e comparar informações. Isso porque o indivíduo acaba não encontrando necessidade real de estudar o assunto com profundidade.

Em outra parte da pesquisa, voluntários foram submetidos a um teste de Stroop, que mede a nossa reação quando nos deparamos com cores fora do contexto, por exemplo, a palavra ‘azul’ escrita com a cor amarela. A tarefa consistia em identificar as cores das palavras sem se importar com o significado delas. Se você demora mais para identificar ou se lembrar de uma cor, significa que, provavelmente, a palavra associada a ela tem mais importância para você.

Pois bem, a equipe de Sparrow notou que os participantes tiveram mais dificuldades para processar cores relacionadas a nomes como ‘Yahoo’ e ‘Google’, especialmente depois de enfrentar perguntas difíceis, sugerindo que o primeiro impulso dessas pessoas é buscar na internet respostas para as questões que elas não sabem responder.

Essa dependência pode deixar a pessoa perdida quando ela não tem como acessar a internet ou, pela dificuldade de se concentrar em outros meios de obtenção de informação (uma biblioteca, por exemplo), excessivamente cansada.

As pessoas também podem ter dificuldades para estimar esforços ou a habilidade para resolver problemas. Um estudo conduzido por Adrian F. Ward, da Universidade Harvard, mostrou que um grupo de voluntários teve menos desempenho em um teste do que eles acreditavam que teriam. Para eles, é como se a internet fosse uma extensão do cérebro. Se a informação está lá e você tem acesso imediato a ela, fica mais difícil mensurar o que se sabe e o que não se conhece.
Ufa, não estamos ficando burros

Isso significa que estamos ficando menos inteligentes ou qualquer coisa assim? Não. É necessário levar em conta que a internet propicia o aumento da quantidade de informações com as quais lidamos em curtos intervalos de tempo, logo, o tal do efeito Google também pode ser visto como uma forma que o cérebro encontrou para não ficar (tão) sobrecarregado. Notificações de aplicativos diversos, email, redes sociais, mensagens instantâneas, notícias… É muita coisa para processar.

Não é difícil entender esse mecanismo. Se você tem um único compromisso para a semana que vem, provavelmente se lembrará dele. Mas se são vários, é bom ter tudo numa agenda. Diante desse grande volume de informações, o cérebro priorizará o mecanismo que dá acesso a elas (neste caso, te lembrará de sempre consultar a agenda). Assim, a memória de curto prazo fica livre para outros afazeres.

Betsy Sparrow e outros pesquisadores chamam isso de memória transacional. O que estamos vendo aqui é que o cérebro se comporta do mesmo jeito em relação à internet. Como ali a carga de informações é muito maior, o comportamento retratado pelo chamado efeito Google se torna padrão.

Assim, a percepção do efeito Google serve de alerta, fundamentalmente. Não é ruim termos tanta facilidade para obtenção de informações, mas é importante usarmos os recursos disponíveis com equilíbrio. Via de regra, todo excesso faz mal. Felizmente, é mais fácil do que parece.

Já se sabe que, na hora de estudar, escrever à mão em vez de digitar costuma ter muito mais efeito na memorização e, consequentemente, na compreensão da ideia. Se estamos em um passeio, teremos muito mais benefícios cognitivos e satisfação se não ficarmos o tempo todo preocupados em tirar fotos ou filmar.

Jogos de tabuleiro ou cartas, por exemplo, também ajudam a manter as nossas capacidades de raciocínio e memorização aguçadas. O hábito de ler livros também (mas tem que ser hábito mesmo).

Para quem se o preocupa com o assunto, acima de tudo, vale a pena fazer uma reflexão sobre os hábitos online e, a partir daí, tentar aplicar os ajustes necessários. Se perguntar se você conseguiria executar determinada tarefa sem consultas à internet ou se sujeitar a testes de conhecimento sem ajuda do Google pode ser um bom jeito de começar.

Anotar à mão é melhor para memorizar do que usar o computador, aponta estudo de universidades

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Publicado no Amo Direito

Você costuma fazer suas anotações à mão, no bom e velho caderno, ou prefere usar o notebook ou tablet? Se você usa a segunda opção, é bom repensar a escolha. Um estudo publicado na revista “Psychological Science” indica que tomar notas no papel é melhor para a memorização de conceitos do que digitar.

O levantamento foi feito com alunos de Princeton e UCLA, duas universidades americanas, pelos pesquisadores Daniel Oppenheimer e Pam Mueller. Dois grupos foram colocados para assistir a uma palestra (sobre assuntos que não fossem de conhecimento comum), sendo instruídos a fazer notas da maneira que achassem melhor. Ao primeiro grupo foram dados blocos de anotações, e ao segundo, notebooks.

Após a palestra, os estudantes fizeram um exame com perguntas pontuais sobre assuntos da palestra. O resultado foi significativo: as pessoas que anotaram à mão obtiveram um bom número de acertos nas questões, enquanto as que usaram os notebooks demonstraram uma compreensão consideravelmente menor dos temas abordados.

O estudo indica, também, que os alunos que digitaram suas anotações escreveram mais palavras, no exame, do que os que usaram a caneta, mas que as respostas tinham menos profundidade e conteúdo.

Os pesquisadores apontam que uma explicação possível seja a de que pessoas que anotam à mão costumam prestar mais atenção às informações para selecionar melhor o que será passado para o papel, enquanto as que usam o computador acabam por tentar anotar literalmente tudo o que está sendo dito, sem se ater aos principais tópicos. Os estudiosos indicam que processar o conteúdo e fazer a anotação usando as próprias palavras é essencial para fixar bem o assunto.

Por Ana Lourenço
Fonte: guiadoestudante abril

Confira alguns ótimos truques para que você possa melhorar bastante a sua memória

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Memória

Publicado no Amo Direito

Aconteceu alguma vez você não saber onde deixou as chaves de casa e passou horas procurando? Ou, por exemplo, de alguém combinar com você, mas você não aparecer no encontro porque não se lembrava? Este tipo de situação obriga muitas pessoas a ter que anotar tudo em uma agenda ou no celular com seus correspondentes alarmes ativados. Vamos tentar resolver este problema. Em umComo.com.br contamos-lhe alguns truques para melhorar a memória.

Ouça música
Mas música clássica. Há estudos que confirmam que ouvir música clássica mantém todas as funções cerebrais. Isso se deve a que a música estimula as células do cérebro, o que ajuda na concentração, na memória e no desenvolvimento visual e auditivo.

Faça passatempos
Se você é dos que só fazem passatempos quando é verão, deveria saber que esta atividade lúdica deveria ser realizada também durante a vida diária. Os passatempos estimulam muito a memória, bem como o domínio da linguagem, a matemática ou a lógica.

A tecnologia, porque não?
Dizem que a tecnologia fez com que cada vez tenhamos de pensar menos, mas isto não é totalmente verdade. Ficou na moda uma série de programas e de videogames que ajudam a estimular a memória. Baixe um deles e experimente, é um bom truque para melhorar a memória.

Leia um livro
Não se deve considerar a leitura como um simples hobby, já que é uma atividade que reforça a memória. Como a reforça? Pois a leitura potencia a parte do cérebro que está relacionada com o setor linguístico. Isto é, fomenta a imaginação, a aprendizagem do vocabulário e, às vezes, exige que o leitor aprenda nomes certamente complexos.

Uma alimentação saudável
Antes de mais nada, coma bem. Inclua alimentos ricos em fósforo na sua alimentação (cacau em pó, gema de ovo, peixe azul, amêndoas…), potássio (banana, laranjas, abacate…) e magnésio (amendoim, cereais…). Também se deve garantir ao cérebro sua dose diária de glicose, ainda que seja preferível que esta seja de assimilação lenta.

Descanse bastante
Quando dormimos, o cérebro não descansa. É a hora em que ele se encarrega de classificar toda a informação nova que recebeu durante o dia. Por isso, são importantes as pausas no estudo e dormir o tempo suficiente.

Não se esqueça de fazer exercício físico
O exercício mental é indispensável, mas também o exercício físico para manter uma boa memória. A prática de exercício físico ajuda, sobretudo, a manter uma boa oxigenação no cérebro.

Fonte: educacao umcomo

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