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As 20 editoras mais populares do Twitter (41)

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Twitter Network

Sérgio Pavarini

Em mais uma mostra de seu poder de fogo, o Twitter anunciou hoje duas novidades quentes. A partir de hoje é possível capturar, editar e publicar vídeos de até 30 segundos na microrrede. A plataforma já permitia os Vines, vídeos de 6 segundos, e agora o tempo ficou bem maior. Usuários de iPhone já podem desfrutar do recurso, em breve disponível para quem usa Android.

A outra notícia legal é a possibilidade de conversar por grupos via mensagens diretas. Basta criar um grupo de até 20 pessoas e enviar mensagens privadas, mesmo que todos não se sigam mutuamente. #sejoga

A primeira edição do ranking de popularidade em 2015 apresenta três alterações. A Saraiva subiu uma posição e está em 7º lugar. A Editora Record também subiu e está na 11ª posição. Por fim, a Leya também ascendeu e está em 14º lugar.

Que o novo ano seja marcado por muitos momentos de sucesso para todos. 🙂

 

Ranking Janeiro

#1:  103.000 Intrínseca @intrinseca

#2:    95.500 Mundo Cristão @mundocristao

#3:    80.600 Editora Rocco @editorarocco

#4:    77.800 Companhia das Letras @cialetras

#5:    58.900 Editora Gutenberg @Gutenberg_Ed

#6:    53.000 Novo Conceito @Novo_Conceito

#7:    51.200 Editora Saraiva @editorasaraiva

#8:    50.200 Editora CPAD @EditoraCPAD

#9:    48.000 Galera Record @galerarecord

#10:  47.600 Editora Autêntica @Autentica_Ed

#11:  44.400 Editora Record @editorarecord

#12:  43.700 Sextante @sextante

#13:  42.400 Editoria Arqueiro @editoraarqueiro

#14:  35.700 Editora Leya @EditoraLeya

#15:  35.000 Cosac Naify @cosacnaify

#16:  32.900 Suma de Letras @Suma_BR

#17:  32.600 Editora Nemo @editoranemo

#18:  30.400 Casa Publicadora @casapublicadora

#19:  28.900 Editora RT @revtribunais

#20:  28.500 L&PM Editores @LePM_Editores

Ranking atualizado em 27/1

Hélio de La Peña: ‘Monteiro Lobato está muito ultrapassado’

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Publicado no O Globo

O humorista Hélio de La Peña, do antigo programa Casseta e Planeta, disse, na tarde deste sábado, na Bienal do Rio, em debate no Placar Literário, que tentou ler Monteiro Lobato para seu filho, mas que “o texto está muito ultrapassado”. A declaração foi dada no debate “Gols de letra: dois romances”, em que também estava o jornalista Sérgio Rodrigues, com Francisco Paula Freitas como mediador. O humorista falava da importância de apresentar os livros certos para ajudar a incutir o hábito da leitura nas crianças.

— Acho que essa coisa da introdução da leitura às crianças é problemática. Não tem que ler necessariamente o grande livro, mas o que for interessante para ela. Você pegar livros que são desinteressantes é algo que atrapalha muito a vida de um leitor. A criança não consegue entender mais aquele texto. Tinha que haver uma escrita para, depois, levar a criança ao original. Acho que ocorre um pouco esse problema — disse o humorista.

A declaração veio depois de uma pergunta da plateia, sobre o que seria melhor dar para uma criança, um livro ou uma bola. Antes disso, Sérgio Rodrigues já havia falado sobre a importância de apresentar certos escritores à criança na idade certa.

— A cada menino de dez anos que você obriga a ler José de Alencar, você mata mais um leitor para todo sempre. Não acho que ele seja um escritor desprezível, apenas acho que não é o momento. Até Machado de Assis é complicado, dependendo da idade. Acho que a escola erra muito — afirmou Rodrigues.

Memórias do futebol

Uma das melhores novidades da Bienal do Rio deste ano, o Placar Literário tinha gente assistindo ao debate da porta. Com uma plateia formada principalmente por jovens, Hélio de La Peña e Sérgio Rodrigues estavam lá para falar de seus livros (“Meu pequeno botafoguense” e “Drible”, respectivamente). Mas, a pedido do mediador, contaram causos famosos da história do futebol, sempre em tom descontraído.

Hélio de La Peña contou aos jovens o caso de Carlito Azevedo, diretor do Botafogo conhecido por suas superstições, uma das marcas da torcida alvinegra. O humorista lembrou que o diretor precisava amarrar as cortinas do clube antes de o time jogar, com medo de o Botafogo perdesse. E que ele precisava fazer Biriba, seu cão preto e branco, com uma mancha que lembrava a estrela do clube, precisava entrar “de qualquer jeito” no campo antes do jogo. “Meu peque botafoguense”, de La Peña, conta a história do Botafogo vista pelos olhos de uma criança.

Já Sérgio Rodrigues, que publica “Drible” no próximo mês, pela Companhia das Letras, recomendou aos jovens que lessem “O negro no futebol brasileiro”, do jornalista Mario Filho.

— Considero esse o grande clássico sobre o futebol brasileiro. Não é uma ficção, mas eu considero o grande romance do futebol, contado com um fabuloso tom de crônica. É um livro sileirque merece ser lido como um clássico sobre a formação cultural brasileira, sem dever nada a “Casa grande e senzala” e “Raízes do Brasil”. Pena que é um livro meio desprezado, espero contribuir para que isso mude — afirmou Rodrigues.

Sérgio Rodrigues fez questão de lembrar, ainda, a campanha que o escrito Lima Barreto fez contra o futebol na imprensa, quando o esporte começou a se disseminar no Brasil. O jornalista lembrou que o futebol era de elite e Lima Barreto, um escritor negro, “com muita consciência de classe”.

— Ninguém previu o que o futebol ia se tornar no Brasil. É uma grande epopeia, com momentos de heroísmo e cafajestagem, sofrimento e libertação. O futebol foi sendo infiltrado pelo povo — afirmou.

EUA querem que Apple encerre acordos de e-books

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Justiça americana concluiu no mês passado que empresa combinou com distribuidoras aumento do valor de livros eletrônicos em 2010

Fachada da loja Apple em Nova York, nos Estados Unidos (Lucas Jackson/Reuters)

Fachada da loja Apple em Nova York, nos Estados Unidos (Lucas Jackson/Reuters)

Publicado por Veja

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos e dezenas de advogados estaduais propuseram nesta sexta-feira uma ação por causa das acusações de que a Apple participou de um esquema ilegal para determinar os preços de livros eletrônicos. Se a proposta for aprovada pela Justiça, a Apple teria de encerrar os acordos existentes com cinco grandes editoras: Hachette Book Group, HarperColllins Publishers, Holtzbrinck Publishers, Penguin Group e Simon & Schuster Inc.

Além disso, a Apple ficaria impedida por cinco anos de assinar novos contratos de distribuição. Nenhum representante da empresa foi encontrado para comentar o caso. “Sob os termos da proposta do Departamento de Justiça, a conduta ilegal da Apple vai terminar e a empresa e seus altos executivos não vão mais poder conspirar para prejudicar a competição no futuro”, disse Bill Baer, advogado-assistente responsável pela divisão antitruste do Departamento de Justiça.

Segundo a acusação divulgada no início de julho, a Apple combinou com as editoras a mudança do modelo de venda de e-books no início de 2010. À época, com o mercado dominado pela Amazon, novidades e best-sellers custavam 9,99 dólares. Pelo novo sistema, os preços dos livros mais vendidos passaram a variar entre 12,99 a 14,99 dólares, com 30% de comissão para a Apple. Conforme fechavam acordo com a empresa fundada por Steve Jobs, as editoras passaram a pressionar a Amazon a adotar o mesmo modelo.

dica do Jarbas Aragão

“A Guerra dos Tronos” ganha versão em HQ, tão explícita quanto os livros e a série de TV

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O romancista Daniel Abraham e o desenhista Tommy Patterson são responsáveis pela adaptação de "A Guerra dos Tronos" para HQ. Alex Ross, Mike S. Miller e Michael Komarck assinaram as capas das edições mensais, que abrem cada novo capítulo no volume brasileiro. Reprodução

O romancista Daniel Abraham e o desenhista Tommy Patterson são responsáveis pela adaptação de “A Guerra dos Tronos” para HQ. Alex Ross, Mike S. Miller e Michael Komarck assinaram as capas das edições mensais, que abrem cada novo capítulo no volume brasileiro. Reprodução

Publicado por UOL

Adaptação de “A Guerra dos Tronos” para HQ tem sangue e nudez

Leia a saga, acompanhe a série na TV e agora leia a adaptação para os quadrinhos de “A Guerra dos Tronos”, épico de capa e espada do escritor George R.R. Martin. Lançada em 2012 nos Estados Unidos pela Dynamite, a série em quadrinhos chega ao Brasil por meio da Casa da Palavra, através do selo Fantasy, no formato de TP (trade paperback).

O primeiro volume reune os seis primeiros números publicados de forma seriada pela editora norte-americana – com 240 páginas, tem preço sugerido de R$ 39,90. Nesta sexta (19), a Comic-Con, em San Diego, trará um painel com as novidades da quarta temporada da adaptação para as séries de TV.

O sexo e o erotismo, além da violência, também têm espaço na adaptação da saga para a HQ. Há paginas e páginas de mulheres e homens nus em comunhão carnal, nada muito explícito, mas com um ou outro "nu frontal". Como o encontro entre Khal Drogo e Daenerys, que se exibe com uma naturalidade quase ingênua.

O sexo e o erotismo, além da violência, também têm espaço na adaptação da saga para a HQ. Há paginas e páginas de mulheres e homens nus em comunhão carnal, nada muito explícito, mas com um ou outro “nu frontal”. Como o encontro entre Khal Drogo e Daenerys, que se exibe com uma naturalidade quase ingênua.

O romancista Daniel Abraham e o desenhista Tommy Patterson são responsáveis pela adaptação. Alex Ross, Mike S. Miller e Michael Komarck assinaram as capas das edições mensais, que abrem cada novo capítulo no volume brasileiro. Patterson foi escolhido por meio de uma seleção em âmbito mundial. Abraham, que foi aluno de Martin, escreve fantasia épica com o seu nome, fantasia urbana e contemporânea como M. L. N. Hannover e ficção científica (em colaboração com Ty Franck) como James S. A. Corey. O escritor fez todo o trabalho de quebrar o romance em páginas e painéis, decidindo o que cortar e o que manter, fazendo todo o roteiro, os diálogos e a descrição das imagens.

Assim como a série de TV guarda semelhanças e diferenças com a saga literária, os quadrinhos também apresentam pontos em comum e grandes divergências com os livros. As principais semelhanças estão no quadro geral, nos grandes arcos dramáticos, além do modo como os personagens são retratados – muitos deles foram envelhecidos na série e nos quadrinhos voltaram às suas faixas etárias originais. As diferenças estão no modo como os pequenos arcos dramáticos e subtramas se juntam, simplificando a condução da história.

Outro elemento que os autores não mexeram foi o sexo e o erotismo. Há paginas e páginas de mulheres e homens nus em comunhão carnal, nada muito explícito, mas com um ou outro “nu frontal”. Como o encontro entre Khal Drogo e Daenerys, que se exibe com uma naturalidade quase ingênua.

Martin, que supervisionou a adaptação para os quadrinhos, aprovou com folga o trabalho de Abraham e Patterson. Com a palavra, o autor da saga épica: “Quero deixar uma coisa bem clara: este não é um produto promocional baseado na série televisiva. O que você vai ler é uma adaptação original de meus romances. As equipes responsáveis por estas versões alternativas da minha fábula – Daniel Abraham e Tommy Patterson para os quadrinhos, David Benioff e D.B. Weiss (auxiliados e instigados por Bryan Cogman, Jane Espenson e este que vos fala) para a série de TV – trabalharam a partir do mesmo material original e depararam-se com alguns dos mesmos desafios, mas cada uma delas também teve de lidar com problemas exclusivos de sua mídia. Em alguns casos, podem ter chegado a soluções similares; em outros, tiveram abordagens muito diferentes. Mas se você é um fã da série de TV e está se perguntando por que os enredos são um pouco diferentes e os personagens não se parecem com os atores que viu na tela… Bem, agora você sabe”.

Direita ou esquerda?

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No ranking das editoras, domina o sotaque carioca

Cassia Carrenho, no PublishNews

Os efeitos do momento politicamente tumultuado que vive o país nas últimas semanas chegaram à lista dos mais vendidos. Na lista de não ficção, Fernando Henrique Cardoso, autor de Pensadores que invadiram o Brasil (Companhia das Letras), passou o livro Dirceu (Record), e assumiu o 1º lugar, com uma diferença de apenas 78 livros.

Entre direita e esquerda, temos no centro a eterna briga entre o bem e o mal. Inferno (Arqueiro) manteve o 1º lugar na lista geral, vendendo 13.094 exemplares, quase o dobro do 2º lugar, Kairós (Globo). Já na lista de autoajuda, Padre Marcelo ganhou a companhia do Bispo Rodovalho, autor do livro Ciência e fé (Lua de Papel), que ficou em 2º lugar. Pelo visto, quando o assunto é vendas, o destino do padre e do bispo é chegar cada vez mais perto do inferno.

As novidades da semana foram: ficção, O julgamento de Gabriel (Arqueiro); infanto juvenil, Turma da Monica – Laços, HQ muito elogiado da Panini, O livro das princesas (Galera Record), escrito a 8 mãos, sendo duas delas da Paula Pimenta, e O dia em que Nate entrou para a história (Sextante); autoajuda, Como se destacar no seu ambiente de trabalho (M.Books).

Na corrida pelo ranking das editoras, Sextante levou a melhor, com 14 livros. Coladinha vem a Intrínseca, com 13, e em terceiro a Record com 10. Sotaque carioca dominando.

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