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Lisa Simpson lê mais do que você! 10 livros que a personagem já leu:

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Julia Romeu, no Literatortura

Quem assiste o seriado Os Simpsons sabe: Lisa é uma leitora voraz, daquelas que buscam tudo nos livros, desde a resposta para qualquer pergunta até as amizades que não consegue encontrar no mundo real (as outras crianças de Springfield não são tão ilustradas quanto ela). Alguém até já criou um tumblr (aqui) só para compilar as imagens que mostram a irmã do meio dos Simpsons lendo livros e revistas, tanto reais quanto fictícios. Aí vão dez exemplos que mostram que você ainda vai ter que exercitar muito seus músculos da leitura para chegar perto de Lisa:

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1. Aqui Lisa aparece lendo The bell jar, traduzido para o português como A redoma de vidro, único romance da poetisa americana Sylvia Plath e um dos livros mais belos e perturbadores de todos os tempos.

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2. Nessa imagem, Lisa está com um volume de fábulas dos Irmãos Grimm, considerado um dos livros que fundou a literatura ocidental.

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3. Lisa mostra que também curte não-ficção lendo o clássico da história, Ascensão e queda do Terceiro Reich, de William L. Shirer.

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4. Enquanto os outros fazem bagunça no colégio, Lisa mergulha na poesia triste e bonita de Emily Dickinson.

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5. Aqui, Lisa lê um livro do Harry Potter, mas não parece muito impressionada com ele. É tudo pose: quando conheceu J.K. Rowling num episódio passado na Inglaterra, ela confessou que seu sonho era casar com o bruxo mais famoso de todos os tempos quando eles crescessem. (mais…)

Unicamp cria ‘superlaboratório’ para solucionar crimes reais e virtuais

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Luciano Calafiori, no G1

O LMPF vai formar novos peritos e pesquisar novas ‘armas’ contra o crime.
Pesquisadores focam agora na procura por patrocínio para equipamentos.

Com atividades criminais cada vez mais sofisticadas que fazem vítimas no mundo real e virtual, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) deu os primeiros passos para a implantação do Laboratório Multidisciplinar de Pesquisas Forenses (LMPF), que terá a missão de descobrir novas soluções no campo das investigações de crimes e na formação de peritos.

A ‘escola do CSI’, como vem sendo chamada em alusão à série americana de investigadores forenses, também pode servir de ‘vitrine’ para estudantes em uma área de estudo que evolui a cada dia.

O LMPF será formado por pesquisadores das áreas de biologia, química, computação e engenharia elétrica. “Este laboratório com profissionais de quatro áreas será para fazermos pesquisas e ficarmos à frente do crime organizado. Vamos criar novas soluções e atuar na formação, que é a grande vocação da universidade”, explica o professor doutor do Instituto de Computação Anderson de Rezende Rocha.

Os professores Siome Klein Goldenstein (à esquerda) e Anderson Rocha (Foto: Luciano Calafiori/G1)

Os professores Siome Klein Goldenstein (à esquerda) e Anderson Rocha (Foto: Luciano Calafiori/G1)

O laboratório terá, por exemplo, na área da computação, equipamentos como o espectrômetro de massas que analisa e identifica diferentes átomos, além de clusters computacionais, que aceleram pesquisas por ter computadores em rede.

Apesar do espaço físico ainda não ter sido construído, o laboratório multidisciplinar já funciona na prática nos quatro institutos. Nos últimos dias, a universidade foi procurada para tentar auxiliar nas investigações da morte do torcedor boliviano Kevin Beltrão Estrada, de 14 anos, atingido por um sinalizador que possivelmente foi lançado por um torcedor do Corinthians no empate em 1 a 1, pela Copa Libertadora, em Ouro, na Bolívia, há cerca de uma semana.

Segundo o professor Anderson Rocha, o pedido era para tentar melhorar a qualidade da imagem de onde saiu o sinalizador e identificar o agressor. Mas a imagem é atualmente impossível de ser melhorada e seria necessário um conjunto de imagens para resultar em uma identificação, explica.

Uma das possíveis propostas, quando o LMPF estiver funcionando, é trabalhar para melhorar a resolução de imagens gravadas por circuitos internos que possam identificar com rapidez e seguranças, placas de carros e rostos de suspeitos. Outra seria a criação de filtros inteligentes que barrariam a ação de pedófilos a computadores acessados por crianças.

Apesar da Unicamp ter aprovado a implantação do LMPF, os seus criadores precisam de agências de fomento para viabilizar a compra de equipamentos. De início, o orçamento estaria na casa dos R$ 2 milhões. “Já temos a divisão do espaço agora precisamos das agências de fomento. Vamos procurar entidades como a Fapesp, o CNPq, o Finep e até a Secretaria de Segurança Pública”, ressalta o professor doutor do Instituto de Computação Siome Klein Goldenstein.

O superlaboratório disputou com outras propostas o direito de ser viabilizado, mas para funcionar é preciso investimento de fora da Unicamp. Também não há um prazo definido para ele começar a funcionar no espaço físico de 600 metros quadrados, que já foi aprovado.

Efetivo São Paulo

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou, por meio da assessoria de imprensa, que a Polícia Técnico-Científica cumpre a lei e expede todos os laudos requisitados pela Polícia Civil, Polícia Militar, Ministério Público e Poder Judiciário.

Sem informar números, o órgão afirma que o efetivo da Polícia Científica corresponde a 92% do autorizado por lei pela Assembleia Legislativa. Questionada sobre vagas, divulgou que há 44 para médico legista em concursos em andamento, 103 oportunidades para perito criminal e 16 vagas para auxiliar de necropsia, além de 103 postos de trabalho para papiloscopista e 113 para auxiliar de papiloscopista.

Estas imagens de Calvin e Haroldo no mundo real me deixam muito feliz

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Casey Chan, no Gizmodo

Eis algo que vai animá-lo para o fim de semana: Calvin e Haroldo colados em fotos de vida real. Eu não sei quantas vezes desejei que esses caras existissem de verdade quando era mais novo. Na verdade ainda acho que existem.

Este projeto, feito pelo fotógrafo Michael S. Den Beste, mistura os personagens de Calvin e Haroldo em fotografias que parecem com o mundo dos quadrinhos. É divertidíssimo. Eu leria novamente todas as histórias se elas fossem colocadas no mundo real. Veja um pouco do trabalho na galeria.

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Calvin e Haroldo tiveram sua primeira publicação em 18 de novembro de 1985.

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Bill Watterson é o cartunista criador da tira.

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As tiras de Calvin e Haroldo são usadas em mais de 2.400 jornais ao redor do mundo.

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Existem 18 livros de Calvin e Haroldo, aproximadamente 45 milhões de cópias já foram vendidas.

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Calvin é um garoto de seis anos de idade com uma mente precoce e filosófica.

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Haroldo é um tigre que na visão de Calvin é inteligente e independente.

Autonomia e controle nas escolas; online e offline

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Alexandre Le Voci Sayad. no Estadãoblognasaladeaula

Uma dualidade clássica acompanha pensamentos e práticas educativas: se a escola indubitavelmente almeja a construção de autonomia no estudante, porque costuma exercer controle no seu dia a dia. Ora, a escola é um espaço de muito mais restrições que liberdades – seja na vida acadêmica ou pessoal do estudante.

Esta é uma questão que ultrapassa os limites e percepções entre progressistas e conservadores, esquerdistas ou liberais; se arraiga na estrutura mínima do “educar” e paira como uma grande esfinge sobre diretores de escola e gestores de políticas.

As recentes experiências que levaram a comunicação e a arte para dentro do ambiente escolar esbarram na dicotomia diariamente. O diretor deve ou não ler jornal criado pelos alunos antes de ser publicado? E a peça de teatro do grupo artístico, passa por algum crivo? Até onde o professor deve acompanhar um estudante de ensino fundamental, por exemplo,  na elaboração de um trabalho fora dos muros da instituição, ou mesmo estimular que os pais o façam? Criatividade tem limites?

Hoje, essa delicada e imbricada situação esbarra também na ampliação do espaço e tempo escolares: a internet. Autonomia e controle devem ser consideradas hoje num mundo físico (offline) e também virtual (online). Quem imagina o segundo como um espaço mais livre, pode estar enganado.

Segundo o jornal The New York Times, os professores particulares ganharam recentemente uma nova tarefa pela qual têm sido muito bem remunerados: acompanhar o cotidiano de seus estudantes, e auxiliá-los, quando estes mudam de cidade para estudar. Os “tutores”, na tradução livre desse tipo de profissional, assumem agora o sentido pleno de seu ofício. Por trás disso, há pais preocupados e escolas ávidas por organização na vida dos estudantes em novas cidades: um exemplo vivo de controle no mundo real.

No mundo virtual não tem sido muito diferente. Colleges gastaram milhões de dólares em 2012 em serviços como o Brand Youself (brandyourself.com) que funcionam como uma espécie de queima de arquivo virtual: o site apaga imagens comprometedoras de estudantes (festas, brincadeiras, bebidas ou cigarro), bem como prioriza as melhores informações no topo da busca do Google. Um gasto que garante melhores empregos aos egressos,  prova de forma cabal como a vida dos jovens é controlada no ciberespaço pelas próprias instituições de ensino.

Por outro lado, usando como exemplo o Brasil, sites como o Descomplica (de aulas em vídeo) são cada vez mais reconhecidos como ferramentas online válidas e eficientes pelas instituições de ensino – cena inimaginável há alguns anos.  Os games seguem pelo caminho de passarem de bandidos a mocinhos em uma educação que parece valorizar cada mais a autonomia do aluno em aprender na internet paralelamente à sala de aula. O livro didático vai lentamente deixando de ser fonte única sob a ótica da escola.

Longe de um consenso ou mesmo de uma solução, o quanto de autonomia o estudante irá adquirir “oficialmente” pela escola que frequenta irá direcionar investidores para o campo da educação online e fazer essa fatia crescer como grande parceira do aprendizado nos próximos anos.

O próprio Descomplica acabou de receber um investimento significativo para subir de 2 mil para 10  mil aulas para que estudantes – encorajados na sua independência -, aprendam na internet.

* ALEXANDRE LE VOCI SAYAD É JORNALISTA E EDUCADOR. DESENVOLVE PROJETOS INTERDISCIPLINARES COMO FOCO EM EDUCAÇÃO PARA ESCOLAS, GOVERNOS E EMPRESAS. é AUTOR DO LIVRO IDADE MÍDIA: A COMUNICAÇÃO REINVENTADA NA ESCOLA, PUBLICADO PELA EDITORA ALEPH.

imagem: Internet

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