Diário da Maisa

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Este mapa incrível mostra os clássicos da literatura mundial

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Cada país é representado por sua principal obra

Publicado na Galileu

Qual é a principal obra literária de cada país? O usuário Backfoward24, do Reddit, tentou responder a essa pergunta de forma criativa: criando um mapa-múndi no qual cada parte do mundo é representada por um livro clássico ali produzido.

O Brasil, por exemplo, é representado por Dom Casmurro, de Machado de Assis. Já os Estados Unidos e o Canadá são ilustrados pelos livros O Sol é para Todos, de Harper Lee, e Anne de Green Gables, de Lucy Maud Montgomery, respectivamente. O escolhido para a Rússia foi Guerra e Paz, de Liev Tolstói, e o da França, Os Miseráveis, de Victor Hugo.

Claro que o mapa está sujeito a diferentes interpretações, já que cada país possui várias obras marcantes. O bacana do projeto de Backfoward24 é a possibilidade de conhecer novos títulos e autores de diferentes partes do mundo. Confira — e veja a imagem em alta resolução aqui:

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Conheça a biblioteca que guarda os segredos do Vaticano

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Salone Sistino da Biblioteca Apostólica Vaticana (Foto: Reprodução/Facebook)

Salone Sistino da Biblioteca Apostólica Vaticana (Foto: Reprodução/Facebook)

 

Digitalização de acervo já teve início e deve durar 18 anos

Publicado na Época Negócios

Volumes amarelados, documentos e textos sagrados, os primeiros mapas criados e um dos maiores acervos do mundo podem ser encontrados na Biblioteca do Vaticano, conhecida como a “Biblioteca dos livros do Papa”.

Localizada na cidade do Vaticano, a Biblioteca Apostólica foi fundada pelo papa Nicolau V Parentucelli (1447-1455) no Palácio dos Papas. No final do século 16, ela foi transferida para o Salão Sistino pelo papa Sisto V Peretti (1585-1590).

Atualmente, em seu acervo há mais de 180 mil volumes de manuscritos e arquivos, 1,6 milhão de livros impressos, 8,6 mil incunábulos, 300 mil moedas e medalhas, 150 mil gravuras e desenhos e 150 mil fotografias. No entanto, os arquivos secretos do Vaticano foram retirados do local.

Considerada uma das mais antigas do mundo, a biblioteca começou, recentemente, a digitalizar seu acervo para ficar disponível para visualização on-line e totalmente gratuita.

Para apoiar a iniciativa, a associação “Digita Vaticana Onlus”, em parceria com a Biblioteca e a empresa japonesa NTT DATA, imprimiu 200 cópias do manuscrito raro “Folio” do “Virgílio do Vaticano”, uma das obras mais importantes do acervo, criado por volta de 400 d.C para presentear os primeiros doadores que ajudassem com uma quantia de 500 euros em apoio ao projeto.

“O projeto é uma das iniciativas da nossa associação para levantar fundos para apoiar a digitalização dos manuscritos da biblioteca, e assim dar a oportunidade para todos, estudiosos ou não, de acessar este imenso patrimônio”, afirmou Maite Bulgari, fundador da associação “Digita Vaticana”.

A Biblioteca do Vaticano é composta por um grande salão com mais de 70 metros de comprimento e 11 metros de largura e acomoda a história e os pensamentos da humanidade através da arte, literatura, matemática, ciência, direito e medicina, do início da era Cristã até os dias atuais, em diversos idiomas.

“Obras que foram transcritas através do trabalho dos escribas, os monges que passaram boa parte de suas vidas copiando os exemplares. E agora, com a digitalização é possível voltar ao passado. Essa é a a versão moderna dos copiadores antigos”, afirmou Irmgard Shuler, responsável pelo laboratório que digitaliza os arquivos.

Antes de serem escaneados, os volumes passam por outro laboratório, conhecido como a “clínica” dos livros do Papa, onde é feito um restauro. “O inimigo número um dos livros antigos? Na minha opinião, é o homem”, ressaltou Angela Nunez, líder do departamento, que indicou que às vezes os livros se deterioram ao longo dos anos por problemas de umidade e insetos.

A previsão é de que a digitalização de todo o acervo da Biblitoeca do Vaticano aconteça em até 18 anos.

Ele escreveu redação sobre o ‘mundo em que gostaria de crescer’. E ganhou um concurso com ela

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 Reprodução/TV Rondônia "“Eu falei na redação justamente que o mundo que eu gostaria de crescer não é um mundo só meu, porque ele já foi imaginado por muitas pessoas antes de mim"

Reprodução/TV Rondônia
““Eu falei na redação justamente que o mundo que eu gostaria de crescer não é um mundo só meu, porque ele já foi imaginado por muitas pessoas antes de mim”

 

Leonardo Silva Brito, de 17 anos, é morador da cidade de Presidente Médici, no interior de Rondônia.

Camila Boehm, no Huffpost Brasil

Morador da cidade de Presidente Médici, no interior de Rondônia, distante 400 quilômetros da capital Porto Velho, Leonardo Silva Brito, de 17 anos, estudou a vida toda na escola estadual Carlos Drummond de Andrade, onde conheceu o Concurso Internacional de Redação de Cartas, do qual foi vencedor da etapa nacional em 2015 e ficou no terceiro lugar geral da competição.

“O concurso me moveu, me direcionou e me levou a conhecer coisas que eu não conseguiria ter contato fora de sala de aula. Foi muito bom pra mim, para a minha escola, para os alunos, ter contato com esse tipo de material relacionado tanto à história, política e geografia”, contou o rapaz à Agência Brasil. Na época em que participou, os estudantes deveriam tratar na redação sobre o mundo em que gostariam de crescer.

A 46ª edição do concurso feito no Brasil pelos Correios e coordenado em todo o mundo pela União Postal Universal, está com inscrições abertas até amanhã (17).

Escolas da rede pública e privada podem participar com, no máximo, duas redações por instituição, que devem ser escritas à mão e produzidas por alunos de até 15 anos.

O tema deste ano é “imagine que você é assessor do secretário-geral da ONU – qual o problema mundial que você o ajudaria a resolver em primeiro lugar e de que forma você o aconselharia para isso?”

No ano em que foi vencedor, Leonardo estava no segundo ano do ensino médio. No entanto, desde o sexto ano do ensino fundamental, ele participava da competição.

“Algumas [vezes] eu fui classificado, outras não. Eu sempre participava porque eu gostava muito dos temas que eram propostos pelo concurso. Eu esperava realmente desenvolver esse meu interesse por leitura e por escrita principalmente.”

“Eu falei na redação justamente que o mundo que eu gostaria de crescer não é um mundo só meu, porque ele já foi imaginado por muitas pessoas antes de mim e vai continuar sendo desenvolvido depois que eu me for. Eu citei bastantes pensadores que contribuíram para a formação de um mundo melhor. E eu acredito que é assim que será construído um mundo coletivo, onde cada um contribui com o que pode e da forma que pode”

Citando figuras como Malala, Chico Mendes e Madre Teresa de Calcutá, o jovem apresentou seu mundo ideal.

“Esse mundo onde eu gostaria de crescer é a interseção de todos esses sonhos dessas pessoas que acreditavam em um mundo melhor e fizeram acontecer. Eu coloquei [na redação] que seria um mundo coletivo onde cada um doasse parte do seu tempo para a construção realmente dessa utopia”.

Para Leonardo, ter coragem para botar em prática os sonhos e ajudar na construção desse mundo pode “transformar os próximos dias, anos, séculos aqui na Terra para as próximas gerações”.
Coletivo

O jovem lembra a todo momento, em entrevista à Agência Brasil, que sua participação no concurso foi resultado de uma ação coletiva.

“Quando foi lançada essa proposta [do concurso] para o nosso diretor, eles [coordenadores e professores] acolheram e levaram os alunos a fazerem oficinas de produção textual, então foi um trabalho em conjunto, na verdade”.

Ele acrescentou que foi muito bom todos os alunos terem contato com o tema do concurso, relacionado tanto à história, política e geografia.

O jovem contou sobre o reconhecimento que teve dos pais, que o acompanharam durante a premiação em Brasília.

“Eles ficaram primeiramente muito felizes porque é uma conquista muito grande. Se você pensar que eu estudo em escola pública estadual desde sempre, você representar o Brasil numa competição de cunho internacional é uma coisa muito bacana para qualquer um, e mais ainda para uma pessoa que sai de uma cidade tão pequena do interior do estado de Rondônia, de uma escola pública. Foi muito engrandecedor”

Nos concursos seguintes, o rapaz destacou que o interesse dos alunos de sua escola cresceu. Seu irmão, de 13 anos, também começou a participar após sua vitória na competição.

“Meus pais ficaram muito felizes em saber que eu dei, de certa forma, esperança para algumas pessoas que também gostariam de participar e que tem o sonho de um dia representar o Brasil em um concurso internacional”.

J.K. Rowling revela título do novo livro do detetive Cormoran Strike

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A autora britânica J.K. Rowling - Lefteris Pitarakis / AP

A autora britânica J.K. Rowling – Lefteris Pitarakis / AP

 

Um usuário acertou o nome da obra, que se chamará ‘Lethal White’

Publicado em O Globo

RIO — A escritora britânica J.K. Rowling anunciou nesta terça-feira o título do quarto romance da saga do detetive Cormoran Strike. A obra se chamará “Lethal White” e ainda não está terminada. Para anunciar o título, a autora da saga “Harry Potter” fez uma espécie de jogo com seus seguidores no Twitter.

Rowling respondeu aos apelos de um usuário que pediu pistas sobre o novo livro, que ela escreve sob pseudônimo de Robert Galbraith, publicando os espaços do título e duas letras, como no jogo de forca.

Após uma hora e dezenas de sugestões, Rowling disse em sua conta que um usuário havia adivinhado o título do romance, que ainda não tem data de publicação.

@jk_rowling lethal white
— Big Daddy (@warpathed) 14 de março de 2017

A escritora, que lançou a saga do detetive Strike em 2013, comentou que está escrevendo o 23º capítulo do novo livro do investigador particular e veterano de guerra.

A estreia da adaptação televisiva do primeiro romance de Strike, “O canto do cuco”, com os ingleses Tom Burke interpretando o detetive e Holliday Grainger no papel de sua ajudante, Robin Ellacot, está prevista ainda para este ano.

Rowling também contou nesta terça-feira que ainda está trabalhando com os responsáveis pela versão cinematográfica da sequência de “Animais fantásticos e onde habitam” no título do próximo filme relacionado ao mundo mágico de Potter.

“Animais fantásticos”, o primeiro de cinco filmes planejados por Rowling, superou os 800 milhões de dólares nas bilheterias de todo o mundo desde sua estreia em novembro passado, informou em janeiro o estúdio Warner Bros.

 

Livro infantil sobre mulheres que fizeram história chega ao Brasil

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Livro foi trazido ao Brasil pela editora V&R (Foto: Reprodução/ Divulgação )

Livro foi trazido ao Brasil pela editora V&R (Foto: Reprodução/ Divulgação )

Entenda por que essa é uma opção de leitura enriquecedora para crianças e adultos

Maria Clara Vieira, na Crescer

Acaba de chegar ao Brasil a tradução de um livro que tem feito sucesso no exterior. Com título grande e importância maior ainda, a obra “Histórias de ninar para garotas rebeldes – 100 fábulas sobre mulheres extraordinárias” é uma verdadeira aula aos pequenos leitores.

Obra reune os perfis de cem mulheres inspiradoras (Foto: Reprodução/ Divulgação )

Obra reune os perfis de cem mulheres inspiradoras (Foto: Reprodução/ Divulgação )

 

Por meio de exemplos de mulheres reais, o livro ajuda a quebrar os estereótipos de gênero e ensina que as garotas podem sonhar e se tornar tudo o que quiserem. É uma leitura inspiradora e essencial durante a infância.

Páginas do livro (Foto: Reprodução/ Divulgação )

Páginas do livro (Foto: Reprodução/ Divulgação )

 

A cada página, a criança é apresentada a uma mulher diferente, que fez história e mudou o mundo à sua maneira. O texto é fluido, agradável e instigante – não dá vontade de parar. Para as menores, entre 5 e 6 anos, a leitura compartilhada com um adulto é o ideal. Depois dos 7, o leitor já tem condições de seguir sozinho.

Cora Coralina é uma das brasileiras presentes no livro (Foto: divulgação)

Cora Coralina é uma das brasileiras presentes no livro (Foto: divulgação)

 

O livro reune cem personalidades de todo o mundo, de diversas áreas de atuação – das ciências às artes, passando pelos esportes e pela política. Os textos revelam a data de nascimento (e de morte, se elas já se foram) e trazem um pequeno resumo com as principais realizações de suas vidas. Cada história vem acompanhada de um belo retrato. As ilustrações foram feitas por 60 artistas de diferentes nacionalidades.

Maya Gabeira é uma das brasileiras presentes no livro (Foto: divulgação)

Maya Gabeira é uma das brasileiras presentes no livro (Foto: divulgação)

 

No grupo de mulheres admiráveis escolhidas pelas autoras, estão nomes como Michele Obama, Frida Kahlo, Jane Austen, Malala Yousafzai, Marie Curie, Yoko Ono, as brasileiras Cora Coralina e Maya Gabeira, entre tantas outras.

Tudo surgiu graças às italianas Elena Favilli e Francesca Cavallo, que lançaram a ideia do livro em uma plataforma de financiamento coletivo. Mais de 20 mil apoiadores em todo o mundo ajudaram o projeto. Juntos, contribuíram com US$ 1 milhão para que a obra se tornasse realidade.

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