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Pela família e pelas crianças! Sete livros que o Brasil precisa banir

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Rodrigo Casarin, no Página Cinco

Exposição cancelada após manifestações em Porto Alegre, peça censurada em Jundiaí, quadro apreendido em Campo Grande… Finalmente honrados cidadãos de bem estão conseguindo acabar com a depravação e a baixaria que tomam conta da arte no país. É mesmo necessário que os bons modos se sobreponham à insensatez de muitos de nossos artistas – se é que podemos chamar de artista alguém que não consegue desenvolver um trabalho que leve a reflexões positivas.

Aproveitando o ótimo momento para a moral e os bons costumes, listo aqui sete livros que, pelo bem de nossas famílias, precisam ser urgentemente banidos do Brasil. Manter as pessoas, principalmente as crianças, afastadas desses embustes literários com certeza nos transformará em uma sociedade melhor:

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Lolita”: é a história de um professor que se apaixona e tenta conquistar uma aluna para quem dá aulas particulares. O problema é que a menina, a ingênua e frágil Dolores, tem 12 anos, e o professor, 40. Ou seja, estamos diante de um claro caso de pedofilia. Não surpreendente que o livro seja de Vladimir Nabokov, um russo que viveu durante a época da União Soviética. Com certeza era um desses comunistas depravados.

O Caderno Rosa de Lori Lamby”: claro que mais cedo ou mais tarde alguém no Brasil tentaria copiar a depravação desse russo que falei acima. Hilda Hilst conseguiu ser ainda pior do que Nabokov e criou uma história erótica protagonizada por uma criança. Sim, uma criancinha de 8 anos. Nojento! Não basta banir o livro, o ideal seria exumarmos o corpo da autora para que pudéssemos prendê-la.

O Ateneu”: não quero me alongar muito nessas apologias à pedofilia, mas também preciso falar desse disparate do Raul Pompeia que virou um clássico da literatura em língua portuguesa. Aqui há o incentivo para que garotos mais fortes protejam os mais fracos em troca de sexo gay (que, graças à justiça, agora poderá ser combatido com tratamento psicológico). O absurdo maior é que esse livro costuma ser trabalhado ou mencionado em sala de aula, impactando diretamente na criação de uma degenerada geração.

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Biga Jato”: olha o que Xico Sá escreve nesse panfleto da zoofilia: “Estava lesado brincando com uma vara de pescar no quintal de casa, ensaio para uma pescaria de responsa, e no volteio da linha de náilon, o anzol, maldita interrogação do universo, dá duas voltas em torno do sol e de mim mesmo, crec, e vai direto para o meu pequeno membro, atravessando o prepúcio, se é que podemos falar com tanta grandeza de uma coisa insignificante e judiada de tanto sexo com cabras, cactos e bananeiras”. Sim, isso mesmo que você leu: sexo com cabras, cactos e bananeiras, animais e plantas. Já pensou se um pai desavisado lê isso para seus filhos? Essa “arte” apenas nos envergonha, não serve para nada. Fogueira nela!

O Evangelho Segundo Hitler”: esqueça aquela história de que não devemos julgar um livro pela capa. Neste caso, fica muito claro o que um tal de Marcos Peres deseja fazer: contar a história de Jesus segundo a ótica do mentor do nazismo. Heresia das bravas. Tomara que quando esse autor morrer a alma dele seja recebida pelo próprio Hitler, que sem dúvidas estará acompanhado do Capiroto em um lugar bem quente.

Jesus Cristo Bebia Cerveja”: heresia não falta na literatura contemporânea em língua portuguesa. Nesse livro, o Afonso Cruz, um lusitano, insinua que Jesus não teria transformado água em vinho, mas em cerveja. Acha que Jesus é um pau d’água que consome essas bebidas bárbaras servidas em botecos sujos, seu Afonso? Vai falar que ele bebia cachaça também?

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Bíblia”: não ia nem falar deste livro, que me parece o pior de todos, mas é preciso evidenciar aquilo que precisamos combater. No tijolo tem de tudo: incentivo para que pais matem seus filhos, filhas fazendo sexo com o pai, sodomitas, um monte de gente recorrendo às imorais prostitutas para se satisfazer e, no ápice, um dos protagonistas sendo torturado até a morte em uma cruz. Um horror, um horror, apologia a tudo o que existe de mais nefasto e cruel. Pior, me parece que crianças são expostas a esse conteúdo em aulas que chamam de catequese. Espero que isso seja apenas um boato.

Precisamos combater tudo isso, honrados cidadãos de bem. Afinal, já estamos em 1321 e a Idade Média não comporta mais essas coisas.

Escola nos EUA entrega diploma do ensino médio a ex-aluna de 99 anos

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Mulher largou os estudos no último ano em 1932 para cuidar da avó.
‘Me sinto mais inteligente agora’, disse a homenageada.

Audrey Crabtree sorri ao receber um broche da escola na cerimônia de sua 'formatura' (Foto: Waterloo Courier, Tiffany Rushing/AP)

Audrey Crabtree sorri ao receber um broche da escola na cerimônia de sua ‘formatura’ (Foto: Waterloo Courier, Tiffany Rushing/AP)

Publicado por G1

Uma mulher de 99 anos do estado de Iowa, nos Estados Unidos, ganhou nesta terça-feira (24) um diploma honorário de conclusão do ensino médio depois de ter abandonado a escola há mais de 80 anos. Audrey Crabtree, da cidade de Cedar Falls, foi homenageada pela Waterloo East High School, escola que deixou em 1932 às vésperas de terminar o último ano.

“Me sinto muito mais inteligente agora”, brincou a senhora. Ela abandonou os estudos aos 18 anos depois que sofreu um acidente quando nadava, o que a deixou fora da escola por algumas semanas. Em seguida, teve de cuidar da avó que estava muito doente e não voltou mais a estudar. “Eu tinha que ter voltado para terminar meus créditos no ano seguinte”, explicou.

Audrey se casou duas vezes, montou uma empresa de flores, teve dois filhos, cinco netos e quatro bisnetos. Apesar de tudo o que Audrey construiu, a família dela percebeu que a senhora tinha uma insatisfação por não ter terminado a escola.

“Ela sempre dizia que a única coisa que lhe faltava na vida era que ela nunca tinha conseguido seu diploma”, disse Shelley Hoffman, neta de Audrey.

Os parentes entraram em contato com a escola que em uma reunião do comitê de educação entregou o diploma para Audrey. Ela recebeu uma cópia do seu último boletim e recordações de seu tempo na escola, incluindo uma jaqueta e broches. Ela também recebeu mais de 100 cartas de congratulações escritas pelos atuais alunos do ensino médio.

Gasto por aluno do ensino básico cresce acima de 100% em apenas seis anos, graças a mais gastos e menos alunos

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Publicado por Folha de S.Paulo

Uma das deficiências mais notórias do ensino público brasileiro foi drasticamente atenuada da década passada para cá, como mostram dados ainda pouco divulgados e analisados.

De acordo com números apurados pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, ligado ao MEC), o gasto dos governos por aluno da educação básica mais que dobrou em apenas seis anos.

Em média, cada aluno da educação básica mereceu dos cofres federais, estaduais e municipais, em 2011, R$ 4.267. O valor não passava de R$ 1.933 em 2005, em valores corrigidos pela inflação.

A expansão das despesas foi impulsionada pelo Fundeb (Fundo da Educação Básica), uma das principais inovações da administração petista. Além dos repasses obrigatórios ao fundo, o governo Dilma também elevou as verbas para convênios com Estados e prefeituras.

Já a queda do número de alunos resulta das transformações demográficas do país: as famílias, incluindo as mais pobres, têm cada vez menos filhos.

A educação é a principal despesa dos governos estaduais e municipais, e uma das que mais crescem na União. Nos Estados e nas prefeituras, a saúde é possivelmente a despesa que mais cresce.

Com tais progressos, caiu a disparidade entre o gasto público no ensino básico _infantil, fundamental e médio_ e no ensino superior, uma das distorções do modelo brasileiro.

Cada aluno das universidades públicas custou, em média, R$ 20.690 em 2011, quase cinco vezes a despesa nas escolas da educação básica. Em 2001, eram mais de dez vezes.

Apesar de obviamente positivos, os números são tratados com discrição no setor; possivelmente, porque enfraquecem a bandeira dos militantes que defendem a elevação do gasto público em educação dos atuais 5% para 10% do Produto Interno Bruto.

A elevação da despesa por aluno não produziu, ao menos até agora, um ganho da mesma proporção do desempenho dos estudantes _o que pode ser interpretado tanto como um sinal de necessidade de mais dinheiro quanto como uma evidência de gestão insuficiente. Ou, simplesmente, de que é preciso mais tempo.

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