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‘Tinder dos livros’: app promove interação e trocas de experiências e obras entre leitores

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Aplicativo Leia_me é rede social para amantes da literatura — Foto: Aluan Henrique Alves Cabral

“Leia_me” funciona como rede social e permite o compartilhamento de livros entre os usuários.

Camila Resende, no G1

Sabe aquele livro pegando pó na estante? E se você pudesse trocar ele por outro que ainda não leu e ainda conhecer pessoas no processo? É o que busca um aplicativo desenvolvido por leitores e programadores de Poços de Caldas, no Sul de Minas. Chamado de ‘Leia_me’, a ideia do app é que os usuários possam compartilhar suas experiências literárias e ainda emprestar ou trocar as obras que estão paradas em casa.

A ideia do aplicativo surgiu em 2017, quando a Organização Não Governamental Casa da Árvore participou de um programa de inovação em bibliotecas e conseguiu captar recursos para investir no desenvolvimento. Depois de uma pesquisa feita com leitores, Aluísio Cavalcante, designer de inovação da ONG, percebeu que os amantes da literatura desejam compartilhar suas experiências de leitura.

Além da troca de informações, outra aposta do Leia_me é incentivar que os leitores compartilhem as obras de seus acervos pessoais, como ressalta Aluísio.

Os primeiros usuários serão cadastrados como beta, ou seja, participaram também do desenvolvimento do aplicativo. Ao utilizar o Leia_me, eles são convidados a listar suas obras preferidas, marcar os livros que desejam ler e a parte dos próprios acervos que desejarem emprestar, trocar, doar ou vender.

Equipe desenvolveu aplicativo para conectar leitores — Foto: Aluan Henrique Alves Cabral

Para Rodrigo José de Souza Silva, analista e desenvolvedor do aplicativo, que também diz er apaixonado por literatura, as trocas entre os usuários têm grande potencial.

“O retorno que a gente pode ter encurtando o caminho entre um leitor e outro para poder pegar um livro emprestado, ou trocar uma ideia, é incrível. Com o aplicativo eu posso estar no sofá de casa e encontro outra pessoa com um estilo literário diferente do meu e posso trocar ideias com ela. Uma pessoa pode convencer a outra a expandir os seus horizontes. É um impacto social muito grande por aproximar as pessoas.”

Planos futuros

O Leia_me é um aplicativo gratuito disponível para os celulares do sistema Android. O download pode ser feito na loja de aplicativos oficial dos aparelhos. Apesar de ser novidade, não faltam planos para o futuro.

“É um aplicativo gratuito, mas vamos desenvolver um modelo de negócio que gere receita, que seja um negócio de impacto social que promove transformações no contato com a leitura e que também gera receita para que isso contribua com os outros projetos de inovação em biblioteca e formação de leitores da ONG”, explica Aluísio Cavalcante.

Para divulgar o aplicativo, a equipe de desenvolvedores pretende mostrar a ideia em feiras literárias em 2019. Há também a busca por parceiros comerciais para que o modelo de negócio cresça e amadureça.

Obras de autores como Malala e Aldous Huxley serão distribuídas em escolas

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Malala Yousafzai, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, faz uma pausa para uma entrevista à Reuters em um hotel local em Islamabad, Paquistão – 30/03/2018 (Saiyna Bashir/Reuters)

Cada aluno da rede pública receberá dois livros, que deverão ser devolvidos ao fim do ano

Publicado na Veja

Livros de Cecília Meirelles, Malala, Aldous Huxley, entre outros autores serão distribuídos aos alunos da rede pública junto com o material didático em 2019. Cada estudante deverá receber duas obras literárias, segundo o novo formato do Programa Nacional do Livro e do Material Didático Literário (PNLD), que, até este ano, distribuía apenas títulos para as bibliotecas e para serem usados em salas de aula.

De acordo com o Ministério da Educação, caberá a cada escola escolher os títulos a serem distribuídos aos seus alunos. No catálogo para o ensino médio, estão a biografia da paquistanesa Malala — a mais jovem a receber um Prêmio Nobel da Paz; o clássico de ficção Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley; poemas de Cecília Meireles, entre outros.

Todas as obras serão devolvidas às escolas depois do período de um ano para reutilização. Cada editora pode inscrever quatro obras para serem selecionadas para o catálogo.

Alunos da rede pública receberão livros literários a partir de 2019

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Publicado no UOL

Estudantes da rede pública receberão livros de literatura em 2019, além do material didático, de acordo com o novo formato do Programa Nacional do Livro e do Material Didático Literário (PNLD). A escolha das obras pelas escolas credenciadas ainda não foi iniciada. A previsão é que o sistema seja aberto para registro a partir do dia 8 de outubro.

De acordo com o Ministério da Educação, a escolha será feita pelas escolas, a partir de uma lista, e levará em conta a opinião dos professores e diretores de escola. No catálogo para o ensino médio, estão livros como a biografia da paquistanesa Malala – a mais jovem a receber um Prêmio Nobel da Paz; o clássico de ficção Admirável Mundo Novo, de Aldous Juxley; e poemas de Cecília Meireles.

Até este ano, o programa destinava as obras literárias apenas para as bibliotecas e para serem usadas em salas de aula. A previsão é que os estudantes recebam os dois livros literários.

Para a assessora de projetos da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Andressa Pellanda, é importante o aspecto individual da leitura, mas o papel didático da biblioteca não se deve ser esquecido. Ela defende que a escolha dos livros deve ser a mais democrática possível, envolvendo não só os professores, como prevê o programa, e que os alunos também sejam consultados.

“Sempre falamos da necessidade sobre o processo de gestão democrática dentro da escola. Então, a escolha dos livros didáticos também tem que passar por isso, existe todo um trabalho que é feito e pensado para que as escolas possam ter de fato gestão democrática”, disse. “Se os professores, os diretores, os coordenadores pedagógicos puderem discutir com os estudantes a escolha dos livros de literatura e também os livros didáticos, isso sempre é muito mais frutífero porque uma gestão democrática gera apropriação de cultura, então gera educação e aprendizado”, acrescentou.

Na avaliação de Cândido Grangeiro, sócio de uma pequena editora que teve livros escolhidos para o catálogo literário do programa, houve conquistas com o novo modelo. “Isso é uma conquista enorme [o livro ficar com o estudante] porque o aluno tem um acesso maior à literatura”, disse, ressaltando ser mais um incentivo para publicações no mercado editorial.

Os professores terão acesso a um guia com resenhas das obras selecionadas pelo programa e a escolha será feita após uma reunião de professores e diretoria da escola. Ainda de acordo com as regras, uma mesma editora não poderá ter dois livros escolhidos. As obras serão devolvidas às escolas depois do período de um ano para reutilização. Cada editora pode inscrever quatro obras para serem selecionadas para o catálogo.

O PNLD não permite que as editoras, com obras selecionadas para o catálogo, façam ações promocionais, distribuam brindes ou visitem as escolas. Grangeiro alerta para um disputa desigual entre as grandes e pequenas editoras. “Essas editoras [grandes] trazem toda uma tradição de chegada, um poder comercial mesmo, tem distribuidor, tem dinheiro, enfim, de chegar nas escolas e conseguir concentrar todas as adoções [de livros]. As editoras pequenas não dominam esse universo comercial, nem tem recursos financeiros para esses estudos. A disputa é extremamente desigual”, disse.

 *Colaborou Nelson Lin, da Rádio Nacional

Stephen King: o mestre do terror na literatura e no cinema

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Stephen King, que completa 71 anos nesta sexta-feira (21), é considerado um dos maiores escritores da literatura do terror e suas obras são inspirações para muitas adaptações de filmes e novos escritores

Publicado no 24Horas News

O autor Stephen King é considerado por muitos um mestre da literatura de terror por suas obras assustadoras e de ficção. O escritor completa 71 anos de idade nesta sexta-feira (21) e seu legado na cultura pop só tende a crescer.

Stephen King tem legiões de fãs pelo mundo todo e encanta muitos diretores de cinema. As obras de Stephen King vão muito além de terror. Seus contos abrangem suspense, drama, mistério, ficção científica, aventura e fazem muito sucesso. Uma das principais características do escritor é a criatividade e isso pode ser provado com suas obras.

Em cada livro, o escritor mostra que tem a capacidade de fazer com que histórias do dia a dia sejam reinventadas e transformadas em algo muito assustador e tenebroso, causando desconforto do leitor. Stephen King mexe com a imaginação dos leitores e telespectadores. Um simples palhaço não será visto da mesma forma após o famoso conto “It: A Coisa”.

King tem uma grande influência na cultura pop. Muitas de suas obras foram adaptadas para o cinema. “Carrie- A Estranha” foi a primeira obra de King que foi adaptada para as telonas em 1976. Foram os primeiros passos que levaram Stephen King ao sucesso e foi o marco de um dos maiores escritores das últimas quatro décadas.

A adaptação conta a história da adolescente Carrie White que enfrenta insultos dos colegas na escola e abuso em casa de sua mãe, uma fanática religiosa. Após diversos acontecimento estranhos, Carrie descobre que tem poderes sobrenaturais.

Outro livro de King adaptado no cinema e que fez grande sucesso foi “O Iluminado” em 1980. O filme fez grande sucesso nos cinemas mesmo King não gostando da versão do diretor Stanley Kubrick. A obra do escritor conta a história do perturbador Jack Torrance. Umas das cenas mais famosas do filme é de Jack com um machado na porta e a cena de sangue saindo pelo elevador.

Saindo um pouco dos filmes de terror, “À Espera de um Milagre” traz um assassino com poderes de cura e que é condenado à morte. Essa obra de King fez muitas pessoas se emocionarem e mostrou que Stephen King é um escritor excepcional em outras áreas da literatura.

Em 1990, o conto “It: A Coisa” ganhou uma adaptação em formato de minissérie. Uma pequena cidade foi aterrorizada por um ser chamado “ A Coisa”e após 30 anos o ele volta a assustar novamente as crianças da cidade. O palhaço assustador foi interpretado pelo ator Tim Curry. Em 2017, a obra ganhou outra adaptação que fez muito sucesso nos cinemas.

Além de escrever, Stephen King também já atuou como produtor em “11.22.63” que é uma minissérie americana de ficção científica e mistério baseada na obra de King. Produção conta a história de Jake Epping (James Franco), um professor de inglês que ganha a oportunidade de viajar de volta no tempo até o ano de 1960 em Dallas, Texas, por meio de um portal do tempo descoberto pelo seu amigo Al Templeton (Chris Cooper).

A famosa série “Stranger Things” tem referências de diversas obras escritas pelo escritor Stephen King. Por exemplo, a cena do nevoeiro no ferro velho em que o grupo fica esperando o demo-cão chegar faz referência ao conto de Stephen King chamando “O Neveiro”. A obra se passa em uma cidade de Brighton, no Maine. A população do local ficam encurralados pela névoa e por monstros que aparecem por todas as partes.

O legado de Stephen King está crescendo cada vez mais e sendo inspiração para novo escritores do ramo do terror e de outros áreas da literatura. Muitos escritores, roteiristas e cineastas se inspiram nas obras do escritor para compor sua própria história. Escritores como André Vianco, Raphael Draccon e Eduardo Spohr são autores que escrevem sobre terror e ficção científica e se inspiram em Stephen King.

É inevitável que as obras de Stephen King não sejam inspirações para cultura pop mundial. King tem o dom para contar histórias em alta qualidade e criatividade. O escritor já vendeu em todo o mundo 350 milhões de exemplares de seus livros e já ganhou mais de 50 prêmios, como o Prêmio Edgar e Bram Stoker Award.

O novo livro do escritor Stephen King chamado “Elevação” deve ser lançado dia 30 de outubro. Livro conta uma comovente história de um homem cuja aflição misteriosa une uma pequena cidade chamada Castle Rock. Scott Carey não quer que mais ninguém o conheça, apenas o Dr. Bob Ellis.
Fonte: IG Gente

It – A Coisa: Segunda parte do filme trará o ritual mais bizarro do livro

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Um desafio visual para o diretor Andy Muschietti.

Renato Furtado, no Adoro Cinema

Os responsáveis pela adaptação audiovisual de It – A Coisa não estão dispostos a abrir mão da fidelidade – mesmo que, para isso, precisem encarar uma das cenas mais bizarras, estranhas e abstratas do livro de Stephen King: o Ritual de Chüd. Em entrevista ao CinemaBlend, o roteirista Gary Dauberman (A Freira) revelou que a peculiar sequência fará parte da continuação de It – A Coisa, novamente dirigida por Andy Muschietti:

“O Ritual de Chüd é desafiador, mas é um componente tão importante do livro que nós precisamos abordá-lo. É uma cena difícil, mas como todos trabalhamos juntos anteriormente, nosso trabalho funciona mais como um diálogo […] É um processo orgânico; nós simplesmente temos que arriscar para encontrar o jeito mais focado e acessível para retratar um dos aspectos mais metafísicos do livro”, contou o escritor, explicando sua relação de trabalho com o cineasta de It – A Coisa: Capítulo 2.

Conhecido como o único meio que possibilita a vitória sobre o Palhaço Dançante (Bill Skarsgård), o Ritual de Chüd é um elemento recorrente nas obras de King e foi criado pelo autor com base em ritos tibetanos e nativo-americanos. Também presente na saga “A Torre Negra” (ed. Suma de Letras), o supracitado Ritual é apresentado ao Clube dos Perdedores por Maturin, a milenar e mística tartaruga gigante que se opõe a It na constituição do universo. No livro, a sequência é descrita como uma “batalha física de vontades” e envolve línguas que se entrelaçam e se mordem e uma sequência de piadas intermináveis. Complexo, hein? Capaz de nem o próprio King ter entendido o que ele escreveu…

De qualquer forma, Dauberman está confiante de que a esquisita cena será traduzida para as telonas com habilidade porque Muschietti já teria encontrado uma “brilhante” forma visual de retratá-la. E a julgar pelo ótimo It – A Coisa, só resta mesmo acreditar que o roteirista e o cineasta sabem bem o que estão fazendo em relação à obra de King. Coestrelado por Jessica Chastain, James McAvoy e Bill Hader, It – A Coisa: Capítulo 2 estreia no dia 5 de setembro, prometendo ser ainda mais assustador e triste que o primeiro filme.

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