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Menino de 6 anos escreve livro e junta $200mil para ajudar amigo doente

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Jaque Barbosa, no Hypeness

Essa é mais uma história inspiradora, que nos faz lembrar que tudo é possível quando há um sonho. Dylan Siegel, de 6 anos, não conseguiu cruzar os braços ao saber que seu melhor amigo, Jonah Pournazarian, de 7 anos, estava lutando contra uma doença rara e grave, ainda sem cura conhecida.

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Jonah foi diagnosticado com glicogenose, uma doença incurável que prejudica o armazenamento de glicogênio, fazendo com que o nível de açúcar no seu sangue caia frequentemente. Dylan então resolveu que iria arrecadar dinheiro para ajudar nas pesquisas sobre a doença, para que seu amigo tivesse uma chance.

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O pai de Dylan sugeriu que ele fizesse uma barraquinha de limonada, mas Dylan teve uma ideia melhor – queria escrever um livro. Assim nasceu, o “Chocolate Bar“, uma obra de 16 páginas escrita e desenhada à mão, que vem com barras de chocolate. O livro começou a ser vendido na feira de livros da escola, mas a notícia se espalhou, e muitas pessoas quiseram comprá-lo, fazendo com que mais edições tivessem que ser produzidas. A notícia se espalhou pelo mundo e ”Chocolate Bar” conseguiu arrecadar $200 mil dólares. A quantia foi inteiramente doada para que centros de pesquisa consigam entender melhor essa doença rara, e então, encontrar uma cura ou tratamento para ela.

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Mas Dylan não quer parar por aí – sua meta agora é chegar na quantia de 1 milhão de dólares. Alguém duvida?

com informações, NBCNews.

Para saber mais (ou doar), acesse o site do livro e a fanpage no Facebook.

Estudante do Diário de Classe sonha em ser jornalista e escrever livro

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 Isadora Faber, do blog Diário de Classe, participou da 16ª Bienal do Livro no Rio de Janeiro

Isadora Faber, do blog Diário de Classe, participou da 16ª Bienal do Livro no Rio de Janeiro

Fabíola Ortiz, no UOL

“Eu sou meio tímida, mas quando tem que falar eu falo”, disse ao UOL a adolescente catarinense Isadora Faber, 14, que ficou famosa com seu blog “Diário de Classe”.

Tímida e meiga, a adolescente foi estrela em um debate, neste domingo (1), que reuniu dezenas de estudantes, professores e curiosos por conhecer a menina que denunciou problemas de sua escola pública em Florianópolis.

“É direito nosso ter uma escola pública de qualidade. Muita gente diz que é de graça e por isso não pode cobrar. Mas a gente paga imposto todo dia”, falou Isadora que sonha em ser jornalista e tem ainda a meta de terminar de escrever seu primeiro livro contando suas experiências.

Convidada para ir à feira internacional do livro no Rio, Isadora disse ter ficado feliz mas, ao mesmo tempo, envergonhada. “Acho que as pessoas aqui estão também interessadas na educação, se preocupam e vem para conhecer a minha história. Devem ter feito algo parecido também”, comentou.

A estudante recebe diariamente 10.000 mensagens no Facebook e sua FanPage tem mais de 620 mil curtidas. “As críticas são poucas, todas as mensagens incentivam e me fortalecem”, destacou.

O blog “Diário de Classe” completou um ano em 11 de julho e o foco é denunciar os problemas ou dificuldades que a escola enfrenta. “Se o professor faltava eu ia lá (na diretoria), é direito nosso saber por quê o professor faltou. Assim como ele tem direito de saber por quê o aluno faltou. Eu publicava tudo o que acontecia, era mesmo um diário”.

A catarinense se inspirou no blog NeverSeconds da escocesa Martha Payne que reclamava das merendas das escolas britânicas.

“Minha irmã foi para uma particular, aí eu comecei a ver a diferença, por quê na escola dela tinha mais coisas e a minha não. Eu via mais problemas e decidi criar o Diário de Classe”.

Logo no início, Isadora convidou uma amiga para participar, “mas os pais dela ficaram com muito medo do diretor da escola que falava que nossos pais iam ser presos”.

A menina admite que não imaginava que seu blog se tornaria tão famoso. “Mas para mim faz sentido, várias escolas públicas têm muitos problemas e muita gente vê isso. Me apoiar ou fazer algo parecido é uma maneira de ajudar”, salientou.

Apesar de ameaças, inclusive uma de morte pelo Facebook, Isadora diz não temer. Ela conta que os professores incentivavam alunos a fazer ameaças. “Eles me olhavam com cara feia e me diziam que ia apanhar na saída, se eu não parasse iam me bater”.

A vida de Isadora deve mudar daqui em diante. Assim que voltar à Florianópolis, a menina irá tocar uma ONG que leva seu nome. A entidade oficializada, na última sexta-feira (30), terá o objetivo de ajudar a outras escolas e atender o apelo das milhares de mensagens de seguidores que desejam denunciar problemas de suas próprias escolas.

Ela diz que está atrás de voluntários de outras cidades para serem representantes de sua ONG.

Prestes a concluir a oitava série, Isadora terá que mudar de escola. Ainda não sabe se irá para uma pública ou privada, mas admitiu que pretende continuar publicando denúncias caso a próxima escola apresente problemas.

Com apenas 26% de leitores plenos, país precisa “correr atrás” da formação de mediadores, diz representante do MinC

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Em Passo Fundo, secretário executivo do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) José Castilho Marques Neto reconheceu que o orçamento para eventos culturais é limitado

Fernanda da Costa, no Zero Hora

Com apenas 26% de leitores plenos, país precisa "correr atrás" da formação de mediadores, diz representante do MinC Diogo Zanatta/Especial

José Castilho Marques Neto fala sobre as prioridades do Ministério da Cultura Foto: Diogo Zanatta / Especial

Formar pessoas é a principal prioridade do Ministério da Cultura, conforme o secretário executivo do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) José Castilho Marques Neto. Em Passo Fundo para a abertura da 15ª Jornada Nacional de Literatura, ele também reconheceu que o orçamento federal para realização de eventos culturais ainda é limitado.

Em entrevista coletiva nesta terça-feira, o secretário afirmou que, atualmente, apenas 26% dos alfabetizados no Brasil são leitores plenos, aqueles capazes de compreender o conteúdo dos textos. Por isso, segundo ele, é prioridade máxima do MinC “correr atrás” de políticas públicas que auxiliem no aumento da porcentagem. Entre elas, a principal seria a formação de pessoas:

— Há muito orçamento para compra de livros, mas existe pouquíssima verba para formar pessoas.

O MinC quer incentivar o desenvolvimento de mediadores de leituras, que segundo Castilho parte das universidades.

— É preciso que as universidades se engajem na formação de mediadores de leitura. Os professores que trabalham com a educação básica saíram de uma universidade. É um clico — afirma.

Com apoio dos mediadores, a meta estabelecida pelo MinC é de aumentar, até 2020, a média atual de leitura de 1,3 livros por ano para quatro livros anuais.

Embora a curto prazo os esforços do órgão estejam voltados à democratização da leitura, há um desejo, a longo prazo, de “institucionalização das políticas de leitura”, nas palavras de Castilho.

— Não podemos mais ter políticas episódicas para o livro e a leitura, onde avançamos de um lado e retrocedemos de outro — relata.

Orçamento para eventos culturais é limitado

Este ano, a organização da Jornada Nacional de Literatura esbarrou em dificuldades para captar recursos, uma realidade da maioria dos eventos culturais no país. Castilho admitiu que, apesar dos esforços do governo federal em apoiar o setor, a dificuldade persiste:

— É notório que o orçamento do Ministério da Cultura não é suficiente para o conjunto das atividades necessárias para o desenvolvimento da cultura no país — admitiu.

A perspectiva do órgão, conforme o secretário, é que estes eventos possam ser cada vez mais compartilhados com setor privado.

Falta de leitura prejudica economia

O secretário ainda explicou que há um trabalho no MinC voltado à investigação do impacto da falta de leitura na economia do país. Segundo ele, o órgão buscará saber, por meio de uma pesquisa, quanto as empresas perdem com a “não leitura”, que prejudica a comunicação e o crescimento das instituições.

— Queremos que os governos e a sociedade civil entendam que o incentivo à leitura aquecerá a economia. O Brasil precisa da leitura muito mais do que a leitura precisa do Brasil _ completa o secretário.

São Paulo estipula meta de alfabetizar alunos até os 7 anos

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Publicado por Folha de S.Paulo

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo estipulou como nova meta alfabetizar alunos até os 7 anos de idade. No país, a meta é 8 anos.

A mudança ocorre após o Estado ter alcançado o índice de 95% de alfabetização na faixa dos 8 anos, segundo o último dado do Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo).

Pela primeira vez, serão incluídos alunos do 2º ano do Ensino Fundamental no exame, que este ano será realizado nos dias 26 e 27 de novembro, conforme resolução publicada ontem (11) no Diário Oficial. A expectativa é avaliar, no mínimo, mais 300 mil crianças e aferir as estratégias de ensino adotadas para promover a habilidade em leitura e escrita.

Até o ano passado, a avaliação era aplicada para estudantes dos 3º, 5º, 7º e 9º anos do Ensino Fundamental e da 3ª série do Ensino Médio. Neste ano, com a ampliação para o 2º ano, o total de alunos avaliados passa de 2,2 milhões para 2,5 milhões, um aumento de 13%.

No Saresp deste ano, permanece a avaliação em língua portuguesa e matemática para todas as séries participantes, incluindo agora os matriculados no 2º ano.

A secretaria aplica ainda avaliações de história e geografia no 7º e 9º anos do ensino fundamental e na 3ª série do ensino médio.

Para promover a alfabetização nesta faixa etária, a secretaria tem uma série de ações em andamento, que fazem parte do programa “Ler e Escrever” e incluem o 1º e 2 º anos do ensino fundamental.

Pretos, pardos e indígenas de escola pública terão bônus de 5% na Fuvest

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Bônus para esses candidatos pode chegar a 25% já na próxima Fuvest.
USP também aprovou novo curso de engenharia na Zona Leste.

Publicado por G1

A Universidade de São Paulo (USP) aprovou, nesta terça-feira (2), a instituição de um bônus de 5% na nota final da Fuvest para candidatos pretos, pardos e indígenas que tenham feito todo o ensino básico na rede pública. O bônus é uma das mudanças no Programa de Inclusão Social (Inclusp), criado para incentivar o acesso de estudantes de escolas públicas à instituição, aprovadas pelo Conselho Universitário da USP nesta terça.

Todas as alterações serão válidas já para a próxima edição do vestibular, segundo a assessoria de imprensa da instituição.

Pela mudança, um candidato que se encaixe nestes dois requisitos –ter cursado o ensino básico em escola pública e ser preto, pardo ou indígena– poderá receber até 25% a mais na nota do vestibular da Fuvest. Os demais bônus já existentes no Inclusp também foram ampliados (veja a tabela abaixo).

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O Inclusp entrou em vigor em 2007. Na última edição da Fuvest, dos mais de 10 mil calouros que entraram na Universidade de São Paulo (USP) neste ano, 28,5% estudaram em algum momento da vida em escola pública. A meta da Pró-Reitoria de Graduação, porém, é que, até 2018, 50% de todas as matrículas em cada curso e em cada turno sejam feitas por alunos da rede pública.

Dentro dessa cota, o objetivo é que o número de alunos pretos, pardos e indígenas seja equivalente à porcentagem da população preta, parda e indígena no último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para isso, a pró-reitora de Graduação, Telma Zorn, propôs a ampliação de todas as três categorias de bônus do Inclusp e do Programa de Avaliação Seriada da Universidade de São Paulo (Pasusp), além da criação de uma quarta categoria, com critérios sociais e raciais.

Curso de engenharia na USP Leste

Outra proposta aprovada pelo Conselho Universitário nesta terça foi a criação de um curso de engenharia no campus da Zona Leste, com 50 vagas e em tempo integral. A carreira estará disponível como opção para os candidatos da próxima edição da Fuvest. As inscrições para o vestibular começam no segundo semestre.

Além do curso de engenharia de computação com ênfase em sistemas corporativos, que será oferecido na USP Leste pela Escola Politécnica, a USP decidiu reformular o curso de ciências biológicas do campus de Ribeirão Preto e o de ciências físicas e moleculares, oferecido no campus de São Carlos.

Reforço escolar
A USP aprovou ainda a criação de um curso de reforço para o vestibular, com mil vagas destinadas a estudantes da rede pública que foram bem na Fuvest, mas não foram aprovados. Do total de vagas, 35% seriam reservadas a alunos pretos, pardos ou indígenas.

O curso terá duração de dez meses e ofereceria uma bolsa de R$ 300 por mês aos estudantes. Em caráter experimental, a primeira edição deve começar em agosto e durar cinco meses.

Também será feita uma ampliação do seu programa de Embaixadores USP, onde calouros da instituição oriundos de escola pública atuam como divulgadores da universidade e estimulam os estudantes de suas antigas escolas a se inscreverem na Fuvest. A proposta também pretende aumentar o número de locais de prova do vestibular.

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