Uma Sombra na Escuridão

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Menina de oito anos escreve um best-seller sobre o seu irmão irritante

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Fabio Mourão, no Dito pelo Maldito

A mais nova prodígio da literatura ainda nem atingiu a adolescência, mas já garantiu um best-seller em seu currículo. A pequena Nia Mya Reese está ganhando a vida após escrever a sua obra internacionalmente aclamada ‘Hold it’, na precoce idade de oito anos.
Depois de falar para a sua professora que a sua maior especialidade era cuidar do seu irmãozinho irritante de cinco anos, ela foi encorajada pela mesma a escrever um livro sobre a sua experiência. E com a ajuda da mãe, Nia aproveitou as suas férias escolares para refinar seus pensamentos e colocar a ideia no papel.

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O livro narra detalhes sobre uma série de tópicos importantes, incluindo como arrumar tempo para ficar sozinha, como pedir desculpas, e como armar o seu irmão mais novo, mesmo ele não merecendo às vezes. “Ele nem sempre escuta. Você precisa ensiná-lo aos poucos”, disse a autora-mirim.

Atualmente o seu título está entre os mais vendidos da Amazon americana, e parece que o seu exemplo já inspira outras crianças da sua classe a arriscar o mesmo caminho.

Enquanto esperamos ansiosamente por uma sequência, imaginamos quando seu irmão Ronald Michael terá idade suficiente para compartilhar seus próprios pensamentos sobre a sua irmã mais velha.

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Menina vira Sherlock Holmes em ensaio cheio de magia e mistério

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Sherlock Holmes é o detetive mais famoso de todos os tempos.

Sherlock Holmes é o detetive mais famoso de todos os tempos.

 

Meninas podem ser quem elas quiserem!

Publicado no Razões para Acreditar

Ano passado, mostramos aqui o ensaio do ‘Pequeno Príncipe Brasileiro’, feito pelas lentes da fotógrafa Mari Merlim. Desta vez, ela ressignificou a história de Sherlock Holmes e ganhou mais ainda nossa admiração.

Contrapondo-se à ideia de que meninas podem interpretar apenas papéis de personagens femininas, Merlim transformou a menina Gigi em Sherlock, num ensaio cheio de magia e mistério.

“Normalmente, os personagens inteligentes e aventureiros são feitos por homens. Por isso, ressignificar o papel das meninas dentro das histórias é dar a elas o poder do protagonismo em lugares onde já nos disseram que não eram nossos”, disse a fotógrafa.

Segundo Merlim, é na infância que começamos a pensar em quem queremos ser. “Escolhemos nossos heróis e heroínas conforme acreditamos onde podemos chegar”, afirma.

Nas fotos da série, Gigi começa a andar em uma biblioteca antiga até encontrar o livro “As Aventuras de Sherlock Holmes”, do escritor Sir Arthur Conan Doyle, entre quinze mil títulos.

Corre pra ver:

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Menina de quatro anos já leu mais de mil livros

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Uma menina de 4 anos que leu mais de mil livros foi convidada para ser bibliotecária por um dia, na Biblioteca do Congresso norte-americano.

Publicado no JN

Daliyah Marie Arana tinha 2 anos e 11 meses quando leu o primeiro livro de forma independente.

Haleema Arana, a mãe, contou ao jornal “The Washington Post” que quando estava grávida de Daliyah lia, diariamente, para outras crianças e que quando a filha era bebé ouvia o irmão mais velho a ler capítulos de livros em voz alta pela casa, em Gainesville, na Geórgia, nos Estados Unidos da América.

“Ela queria ler sozinha”, afirmou a mãe ao jornal. “Quanto mais palavras aprendia mais vontade tinha de ler”, explicou.

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Agora, com 4 anos, a menina já leu mais de mil livros e alguns textos do ensino superior.

A mãe contactou a Biblioteca do Congresso e perguntou se era possível usufruir de uma experiência no local com a filha. Na última quarta-feira, Daliyah concretizou o sonho de ser bibliotecária por um dia.

A menina visitou a secção de crianças da Biblioteca, leu livros para Carla Hayden, 14ª bibliotecária do Congresso norte-americano, e conheceu alguns funcionários da instituição.

No entanto, quando a equipa lhe pediu algumas recomendações, a criança sugeriu que instalassem quadros brancos nos corredores da biblioteca para que as crianças, como ela, pudessem praticar a escrita.

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Carla Hayden ficou impressionada com a paixão da menina pela leitura e pela literatura e publicou algumas fotografias da visita no Twitter.

Haleema Arana revelou ao “The Washington Post” que a filha estava sempre a dizer que a Biblioteca do Congresso era a sua preferida em todo o mundo.

Daliyah tem um cartão de leitor e frequenta a biblioteca local, em Gainesville, com bastante regularidade. “Eu gosto de verificar os livros todos os dias”, revelou a menina. “Eu quero ensinar outras crianças a ler cedo também”, disse a criança ao jornal “Gainesville Times”.

A mãe teve a ideia de começar a contar o número de livros que a filha lia, através do programa “1000 livros antes do jardim-de-infância”. De acordo com Haleema, a menina, aos 3 anos, já devia ter lido mil obras.

Os pais nunca testaram o nível de leitura da filha. Contudo, a mãe, para atender ao amor da menina por livros, lançou-lhe um desafio e deu-lhe o discurso “The Pleasure of Books” (O Prazer dos Livros), de William L Phelps, considerado de grau universitário, para ler. Acontece que Daliyah leu tão bem o texto e pronunciou tão bem as palavras que a mãe publicou um vídeo da leitura no YouTube.

Daliyah pretende atingir a meta de 1500 livros até entrar, no próximo outono, no infantário e espera ajudar o professor a ensinar outras crianças a ler.

Menina de 10 anos ganha prêmio da Biblioteca Pública de SC após ler 97 livros em um ano

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Nina e o irmão Theo são incentivados pelo pai, Valmor Fritsche, que é jornalista e editor Foto: Diorgenes Pandini / Agencia RBS

Nina e o irmão Theo são incentivados pelo pai, Valmor Fritsche, que é jornalista e editor
Foto: Diorgenes Pandini / Agencia RBS

 

Karine Wenzel, no Diário Catarinense

A estudante Nina Fritsche, 10 anos, de Florianópolis, tem a vida pautada pelos livros. Ainda na barriga da mãe, os pais leram para ela a obra La Niña Nina, do Ziraldo. O gosto pela leitura parece ter passado pelo cordão umbilical. Ela já perdeu as contas de quantos livros leu e diz que as histórias ajudam a afastar o tédio. Lê todos os dias e tem preferência pelos enredos de comédia. Neste ano, a estudante retirou 97 livros da Biblioteca Pública de Santa Catarina (BPSC). Com esse feito, foi premiada na 2ª edição do Estrela da Leitura da biblioteca, sexta-feira, como a jovem que mais retirou livros da biblioteca. A ação tem como objetivo despertar mais fãs de livros por aí.

Parece estar funcionando. O irmão de Nina, Theo, de três anos, segue pelo mesmo caminho. Gosta que leiam para ele antes de dormir e ganhou o prêmio na faixa etária até sete anos. Retirou 65 livros neste ano. O incentivo vem de casa, explica o pai dos pequenos, o jornalista e editor de livros Valmor Fritsche.

– O livro é uma ferramenta para despertar a curiosidade, para ajudar a criança a entender o mundo. Mas ninguém nasce gostando, tem que estimular a criança e então ela vai se apegar aos livros.

Mas Nina e Theo são exceção. No país, o levantamento Retratos da Leitura no Brasil do Instituto Pró-Livro divulgado neste ano mostrou que a faixa etária de 5 a 10 anos leu, em média, menos de dois livros inteiros em três meses.

O assessor da diretoria de gestão da rede da secretaria de Educação de SC, Isaac Ferreira, explica que o brasileiro não tem a cultura da leitura, falta o exemplo dos pais como leitores, não há costume de comprar livros e também há um apelo maior da tecnologia. Porém, ressalta os benefícios do hábito, que ajuda no processo de alfabetização. Além disso, leitores têm mais chances de se tornarem cidadãos mais críticos e com argumentos consistentes:

– Leitura não é só por prazer, é necessidade, é inserção na cultura. Quanto maior a proficiência na leitura, maior o poder de argumentação – acrescenta.
O professor do Programa de Pós-Graduação em Educação da Udesc Lourival José Martins Filho vai além e diz que a ¿contribuição da leitura para o aprimoramento da experiência existencial do ser humano é indiscutível¿. Mas faz uma ressalva: ninguém nasce leitor:

– Aprende-se a ser leitor e a gostar de ler nas interações que vamos realizando desde a infância. Famílias e professores leitores podem contribuir na formação de crianças leitoras. O real incentivo à leitura é quando família e escola têm a leitura em seu cotidiano.

Para a Biblioteca Pública de SC ações como premiar os alunos que mais retiram livros já começam a render frutos. O número de carteirinhas de cadastrados na biblioteca, empréstimos de gibis e frequentadores do setor
infanto-juvenil dobrou neste ano em relação a 2015.

Vencedores da Estrela da Leitura da Biblioteca Pública de SC

Faixa etária de 0 a 7 anos
Theo Fritsche, 3 anos – 65 livros
Luiza Volpato, 5 anos – 20 livros
Davi Pelicioli e Silva, 5 anos – 19 livros

Faixa etária de 8 a 11 anos
Nina Fritsche, 10 anos – 97 livros
Gael Martos Roberts, 9 anos – 63 livros
Catarina Martins Palharin, 11 anos – 32 livros

Faixa etária de 12 a 17 anos
Pedro Cavalheiro e Silva, 14 anos – 33 livros
Marina Ribeiro Viera, 12 anos – 26 livros
Allana Ellen Martins, 12 anos – 20 livros

Gibis
Pedro Cavalheiro e Silva, 14 anos -130 exemplares

Criança lê 65 livros em 2016 e é campeã de leitura em escola no ES

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Menina de 10 anos sonha em ser professora para incentivar leitura.
Escola de Viana homenageia alunos que mais leem.

Michel Bermudes Auer, no G1

Emily lê pelo menos dois livros por semana (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)

Emily lê pelo menos dois livros por semana
(Foto: Reprodução/ TV Gazeta)

A estudante Emily Barnabé, de 10 anos, ganhou a competição de leitura no colégio municipal Marcílio de Noronha, em Viana, na Grande Vitória, com 65 livros lidos. Para ela, ler é uma maneira de conhecer o mundo. “É viajar sem sair do lugar”, disse.

A menina lê pelo menos dois livros por semana, um hábito familiar. O pai, a mãe e até o irmão de quatro anos estão sempre reunidos para uma boa leitura.

“É um orgulho muito grande. A gente vê o mundo de hoje em dia como está difícil e a gente vê o nosso filho dando esse orgulho para a gente. É muito especial, é uma bênção de Deus”, disse a mãe, Jhesik Barnabé.

O pai, Wemerson Chagas, falou que a irmã mais velha influencia o mais novo. “Eles passam o dia juntos, ela lendo acaba incentivando ele. Com as histórias que têm os desenhos, acaba animando ele mais ainda”, contou.

Competição
Na escola, Emily e os coleguinhas passam bastante tempo na biblioteca. Junto com outras turmas, eles já leram mais de 4 mil livros neste ano. “Me ajuda a ler melhor, eu estudo melhor”, disse Brenda Virgínia, de 10 anos.

Mas para participar da competição, não basta só ler. Os alunos precisam fazer um resumo de cada história, como explica a bibliotecária Janaína Barreto.

Além da leitura, alunos também têm que fazer um resumo da história (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)

Além da leitura, alunos também têm que fazer um resumo da história (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)

 

“Todos os alunos possuem um caderno de produção textual, onde eles vão registrando. A cada livro que eles leem, eles fazem uma releitura. E também por meio de desenho. Então eles fazem todo o registro, desenhando ou produzindo texto”, contou.

Na escola, os alunos que gostam de ler são incentivados e homenageados. Emily foi a campeã entre todas as turmas, depois de ler os 65 livros neste ano. “Muita alegria, emoção”, declarou a ganhadora.

O projeto de leitura é um sucesso e mudou a história dessas crianças e das suas famílias, como conta a diretora da escola, Aurora de Fátima.

“Houve uma mudança dentro da sala de aula, a melhora na escrita, a leitura melhorou. Há participação da família dentro da escola, porque as crianças levam livro para casa para ler”, explicou.

O maior sonho de Emily é ser professora e ela explica o motivo. “Porque eu quero ter o prazer de ensinar as pessoas a ler”, declarou a campeã em leitura.

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