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Capitã Phasma será protagonista em novo quadrinho de Star Wars

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Publicado no IGN

Se você tinha alguma questão em relação ao destino da Capitã Phasma após Star Wars: O Despertar da Força, uma nova minissérie da Marvel pode ter essas repostas. Já vimos rapidamente a Stormtrooper no trailer de Star Wars: Os Últimos Jedi, que foi revelado na última sexta-feira (14), durante a Star Wars Celebration, mas a série de quadrinhos de quatro volumes irá focar em suas aventuras após a destruição da base de Galen Marek.

Os livros vão fazer parte da série Journey to Star Wars: The Last Jedi, e estão sendo escritos por Kelly Thompson, com a ilustração de Marco Checchetto. A capa da primeira edição foi divulgada no site oficial de Star Wars.

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Thompson se considera “uma grande fã da atriz Gwendoline Christie e da personagem Phasma,” e declarou que ela está ansiosa para ajudar a revelar o enorme potencial da guerreira nos novos livros.

Os quadrinhos serão lançados em dezembro nos Estados Unidos, e em junho, fãs poderão ver a origem do sabre de luz de Darth Vader em uma série ilustrada inédita do vilão.

Livro póstumo de Scliar traz crônicas inéditas sobre judaísmo

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Autor gaúcho, que completaria 80 anos, terá mais três obras lançadas esse ano

Publicado em O Globo

RIO — Escritor compulsivo, Moacyr Scliar publicou, até sua morte, em 2011, mais de 80 livros, entre romances, contos, crônicas e infantis. E o número não para de aumentar. O autor gaúcho, que completaria 80 anos hoje, acaba de ganhar mais uma obra póstuma. “A nossa frágil condição humana” traz uma série de crônicas inéditas em livro, originalmente publicadas no jornal “Zero Hora”, onde colaborou durante 34 anos e publicou cerca de 5 mil textos. Esse vasto arquivo vem sendo destrinchado aos poucos pela viúva do escritor, Judith Scliar, e pela escritora e professora Regina Zilberman, organizadora da publicação. Depois de “A poesia das coisas simples” (2012), dedicado à cultura, e “Território da emoção” (2013), que se concentrava no exercício da medicina, “A nossa frágil condição humana” tem como recorte as incursões em temas judaicos, com 68 reflexões que abrangem três eixos: literatura, antissemitismo e as tensões entre Israel e os países árabes.

—A identidade judaica era muito forte para o Moacyr. Mesmo ele não sendo um ser religioso, isso transparece nos seus textos — diz Judith. — Ele era filho de imigrantes e morava no Bom Fim (bairro de imigrantes judeus de Porto Alegre). Uma de suas lembranças de infância é ver as famílias colocando cadeiras na calçada e contando durante horas histórias dos lugares de onde vinham.

Scliar. Escritor gaúcho publicou 80 livros até sua morte, em 2011, além de cerca de 5 mil crônicas - Divulgação / Agência O GLOBO

Scliar. Escritor gaúcho publicou 80 livros até sua morte, em 2011, além de cerca de 5 mil crônicas – Divulgação / Agência O GLOBO

 

Para Regina Zilberman, que organizou todos os três livros de crônicas póstumas de Scliar, o autor soube tratar, ao longo das décadas (a coletânea cobre de 1977 a 2010) assuntos espinhosos com um notável equilíbrio, especialmente no que diz respeito às relações entre Israel e outros países árabes.

— Ele tem uma visão crítica, mas que não é fundamentalista sobre o conflito — diz a organizadora. — Seu posicionamento lúcido, que apontava problemas de ambos os lados, é uma lição para a era de extremos em que vivemos hoje. Escolhemos esse título do livro para reforçar a ideia dele de que não adianta radicalizarmos: vivemos na fragilidade e há problemas que não podemos controlar. A vida humana é um cristal.

As milhares de crônicas do “Zero Hora” ainda devem render novos livros, mas Judith teve acesso recentemente a textos que Scliar assinava na “Revista Shalom”, publicação judaica de circulação restrita em São Paulo — e que também devem virar livro no futuro. Para o segundo semestre, estão previstos ainda os relançamentos de três obras que se encontravam fora de catálogo. A reunião de anedotas judaicas “Do Éden ao divã” (1991) sairá pela Companhia das Letras. Já a L&PM vai tirar do limbo “Histórias que os jornais não contam” (com crônicas escritas para a “Folha de S. Paulo” entre 2004 e 2008) e o raro “Mistérios de Porto Alegre”, coletânea de lendas urbanas e histórias curiosas ambientadas na capital gaúcha.

Há, porém, obras que provavelmente nunca chegarão — ou voltarão — a circular. É o caso da coletânea de contos “Histórias de médico em formação” (1962), obra de estreia de Scliar, que ele renega e que nunca chegou a ser relançada. Esgotada desde seu lançamento, há mais de 50 anos, a primeira edição está custando até R$ 1400 nos sebos virtuais. Diversos originais nunca publicados também continuam guardados a quatro chaves por Judith, em respeito à vontade do autor.

Anotações em cartão de embarque

Por outro lado, os estudiosos de Scliar têm a possibilidade de descobrir quase mil manuscritos e datiloscritos de seu acervo, digitalizados e disponibilizados desde 2015 para consulta pública no site do Espaço de Documentação e Memória Cultural da PUCRS (delfosdigital.pucrs.br). Entre os documentos, há anotações de ideias e esboços de narrativas que nunca foram escritas, além de obras abandonadas logo no início.

Os documentos comprovam a compulsão de Scliar pela escrita (para Regina, só Machado de Assis foi mais prolífico). O autor, que escreveu sua primeira história aos seis anos em um papel de cobrir pão, nunca perdeu o hábito de rabiscar em tudo que surgia a seu alcance. Há anotações em recibo de posto de gasolina, cartão de embarque e até receituário.

— Uma vez Moacyr teve uma ideia no banho e saiu do chuveiro às pressas para anotar — lembra Gabriel Oliven, cunhado do autor. — Foi obrigado a escrever em um papel higiênico.

Amigo de Scliar, o escritor Luiz Antonio Assis Brasil diz que aprendeu uma lição importante sobre pesquisa e escrita com o autor. Um dia, quando ambos conversavam sobre literatura, Scliar perguntou a Assis o que ele estava escrevendo.

— Por pura timidez, dei uma resposta breve, mas me lembro que eu disse que ainda estava na fase “das pesquisas” — conta o escritor. — Ele pensou um pouco, escolhendo as palavras, e de maneira indireta, me deu um conselho: “Pois sabe? Eu também pesquiso, quando não tenho muita familiaridade com o assunto. Mas vou até 10%” (posso estar equivocado quanto à porcentagem, mas era baixa) “e o resto eu deixo para a imaginação preencher”. Sem querer, aquilo foi uma aula, que eu imediatamente assimilei. Depois disso, a pesquisa, para mim, tornou-se mais leve e, digo ainda, perdeu o rigor de antes. E a imaginação, enfim, achou o seu lugar.

Diversos encontros lembrarão os 80 anos de Scliar. Dia 30 de março, em São Paulo, a USP organiza um Simpósio literário sobre o escritor. No dia 26 de maio, os escritores Ignácio de Loyola Brandão, Luis Fernando Verissimo, Zuenir Ventura e Antônio Torres se reúnem para um bate-papo no Centro Cultural da Santa Casa de Porto Alegre.

J.K. Rowling revela que está escrevendo dois novos livros!

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Andressa Ost, no Pizza de Ontem

Em uma interação com fãs no Twitter a escritora J.K. Rowling revelou que está trabalhando em dois novos livros. Um deles, assinado pelo pseudônimo Robert Galbraith, integrará a série de romances do detetive Cormoran Strike.

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á o outro livro não teve muitos detalhes revelados, apenas que seria assinado com o próprio nome da autora, e ao que tudo indica não será nada relacionado com o universo Harry Potter, já que ao ser questionada se seria um romance sobre Newt Scamander, protagonista de “Animais Fantásticos e Onde Habitam“, ela respondeu afirmando que serão lançados apenas filmes do personagem.

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O mais recente romance da escritora foi Vocação para o Mal (Career of Evil), terceiro estrelado por Cormoran Strike, lançado em 2015. Já está mais do que na hora de J.K. Rowling nos presentear com mais uma fabulosa história.

Nova aplicação de livros digitais adapta as histórias a cada leitor

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publicado no RTP

Uma aplicação de livros digitais que se adapta aos gostos, à vida e à personalidade de cada leitor foi criada em França pela Vía Fábula, uma empresa emergente francesa.

“Não fazemos livros interativos, mas sim adaptativos”, disse à agência espanhola EFE Bruno Marchesson, fundador do projeto.

A diferença é que as histórias interativas permitem que o leitor escolha o que quer ler, e “é o livro que escolhe a história que vai mostrar ao leitor e que se vai adaptar melhor aos seus gostos e interesses”, explicou.

Na aplicação, que já conta com mais de 1.100 utilizadores desde que foi lançado no início deste ano, pode ler-se o policial `Crónicas do abismo`, de Marc Jallier, que apresenta o seu primeiro capítulo adaptado à hora e à cidade do leitor mas, para já, apenas na versão francesa.

O custo é de 4,99 dólares (4,38 euros). Trinta por cento é para a plataforma de descarga, 30% para a Vía Fábula e os restantes 40% são para o autor. “É uma verdadeira vantagem para os escritores, porque normalmente as editoras pagam-lhes apenas 10% das vendas”, disse o empresário.

O livro tem seis histórias diferentes, que partiram da mesma base, com nove finais alternativos e 150 variações de desenvolvimento da história.

“Funciona com um algoritmo que introduz as variações da história, a partir de uma plataforma informática que muda para cada leitor”, disse Marchesson.

A Vía Fábula trabalha agora na publicação de novos livros: um infantil e ilustrado, para conquistar os mais pequenos e “incentivá-los a lerem desde os primeiros anos”, segundo Marchesson e outro de ficção científica, que deverá estar pronto no final de 2016.

Rocco publicará novos dois volumes de ‘Harry Potter’ no Brasil

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Cena do filme "Harry Potter e as Relíquias da Morte"

Cena do filme “Harry Potter e as Relíquias da Morte”

Publicado na Folha de S.Paulo

Em ano de crise no Brasil, uma editora espera que Harry Potter faça sua mágica. A Rocco anunciou, na manhã desta quinta-feira (24), que vai publicar os dois volumes de “Harry Potter and The Cursed Child” (Harry Potter e a criança maldiçoada), com a continuação da saga do bruxinho.

As duas partes já saem em outubro, três meses depois do lançamento da edição inglesa, que será publicada no fim de julho.

Os dois volumes trazem o roteiro da peça de mesmo nome —com história de J.K. Rowling, John Tiffany e Jack Thorne e dramaturgia deste último—, que estreia em Londres no dia 31 de julho.

Os livros digitais, por sua vez, como é comum com a obra de Rowling, serão publicados ao mesmo tempo pelo site Pottermore.

“Tantos anos após a publicação de Harry Potter e as Relíquias da Morte, último livro da série que transformou o mercado editorial mundial e a vida de tantos leitores, é com grande alegria que trazemos para o Brasil a 8ª história de Harry Potter”, afirmou Paulo Rocco, diretor da casa, em nota à imprensa.

Neste momento, os atores da peça ensaiam em Londres a montagem —por isso, o roteiro ainda pode mudar. A edição da Rocco que sai em outubro é o que a casa chama de “edição de ensaio”, com o texto utilizado na fase de produção da peça. Mais à frente, uma edição definitiva será publicada.

A continuação da saga do bruxo chega aos palcos e às livrarias 19 anos depois da publicação do último livro, “Harry Potter e as Relíquias da Morte”.

O enredo traz Harry Potter já adulto, como funcionário do Ministério da Magia e pai de três crianças. Segundo a nota, “enquanto Harry lida com um passado que se recusa a ficar para trás, seu filho mais novo, Alvo, deve lutar com o peso de um legado de família que ele nunca quis”.

Agora em abril, a Rocco lança também “Vocação para o Mal”, terceiro volume da série assinada por J.K. Rowling com o pseudônimo Robert Galbraith. Em junho, será a vez da edição de “Harry Potter e a Pedra Filosofal” ilustrada por Jim Kay.

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