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Na contramão da crise, Livraria Travessa vai abrir mais unidades e prevê maior faturamento

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Segundo o Valor, a livraria projeta que nesse ano apresente um faturamento bruto de R$ 78 milhões, valor 15% superior ao de 2017

Publicado no Infomoney

SÃO PAULO – Ao mesmo tempo em que as gigantes Livraria Cultura e Saraiva enfrentam uma gigantesca crise, fechando lojas e até mesmo entrando com pedido de recuperação judicial, a rede Livraria da Travessa planeja inaugurar duas unidades em março do ano que vem.

Hoje ela conta com nove livrarias abertas no Rio de Janeiro e São Paulo e diz que somente 14% de suas vendas são feitas através da internet. Diretor-geral da livraria, Rui Campos disse em entrevista para o jornal Valor Econômico que além de expandir o número de unidades, está “alterando seu mix de produtos” para atender à demanda crescente de produtos de papelaria.

Ainda segundo o jornal, a livraria projeta para este ano um faturamento bruto de R$ 78 milhões, valor 15% superior ao de 2017.

Como comparação, a receita bruta da Cultura no ano passado foi de R$ 800 milhões. Isso mostra o quão pequena a Travessa ainda é ao lado das gigantes.

A proporção é a mesma ao falarmos das dívidas que cada rede possui: juntas, a Saraiva e Cultura somam dívidas de R$ 960 milhões e a Livraria da Travessa, menos de R$ 200 mil, referente ao resíduo de um empréstimo feito com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Ela vai na contramão da crise. Campos disse ao Valor que as vendas de livros “sempre cresceram”; as de CDs e DVDs caíram e parte do espaço destinado a esses produtos agora apresenta itens de papelaria.

Sua relação com as editoras brasileiras, diferente também do que acontece com a Saraiva e Cultura, está melhor do que nunca. Campos diz que a Travessa está “sempre rigorosamente em dia com seus pagamentos” e que usa um software de compartilhamento de dados com as editoras, que indica o status das vendas e estoques e lhes dá “segurança”. Somente às editoras, as gigantes devem mais de R$ 280 milhões.

Quem se aproveita da situação é a Amazon, uma das “responsáveis” pela crise do mercado na visão das redes. Ela enviou às editoras, ainda nessa semana, uma carta oferecendo a possibilidade de antecipar o pagamento de recebíveis a taxas mais baixas do que a média do mercado.

A Amazon ainda detém apenas 10% do mercado de varejo de livros no Brasil, mas vê esse número crescer cada vez mais.

Fenômeno editorial planetário, ‘A amiga genial’ enfim chega à TV no domingo

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Atrizes escolhidas para viverem Lila e Lenù em ‘A amiga genial’ Foto: Divulgação

Série contará as primeiras histórias da saga napolitana de Elena Ferrante que já vendeu 10 milhões de cópias

Carlos Heli de Almeida, em O Globo

RIO — Saverio Costanzo andou cortejando a misteriosa escritora Elena Ferrante muito antes do sucesso planetário de “A amiga genial”. Lançado na Itália no fim de 2011, o livro e suas três sequências venderam, até aqui, mais de 10 milhões de cópias em cerca de 40 países (no Brasil, a série é publicada pela Biblioteca Azul/Globo Livros). Mas era 2007, e o cineasta estava de olho no romance “A filha perdida”, que Ferrante publicara um ano antes e ele queria adaptar para as telas. Decepcionada com propostas anteriores, ela não deu sinal verde.

Daí a surpresa de Costanzo quando foi informado de que havia sido escolhido pela própria escritora para dirigir a série de TV “My brilliant friend”, que estreia neste domingo, às 22h, na HBO. Os dois nunca se viram — mesmo consagrada mundialmente, a autora mantém até hoje sua identidade em segredo e concede poucas entrevistas (sempre por escrito).

— Adoro os livros, mas não me via à frente de uma superprodução desse porte, que cobre décadas da relação entre duas personagens — reconheceu o realizador romano de 43 anos durante o Festival de Veneza, em setembro, onde exibiu os dois primeiros capítulos de “My brilliant friend” em première mundial. — Mas o convite me deixou mais animado do que tenso, porque compartilhávamos do mesmo imaginário e, portanto, sabia qual caminho tomar. Os livros são muito precisos.

A temporada tem apenas oito episódios. Como no livro inicial, eles cobrem a infância de Elena (a Lenu) e Lila, duas amigas que crescem num pobre subúrbio de Nápoles, no Sul da Itália, nos anos 1950. Vizinhas no mesmo bairro operário da cidade costeira italiana, elas vivem os percalços de uma infância cheia de violência e limitações financeiras, as descobertas da adolescência e os primeiros contatos com o mundo adulto. É uma história de uma amizade de uma vida inteira, que sobrevive não só a imposições externas mas também a sentimentos pessoais — nem todos necessariamente edificantes, como inveja e repulsa.

Elisa Del Genio, ou ‘Lenú’, vive ‘Elena Greco’ criança. A personagem é protagonista e narra o romance. Lenu, como é chamada, cresce na pobreza em Nápoles. Divulgação / Divulgação

— Ferrante fala de amizade de um jeito perigoso, tocando em assuntos espinhosos e investigando a verdade do ser humano — argumenta o diretor, que chama Ferrante de escritora “de culhões”. — Digo perigoso porque suas histórias iluminam aspectos obscuros de nós mesmos, com que, por mais pesados e grotescos que sejam, somos capazes de nos identificar. O apelo universal de seus livros vem daí. Ela confronta o leitor com o que ele realmente é, dando-lhe a chance de se aprimorar. É o que a arte costuma fazer.

A série de TV é fiel ao espírito dos livros, mas faz pequenas mudanças na estrutura e na cronologia dos eventos. O roteiro foi desenvolvido pelo diretor, em colaboração com os roteiristas Francesco Piccolo e Laura Paolucci, e a própria Ferrante. Mesmo após tudo isso, o diretor jura que nunca viu a escritora pessoalmente e que as trocas entre os dois aconteceram por email.

Ludovica Nasti é ‘Lila’, ou ‘Raffaella Cerullo’, a amiga genial do título, em sua infância. Filha de um sapateiro, bonita e carismática, ela é uma personagem manipuladora e imprevisível. Divulgação

Ferrante acompanhou todo o processo de escrita, fez sugestões e até escreveu algumas cenas. Foi uma espécie de guia pela trama. Produção da HBO em parceria com a RAI italiana, “My brilliant friend” tem Paolo Sorrentino (de “A grande beleza”) como produtor associado. Principal cenário dos primeiros capítulos da série, o conjunto habitacional onde moram as protagonistas foi construído no terreno de uma antiga fábrica de vidro a 37km de Nápoles. Elisa Del Genio e Margherita Mazzucco vivem Lenu criança e adolescente, e Ludovica Nasti e Gaia Girace encarnam Lila nas duas fases. O elenco foi selecionado entre atores da região.

— Grande parte dos diálogos é em dialeto napolitano, como nos livros. Claro que poderíamos escalar atores de outras regiões, que aprenderiam o dialeto, mas não soaria autêntico — explica o diretor. — Ferrante fez uma tetralogia sobre a alma napolitana, que acredito ser a matriz da identidade italiana.

As jovens que encarnam Lenu e Lila não tinham qualquer experiência anterior com atuação. Elisa entrou para o seriado quase por acaso, porque foi acompanhar o irmão mais velho, de 15 anos, numa sessão de testes. O rapaz não conseguiu um lugar no elenco, mas a irmã chamou a atenção dos produtores, foi convidada a participar das audições e acabou com o papel de Lenu.

— Comecei a fazer os testes a dois meses do fim da seleção, os outros candidatos estavam no processo há sete. Então, fui descoberta nos últimos momentos da fase de casting — lembra a pequena Elisa, de 11 anos. — Tenho alguma experiência como modelo infantil, mas só fiz dois trabalhos até agora.

Ludovica, de 12 anos, também posa para fotos de propaganda. Conhecia pouco — ou quase nada — sobre a tetralogia de Ferrante: até entrar para a série de TV, só havia lido “as três primeiras páginas do primeiro livro da série”. Terminou de ler a obra porque sentiu “curiosidade para saber o que acontecia” com sua personagem”, mas diz que não havia necessidade d isso:

—Minha avó me contou como era viver na Nápoles dos anos 1950. Até o dialeto napolitano, que naquela época era diferente do de hoje, eu aprendi com ela.

Elisa Del Genio e Ludovica Nasti vivem as protagonistas mais velhas Foto: Divulgação

Das quatro, Gaia Girace, 15 anos, a Lila adolescente, é a única que tinha planos de se tornar atriz. Entrou recentemente para uma escola de cinema em Nápoles e aposta no sucesso da série de TV, que impulsionará “a carreira internacional” que almeja.

A tímida Margherita Mancuzzo, que interpreta a Elena teen, só se apresentou para os testes porque vários colegas de colégio foram. Foi escalada no último dia, e diz que se apaixonou pela série:

— Gosto de como as personagens de Elena e Lila se equilibram no primeiro livro, uma apoiando a outra. São livros mágicos, especialmente no jeito como as personagens são descritas, física e psicologicamente.

“A maior parte das escolas formam robôs incompetentes”, afirma Shinyashiki

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Com mais de 8 milhões de livros vendidos, Roberto é um dos palestrantes mais requisitados do país

Isabela Borrelli, no Startse

Roberto Shinyashiki é empresário, palestrante, médico psiquiatra e terapeuta, com MBA e doutorado em Administração de Empresas pela FEA/USP. Ele esteve recentemente, junto com a StartSe, nos maiores centros de inovação do mundo atrás de conhecimentos transformadores que podem ser aplicados na Educação.

Com mais de 8 milhões de livros vendidos, Roberto é um dos palestrantes mais requisitados do país. Sua visão sobre a importância das pessoas no processo de transformação de empresas e mercados é única.

Em sua palestra no Edtech Conference, Shinyashiki foi direto ao ponto sobre o que ele acha de educação hoje: “Aquela criança que tem aula [no formato atual] pensa que é um robô e pensa como um robô. Mas ele não tem inteligência artificial no robô! É preciso ler Paulo Freire e Rubens Alves. A maior parte das escolas são formadoras de robôs incompetentes”.

O formato de ensino hoje é muito criticado exatamente por não ter mudado em aproximadamente um ano. E não só por isso, mas também por não respeitar a diversidade, outro ponto levantado pelo palestrante.

“O mundo é diversidade, é alimentar essa diversidade. As pessoas querem determinar o certo, querem criar uma verdade. Parece que não dá para 10, 2, 20 pessoas estarem certas ao mesmo tempo sobre um tema. Não tem uma única forma. Lidamos com grupos de seres humanos”, afirmou o empresário.

ONG de cantora country nos EUA celebra 100 milhões de livros infantis doados

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Dolly Parton (direita) revela o título do livro de número 100 milhões doado por sua ONG Biblioteca da Imaginação, em evento na Biblioteca do Congresso dos EUA (Foto: Divulgação/Shawn Miller/Library of Congress)

Dolly Parton, cantora e atriz norte-americana, criou ONG para doar livros todo mês a crianças de zero a cinco anos; na semana passada, campanha chegou à marca de 100 milhões de livros doados.

Publicado no G1

A cantora country e atriz norte-americana Dolly Parton comemorou, na semana passada, a doação de 100 milhões de livros infantis a crianças dos Estados Unidos. Por meio da ONG Imagination Library (Biblioteca da Imaginação, em tradução livre do inglês), Dolly celebrou a marca em um evento na maior biblioteca do mundo: a Biblioteca do Congresso dos EUA, instituição cultural mais antiga do governo americano.

A ONG de Dolly Parton existe desde 1995 e seu maior objetivo é a alfabetização na primeira infância. Os 100 milhões de livros foram doados todo mês a crianças entre zero e cinco anos de quatro países diferentes: EUA, Canadá, Reino Unido e Austrália.

“A vontade de Dolly é nutrir o amor pela leitura entre as crianças em idade pré-escolar de seu país e suas famílias, dando de graça, a cada criança, um livro por mês na idade apropriada para ela, até que ela comece a escola”, explica a página oficial da ONG no Facebook.

Dolly Parton lê livros para crianças e adultos na Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos (Foto: Divulgação/Shawn Miller/Library of Congress)

De acordo com a Biblioteca do Congresso, o livro de número 100 milhões foi doado pela ONG à própria biblioteca, que é a maior do mundo, foi criada em 1832 e em 2017 contava com 167.000.738 itens em suas coleções de livros, revistas, manuscritos, mapas, periódicos e outros materiais audiovisuais.

Carla Hayden, responsável pela biblioteca, afirmou que “não existe uma maneira de quantificar o impacto que esse programa teve no desenvolvimento de jovens leitores no país e em outras partes do mundo. Isso é um presente extraordinário para a humanidade”.

Depois de trocar a carreira na música pela de cientista, brasileiro ganha bolsa de quase R$ 2 milhões nos EUA

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O brasileiro Gabriel Victora, em seu laboratório em Nova York: ele foi um dos 24 ganhadores da bolsa da Fundação MacArthur em 2017, que dá um prêmio de R$ 1,98 milhão (Foto: Divulgação/MacArthur Foundation)

O brasileiro Gabriel Victora, em seu laboratório em Nova York: ele foi um dos 24 ganhadores da bolsa da Fundação MacArthur em 2017, que dá um prêmio de R$ 1,98 milhão (Foto: Divulgação/MacArthur Foundation)

O imunologista Gabriel Victora, que tem 40 anos e vive em Nova York, está entre os 24 ganhadores da MacArthur Fellow de 2017, que homenageia o ‘talento criativo’ de cada um com o pagamento de quase R$ 2 milhões, sem contrapartidas.

Ana Carolina Moreno, no G1

Quando a equipe da Fundação MacArthur começou a telefonar para as 24 pessoas que ela havia selecionado para receberem a edição 2017 de sua “bolsa de gênios”, precisou tentar várias vezes antes de conseguir falar com o brasileiro Gabriel Victora, um dos nomes do seleto grupo. “Recebi vários telefonemas seguidos de um número desconhecido de Chicago. Eu estava assistindo a uma palestra e não pude atender. Quando liguei de volta depois da palestra, uma pessoa me perguntou se eu podia falar sem ninguém me escutar, depois me deu os parabéns e a notícia”, contou o imunologista, em entrevista ao G1.

A notícia foi finalmente divulgada ao público na última quarta-feira (11), quando os nomes dos 24 ganhadores da prestigiada MacArthur Fellow foram divulgados. O prêmio é conhecido como “bolsa de gênios” por causa do volume de dinheiro que oferece a cada premiado – US$ 625 mil, o equivalente a R$ 1,98 milhão, pagos em um período de cinco anos e sem a exigência de contrapartidas, relatórios ou comprovação de desempenho. Também contribui para essa fama a aura de mistério que envolve o processo seletivo: ninguém pode se candidatar à bolsa.

“Ninguém sabe nada sobre as nomeações, nem quem são os ‘nomeadores’, tudo é muito discreto”, diz Victora, que é o único brasileiro do grupo. Entre os outros homenageados estão pessoas que vivem nos Estados Unidos e atuam em diversos campos, como uma ativista de justiça social do Equador, uma cientista de computação de Israel e um diretor de ópera americano.

O campo em que Victora atua é o da imunologia. Ele chefia o Laboratório de Dinâmica de Linfócitos da Universidade Rockefeller, em Nova York, onde pesquisa como os anticorpos ganham mais potência para neutralizar vírus, bactérias e outros agentes causadores de doenças (os patógenos).

Para Gabriel Victora, um dos 24 ganhadores da bolsa da Fundação MacArthur, 'é difícil um país progredir sem investimento público em ciência e tecnologia' (Foto: Divulgação/MacArthur Foundation)

Para Gabriel Victora, um dos 24 ganhadores da bolsa da Fundação MacArthur, ‘é difícil um país progredir sem investimento público em ciência e tecnologia’ (Foto: Divulgação/MacArthur Foundation)

De acordo com o pesquisador, as vacinas são uma maneira de gerar anticorpos de alta potência contra um patógeno sem ter que passar pela doença. “Isso resulta em uma espécie de memória, tal que se o patógeno verdadeiro aparecer, será eliminado antes que possa causar qualquer sintoma. Portanto, um melhor entendimento desse processo pode em princípio ajudar no desenvolvimento de melhores vacinas”, explicou.

Da música para a ciência

O profundo conhecimento de como funcionam os linfócitos B (as células que produzem os anticorpos) pode indicar que Victora dedicou sua vida ao estudo da imunologia, mas ele atua na área há pouco mais de dez anos. Quando se mudou para os Estados Unidos, no fim da década de 1990, seu plano era seguir a carreira de pianista. Ele concluiu a graduação e o mestrado em piano na Faculdade de Música Mannes, de Nova York.

“Depois de alguns anos como concertista e professor de música resolvi mudar de ares (um pouco por causa da rotina de estudos, que eu achava muito repetitiva)”, lembra o brasileiro. Por novos ares, entenda-se começar um mestrado em imunologia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, em São Paulo. De acordo com ele, a escolha da área de imunologia foi “um pouco por acaso”.

“Meus pais são amigos do Prof. Jorge Kalil da USP, que é diretor de um laboratório de imunologia. Falei com ele sobre minha vontade de entrar na área das biológicas e ele me ofereceu um estágio no seu laboratório. Daí, nunca mais quis sair…”

Depois de concluir seu segundo mestrado, em 2006, ele voltou aos Estados Unidos, onde se formou PhD em imunologia pela Universidade de Nova York, em 2011.

Hoje, seu trabalho passa longe do piano e envolve a imunologia tradicional com a terapia genética, estudando de perto o comportamento dos anticorpos de camundongos.

Ciência ‘básica’ x ciência ‘prática’

Apesar de mencionar as vacinas para explicar seu trabalho a pessoas leigas, Gabriel Victora ressalta que sua atuação está no campo da ciência “básica”, e não “prática”. Para ele, ciência “básica” é a busca de regras que explicam como a natureza funciona.

“No nosso caso, buscamos entender as regras que regem como o sistema imune produz anticorpos contra substâncias alheias ao corpo, e como controlar a especificidade dessa resposta. Esse conhecimento pode servir de base, por exemplo, para o desenho racional de vacinas ou para o tratamento de algumas doenças autoimunes.”

É justamente pela sua abordagem original no estudo e descrição da natureza dos anticorpos que a Fundação MacArthur decidiu incluir o nome do brasileiro entre a prestigiada lista de “gênios bolsistas”. Segundo ele, a importância da notícia vai além do financiamento de pesquisas. “Acho que qualquer prêmio para a ciência, especialmente a básica, tem um efeito importante de divulgação para o público geral”, incluindo o público brasileiro. “O Brasil está sofrendo cortes drásticos no financiamento científico, e quanto mais consciente o público estiver do que está acontecendo, melhor”, disse ele.

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