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Brasileiro vence o maior prêmio de literatura da língua portuguesa

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José Luiz Passos, recebeu a premiação com a obra “O sonâmbulo amador”

Publicado no Divirta-se

20131205113140995121oO romance ‘O sonâmbulo amador’, do escritor pernambucano José Luiz Passos, é o grande vencedor da 13ª edição do Prêmio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa. A obra também levou o prémio de melhor livro de romance. O anúncio foi feito na noite desta quarta-feira, durante cerimónia no auditório Ibirapuera, em São Paulo, no Brasil.

O romance escolhido pelo júri conta a história de um funcionário da indústria têxtil pernambucana internado numa clínica psiquiátrica, cujos sonhos se misturam com acontecimentos políticos do fim da década de 1960. É o segundo romance de José Luiz Passos, contista, ensaísta e autor de uma peça de teatro. O escritor, que nasceu em Catende, Pernambuco, em 1971, vive em Los Angeles, nos Estados Unidos, onde dá aulas na Universidade da Califórnia.

Os outros livros vencedores da noite foram ‘Essa coisa brilhante que é a chuva’, de Cíntia Moscovich, na categoria de contos, e Sentimental’, de Eucanaã Ferraz, na categoria de poesia. O primeiro, reúne nove contos desta escritora brasileira que nasceu em 1958, em Porto Alegre, e que tem alguma da sua obra publicada em Portugal (o livro de contos ‘Arquitectura do Arco-Íris’ e o romance ‘Duas Iguais’ na Bico de Pena por exemplo). No Brasil está presente nas coletâneasque 25 mulheres estão fazendo a nova literatura brasileira (organizada por Luiz Ruffato) e ‘Os melhores contos brasileiros do século’ (organizada por Ítalo Moriconi) e a editora portuguesa Quasi integrou-a na antologia de contistas portugueses e brasileiros, Putas.

Entre as 12 obras finalistas estava ‘O Filho de Mil Homens’, de Valter Hugo Mãe (Cosac Naify), que foi o grande vencedor da edição deste prémio no ano passado. Esta obra concorria à categoria de melhor romance ao lado dos escritores brasileiros Daniel Galera com ‘Barba Ensopada de Sangue’ (ed. Companhia das Letras, e que em Portugal a Quetzal irá publicar em Janeiro), Miguel Sanches Neto com ‘A Máquina de Madeira’ (ed. Companhia das Letras) e José Luiz Passos com a obra vencedora ‘O Sonâmbulo Amador’ (ed. Alfaguara).

Guia de estudos: aprenda a fazer uma boa redação em dez passos

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Lucas Rodrigues, no UOL

Manter-se bem informado e produzir textos dissertativos ao menos uma vez por semana é essencial para conseguir elaborar uma boa redação no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e nos grandes vestibulares. Consultados pelo UOL, especialistas deram dicas para garantir resultados satisfatórios nesse quesito.

Esse roteiro faz parte de uma série de guia de estudos com os dez temas mais importantes de cada disciplina (confira ao lado).

Segundo Arlete Salvador, autora do livro “Como escrever bem para o Enem – Roteiro para uma redação nota 1.000”, conquistar uma escrita apurada é um processo que leva tempo. “O estudante não vai conseguir na última hora escrever melhor se não tiver nenhum tipo de embasamento”, diz.

Ela acredita, contudo, que é possível se exercitar até mesmo em meios diferentes, como nas redes sociais. “Quando for escrever no Facebook, por exemplo, tente escrever sem erros. Descreva aquela viagem que você fez, os lugares, as pessoas, os acontecimentos contemporâneos, um show de música. Diga o que gostou, explique o porquê. Isso contribuiu para o senso crítico”.

Antes da prova
Confira as dicas dadas pela professora Cida Custódio, do Colégio e Curso Objetivo, para a preparação antes do dia da prova de redação:

Mantenha-se informado
“Os temas propostos pelo Enem são sempre relacionados a questões atuais, que de alguma forma estão mobilizando a opinião pública do país. Editoriais de jornais, por serem dissertativos, são os textos mais recomendáveis para despertar o senso crítico do estudante”.

Faça cópias de textos dissertativos
“É bom para assimilar, ao mesmo tempo, estrutura, linguagem, ortografia e pontuação. Nesse caso, caberá antes uma leitura atenta do texto escolhido, que permita ao estudante fazer uma cópia consciente, e não automática”, diz Cida.

“Concluída a cópia, será necessário conferir se foi feita de modo fiel ou displicente. Esse exercício é excelente também para melhorar a capacidade de concentração”.

Escreva duas redações por semana
“Treinar é essencial para garantir um bom desempenho na prova. É importante ainda submeter tais redações à apreciação de um professor, que, com base nas competências levadas em conta pelo Enem na correção das redações, fará uma avaliação criteriosa e personalizada”.

O UOL tem um banco de redações, em que são sugeridos temas atuais a cada mês. Os estudantes podem mandar suas produções, que serão avaliadas por uma equipe especializada em correção de prova de vestibular e Enem.

Conheça os temas anteriores do Enem
“É bastante produtivo fazer ainda algumas redações de temas previamente selecionados, preferencialmente aqueles considerados mais desafiadores”.

No dia da prova
Veja ainda estratégias dadas por Arlete Salvador que devem ser feitas durante a prova de redação:

Encontre o tema
Leia o enunciado e os textos de apoio com atenção. Na folha de rascunho, faça uma lista das ideias principais do assunto geral e dos textos complementares (use uma ou duas palavras para sintetizar essas ideias). Se houver imagens, transforme o conceito central em palavras.

Para a professora Cida, do Objetivo, é fundamental atentar ao encaminhamento sugerido pelos textos motivadores oferecidos pelo Enem. “O candidato independente corre o risco de desconsiderar a coletânea e fugir parcialmente ao tema. Para evitar isso, caberá selecionar duas ou três informações dos textos de apoio e integrá-los ao próprio repertório [cultural e linguístico]”, diz.

Ela enfatiza que aproveitar um ou outro dado da coletânea não significa copiar trechos ou fragmentos, o que é absolutamente impróprio.

Organize as ideias e planeje o texto
Após encontrado o tema, pense sobre o que tem a dizer para aquela discussão. Escolha os argumentos que serão utilizados, duas propostas de intervenção social e qual será a conclusão.

Pense como será a ideia central da introdução e anote na folha de rascunho. O que você pretende defender? Escolha três argumentos que melhor sustentem sua ideia.

Escreva na folha de rascunho
Não se afaste do modelo introdução, desenvolvimento e conclusão. Na hora de elaborar o texto, dê preferência para a terceira pessoa do singular ou do plural, nunca use gírias e utilize expressões de ligação entre parágrafos e ideias.

Se estiver em dúvida sobre uma data, corte-a. Se a indefinição for na grafia de uma palavra, troque-a por um sinônimo.

Para a conclusão, a professora do Objetivo diz que sugestões de intervenção passíveis de serem colocadas em prática serão pertinentes. “Atribuir a responsabilidade pela solução de determinado problema a mais de um setor da sociedade também é importante”, diz.

Invista na linguagem
A professora Cida, do Objetivo, acrescenta que uma linguagem diversificada contribui para o conteúdo do texto. “Contudo, deve-se evitar o vocabulário rebuscado, usado apenas para impressionar a banca. O estudante deve demonstrar repertório linguístico típico de um bom leitor, recém-saído do ensino médio”.

Releia o texto e verifique coerência e coesão
Substitua palavras repetidas por sinônimos e preste atenção se não cometeu deslizes na pontuação –separar sujeito de verbo com vírgula é erro grave–, e na acentuação.

Vale a pena analisar se a introdução apresenta o tema pedido na prova, se os argumentos sustentam a tese escolhida, se as propostas de intervenção social são convincentes e se a conclusão tem conexão com o começo do texto.

Transcreva o texto para a folha oficial
Copie exatamente o que foi produzido na folha de rascunho. Tente fazer uma letra legível e não rabiscar. É importante respeitar os parágrafos, deixando uma pequena margem no início. Logo em seguida, corrija eventuais erros e dê a redação por encerrada.

A era do escritor-espetáculo

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Além de escrever bem, os novos autores precisam saber divulgar seus livros

Danilo Venticinque na revista Época

Na pré-história da literatura, o escritor que saltitava de evento em evento para divulgar seu livro era chamado de arroz de festa. Não importava o tema ou o local: lá estava ele, esticando sua rede de contatos no mercado editorial e, com alguma sorte, conquistando um a um os raros leitores. Hoje há mais feiras literárias do que escritores no Brasil, e os escritores também se tornaram festas. Em seus sites pessoais, blogs e perfis em redes sociais, há milhares de leitores dispostos a acompanhar seus passos. Não basta ler seu autor favorito: é preciso segui-lo, curtir suas fotos, comentar seus posts e divertir-se com fragmentos de sua personalidade. Qualquer página no Facebook é uma festa literária permanente em que autores podem encontrar seus fãs e interagir com seus colegas.

Cada autor sabe a melhor maneira de cativar sua audiência. Paulo Coelho publica textos curtos e vídeos em diversos idiomas. Neil Gaiman mantém um diário com pensamentos aleatórios e fotografias de suas viagens. O poeta Carpinejar compartilha aforismos sobre amor no Twitter. Thalita Rebouças já gravou até um vídeo em que canta e ensina seus 130 mil fãs a fazer mousse de maracujá. Não te apetece? Pouco importa. Se os escritores são como festas, basta lembrar que cada uma é feita para um público diferente. A diversão de uns pode ser insuportável para outros. Quem não gostou de uma festa pode procurar outra. Com um pouco de persistência, é inevitável encontrar algo que lhe agrade.

Há inúmeras vantagens na postura adotada por esses escritores. Eles ajudam a popularizar a leitura, dividem com as editoras a difícil tarefa de divulgar seus livros e consolidam seus nomes no mercado editorial. Também se divertem, aparentemente. Mesmo assim, há quem seja criticado por dizer o óbvio. Numa entrevista recente ao jornal O Globo, o escritor Raphael Draccon afirmou que não haveria espaço para autores reclusos, no estilo Rubem Fonseca, no mercado nacional de livros de fantasia. Foi o suficiente para provocar uma polêmica literária nas redes sociais – algo raro hoje em dia.

 

Pouco tempo depois, Draccon publicou um texto ressaltando que o comentário era apenas sobre autores de fantasia, e que em outros estilos as regras seriam diferentes. Concordo com a entrevista e discordo da correção: excetuando os gênios incontestáveis (e raríssimos), que editora preferiria um eremita das letras a um escritor que sabe vender seu trabalho? O brasileiro até lê, mas vender livros no país não é fácil. Se um autor não se dispõe a incentivar a leitura e a divulgar seus livros na internet e em eventos literários, é bem possível que ele esteja na profissão errada.

Isso não se deve apenas a novas regras do mercado editorial, mas também a mudanças na maneira como todos nós vivemos e consumimos informações. Na disputa pela atenção dos jovens leitores, um livro concorre com fotos de gatos, notícias de celebridades e vídeos de comédia. É uma luta inglória e desigual, que só pode ser vencida com uma boa estratégia e algum esforço. Nenhum escritor estreante arriscaria ser recluso como Rubem Fonseca. Para não desaparecer nas redes sociais, é preciso falar constantemente. O silêncio é o caminho mais curto para a irrelevância.

Para a nova geração de autores, a busca pela fama já virou tema de livros. Em Suicidas, seu primeiro romance policial, o carioca Raphael Montes, de 22 anos, conta a história de um jovem escritor que faz um pacto sangrento para garantir o sucesso póstumo de seu livro. Na vida real, o autor se contenta em manter uma página no Facebook em que divulga eventos, publica fotos enviadas por leitores, compartilha resenhas do livro e dá pistas sobre seus próximos trabalhos. Até agora, a estratégia deu certo: seu livro de estreia vendeu mais de 5 mil exemplares.

 

Outra autora que escreve sobre o desejo de ser uma estrela é Carolina Munhóz, de 24 anos. A protagonista de seu terceiro romance de fantasia, Feérica, é uma fada que decide ser famosa e se inscreve num programa de talentos na televisão. Há algo em comum entre a autora e a personagem. O próximo projeto de Carolina é protagonizar um reality show ao lado de Draccon, com quem é casada há três anos. O programa, previsto para 2014, mostraria a rotina de um casal de jovens escritores no Brasil, seus encontros com fãs e outros eventos. Curiosamente, a ideia causou menos polêmica do que a menção de Draccon a Rubem Fonseca. Faz algum sentido. Com tantos reality shows na televisão, sobre os temas mais variados, por que não um com escritores? É a evolução natural de uma geração que perdeu a vergonha de se expor para divulgar seus livros.

Os escritores da pré-história achariam tudo isso ridículo. Para os novos autores, ridículo é não ser lido.

 

A nova era digital

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1Cora Ronai, no Facebook

Um dia — que já devia ter sido ontem — todos os pais e mães terão uma conversa muito séria com os filhos a respeito da vida online. Essa conversa é ainda mais importante do que aquela clássica conversa sobre sexo da qual todos querem fugir, e deve começar cada vez mais cedo: a internet não esquece nada, e pode ser que, lá na frente, o destino profissional de uma pessoa possa ser prejudicado por uma bobagem que ela postou na adolescência. Pela primeira vez desde que o mundo é mundo, a vida das pessoas começa a ser registrada antes mesmo que elas venham o mundo, com as ultrassonografias postadas por pais orgulhosos nas redes sociais; o registro continua, implacável, pelos anos escolares, pela universidade, pelo trabalho. Uma busca das mais simples pode revelar hábitos alimentares, culturais e de consumo, amores e ódios. Nos tempos pré-internet, os humanos gozavam o benefício do esquecimento. Fomos geneticamente programados para isso, numa prova de que a natureza é sábia até socialmente: uma pessoa de 30 anos guarda muito pouco de quem era aos 15. Basta ver os cortes de cabelo e as roupas que tínhamos coragem de usar…

Mas a máquina não está só contra nós; ela está sobretudo a nosso favor. Calcula-se que, até 2025, toda a população mundial, estimada então em oito bilhões de pessoas, terá um celular em mãos — e, através dele, acesso a mais conhecimento do que nossos antepassados tinham mesmo nas melhores bibliotecas. Nunca nada se difundiu tão rápido quanto a tecnologia da informação. Apenas na primeira década do nosso século o número de pessoas conectadas à internet passou de 350 milhões para dois bilhões; os usuários de celulares saltaram de 750 milhões para mais de cinco bilhões. Estamos dando os primeiros passos num mundo radicalmente novo.

A nova era digital: como será o futuro das pessoas, das nações e dos negócios“, de Eric Schmidt e Jared Cohen (Intrínseca, 320 páginas, tradução de Ana Beatriz Rodrigues e Rogerio Durst) é uma ótima pensata sobre este mundo. Se você acha que o nome Eric Schmidt é vagamente familiar, você acha certo: ele foi o CEO do Google durante dez anos, e continua na companhia como presidente executivo; Jared Cohen é diretor do Google Ideas, e foi membro da equipe de planejamento político do departamento de estado norte americano. É muito interessante ler o que têm a dizer sobre os caminhos da tecnologia, quanto mais não seja pelos cargos que ocupam. Peter Drucker disse, uma vez, que a melhor forma de prever o futuro é inventá-lo; pois Schmidt e Cohen estão em posição privilegiada para faze-lo.

Os dois se conheceram em Bagdá, em 2009, durante uma conferência sobre o uso da tecnologia para a reconstrução social. Nos três anos seguintes, rodaram o mundo atrás de soluções originais, e da visão, em primeira mão, do eterno jogo de gato e rato entre governos e governados. Estiveram em países como a Coréia do Norte, o Malawi, a Mongolia, o Paquistão; conversaram com todo mundo que poderia ter algo a dizer, de Julian Assange a Carlos Slim, que se tornou o homem mais rico do mundo construindo um império de telecomunicações. Não por acaso, o forte do livro está nas considerações sobre governo e rede, sobre a inesperada força que ela passou a dar ao indivíduo e sobre o que significa o poder num mundo conectado.

“A nova era digital” não é um livro para nerds — ou só para nerds: os autores até se dão ao trabalho de explicar o que é a Lei de Moore. Também não é um “page turner”, que se leia como um romance. Mas se você se interessa por tecnologia e pela internet, e quer saber como o futuro está sendo visto a partir deste ano de 2013, ele é a melhor leitura que posso sugerir.

dica do Ailsom Heringer

Bienal do Livro RJ: abertura marcada por tom político e cobranças ao governo

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Ministra ouve pedidos de proteção a direitos autorais e liberação de biografias

Sem visitas de escolas na quinta-feira, primeiro dia da Bienal do Livro do Rio foi pouco movimentado (foto: Daniela Dacorso / O GLOBO)

Sem visitas de escolas na quinta-feira, primeiro dia da Bienal do Livro do Rio foi pouco movimentado (foto: Daniela Dacorso / O GLOBO)

Maurício Meireles, em O Globo

RIO — O primeiro dia da 16ª Bienal do Livro do Rio, que começou na quinta-feira, no Riocentro, foi marcado pelo tom político. Na cerimônia de abertura, com a presença da ministra da Cultura, Marta Suplicy, a presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Sônia Jardim, cobrou do governo o respeito aos direitos autorais e uma posição a favor das biografias não autorizadas.

Em seu discurso, Sônia falou dos avanços do mercado em 30 anos de história da Bienal do livro, mas apontou dois retrocessos: a pirataria de livros e o veto das biografias não autorizadas estabelecido pelo Código Civil.

— De 1983 para cá, avançamos, mas demos alguns passos para trás. Naquele ano, eu me lembro de um concurso de cartazes para uma campanha contra a reprografia. Já se falava, então, do prejuízo que as cópias causavam para as editoras. Hoje, a ameaça é ainda maior — afirmou Sônia. — Por isso, defendemos que a nova lei de direitos autorais proteja o autor, sem permitir a cópia integral ou de grandes trechos dos livros, sob pena de desestimular a produção intelectual do país.

A presidente do Snel também pediu que provedores de internet continuem a aceitar notificações extrajudiciais para tirar do ar conteúdos que violem os direitos autorais. Para Sônia, a Justiça brasileira “não tem agilidade” para combater a pirataria na internet. Ela afirmou, ainda, que, com a proibição das biografias, histórias de grandes personagens deixam de ser escritas. Sônia lembrou que os editores movem, no Supremo Tribunal Federal, uma ação para declarar inconstitucionais os artigos 20 e 21 do Código Civil, que vetam biografias não autorizadas.

A ministra da Cultura falou sobre os direitos autorais, mas ignorou a polêmica das biografias.

— Temos clareza de que o autor precisa ser protegido, mas quem ignorar a internet vai ficar no século passado. O autor deve poder viver do que ele cria. Como autora de nove livros, entendo essa reivindicação, mas temos que ver a questão com um pé no século XXI. O projeto (de uma nova lei de direitos autorais) já está na Casa Civil — disse Marta.

A ministra da Cultura comemorou ainda a regulamentação do Vale-Cultura, benefício de R$ 50 para trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos. Marta espera que o benefício passe a funcionar em outubro e disse querer o apoio do setor livreiro, pedindo que as livrarias estampem em suas vitrines que aceitam o Vale-Cultura.

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