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Criador de Game of Thrones revela qual sua maior decepção com a série de televisão

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Catelyn Stark em Game of Thrones

Pedro Vieira, no Observatório do Cinema

Apesar de ter contribuído para o desenvolvimento da série de televisão de Game of Thrones, o autor dos livros da franquia, George R.R. Martin, não escondeu que possuí algumas ressalvas e decepções com a adaptação televisiva.

Durante uma entrevista à Esquire China, o escrito revelou qual personagem do livro que não está na série, ele gostaria de ter visto na adaptação. “No livro, os personagens podem ser ressuscitados. Depois Catelyn [Stark] é ressuscitada como Lady Stoneheart, ela se torna uma assassina vingativa e sem coração. No sexto livro, continuo a escrevê-la” disse o autor, deixando explícito que queria que a versão ressuscitava de Catelyn tivesse aparecido no programa.

O interessante, porém, será saber qual a importância da personagem no livro e como isso modifica a narrativa em relação ao que foi visto na série de televisão.

Nenhum detalhe em relação a trama da 8ª temporada de Game of Thrones foi revelado até o momento, mas a série recentemente filmou sua maior sequência de ação até o momento.

Enquanto os fãs tentam decifrar como será o final de Game of Thrones, o ator Joe Dempsie já revelou que nenhum teoria até o momento teria conseguido descobrir o fim da franquia.

Sendo uma das séries mais populares da história, Game of Thrones ainda recebeu uma homenagem de uma fã engenheira, que usou nome de personagens para nomear ruas de um loteamento – veja aqui.

Game of Thrones retorna para sua oitava e última temporada em 2019.

12 livros úteis para momentos de crise

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Quando você não sabe o que fazer, talvez seja a hora de procurar sabedoria em outros lugares.

Nivaldo Gomes, no Papo de Homem

Essa história começa algum tempo atrás.

Quando 2017 chegou, eu estava crente que superaria todos os meus limites e seria o melhor ano da minha vida. Estava concentrado em todas as minhas metas e onde queria chegar. Parecia o começo de um filme dramático onde o mocinho está feliz mas quem está assistindo sabe que em qualquer momento o jogo vai virar.

Em menos de um mês eu vi minhas finanças ficando em um estado deplorável. O negócio que eu tinha montado não dava resultado, minha alimentação e saúde indo pro saco, meu cachorro ficando doente e falecendo em seguida. Assim, entrei em uma crise.

Não foi fácil.

Sem muita opção, a primeira coisa que fiz foi aceitar o que estava acontecendo. A segunda foi buscar forças em livros para aprender como viver e sair dela.

Dentre os livros que li, estes foram os que mais me ajudaram.

A sutil arte de ligar o foda-se (Mark Manson)

Por mais que você esteja passando por um momento difícil, lembre de uma coisa … você não é especial. Nesta obra Mark Manson se figura como um amigo sincero e mostra, de uma forma bem bacana, que a vida é uma sequência interminável de problemas e o máximo que você pode fazer é preenchê-la com problemas que valem a pena.

Através do livro comecei a perceber que às vezes acabava me irritando com coisas que eu não tinha controle, como o ônibus que não parava para eu subir, o uber que demorava para chegar enquanto eu estava atrasado para algum compromisso.

O ponto final do autor não é que você ligue o foda-se para tudo, mas que remova tudo que não vai trazer retorno e foque no que realmente importa para a sua vida.

Em um momento de crise como o que eu vivia, esta foi a melhor coisa a ser feita.

Em busca de sentido (Viktor Frankl)

Viktor foi um psiquiatra austríaco que viveu na pele o terror causado pelos Nazistas. Foi no campo de concentração que ele teve que colocar em prática toda a sua filosofia de vida.

Esse livro é o encontro da teoria com a prática vivenciada pelo próprio autor.

É dividido em duas partes. Na primeira, Viktor mostra o que viveu em um campo de concentração e mostra tanto o ponto de vista dele quanto dos seus amigos. Na segunda parte ele fala sobre a Logoterapia, uma psicoterapia fundada pelo próprio autor, que teve seus trabalhos interrompidos durante a prisão mas que retomou após a liberdade.

Esse foi o primeiro livro que li quando fechei a minha startup e me senti sem rumo.

O obstáculo é o caminho (Ryan Holiday)

Esse livro foi o meu portão de entrada para o estoicismo. Ryan Holiday demonstra uma forma diferente de encarar os nossos problemas do dia a dia e como eles podem nos alavancar. O livro é dividido em três partes: percepção, ação e vontade.

No momento em que li este livro, estava enfrentando vários problemas, tanto profissionais quanto pessoais e acabei começando a culpar tudo. A obra me mostrou uma perspectiva diferente de como enxergar os problemas logo nos primeiros capítulos.

Um fato interessante é como o autor exemplifica seus argumentos através de grandes nomes da história como Marco Aurélio.

Além desse, também indico o Ego é Seu Inimigo, do mesmo autor.

Se por um lado o livro “O Obstáculo é o Caminho” mostra como encarar problemas entre você e o mundo, o Ego é Seu Inimigo mostra como encarar problemas que surgem entre você e você. Novamente, o autor divide o livro em 3 partes, aspiração, sucesso e fracasso, e mostra o quanto o ego aparecer em cada um destes momentos.

Eu comecei a ver várias atitudes minhas que batiam com algumas descrições e o quanto aquilo estava me prejudicando—principalmente na parte de fracasso.

Sobre a brevidade da vida (Sêneca)

Geralmente em momentos tensos, você começa a refletir sobre o que está fazendo com a sua vida. Foi dessa forma que achei esse livro. Simples, pequeno e incrivelmente rico.

A obra se trata de cartas escritas por Sêneca e dirigidas a Paulino. Além de ser um dos maiores nomes do estoicismo, Sêneca demonstra como acabamos encurtando a vida com futilidades, e como ela pode ser não só mais longa mas também mais rica.

O livro é bem curtinho e pode ser lido em uma tarde.

A Guerra Da Arte (Steven Pressfield)

Todo mundo já teve ou tem dificuldade de iniciar algo novo. Steven Pressfield afirma que essa dificuldade é causada pelo nosso maior inimigo, a Resistência, que se encontra no meio das nossas duas vidas, aquela que vivemos e aquela que não é vivida por nós.

Ele divide o livro em 3 partes. A primeira foca em detalhar mais a Resistência, a segunda parte aborda como combatê-la e a terceira mostra o que acontece quando vencemos.

Personificar todos os meus bloqueios através da Resistência e criar este combate dentro da minha cabeça foi de grande ajuda para sair da inércia e começar a campanha contra a crise.

Not caring what other people think is a super power (Ed Latimore)

Se você quer saber como dar a voltar por cima e quer usar alguém como espelho, Ed Latimore pode ser a pessoa que vocês procura. Ele cresceu em um “ghetto”, onde crime e violência era companheiras do seu dia a dia. Conseguiu achar no boxe uma saída, mas teve problemas com álcool. Hoje ele é um veterano militar, escritor e graduando em física.

O que me chamou atenção no Ed, é que além de ser bem transparente, ao ponto de falar sobre o nocaute que sofreu em rede nacional, a sua escrita é simples porém repleta de riqueza. Infelizmente, seu livro não tem versão em português, mas não precisa ter o inglês tão afiado para apreciar a obra.

Antifrágil (Nassim Taleb)

A fragilidade faz não só pessoas entrarem em crise, mas sistemas e grande corporações, uma vez que é impossível prever todos os cenários. Mas mesmo sem tal poder, podemos nos preparar para as consequências dos seus efeitos. Isto que diferencia o frágil do antifrágil, o primeiro pode ser destruído com o caos, o outro se beneficia dele.

Sem sombra de dúvidas, foi um dos livros mais bem escritos e densos que já li. Ele não só vai ajudar você a ter uma visão melhor do mundo como vai preparar para qualquer crise futura que venha a acontecer.

Maestria (Robert Greene)

Em momentos difíceis é fácil nos sentimos inferiores e começarmos a nos comparar com os outros. Acabamos idolatrando e colocando essas pessoas em lugares de Deuses, por achar que elas são mais bem sucedidas que nós. Porém, além de serem humanos como nós, eles tiveram uma longa jornada para chegar em sua melhor versão.

Esse livro, de Robert Greene, demonstra os passos para alcançar a maestria por meio do exemplo de grandes nomes como Mozart, Newton, Paul Graham e outros.

Minha Luta, Sua Luta (Ronda Rousey)

A Ronda, além de me chamar atenção em suas lutas, me chamou mais atenção sobre a maneira que ela vê o mundo. Sua carreira teve muitos altos e baixos e ela faz questão de mostrar isso, desde o suicídio do pai, até ser a primeira mulher a ir para o UFC.

Muitos acham a Ronda um pouco arrogante e, graças a isso, se recusam a ler o livro. Eu penso que se uma mulher fez história no judô e no UFC (onde o presidente falou que nunca teria uma mulher lutando na sua organização), ela deve ser estudada. Apenas acho que o livro tenha saído cedo demais e não cobriu a parte da queda dela no UFC, mas é mais uma obra que mostra o lado humano de um campeão.

Escolha Você (James Altucher)

Você está em um momento de crise e se depara com o James, descobrindo que ele já escreveu vários livros e fundou algumas empresas. Porém, não é isso que chama mais atenção. O impressionante é que ele foi milionário, quebrou e perdeu tudo. Depois, se tornou milionário novamente e (adivinha?) perdeu tudo mais uma vez. Não sem se recuperar de novo.

Acho que não preciso falar mais nada, se isso não fizer você ler este livro, eu não sei o que mais vai te convencer.

Meditações (Marco Aurélio)

Marco Aurélio foi simplesmente o homem mais poderoso do seu tempo. Certamente, tinha que administrar várias crises, tanto dele quanto do seu império. Ao ler este livro, você tem um dos um dos grandes imperadores romanos ensinando como viver e se livrar das dores do mundo material.

Não importa a crise que você esteja passado, se é amorosa, financeira, profissional ou todas juntas, você vai encontrar algo que vai ajudar.

O melhor dessa obra é que ela não foi feita com o objetivo de ser publicada e, pra mim, é um dos melhores livros que já li e continuo relendo.

Para você, qual foi o livro que mais ajudou em um momento difícil?

Você sabe quando a leitura se torna uma dependência?

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Dos primeiros 10 minutos até anos de leitura, tudo o que acontece com sua mente ao devorar livros e mais livros

Publicado no A Crítica

A leitura é uma experiência imersiva que confere um novo fôlego para seu cérebro. Ele é responsável por gerar imagens e ideias enquanto você passeia por um blog literário ou mergulha na leitura do seu recém-adquirido romance. Seu cérebro faz novas conexões, estabelece diferentes padrões – uma realidade virtual ao seu alcance.?..

Os Primeiros 10 minutos

O processo é iniciado.

Seus olhos passeiam pelas letras, acostumam-se com a tipografia, a cor do papel, a disposição das palavras. Até mesmo seu olfato é estimulado (neste caso, se estiver lendo um livro impresso). Lentamente, você começa a ser transportado para outra realidade.

Começam os efeitos intelectuais. Seu cérebro lida com estrutura narrativa, já tentando reconhecer a “voz” do autor. Seu cérebro se posiciona no contexto terminológico. Oferece alguma resistência às novas ideias. Tenta te avisar que aquilo que está lendo é ficção (como se você não soubesse). Aos poucos, ele relaxa. Está preparado para se entregar.

30 minutos

Crescem os efeitos. O cérebro está criando os sinais daquilo que você lê. Seu sistema auditivo ouve. Seus olhos veem. Há uma voz em sua cabeça, além de gritos, explosões, brisas – tudo combinado com intensa claridade.

Neste momento, você é transportado para outro tempo e lugar. Sem perceber, seu corpo reage à tensão do momento. Você remexe os dedos, rói unhas, manuseia objetos. Você está lá, embora, ache que ainda esteja aqui.

60 minutos

A imersão é total. Você reage de forma perpendicular ao conteúdo da literatura: de tristeza profunda a grande alegria. Sem que se dê conta, sua boca começa a produzir diversos ruídos capazes de incomodar pessoas próximas: como resmungos ou gargalhadas. Há uma intensa conectividade psicológica com personagens e eventos. Você se distancia do mundo real. Às vezes, seus olhos se distanciam do papel e fixam-se vagamente na parede. Seus olhos visualizam tudo, em todas as cores e formas. Mas para quem o observa, você aparenta ser apenas uma figura de olhar lânguido, débil, quase um drogado. Este é o efeito de quem está sendo progressivamente exposto a novas ideias. O aprendizado e seus efeitos colaterais.

Horas

Já está presente a dependência. Separar o leitor do livro provoca sinais de abstinência como irritabilidade. Neste momento, você já experimenta o poder de envolvimento da história. Atividades normais (e essenciais) do dia a dia, como comer e dormir, podem ser negligenciadas sem que você sequer perceba.

Dias e Semanas

Dependendo do seu ritmo de leitura e do tamanho do livro, muito provavelmente, após semanas de leitura, o livro chegou ao fim. Você experimenta uma sensação de intensa melancolia. Na verdade, neste momento, muitos leitores recomeçam a ler o livro – uma forma de recuperar a intensidade que experimentaram na primeira vez.

Finalizado o livro e de volta a realidade, o mundo parece mais complicado e, ao mesmo tempo, sem graça. Não há cores e romantismo. Não há suspense e reviravoltas. Para seguir em frente, você precisa de uma dose mais forte de “mundo paralelo”. E busca outro livro, volumes ainda mais desafiadores após um breve período de recuperação.

Anos

Você já é um leitor habitual. A literatura serpenteia suas veias. Seu cérebro não se contenta com menos. Você possui um conhecimento geral ampliado e uma visão mais perspicaz do mundo ao seu redor. Um ciclo constante de aprendizado. Como um leitor habitual, você está sob iluminação contínua e uma curiosidade intelectual que é, diariamente, aprimorada.?

J.K. Rowling revela ter conto de fadas guardado

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J.K. Rowling: ela disse "não fazer ideia" sobre se a história será publicada um dia (Stefan Wermuth/Reuters)

J.K. Rowling: ela disse “não fazer ideia” sobre se a história será publicada um dia (Stefan Wermuth/Reuters)

Ao admitir a existência da história, a escritora revelou um detalhe curioso: ele não foi escrito em papel e nem em um computador

Publicado na Exame

J.K. Rowling fez uma nova revelação sobre suas obras em entrevista à CNN. Questionada pela jornalista Christiane Amanpour se era verdade que ela estava produzindo um livro infantil com temática política, ela confirmou que havia, sim, escrito uma história. Mas tem um detalhe: não foi em papel nem em um computador. J.K. Rowling escreveu em um vestido.

“A minha festa de aniversário de 50 anos foi realizada no Halloween e como tema eu pedi para os convidados virem como ‘seu pior pesadelo’. No meu caso, era o de um manuscrito perdido, então escrevi um conto no vestido e usei. Não faço nem ideia se será publicado algum dia, mas no momento está pendurado em algum dos meus armários”, falou Rowling.

No momento, ela está finalizando o roteiro da continuação de Animais Fantásticos e Onde Habitam e revelou no final de 2016 que está escrevendo dois livros diferentes, um deles com o seu pseudônimo Robert Galbraight.

Clube de livros dá dicas que auxiliam na alfabetização

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O clássico das atividades para alfabetização são as histórias infantis – Divulgação

O clássico das atividades para alfabetização são as histórias infantis – Divulgação

 

Publicado no Em Tempo

A alfabetização é um período importante na vida das crianças, pois é o momento em que elas percebem como ler e escrever são duas atividades essenciais para se expressar, compreender o mundo e se relacionar com as pessoas ao seu redor. Muito além das salas de aula, todos aqueles que convivem com as crianças podem contribuir com esse processo de aprendizado, seja em casa, com a família ou com os amigos.

Pensando nesse momento da vida dos pequenos, o clube de assinatura de livros infantis Leiturinha (www.leiturinha.com.br) preparou algumas dicas de atividades que ajudam na alfabetização.

Roda de leitura

A roda de leitura é uma das técnicas mais tradicionais da alfabetização. Nesse momento, são abordados os mais diversos conteúdos infantis, desde contos e fábulas até as atividades de alfabetização que utilizam recortes, colagens, desenhos e pinturas. A atividade pode ser realizada com familiares ou com outros colegas de sala.

Explorar rótulos

Os rótulos e embalagens ajudam os adultos a compreender as informações e não seria diferente com as crianças. Com textos curtos e imagens que ajudam na compreensão, rótulos e embalagens de alimentos, por exemplo, podem ser explorados no café da manhã, no almoço, no jantar e outros diversos momentos.

Lista de compras

As listas têm um papel importante para quem está aprendendo a ler e escrever. As crianças querem a todo momento participar das atividades consideradas “adultas”. A dica é montar a próxima lista junto com a criança e ajudá-la na compreensão e organização da estrutura dos itens.

Passeios

As crianças são verdadeiras curiosas, e essa característica deve ser aproveitada durante os passeios em parques, shoppings ou até mesmo no caminho de casa para escola. Os outdoors e sinalizações são de grande interesse para os pequenos, e mesmo que contenham informações não tão relevantes assim, é um modo para exercitar a leitura.

Ler histórias

O clássico das atividades para alfabetização são as histórias infantis. Esse momento entre pais e filhos deixa a prática mais agradável e produtiva. Mas os pais devem lembrar que cada idade tem um gênero e um nível de compreensão diferente, então é importante ficar atento aos indicativos de idade, imagens e também no gosto da criança.

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