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Autora de “Cinquenta Tons de Cinza” quer evitar temas eróticos

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Publicado por Ilustrada

Os leitores que esperavam por mais cenas eróticas no novo livro da escritora britânica E.L. James, autora do sucesso “Cinquenta Tons de Cinza”, podem ficam desapontados. A escritora disse, em entrevista ao site do jornal “New York Post”, que seu novo livro será bem mais comportado.

Durante uma festa promovida pela revista “Vanity Fair” aos convidados da cerimônia do Oscar, no último domingo (24), em Los Angeles, a autora da famosa triologia disse que seu futuro romance “não será nem de perto tão picante” e que ela deve escrevê-lo usando um outro pseudônimo.

O livro de E.L. James é o primeiro de uma trilogia erótica que se transformou em um fenômeno em 2012 ao vender 5,3 milhões de cópias no Reino Unido e mais de 20 milhões de exemplares ao redor do mundo.

“Cinquenta Tons de Cinza” foi catalogado pela crítica como “pornô para mães” e recebeu o prêmio com o qual tradicionalmente a indústria editorial britânica reconhece os grandes best-sellers do ano.

James já havia adiantado que planejava escrever novos romances, mas que seus próximos livros não deveriam se aproximar da temática erótica de “Cinquenta Tons de Cinza”. “Tenho outras histórias a serem contadas antes de uma sequência de ‘Cinquenta Tons’.”

A trilogia, que se inicia com o romance “Cinquenta Tons de Cinza”, conta a história de um milionário dominador que se relaciona com um jovem universitária tímida e inexperiente e começa a envolvê-la com jogos eróticos.

O novo romance de E.L. James ainda não tem previsão de chegar às livrarias.

A escritora britânica E.L James, autora da trilogia de sucesso "Cinquenta Tons", que planeja escrever novos romances (Víctor Lerena/Efe)

A escritora britânica E.L James, autora da trilogia de sucesso “Cinquenta Tons”, que planeja escrever novos romances (Víctor Lerena/Efe)

Viúva deixa herança milionária para biblioteca e Central Park, em Nova York

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A milionária americana Mary McConnell Bailey, morta em 2011. Ela deixou uma herança de R$ 41 milhões para a Biblioteca Central e o Central Park, ambos em Nova York. O dinheiro foi entregue recentemente às instituições

A milionária americana Mary McConnell Bailey, morta em 2011. Ela deixou uma herança de R$ 41 milhões para a Biblioteca Central e o Central Park, ambos em Nova York. O dinheiro foi entregue recentemente às instituições

Publicado no UOL

Uma americana que morreu em 2011 aos 88 anos deixou de herança US$ 20 milhões (cerca de R$ 41 milhões) para a Biblioteca Pública de Nova York e para a instituição responsável pela manutenção do Central Park. As informações são do jornal “New York Post“.

Mary McConnell Bailey perdeu o marido na Segunda Guerra Mundial, em 1940, e desde então vivia sozinha. Ela não tinha filhos e morava em um modesto apartamento no East Side, em Nova York, além de trabalhar como voluntária em hospitais e escolas.

A doação milionária entregue recentemente às instituições pegou os amigos da viúva de surpresa.

A biblioteca e o Central Park receberam a herança recentemente. Cada uma das instituições recebeu um cheque de US$ 10 milhões (R$ 20 milhões).

“Você nunca iria imaginar que ela era rica”, afirmou Lizanne Stoll, vizinha e amiga de Mary. “Ela era muito discreta em relação a isso”.

Mary havia pedido aos amigos que não fizessem nenhum funeral na sua morte. “Ela nem considerava isso”, disse Lizanne.

“A encontrei várias vezes e almoçamos juntos duas vezes, mas não consigo me lembrar de sua voz. Ela era muito delicada”, disse o diretor da Biblioteca Central, John Bacon. “Ela era sempre prestativa e cuidadosa, nada vaidosa. Não usava joias, nada. E sempre usando um terno, fosse dia ou noite”, completou ele.

Mary foi criada em Massachusetts e vinha de uma família rica. Ela se mudou para Nova York após a morte do marido, onde trabalhou como professora. Após a morte da mãe, ela recebeu uma herança e parou de trabalhar.

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