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Professores usam imaginação e música para atrair a atenção de alunos
0Sambista usa o cavaquinho para dar aulas de história.
Professor de química virou fenômeno na internet usando o funk em aula.
Publicado por G1
Professores têm usado a criatividade para atrair a atenção de alunos em colégios do Rio. Com a ajuda da música, eles aprimoram a técnica de ensinar através do funk, samba e diversos estilos musicais, conforme mostrou o Jornal das Dez, da Globo News.
André Diniz, um dos compositores do samba enredo da Vila Isabel, escola campeã do carnaval carioca em 2013, trabalha como professor de história e não larga o cavaquinho nem para ensinar. “Eles gostam de tudo que saia do cotidiano, da rotina. Cria um clima de felicidade, cria um clima de alegria e fixa. Porque a música não tem jeito, fica na cabeça e não sai nunca mais”, afirma o professor.
“Eu matava muita aula no colégio. Quinta-feira à tarde era a aula dele e era a única que eu ia no colégio. Tive vontade de ser professor por causa dele”, diz um dos alunos.
Autor de um funk que virou fenômeno na internet, o professor Sílvio Predis, diz que já foi até reconhecido na rua depois do sucesso. Ele cria letras de funk para ensinar uma das matérias mais temidas pelos jovens: a química. O vídeo de uma de suas aulas caiu na rede semana passada e foi visto mais de 1,3 milhão de vezes.
“Cheguei no banco para pagar contas e a menina do caixa estava me olhando. Me olhou uma, me olhou duas, aí, na terceira vez, ela olhou e falou assim: “Já te falaram que você é a cara do professor do Youtube?”, contou Predis.
“Super divertidas as aulas deles. Mantém muita a nossa atenção”, afirma uma das alunas.
Apaixonado por música, Sílvio já compôs várias letras. Parodia funk, música sertaneja e até forró para explicar conceitos complicados.
Confira a letra do funk que virou sucesso na internet:
“Vem, vem, vem, vem, vem, vem,
na oxidação o anodo é negativo
onde ocorre a corrosão
eletrodo corroído concentrando a solução
os elétrons vão partindo pro catodo boladão
e o nox vai subindo
um beijão no coração”
Biblioteca Pública ‘anistia’ devedores de multas para recuperar livros
0Publicado por G1
Livros da biblioteca de Santa Helena, no PR, estão sumidos há quatro anos.
Levantamento interno mostra que pelo menos 200 livros estão perdidos.
A Biblioteca Pública de Santa Helena, no oeste do Paraná, decidiu “anistiar” os devedores de multas à instituição. O objetivo é recuperar os livros que foram emprestados e não devolvidos sem onerar os devedores, já que um levantamento interno mostrou que existem livros que deveriam ter sido devolvidos há quatro anos.
Entre os livros “perdidos” estão clássicos das literaturas brasileira e estrangeira, em um total que chega a 200 exemplares. De acordo com a secretária de Educação, Cultura e Esporte, Roseli Martineli, a biblioteca precisa dos livros para reorganizar o acervo, que totaliza 40 mil exemplares atualmente.
“Neste momento agora nossa intenção é recuperarmos o acervo – termos de volta os livros. Então o cidadão não precisa ficar preocupado com essa conta”, disse.
Assista ao vídeo aqui
Primeiro livro do fundador do WikiLeaks chega ao Brasil
0Cypherpunks: Liberdade e o Futuro da Internet é o primeiro livro escrito por Julian Assange.
Wikerson Landim no TecMundo
(Fonte da imagem: Divulgação/Boitempo)
Chega ao Brasil nesta semana o livro “Cypherpunks: Liberdade e o Futuro da Internet”, a primeira obra escrita por Julian Assange, o fundador do site WikiLeaks. A edição brasileira é responsabilidade da Boitempo Editorial e tem a colaboração do filósofo esloveno Slavoj Zizek e da jornalista Natalia Viana.
A obra é uma reflexão de Julian Assange sobre o seguinte tema: a comunicação eletrônica vai nos deixar mais livres ou nos escravizar? Além, um grupo de ativistas (Jacob Appelbaum, Andy Mueller-Maguhn e Jéremie Zimmermann) também participam do livro.
De acordo com o autor, haverá no futuro uma onda de repressão à internet a ponto de ela ser considerada uma ameaça à civilização. Sites como o Google e o Facebook seriam, juntos, a maior máquina de vigilância que já existiu, capaz de rastrear continuamente a nossa vida. O livro tem preço sugerido de R$ 29.
Fonte: Adrenaline
Obras raras na Biblioteca Pública do Amazonas
0Peças centenárias, pergaminhos religiosos e manuscritos de autores célebres estão entre preciosidades do acervo
Publicado no Jornal A Crítica
Local de descobertas, pesquisas e de entretenimento, a Biblioteca Pública do Amazonas, com seu acervo de 345 mil volumes, guarda entre suas paredes e salas alguns dos maiores tesouros do patrimônio cultural e histórico do Estado como manuscritos de grandes autores brasileiros, pergaminhos religiosos do século 17, livros folheados a ouro, revistas nacionais e importadas com mais de 100 anos e uma coleção de jornais locais que contam nossa história de 1864 até os dias atuais.
Logo na entrada do prédio está o Salão Genesino Braga. O local abriga as coleções Amazoniana e de Obras Raras e Especiais com mais de nove mil itens catalogados, onde se destaca o Missal – coletânea de preces e ritos eucarísticos católicos – confeccionado por monges copistas em mosteiros europeus no século 17. A peça, que atualmente está sendo restaurada pelos técnicos da Secretaria Estadual de Cultura, deverá ser exposta ao público nos próximos meses.
Escritos a mão
Outro destaque da coleção é o manuscrito do romance “Pureza”, do paraibano José Lins do Rego. Datado de 1937 (um ano antes do lançamento oficial) o livro escrito de próprio punho pelo autor é tido por especialistas e críticos literários como fundamental na transição entre os primeiros trabalhos de seu chamado Ciclo da Cana de Açúcar, iniciado com “Menino de engenho” (1932) e o célebre “Fogo morto” (1943).
Consagrado como um dos melhores escritores brasileiros de todos os tempos, Graciliano Ramos também está presente no acervo especial da biblioteca com seu manuscrito de “São Bernardo”, livro de 1934 que faz parte da trilogia “Angústia” (1936) e “Vidas secas” (1938), também denominada de Ciclo da Seca que marcou a 2ª Geração (1930-1945) do Modernismo.
Uma curiosidade sobre o manuscrito existente na Biblioteca Pública é que a assinatura do autor é de 1938, cerca de um ano após ser solto pela ditadura de Getúlio Vargas. A experiência do claustro e suas humilhações seriam relatadas em “Memórias do cárcere” que, assim como “Vidas secas”, foi publicado no mesmo ano.



















