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Livro de Neil Gaiman sobre mitologia nórdica chega em março no Brasil

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Neil Gaiman (Foto: Flickr/Stanislav Lvovsky)

Neil Gaiman (Foto: Flickr/Stanislav Lvovsky)

 

Isabela Moreira, na Galileu

Em seu novo livro, Neil Gaiman fala sobre Thor, Odin e Loki, os três grandes deuses da mitologia nórdica. Este, inclusive, é o nome da obra, que será lançada no Brasil em março deste ano.

Responsável por livros como Deuses Americanos e Coraline, Gaiman anunciou o novo trabalho pela primeira vez em junho de 2016. Na ocasião, a editora W.W. Norton & Company, que publica as obras do autor nos Estados Unidos, anunciou que ele contaria as histórias da mitologia em forma de romance.

“Gaiman costura história primordiais com um arco romântico que começa com a gênese de nove mundos lendários; explora as origens das divindades, anões e gigantes; e culmina em Ragnarok, o crepúsculo dos deuses e o renascimento de uma nova era e de um novo povo”, afirma a nota de anúncio.

Para celebrar o lançamento de Mitologia Nórdica, o escritor publicou um vídeo em sua página do Facebook falando mais sobre ela. “Desde quando estava trabalhando em Sandman, senti que uma das coisas mais interessantes a serem feitas na ficção é prestar atenção nos mitos, porque me parece que eles estão sempre vivos e informam o que fazemos. Eles informam nosso mundo em formas nas quais nem nos damos conta”, afirma.

O livro trará uma versão romantizada, ainda que fiel, dos mitos de Loki, Thor e Odin. “O incrível da mitologia nórdica é que os personagens são eles mesmos: eles têm falhas e são fascinantes”, comenta Gaiman. “Temos Loki e seus três filhos monstruosos. Temos Thor e deuses sendo assassinados e transformados em hidromel por anões malvados que são chantageados por gigantes.”

“É um livro para qualquer um que tiver interesse por mitologia nórdica. É para qualquer um que acha que Tom Hiddleston fica legal com o grande chapéu com chifres e se pergunta no que o personagem dele é baseado.”

Mitologia Nórdica será lançado no Brasil em março pela editora Íntrinseca.

 

Livros de Donald Trump deverão ser lançados no Brasil em 2017

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“Crippled America “(“América Debilitada”, em português), o novo livro de Trump || Créditos: Getty Images

“Crippled America “(“América Debilitada”, em português), o novo livro de Trump || Créditos: Getty Images

 

Publicado no Glamurama

Pelo menos quatro livros de Donald Trump serão lançados no Brasil em 2017 pela editora Citadel, a mesma que publicou no país o mais recente best-seller do bilionário, “América Debilitada”. As obras em questão são “The Art of the Deal” (1987), “Surviving at the Top” (1990), “Think Like a Billionaire” (2004) e “How to Get Rich” (2004).

De todos, o mais famoso é “The Art of the Deal”, que vendeu mais de um milhão de cópias somente nos Estados Unidos e é apontado como uma das melhores leituras para quem quer entender como pensa o futuro presidente dos Estados Unidos.

Apesar do sucesso, o escritor americano Tony Schwartz, ghost-writer do best-seller, afirmou em julho que se arrepende da parceria com Trump e que se sente desconfortável a cada vez que recebe os royalties pelo trabalho, estimados em mais de US$ 100 mil (R$ 338,9 mil) por ano. (Por Anderson Antunes)

Livro de Harry Potter sairá em 31 de outubro no Brasil

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Indianos posam com o novo livro de J.K. Rowlingís - ARUN SANKAR / AFP (31/7/2016)

Indianos posam com o novo livro de J.K. Rowlingís – ARUN SANKAR / AFP (31/7/2016)

 

Publicado no Jornal Cruzeiro

O feitiço de J. K. Rowling funcionou mais uma vez – pelo menos no palco. A crítica teatral britânica aplaudiu a peça “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada”, que estreou no sábado (30), em Londres, e chegou a compará-la a um Dickens, só que com mágica. A edição em inglês chegou às livrarias do mundo em 31 de julho. A brasileira sairá em 31 de outubro, pela Rocco.

O problema é que ainda deve demorar para os fãs do bruxinho poderem ver a peça montada pelo mundo. Ela funcionará como livro? É pedir muito que uma geração de jovens acostumados à linguagem do best-seller leiam um texto teatral? O formato de roteiro não deve ser obstáculo, porque a leitura flui, como deve ser um best-seller -e as descrições das cenas trazem algo do humor que marca Rowling, que assina o livro em parceria com o diretor John Tiffany e o dramaturgo Jack Thorne.

Porém, como boa literatura infantojuvenil, o livro tenta encantar não só pela técnica, mas por falar de questões que meninas e meninas vivem como conflitos: o que eu quero ser quando crescer? Devo seguir os planos que meus pais traçaram para mim? E é esse o conflito central do livro. Na primeira cena, encontramos Harry Potter adulto, com três filhos, prestes a embarcar o do meio, Alvo, para a escola de magia de Hogwarts.

A relação dos dois é péssima. Filho de um sujeito que encarna a virtude, Alvo responde às expectativas depositadas sobre si com agressividade contra o pai. É um personagem em luta para fortalecer a própria identidade perante os pais. Chegando à escola, Alvo acaba selecionado para a Sonserina, escola de bruxos malvadinhos que sempre foram inimigos de Harry, que é da Grifinória, a casa dos valentes.

Para completar, Alvo ainda vira melhor amigo de Scorpius, filho do arquirrival de Harry nos tempos de escola, Draco. Também no centro da trama, estão as viagens no tempo, pelas quais os personagens tentam mudar o passado, disparando a ação na trama. No fim, elas também remetem às relações familiares. Ao fazer planos para os filhos, os pais da trama também tentam reescrever o próprio passado, gerando uma série de ressentimentos.

Os autores acertam ao voltar ao tema do amadurecimento, já presente na série original, que pode ser lida como um romance de formação. Porém, a influência de Dickens, tão evidente nos outros livros, inclusive com o senso de ironia dickensiano, aqui aparece mais diluída. O erro está quando a história cai na armadilha do best-seller: em dado momento, passa a apostar mais na ação do que nos personagens -problema que pode ser resolvido no teatro, a depender dos atores. Harry Potter e a Criança Amaldiçoada. (Folhapress)

Tag: Cheguei Na Página 100 [Morte Súbita]

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Blair Pttsn, no Crônicas da Gaveta

Yaaay, gaveteirosss! Prometi e cá estou para cumprir ^0^. Quando vi essa TAG rolando na blogosfera literária, fiquei muito animada para ler algum novo livro que fosse além da página 100. E o livro que escolhido foi o ~Morte Súbita~! Agora é hora de dar o #Play aqui embaixo 😉

Então, o que vocês acharam? Pretendem ler esse livro ou já leram? Me contem! Hehe. Se depois da página 100 vier muitas outras emoções, contem comigo aqui para resenhá-lo, haushau. Um abraço de urso e até o próximo post! 😛

Filhos de sobreviventes do Holocausto mantêm memória viva em novo livro

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Visitantes passam por um portão com a inscrição "Arbeit macht frei"(O trabalho liberta) no antigo campo de concentração de Dachau, na Alemanha. 25/01/2014. REUTERS/Michael Dalder

Visitantes passam por um portão com a inscrição “Arbeit macht frei”(O trabalho liberta) no antigo campo de concentração de Dachau, na Alemanha. 25/01/2014.
REUTERS/Michael Dalder

Philip Pullella, na Reuters

ROMA (Reuters) – Com a iminência do 70o aniversário da libertação de Auschwitz, no ano que vem, os descendentes do Holocausto enfrentam um dilema que irá se aprofundar com a passagem do tempo: como transmitir a “memória recebida” para as futuras gerações.

Em um livro chamado “Deus, Fé e Identidade a Partir das Cinzas: Reflexões de Filhos e Netos de Sobreviventes do Holocausto”, 88 deles contam como herdaram a lembrança e como esperam passá-la adiante.

“Muitas, senão a maioria dos filhos e netos de sobreviventes do Holocausto, vivem com fantasmas”, escreveu Menachem Rosensaft, ele mesmo um destes filhos, na introdução do livro que editou.

“De certa maneira, somos assombrados da mesma maneira que um cemitério é assombrado. Trazemos dentro de nós as sombras e os ecos de um perecimento angustiado que jamais vivenciamos ou testemunhamos.”

Os ensaístas são de 16 países e têm entre 27 e 72 anos de idade. Alguns nasceram em campos de Pessoas Deslocadas na Europa no final da Segunda Guerra Mundial, mas muitos são netos na casa dos 20 ou 30 anos. Nenhum deles tem nenhuma lembrança pessoal do Holocausto, no qual os nazistas assassinaram cerca de seis milhões de judeus.

Embora muitos livros e estudos sobre filhos e netos de sobreviventes do Holocausto se dediquem aos aspectos psicológicos, os ensaístas se concentram no modo como as experiências de seus pais e avôs ajudaram a moldar sua identidade e sua atitude em relação a Deus e ao judaísmo. Pelo menos um deles é ateu.

Entre os 51 homens e as 37 mulheres estão acadêmicos, escritores, rabinos, políticos, artistas, jornalistas, psicólogos, um ator e um terapeuta sexual.

Um dos mais jovens é Alexander Soros, o filho de 29 anos do investidor George Soros. A primeira vez em que os dois se sentiram ligados foi quando seu pai lhe contou sobre suas experiências de infância na Budapeste ocupada pelos alemães em 1944.

Uma das mais idosas, Katrin Tenenbaum, de 72 anos, da Itália, escreve que, à medida que a distância do Holocausto aumenta, “mais a tristeza perde o foco, tornando-se de certa forma mais difusa e, ao mesmo tempo, mas difícil de precisar”.

O livro começa com um prólogo do vencedor do Prêmio Nobel da Paz, Elie Wiesel, de 86 anos, que sobreviveu aos campos de concentração de Auschwitz e Buchenwald.

Ele diz àqueles que receberam as lembranças: “Estamos sempre lhes dizendo que a civilização traiu a sim mesma ao nos trair, que a cultura terminou em falência moral, e ainda assim queremos que vocês aprimorem ambas, não uma ao custo da outra”.

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