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Veja os livros que alguns dos maiores CEOs do mundo estão lendo

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A consultoria McKinsey perguntou a grandes CEOs para quais obras eles têm dado atenção ultimamente.

Publicado no G1

A consultoria McKinsey quis saber de alguns dos principais CEOs do mundo, como o brasileiro Fabio Schvartsman (Vale), com quais livros eles tem se mantido ocupados nos últimos tempos. A lista vai de clássicos de Honoré Balzac até biografias de grandes executivos. “Sapiens: Uma breve História da humanidade”, de Yuval Noah Harari, é citado em três listas.

Veja o quais livros os CEOs elencaram:

Alain Bejjani, da Majid Al Futtaim Holding

Serial Innovators: Firms That Change the World – Claudio Feser
Originais: Como Os Inconformistas Mudam o Mundo – Adam Grant
A Comédia Humana – Honoré de Balzac
O rochedo de Tanios – Amin Maalouf
Journaux: 1912-1940 – Stefan Zweig

General Nick Carter, do Exército Britânico

Churchill: The Power of Words – Martin Gilbert
Fighting Talk: Forty Maxims on War, Peace, and Strategy – Colin S. Gray
Sun Tzu: A Arte da Guerra para Gerentes – Gerald A. Michaelson e Steven W. Michaelson

Jamie Dimon, da JPMorgan Chase

Sapiens: Uma breve História da humanidade – Yuval Noah Harari

Tony Elumenu, da Heirs Holdings

Liderando Mudanças – John P. Kotter
Execução: A Disciplina para Atingir Resultados – Larry Bossidy e Ram Charan
Good to Great: Empresas feitas para vencer – Jim Collins

Herman Gref, do Sberbank

Grandes Decisões Sobre Pessoas – Claudio Fernandez Araoz
What Got You Here Won’t Get You There – Marshall Goldsmith
O Executivo e Sua Tribo – Dave Logan, John King e Halee Fischer-Wight
A Dieta da Mente: a surpreendente verdade sobre o glúten e os carboidratos : os assassinos silenciosos do seu cérebro – David Perlmutter
O Fim do Poder – Moisés Naím

Drew Houston, do Dropbox

Sam Walton: Made in America – Sam Walton
The Distracted Mind: Ancient Brains in a High-Tech World – Adam Gazzaley e Larry D. Rosen
Zen e a Arte da Manutenção das Motocicletas – Rober M. Pirsig

Gail Kelly, do Westpac

Lab Girl: A Jornada de Uma Cientista Entre Plantas e Paixões – Hope Jahren
Pachinko – Min Jin Lee
The Boys in the Boat: Nine Americans and Their Epic Quest for Gold at the 1936 Berlin Olympics – Daniel James Brown

Andrew Liveris, da Dow Chemical

A Terceira Medida do Sucesso – Nem Dinheiro Nem Poder: o Que Você Precisa Buscar Para Se Sentir Realizado – Arianna Huffington
O Simpatizante – Viet Thanh Nguyen
The Quantum Spy – David Ignatius

Francisdo Pérez Mackenna, da Quiñenco

O Projeto Desfazer – Michael Lewis
Why They Do It: Inside the Mind of the White-Collar Criminal – Eugene Soltes
O Fio da Vida – Kate Atkinson
A Vida No Limite: Como o Mundo Quântico Se Comporta Quando Ninguém Está Olhando – Jim Al-Khalili e Johnjoe McFadden
Boom Towns: Restoring the Urban American Dream – Stephen J. K. Walters

David McKay, do Royal Bank of Canada

Hillbilly Elegy: A Memoir of a Family and Culture in Crisis – J. D. Vance
Only Humans Need Apply: Winners and Losers in the Age of Smart Machines – Thomas H. Davenport e Julia Kirby
Sapiens: Uma breve História da humanidade – Yuval Noah Harari
Wild Ride: Inside Uber’s Quest for World Domination – Adam Lashinsky

Satya Nadella, da Microsoft

Satya Nadella, CEO da Microsoft, colocou uma obra sobre realidade virtual em sua lista. (Foto: Divulgação/Microsoft)

Satya Nadella, CEO da Microsoft, colocou uma obra sobre realidade virtual em sua lista. (Foto: Divulgação/Microsoft)

Leonardo da Vinci – Walter Isaacson
Dawn of the New Everything: Encounters with Reality and Virtual Reality – Jaron Lanier
Exit West – Mohsin Hamid
Evicted: Poverty and Profit in the American City – Matthew Desmond

Maria Ramos, da Barclays Africa

O Gene – Siddhartha Mukherjee
Superintelligence: Paths, Dangers, Strategies – Nick Bostrom
O Ministério da Felicidade Suprema – Arundhati Roy

Fabio Schvartsman, da Vale

Fabio Schvartsman, presidente da Vale, citou a autobiografia do criador da Nike em sua lista. (Foto: Divulgação/Klabin)

Fabio Schvartsman, presidente da Vale, citou a autobiografia do criador da Nike em sua lista. (Foto: Divulgação/Klabin)

Sapiens: Uma breve História da humanidade – Yuval Noah Harari
A Marca da Vitória: A Autobiografia do Criador da Nike – Phil Knight
Sigmund Freud na sua época e em nosso tempo – Elisabeth Roudinesco

Martin Sorrell, do WPP Group

Powerhouse: The Untold Story of Hollywood’s Creative Artists Agency – James Andrew Miller
Universal Man: The Seven Lives of John Maynard Keynes – Richard Davenport-Hines
Elon Musk: Como o Ceo Bilionário da Spacex e da Tesla Está Moldando Nosso Futuro – Ashlee Vance

Dominic Barton, da McKinsey

The Inevitable: Understanding the 12 Technological Forces That Will Shape Our Future – Kevin Kelly
Easternisation: War and Peace in the Asian Century – Giden Rachman
Homo Deus: Uma breve história do amanhã – Yuval Noah arari

Microsoft consegue armazenar vídeos e livros em DNA humano

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Memória: o DNA pode guardar uma enorme quantidade de dados por milhares de anos

Memória: o DNA pode guardar uma enorme quantidade de dados por milhares de anos

 

Marina Demartini, na Exame

São Paulo – No futuro, talvez você não precise de um pen drive para salvar seus arquivos, mas apenas do seu DNA. A Microsoft conseguiu escrever cerca de 200 MB de dados na estrutura de um DNA. Entre as informações estavam 100 clássicos da literatura e um vídeo da banda americana OK Go.

Está é a maior quantidade de dados já gravados em um DNA. O recorde anterior, estabelecido em junho deste ano, era de 22 MB. “É mil vezes mais do havia sido feito no ano passado. Apenas demonstrar que podemos ampliar nossos métodos, já é algo muito importante”, disse Luis Ceze, professor da Universidade de Washington (instituição parceira da Microsoft) ao site Mashable.

Uma das vantagens do DNA é que, em teoria, ele pode guardar enormes quantidades de informação. Karin Strauss, pesquisadora-chefe da Microsoft, disse em entrevista para o MIT Technology Review que estima que uma caixa de sapatos cheia de DNA poderia deter o equivalente a 100 centros de dados gigantes.

Além disso, se mantido em um local fresco e seco, a estrutura pode manter os dados por até milhares de anos. Para vias de comparação, a fita magnética utilizada para guardar arquivos por longos períodos de tempo duram algumas décadas.

O motivo para realizar o projeto, segundo Strauss, está relacionado ao fato de que tecnologia de armazenamento não está evoluindo na mesma velocidade que a quantidade de dados cresce.

Mas o que está nessa fita de DNA? Além dos livros e do vídeo, também foram armazenadas cópias da Declaração Universal de Direitos Humanos em várias línguas e o banco de dados da Crop Trust, um órgão que protege a diversidade de cultivos.

Aliás, os pesquisadores colocaram o clipe musical, pois “eles [a banda] são inovadores e estão trazendo diferentes coisas de áreas distintas para a sua área, e nós sentimos que estamos fazendo algo similar”. Veja o vídeo da música abaixo:

Como o armazenamento foi feito

Você lembra quando o professor de biologia explicou que cada cadeia de DNA é constituída por um padrão repetido de quatro bases químicas: adenina (A), citosina (C), guanina (G) e timina (T)? Para tornar os dados compatíveis com o DNA, os pesquisadores precisaram converter os 1s e 0s de arquivos digitais binários para essas letras: ACGT.

A segunda parte do armazenamento foi feita com a ajuda da empresa Twist Bioscience. Os cientistas converteram os dados recém-mapeados em DNA sintético. Ceze explica que o DNA natural já é um dispositivo de armazenamento, afinal ele é usado para guardar as informações sobre os genes. “Nós estamos apenas mapeando um tipo diferente de dado na estrutura.”

Para tornar possível a leitura dos dados, os pesquisadores utilizaram uma técnica chamada de “reação em cadeia de polimerase”. Ela serve para amplificar as fitas do DNA. Desse modo, os cientistas conseguiram retirar um pedaço da estrutura e converte-la em bits para que as informações pudessem ser lidas em uma memória RAM codificada.

Apesar de a iniciativa ser incrível, ela custa caro. Strauss acredita que o valor para escrever e ler o DNA irá cair com o decorrer dos anos. Ceze também especula que em futuro próximo esse processo será rápido e barato. “Eu acho que é justo dizer que nós iremos ver algo concreto nesta década e isso vai afetar a vida das pessoas e o uso de computadores.”

Executivo abandona Microsoft para construir bibliotecas infantis em países pobres

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'Room to Read' já construiu 17,5 mil bibliotecas infantis em países pobres (Foto: Room to Read)

‘Room to Read’ já construiu 17,5 mil bibliotecas infantis em países pobres (Foto: Room to Read)

 

Publicado no G1 [via BBC]

Em algum momento deste ano, uma criança em algum lugar do mundo em desenvolvimento tornou-se a beneficiária ‘número 10 milhões’ do ‘Room to Read’ (‘Quarto para Ler’, em tradução livre), uma organização sem fins lucrativos fundada há 15 anos por um alto executivo da Microsoft que abandonou seu emprego para se dedicar a erradicar o analfabetismo infantil.

A entidade, que também visa reduzir a desigualdade de gênero na educação de meninos e meninas, constrói bibliotecas em localidades pobres.

Não causa surpresa, portanto, a comparação entre seu fundador, John Wood, e Andrew Carnegie, magnata americano que se propôs a fazer o mesmo no século 19.

De certa forma, porém, o ‘Room to Read’ já superou seu mentor espiritual, construindo 17,5 mil bibliotecas contra as 2,5 mil de Carnegie.

Wood alcançou o feito ao combinar a determinação de Carnegie com o que aprendeu nas empresas onde trabalhou, como a Microsoft, do bilionário e também filantropo Bill Gates.

A inspiração para criar o ‘Room to Read’ nasceu em 1998, quando o ex-executivo estava de férias no Nepal, escalando a Cordilheira do Himalaia.

Armário trancado
“A ideia surgiu do nada”, diz Wood. “Gostaria de poder dizer que sempre desenvolvi trabalhos filantrópicos, mas a realidade era que eu me focava em mim mesmo, em minha carreira, em quanto dinheiro eu tinha na minha conta bancária”.

Wood estava visitando uma escola na cidade montanhosa de Bahundanda.

Havia ali uma biblioteca, mas apenas poucos livros deixados por antigos visitantes. Um deles era Finnegan’s Wake, de James Joyce, e um guia Lonely Planet sobre a Mongólia.

Além disso, os livros eram considerados tão preciosos que permaneciam guardados em um armário trancado e nunca emprestados às crianças.

Quando Wood deixou o local, o diretor da escola lhe disse que, se alguma vez ele voltasse, poderia trazer mais alguns livros.

De imediato, ele sabia o que tinha de fazer. A biblioteca vazia lhe fez lembrar de sua infância.

“Cresci em uma família que amava ler e sempre deu valor a palavra escrita”, diz ele. “Eu tropecei na causa certa no lugar certo e no tempo certo”.

Um ano mais tarde, ele voltou à mesma escola com 3 mil livros. A reação das crianças confirmou que ele estava indo no caminho certo.

Demissão
Wood decidiu abandonar o emprego na Microsoft para se dedicar em tempo integral à alfabetização de crianças no Nepal.

Dinesh Shrestha, que até então trabalhava na erradicação da pólio para uma ONG local, se juntou a ele. O trabalho de construir bibliotecas no Nepal começava naquele momento.

Meses depois, outra executiva americana e amiga de longa data de Wood, Erin Ganju (mais…)

Bill Gates: Os 6 livros que você deve ler em 2015

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Bill Gates, fundador da Microsoft (Foto: Getty Images)

Bill Gates, fundador da Microsoft (Foto: Getty Images)

Obras abordam negócios, política internacional, mídia e uso de dados

Publicado na Época Negócios

É comum o empresário Bill Gates, bilionário fundador da Microsoft, recomendar os livros de que gosta. Em seu canal no YouTube, já publicou até uma animação para dar as dicas. Desta vez, a lista de sugestões foi feita a pedido dos organizadores do TED. Entre as obras, estão títulos que Gates nunca dispensa de suas recomendações, como “Business Adventures”, de John Brooks, apresentado a ele por Warren Buffet. As obras não têm versão em português. Confira e prepare-se para abastecer a estante:

1. “Business Adventures”, de John Brooks
“Warren Buffett recomendou esse livro para mim em 1991, e ainda é o melhor livro de negócios que já li. Mesmo que Brooks tenha escrito há mais de quatro décadas, oferece insights contundentes sobre fundamentos atemporais do mundo dos negócios, como o desafio de construir uma grande organização, a contratação de pessoas com as habilidades certas e ouvir feedback dos clientes”, escreveu o empresário.

2. “The Bully Pulpit”, de Doris Kearns Goodwin
No livro, a historiadora analisa as presidências de Theodore Roosevelt e William Taft. Se você está se perguntando por que um empreendedor que não esteja particularmente interessado em presidentes dos EUA do século 20 se interessaria pela leitura, a resposta está na capacidade de liderança deles. “Estou especialmente interessado na questão central que Goodwin levanta: como a mudança social acontece? Pode ser conduzida apenas por um líder inspirador ou outros fatores têm de estabelecer as bases primeiro?”

3. “On Immunity”, de Eula Biss
Com o recente surto de sarampo nas manchetes americanas, a sugestão de Gates é oportuna. “A ensaísta eloquente Eula Biss usa ferramentas de análise literária, filosofia e ciência para examinar os rumores rápidos e imprecisos sobre vacinas infantis que se proliferaram entre os pais americanos”. O livro é recomendado especialmente para pais mais jovens.

4. “Making the Modern World”, de Vaclav Smil
Segundo o empresário, Smil é “provavelmente seu autor vivo favorito” — para Gates, todos os trabalhos do historiador são uma leitura obrigatória, graças à clareza na visão do escritor. Neste livro, “Smil examina os materiais que usamos para atender às exigências da vida moderna, como cimento, ferro, alumínio, plástico e papel. O livro é cheio de estatísticas assustadoras”.

5. “How Asia Works”, de Joe Studwell
“O jornalista de negócios Joe Studwell dá respostas convincentes para duas das maiores questões do desenvolvimento econômico: como países como Japão, Taiwan, Coreia do Sul e China conseguem manter crescimento elevado e por que tão poucas nações conseguem seguir o mesmo caminho”, diz Gates.

6. “How to Lie With Statistics”, de Darrell Huff
O livro de 1954 coloca em debate o uso de dados, ensinando a adotá-los de forma perspicaz. Segundo Gates, o tema é “mais relevante do que nunca. Um capítulo mostra como recursos visuais podem ser usados ​​para exagerar tendências e dar comparações distorcidas. É um lembrete oportuno, dada a frequência com que infográficos aparecem no seu Facebook e Twitter atualmente”.

Seleção Draft – Professores

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Kaluan Bernardo, no Projeto Draft

professores

Microsoft quer saber quem são os professores inovadores (foto: portugalnews)

Prêmio reconhece práticas inovadoras de professores.
Três projetos de professores brasileiros foram indicados no Fórum Global de Educadores, promovido pela Microsoft, em Redmond, nos EUA. Dois deles são de um colégio particular em São Paulo, enquanto o terceiro é da rede municipal de Campo Bom (RS).

O primeiro deles, criado pelas professoras Mariana Pedro, Claudia Madalozzo e Maria Fernanda Canovas, consistiu em criar, junto com os alunos, um game com perguntas e respostas sobre o corpo humano; outro, do professor Francisco Tupy, também incentivou os alunos a criarem jogos digitais e analógicos utilizando plataformas virtuais e impressoras 3D; enquanto o último, da professora Marilene Bauer, criou junto com os alunos um jornal que virou site, quadrinhos e jogos em inglês. Conheça melhor as histórias aqui.

Um curso “imersivo” sobre indústria da música.
Mais do que um curso, O Panda Criativo e a Musicness querem oferecer uma “experiência imersiva e interativa”. O encontro, que acontece amanhã, é ministrado por Afonso Marcondes e terá dinâmicas de networking, conteúdos expositivos, debates com profissionais da área e um pocket show com a cantora Lia Paris. Custa 490 reais. Mais informações aqui e no vídeo abaixo:

Change.org recebe aporte milionário.
A gente já contou a história da Change.Org, aqui. E por isso, a notícia de que a empresa acaba de receber investimentos na casa dos 25 milhões de dólares nos deixa duplamente felizes: pela causa em si, e por sinalizar de que há gente graúda de alguma forma acreditando em iniciativas que podem deixar o mundo mais bacana. O investimento veio de nomes como Bill Gates, Richard Branson (fundador do Virgin Group), Arianna Huffington (fundadora do Huffington Post), Evan Williams (co-fundador do Twitter), Jerry Yang (co-fundador do Yahoo! e AME Cloud Ventures), Reid Hoffman (co-fundador do Linkedin), Jeff Weiner (CEO do Linkedin), Gideon Yu (ex-CFO, Facebook e YouTube) e Ashton Kutcher & Guy Oseary (A-GRade Investments).

Investimentos em startups poderão ser deduzidos do IR.
A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado aprovou esta semana um projeto que permite a dedução de impostos de pessoas físicas que invistam em startups. Ou seja: estamos falando de investimentos-anjo. A dedução seria de 20% do valor investido, com um teto de 80 mil reais anuais. O projeto ainda precisa passar pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Se aprovado, o poderá ser uma maneira eficiente de alavancar a economia no país. Vamos acompanhar.

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