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Com 1,2 milhão de leitores na net, jovem escritora luta contra gordofobia

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Aos 25 anos, Thati Machado tem 1,2 milhão de leitores na internet (Foto: Bruno Alves/Flipoços)

Aos 25 anos, Thati Machado tem 1,2 milhão de leitores na internet (Foto: Bruno Alves/Flipoços)

 

Aos 25 anos, Thati Machado utiliza plataforma digital Wattpad para publicar.
História com tom autobiográfico tem protagonista gorda e viajante.

Jéssica Balbino, no G1

Com mais de 1 milhão de leitores na internet, por meio da plataforma digital Wattpad, a escritora carioca Thati Machado, de 25 anos, é um fenômeno entre os jovens leitores com a história do livro digital que já está indo para o segundo volume, o ‘Poder Extra G’, onde milita, por meio da literatura, contra a gordofobia e o preconceito. Esta foi a história que ela contou durante o Festival Literário de Poços de Caldas (MG), o Flipoços.

Há dois anos, ela fez um pé-de-meia como professora de espanhol, atriz e designer gráfico para investir na carreira literária. E deu certo. Embora não sem esforço, ela percorre eventos Brasil afora com dois romances já impressos, e recebe fãs e perguntas sobre o livro que é um fenômeno na internet, mas ainda não encontrou uma editora.

“O bom de postar na plataforma digital é que fidelizo os leitores, mas, depois eles não compram os livros físicos e a postagem nas redes ainda não dão retorno financeiro, não rentabilizam, mas são plataformas justas”, contou Thati.

Por isso, ela entendeu como funciona a plataforma digital e aposta nele, postando textos sempre, fidelizando os leitores, que a acompanham como se fosse uma novela. A novidade, pra além do livro com 1,2 milhão de leitores, ela aposta na nova obra “Singular”, que tem o primeiro personagem transexual já criado no Wattpad e embora ainda esteja sendo postada, já teve 200 mil leitores.

Desta forma, sem capital para produzir estes livros impressos, a melhor maneira para atingir um grande número de leitores, sem qualquer custo, é utilizar a internet. “Já recebi convites de pequenas e médias editoras para publicar minhas histórias. Mas nada que valesse a pena. Tanto em termos financeiros quanto de captação de leitores”, revelou ela. “Enquanto não consigo algo melhor, continuarei na internet, que é um terreno seguro nas minhas atuais condições”.

Por meio de plataforma digital, escritora publica sobre gordofobia (Foto: arquivo pessoal)

Por meio de plataforma digital, escritora publica sobre gordofobia (Foto: arquivo pessoal)

 

Luta contra gordofobia por meio da literatura
Portadora do sistema imunológico autoimune, ela luta contra as doenças que podem afetá-la caso coma algo que possa infectá-la, e mesmo assim, tem sobrepeso, o que a faz militar, por meio da literatura, e de um canal no Youtube, contra o preconceito sofrido por pessoas gordas.

“Quando eu fiquei doente e descobri a síndrome autoimune, eu quase não comia, fiquei de cama, em toda minha vida eu fiz 10 cirurgias, e as pessoas me diziam: que bom, agora você fica magra. E eu respondia: queria estar saudável, mesmo gorda. Então, me aceitei por ser gorda e sou bem feliz agora”, disse.

Por esta e outras experiências, Thati Machado resolveu criar a protagonista Nina do livro ‘Poder Extra G’, que possui atitude e amor próprio, capaz de romper com o relacionamento abusivo, empoderar-se, deixar a vida em São Paulo (SP) e mudar-se para Buenos Aires, onde recomeça a vida, ganha alguns quilos extras e sente-se muito feliz.

Já no segundo livro, por exemplo, quem ganha destaque é uma personagem secundária do primeiro livro: Noah, um transexual argentino, irmão do cara por quem Nina se apaixonou durante viagem a Buenos Aires.

“É fundamental escrever sobre estes temas, porque gosto de trabalhar a representação. Muita gente não se vê retratada na literatura já existente e vejo que tenho o poder de fazer isso. No livro ‘Poder Extra G’ tem muito de mim e da minha vivência como mulher gorda. O retorno que vem disso é de pessoas que se identificam e se auto reconhecem na personagem”, contou a autora.

Questionada sobre o método de trabalho é sempre o mesmo: Thati escreve cerca de seis páginas de história em uma semana e na seguinte, coloca o texto na internet. Como é uma obra publicada em partes, como se fosse uma novela, há muitos palpites e sugestões por partes dos leitores. “Leio tudo com atenção, mas raramente mudo alguma coisa, pois se eu cedo, perco o controle da história. E não é essa a ideia”, revela a escritora, que diz receber muito mais críticas construtivas do que opiniões vazias. “O mais legal de tudo isso é que as pessoas se identificam com as personagens e descobrem que podem ser felizes, mesmo não sendo exatamente modelos”.

Serviço – Para conhecer mais sobre a autora, visite o Wattpad da autora.

Corpo é encontrado no Parque Náutico, em Curitiba, ao lado de livros de mistério

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Títulos dos livros encontrados com a vítima chamaram a atenção. Foto: Gerson Klaina

Títulos dos livros encontrados com a vítima chamaram a atenção. Foto: Gerson Klaina

 

Lucas Sarzi, no Paraná Online

Ironicamente ou não, Golpe Quase Perfeito e O Tesouro do Cemitério eram os títulos dos livros que estavam com um homem encontrado morto no Parque Náutico, no Boqueirão, em Curitiba. O corpo foi visto por algumas pessoas, que chamaram a Guarda Municipal, por volta das 10h desta sexta-feira (6).

Segundo apurou a Tribuna do Paraná, o homem foi jogado no mato ao lado da rua que dá acesso à Sanepar. A cabeça dele estava parcialmente enterrada na terra. A perícia do Instituto de Criminalística constatou que foram três disparos: um na cabeça, outro no peito e um no braço. Um dos disparos chegou a passar pelo outro lado do corpo.

O homem carregava consigo, nas costas, uma mochila. Além de algumas peças de roupas, um par de tênis e objetos pessoais, nenhum documento foi encontrado. Ele estava totalmente vestido, mas não usava cueca. O que chamou a atenção foram os nomes dos dois livros encontrados na mochila. “Ironia do destino”, disse uma das pessoas que acompanhava o trabalho dos policiais. Próximo aos livros, algumas gotas de sangue apontavam que o homem foi morto na rua.

Para a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o homem era morador de rua. Apesar disso, nenhuma informação sobre os autores ou como o corpo foi deixado no local foi passada aos policiais. Informações que possam ajudar no trabalho de investigação podem ser passadas através do Disque-Denúncia da DHPP, através do telefone 0800-6431-121.

Visitantes do parque acharam o corpo e chamaram a polícia. Foto: Gerson Klaina

Visitantes do parque acharam o corpo e chamaram a polícia. Foto: Gerson Klaina

Harry Potter | Paraquedistas jogam quadribol em pleno ar

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Caio Coletti, no Observatório do Cinema

Um grupo de paraquedistas realizou o sonho de muitos fãs ao chegar o mais perto possível de um jogo real de quadribol, o esporte criado por J.K. Rowling nos livros e filmes de Harry Potter.

Saltando de um avião munidos com vassouras, uma bola e um arco, os paraquedistas chegaram a marcar um “gol” em pleno ar antes de abrirem os para-quedas. Veja vídeo um pouco mais abaixo.

A franquia ganhará na metade do ano, no Reino Unido, uma nova peça de teatro, Harry Potter and the Cursed Child (Harry Potter e a Criança Amaldiçoadada).

Na peça, enquanto Harry luta contra um passado que se recusa a ficar no passado, seu filho mais novo, Alvo Potter, precisa lidar com o peso de um legado de família que ele nunca quis. Enquanto passado e presente começam uma sinistra fusão, pai e filho aprendem uma verdade desconfortável: às vezes a escuridão vem de lugares inesperados, diz a sinopse de Harry Potter and the Cursed Child.

Além disso, o universo de Harry Potter também ganhará um filme derivado, Animais Fantásticos e Onde Habitam. Com estreia marcada para novembro deste ano, o longa servirá como o início de uma trilogia derivada. As estreias dos próximos filmes vão acontecer em 2018 e 2020.

5 livros clássicos que podem tornar você um líder muito melhor

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(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

 

Ao ler F. Scott Fitzgerald e Arthur Miller, é possível aprender mais sobre nós mesmos e sobre o que faz a boa liderança

Publicado na Época Negócios

Não se trata de autores que escrevem sobre gestão, negócios e liderança. Estamos falando de literatura clássica: escritores como o americano F. Scott Fitzgerald, o nipo-britânico Kazuo Ishiguro e o francês Albert Camus, premiadíssimos e cujas obras são leitura obrigatória, oferecem insights inestimáveis para compreender a verdadeira liderança, segundo Scotty McLennan, professor da Stanford Graduate School of Business.

Segundo McLennan, responsável pelo MBA “O Mundo dos Negócios: Investigação Moral e Espiritual através da Literatura”, não devemos nos limitar a manuais e biografias, além de estudos, pois isso significa perder a oportunidade de olhar para a questão de maneira diversa. Ele garante que, ao ler alguns clássicos literários, é possível mergulhar na “mente” dos personagens – e aí se encontram lições valiosas.

“A literatura pode mostrar de uma maneira que estudos de casos específicos e biografias que supostamente abordam a realidade não podem alcançar”, diz Scotty McLennan, em um artigo da Business Insider.

A seguir, uma lista de clássicos capazes de provocar ideias e que poderiam figurar facilmente entre os melhores livros para se ler nesta vida.

O Grande Gatsby
F. Scott Fitzgerald

Considerado por McLennan como o livro do “sonho americano”, “O Grande Gatsby” conta a história de um jovem pobre que busca o sucesso a qualquer preço para impressionar o grande amor de sua juventude, Daisy.

“Podemos aprender com Gatsby como a vida pode ser transformada, ao colocar ideais acima das decisões práticas da vida diária, acima do desejo por segurança e da busca pelo poder”, afirma o professor. “Não creio que muitas pessoas sejam capazes de viver no mesmo nível de idealismo de Gatsby por tanto tempo.”

“É claro que o livro de Fitzgerald nos desafia a manter um idealismo além daquele de Gatsby, ao mostrar de forma comovente as suas limitações”, aponta McLennan.

Siddartha
Herman Hesse

O romance acompanha um homem que luta para “combinar negócios e espiritualidade”. “Ele se torna um mercador rico que no início não dá muita importância ao sucesso material, concentrando-se em atender bem seus clientes e agir de maneira ética em relação aos acionistas. Mas ele acaba se tornando ganancioso e sucumbe à ‘doença da alma do homem rico’ e se transforma em um homem maldoso”, comenta o professor.

Mais tarde, ele consegue encontrar o equilíbrio ao oferecer transporte para que viajantes possam cruzar um rio – oferecendo conselhos espirituais.

O Estrangeiro
Albert Camus

Muito citado como uma das principais obras do Existencialismo, o livro aborda a “filosofia do absurdo” de Camus. Ao matar um homem, o personagem Mersault estabelece duas narrativas em primeira pessoa, uma antes do assassinato e outra depois.

Para o professor McLennan, este livro leva o leitor a questionar seu papel como ser humano e, portanto, seu lugar no universo. Qual é o significado da vida, se é que existe um significado?

Vestígios do Dia
Kazuo Ishiguro

O romance, que acompanha um velho mordomo que devotou a maior parte de sua vida ao lorde da mansão – a ponto de se tornar cego em relação ao que acontece no mundo e também às suas necessidades. Ele vê o mundo de maneira hierarquizada, seguindo um código antiquado, através de vás décadas.

Segundo McLennan, há várias passagens que discutem valores de liderança e ética. Em última análise, o livro pode ser visto como um estudo sobre as diferenças entre Ocidente e Oriente.

Morte de um Caixeiro-Viajante
Arthur Miller

Outro romance que faz parte da lista do professor de livros do “sonho americano”, esta peça é uma lição de confiança – em si mesmo e no mundo que nos rodeia. O caixeiro-viajante Willy Loman acredita ser capaz de controlar seu destino e o de sua família, tentando impor a seus filhos trabalhos que não se encaixam em sua natureza.

“Se ele confiasse mais nas pessoas a seu redor em vez de tentar controlar tudo sozinho, e aceitasse sua própria natureza em lugar de se tornar uma pessoa que ele não era, possivelmente seria mais bem sucedido”, diz McLennan.

Universitários fazem exposição de livros gigantes em Vitória

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Livros gigantes são recriados por estudantes de pedagogia (Foto: Carlos Alberto Silva/ A Gazeta)

Livros gigantes são recriados por estudantes de pedagogia (Foto: Carlos Alberto Silva/ A Gazeta)

 

Alunos recriaram clássicos da literatura infantil, como a ‘Bela e a Fera’.
Exemplares atingem 1,60m de altura e têm 1,15m de largura.

Tatiana Moura, no G1

Alunos do curso de pedagogia de uma faculdade particular de Vitória realizam, nesta sexta-feira (6), uma exposição de livros clássicos da literatura infantil, entre eles ‘A Bela e a Fera’ e ‘Rapunzel’. O curioso da história é que os exemplares atingem 1,60m de altura e têm 1,15m de largura.

A atividade é parte da disciplina Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Alfabetização, e integra o projeto de exposição e contação de histórias idealizado e coordenado pela professora Lilian Menenguci.

Ao todo, a exposição vai contar com dez livros, que foram confeccionados ao longo de três meses. Foram usadas as mais variadas técnicas e materiais, entre eles PVC, cartão paraná, adesivação e relevo.

As turmas foram divididas em grupos e cada uma escolheu uma obra da literatura infantil. A estudante do 3° período Adriana Duarte da Silva, de 31 anos, reproduziu o clássico ‘O Patinho Feio’, junto às amigas Adriana Alves, Alice Ellen Rozário, Andréa Santana, Juliene Patrocínio.

“Foi uma missão quase impossível, porque ninguém imaginava um livro desse tamanho. Quebramos a cabeça e, no final, nos fascinamos com o resultado”, contou Adriana.

Ela afirma que um dos principais aprendizados que teve durante a realização do trabalho foi a capacidade de trabalhar em grupo. “E respeitar as opiniões diferentes das minhas, cada uma tinha um ponto de vista e, às vezes, era difícil entrarmos em consenso”, lembrou.

A aluna do 2º período Janisse Siman afirma que recebeu a missão de construir o livro gigante como um desafio. “Especialmente pela aprendizagem que ele significará no exercício de nossa futura profissão. É uma atividade que está nos dando a oportunidade de enriquecer nossos conhecimentos e, além disso, encher de magia o espaço educacional”, falou.

Leitura
Lilian acredita que a exposição incentiva não só a leitura, como a escrita. “Inclusive no próprio processo de formação dos alunos, porque daqui a pouco eles serão professores também, e a leitura e a escrita são os instrumentos de trabalho do professor”, destacou.

Os alunos do CMEI Jacyntha Ferreira Simões, em Goiabeiras, serão os convidados da exposição.
Na faculdade a mostra só permanece nesta sexta, mas ela vai ter continuidade na programação da 3ª Feira Literária Capixaba, de 12 a 15 de maio, com entrada franca.

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